Defesa & Geopolítica

Boeing junta-se ao grupo General Atomics MQ-25 Stingray

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Tradução e adaptação: E.M.Pinto

A General Atomics Aeronautical Systems, Inc. (GA-ASI) formou uma equipe industrial com vistas ao programa da Marinha dos Estados Unidos MQ-25 Stingray. O MQ-25 prevê uma aeronave não tripulada e reabastecimento aéreo baseado em Porta Aviões.

Além da General Atomics atuando como líder da equipe,  integrador de sistemas e fabricante de plataformas, duas outras empresas irmãs no grupo formam o “time dos sonhos”, o qual inclui a Boeing, Pratt & Whitney, UTC, BAE Systems, L3, Rockwell Collins e GKN.

“O GA-ASI projetou o Stingray MQ-25A proposto, otimizado para a missão com uma oferta excepcional de combustível que pode exceder mais do que o dobro do alcance da ala aérea embarcada. A nossa oferta excede todos os requisitos da Marinha, incluindo a adequação ao Navio… Esta colaboração dos melhores da indústria aeroespacial proporcionará à Marinha dos EUA um reabastecedor não tripulado com uma frota com excepcional crescimento, bem dentro do horizonte temporal desejado pela Marinha”. afirmou David R. Alexander, presidente da GA,

O membro mais surpreendente da equipe é a divisão de Sistemas Autônomos da Boeing Company. A Boeing também está buscando a oportunidade no MQ-25 com sua própria plataforma MQ-25, desenvolvida pelo seu centro de prototipagem rápida – a ‘Phantom Works’. O anúncio recente parece colocar a atividade dos Sistemas Autônomos da Boeing em concorrência com a empresa-mãe.

 “A Boeing Autonomous Systems tem o prazer de ter a oportunidade de colaborar com a General Atomics na sua proposta do MQ-25… Estamos ansiosos para apoiar a GA com nossa aviação e experiência autônoma.”, disse o vice-presidente e gerente geral Chris Raymond.

O fabricante do motor será a Pratt & Whitney, que fornecerá o principal sistema de propulsão para a aeronave, o qual se baseia no seu motor comercial turbofan PW815; A UTC Aerospace Systems, irá projetar o trem de pouso do drone, que também incluirá subsistemas da Fokker da GKN Aerospace, especificamente o gancho da cauda para o sistema de engrenagem de parada do MQ-25. A L3 Technologies também se juntou à equipe para fornecer sistemas de comunicação para o Stingray que juntamente com a Rockwell Collins, fornecerá uma nova geração do rádio aéreo de comunicações em rede TruNet ARC-210, tecnologias de navegação avançadas e uma estrutura de simulação abrangente para suportar o Cronograma geral de baixo risco da Atomics. A BAE Systems será responsável por vários softwares e capacidades de segurança cibernética.

Duas empresas do grupo General Atomics,a General Atomics Electromagnetic Systems  (GAES) e a General Atomic Systems Integration também se juntaram à equipe que oferece experiência de integração e redução de riscos, adicionando a experiência ao programa da Marinha dos EUA tal como, a experiência em integração do trem de pouso. O sistema de lançamento eletromagnético (EMALS) desenvolvido pela GAES começou a ser testado no USS Gerald  Ford no mar no ano passado…

 

Fonte: Defence Update

3 Comments

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  2. Se a questão é parceria como afirma a Boeing, e não há ameaça alguma a existência da EMBRAER, e as duas devem andar de mãozinhas dadas como gêmeas siamesas, que viram os 14 milhões salvadores pelo aluguel de Alcântara e projetos de ursinhos de pelúcia e unicórnios.
    Então seria de bom grado incluir a brasileira no “Deram Team” dos projetos do futuro.

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