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FAB PÉ DE POEIRA: BINFAE-CO utiliza Cavalos para Patrulhamento.

CAVAL

O Batalhão de Infantaria da Aeronáutica Especial de Canoas – BINFAE CO é responsável pela defesa e segurança da Base Aérea de Canoas. Dente os inúmeros meios utilizados para prover a segurança das instalações o que chama mais a atenção é o uso de cavalos. Desde a década de 1980, esses animais são empregados no patrulhamento diário das instalações da Base aérea.

BACO

O Perímetro da base aérea de Canoas possui regiões de mata e locais alagados onde seria difícil realizar o patrulhamento com viaturas ou a pé. Para isso a  Companhia de Policia de Aeronáutica do BINFAE-CO conta com uma unidade de cavalaria dotadas de animais da raça Crioulo Mestiço que possuem características adequadas paras o tipo de missão. Outra unidade que também utiliza cavalos no patrulhamento é a Base Aérea de Santa Maria onde o Batalhão de Infantaria da Aeronáutica (BINFA-SM) também mantém uma unidade de cavalaria.

CAVALO

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NO AR – Hangout Plano Brasil – Perspectivas e Estratégias para a Defesa dos EUA

HANG OUT

O Plano Brasil apresenta mais um Hangout, agora tratando como assunto as Perspectivas e Estratégias para a Defesa dos EUA.

Participantes:

Sandro Teixeira Moita

Professor de História Militar, Divisão de Preparação e Seleção, Escola de Comando e Estado-Maior do Exército.
Mestre e Especialista em História Militar pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.
Bacharel é Licenciado em História pela Universidade Federal Fluminense.

Marco Túlio Delgobbo Freitas

Professor do Instituto Nacional de Pós Graduação em São José dos Campos.
Possui graduação em História pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2004) e mestrado em Relacões Internacionais pela Universidade Federal Fluminense (2008). Tem experiência na área de Ciência Política, com ênfase em Política Internacional, atuando principalmente nos seguintes temas: guerra irregular, missões de paz, Somália, Estratégia, Politicas Públicas, e Politica Internacional.

Pauta:

– Geopolítica norte-americana no século XXI
– Terrorismo e Oriente Médio
– O peso do “desdobramento global” nas forças norte-americanas
– Rússia e o “guarda-chuva” europeu
– China e o cenário Ásia-Pacífico.
– Programas estratégicos
– Escudo Anti-Mísseis / Aegis
– E outros programas de reaparelhamento convencional
– Indústria de Defesa norte-americana
– O peso do orçamento militar norte-americano
– Campanha eleitoral: Prioridades estratégicas

ASSISTA AQUI:

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Mundo seria mais seguro com Kadafi e Saddam, diz Trump

Dominick Reuter/AFP
O pré-candidato republicano à Casa Branca Donald Trump

O pré-candidato republicano à Casa Branca Donald Trump

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O inimigo do meu inimigo é meu amigo e também inimigo do meu amigo

Da EFE

Washington – O pré-candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste domingo que o mundo seria mais seguro se não tivessem acabado as ditaduras de Muammar Kadafi, na Líbia, e Saddam Hussein, no Iraque, e que fazer algo similar com Bashar al Assad terá as mesmas consequências na Síria.

Em entrevista ao programa “Meet the Press”, Trump considerou que Iraque e Líbia se tornaram um “desastre” desde que Saddam Hussein e Muammar Kadafi perderam o poder.

“Não tivesse ocorrido o que aconteceu em Benghazi, trata-se de apenas uma situação que foi terrível”, disse em referência ao ataque contra a missão diplomática dos EUA na Líbia em 2012, que causou a morte de quatro americanos, entre eles o embaixador do país americano, Christopher Stevens.

“Gastamos US$ 2 trilhões no Iraque, provavelmente US$ 1 trilhão no Afeganistão. Estamos destruindo nosso país”, acrescentou o multimilionário, que se opôs à Guerra do Iraque impulsionada pelo ex-presidente George W. Bush.

Trump afirmou não ser contra que o presidente russo, Vladimir Putin, intervenha na Síria para atacar o grupo jihadista Estado Islâmico (EI) e que também ajude o líder sírio a se manter no poder.

Além disso, considerou que os ataques que enfraqueceram o regime de Al Assad são os que provocaram o fluxo em massa de refugiados sírios rumo à Europa.

“Focamos na Líbia, e o que fizemos lá foi um desastre. Focamos em Saddam Hussein no Iraque, olha o que fizemos lá, um desastre. Isto (na Síria) vai dar no mesmo”, concluiu.

Fonte: Exame