Defesa & Geopolítica

No mar, militares em estado de alerta

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“Quando acabar a copa tudo volta a ser como antes na terra de Abrantes; só assim para nossas autoridades acordarem do sono profundo (pois) eles sonham que estamos na ilha da fantasia ou na terra do mágico de Oz onde tudo é bonito. Uma pena que a copa vai acabar, podia ter um evento desse todo ano no Brasil.” Mauricio Matos

  

Marinha já fez mais de mil inspeções durante o Mundial. Trinta e seis barcos foram apreendidos.

Por Bruno Amorim

O aviso à embarcação suspeita é claro: “parem suas máquinas ou abriremos fogo.” Pelo rádio do Navio Patrulha Oceânico Amazonas P 120 – e de outras 23 embarcações da Marinha empregadas na patrulha da costa do Rio de Janeiro e do Espírito Santo -, o alerta foi feito a 1.081 barcos que navegavam na região do 1º Distrito Naval, desde o dia 28 de maio de 2014, quando começou a operação de defesa para a Copa do Mundo.

Desde então, 200 foram notificados e 36 apreendidos por problemas de documentação ou falta de material de segurança.

Durante as partidas do Mundial no Maracanã, as patrulhas são intensificadas. Além disso, a Marinha trabalha para garantir a segurança de alguns pontos-chave: o Fifa Fan Fest e o Centro Aberto de Mídia (CAM), em Copacabana, além dos hotéis na orla que hospedam seleções estrangeiras, chefes de estado e a diretoria da Fifa.

De acordo com o comandante do Navio Patrulha Oceânico Amazonas, o Capitão-de-Fragata Álvaro Lemos, nenhum tiro foi disparado da embarcação com 1.800 toneladas (o mesmo que uma corveta), armada com um canhão e quatro metralhadoras, desde que foi comprado pela Marinha, em 2012.

– O próprio tamanho do navio já intimida barcos menores – diz Lemos.

Fonte: Defesa Aérea & Naval (DAN) 

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