Defesa & Geopolítica

Mostra Submarina do Brasil no Oceano Atlântico Sul

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Patrulha do navio da Marinha do Brasil na praia de Ipanema (Reuters)

A história ainda pode pedir ao Brasil que faça sua parte no Atlântico Sul ou na defesa hemisférica.

 

James Holmes

Tradução e adaptação e edição de imagens- E.M.Pinto

 

“Não temos noção da guerra”, confidencia um professor de estratégia da Escola de Guerra Naval, no Rio de Janeiro – minha casa, longe de casa desde o mês passado e um algum outro lugar,  desabafa. Como o grande Anthony Bourdain poderia dizer. Diga o quê? As marinhas estão lutando contra forças. Eles existem para duelar naves rivais. Uma marinha que não enfrenta nenhuma perspectiva de guerra é uma força sem propósito ou direção. É sem rumo.

 

Certo?

Bem, não exatamente. A Marinha do Brasil tem mais trabalho a fazer do que pode fazer. Está longe de ser sem propósito. Mas seu trabalho é o trabalho não-combatente em sua maior parte. Isso porque o Brasil tem a sorte de habitar o que os habitantes do Pentágono chamam de ambiente estratégico “permissivo” e não ameaçador. O Atlântico Sul está livre de inimizade de grande poder. Uma marinha superpoderosa amigável, a Marinha dos EUA, fornece uma proteção caso as coisas corram repentinamente.

Por enquanto, de qualquer forma. O cenário estratégico, tal como existe hoje, rege as perspectivas do serviço. A liderança naval deve cultivar o que Robert Kaplan, especialista em geopolítica, denomina “previsão ansiosa” sobre o futuro – e se preparar adequadamente.

Em vez de se unir às marinhas rivais, a Marinha do Brasil há muito se dedica ao dever de polícia. Na verdade, é uma guarda costeira superpoderosa, um serviço de combate cujas principais ocupações consistem em impor a lei doméstica, proteger os recursos naturais offshore de caçadores e ajudar os africanos a suprimir a pirataria.

Concentrar-se no dever policial faz todo o sentido do ponto de vista de Brasília. Se a batalha contra inimigos do alto-mar parecer forçada – se uma Marinha não tem o conceito de guerra, mas não precisa de nenhum – poucos governos perderiam recursos financeiros, materiais e humanos finitos para se prepararem para ela. Resultado: a Marinha do Brasil vive em um universo estratégico e mental diferente da Marinha dos Estados Unidos e de qualquer serviço marítimo que se prepara para a guerra primeiro e executa missões de policiamento sem interferir nos preparativos de guerra.

Países, instituições e indivíduos muitas vezes habitam diferentes mundos mentais. O analista Robert Kagan escreveu uma vez um tratado opinando que os europeus vinham de Vênus enquanto os americanos eram de Marte. Os Estados Unidos, observou Kagan, lideraram a defesa da Europa durante a Guerra Fria. Os europeus passaram a acreditar que a segurança era algo que os outros forneciam. Eles até insistiram que um mundo governado por leis e instituições internacionais havia chegado. Para eles, a história marcial havia terminado. Se a força não tivesse mais uso, fazia sentido desarmar. E assim fizeram, mais ou menos – deixando-se ainda mais dependentes da proteção das superpotências.

Por mais agradável que pareça o ambiente estratégico, os habitantes do Atlântico Sul devem se recusar a sucumbir a tais ilusões. A história ainda pode pedir ao Brasil que faça sua parte no Atlântico Sul ou na defesa hemisférica. Deve se preparar em termos intelectuais e materiais.

A perspectiva de conflito armado é fácil de ignorar em meio a um ambiente tranquilo. Como marinheiros, os marinheiros brasileiros rastreiam flagelos não estatais em vez de enfrentar armadas hostis. Os caçadores furtivos que infestam os pesqueiros nacionais constituem um irritante particular. De fato, a última “guerra” náutica do Brasil foi a “Guerra da Lagosta” contra a França no início dos anos 1960.

A polêmica explodiu depois que pescadores franceses começaram a pescar lagostas espinheladas ao longo da plataforma continental brasileira a cerca de cem milhas náuticas da costa. Brasília montou uma demonstração de força naval ao largo de suas costas e Paris concordou em reduzir a pesca nessa reserva marítima. No entanto, as lembranças da Guerra da Lagosta se prolongam – e colorem a estratégia marítima brasileira à meio século. Eles afirmam o foco da polícia na marinha.

Comandantes brasileiros também se preocupam em proteger os recursos naturais sob o fundo do mar. Como a maioria dos estados costeiros, o Brasil agora reivindica uma zona econômica exclusiva (ZEE) que chega a duzentas milhas náuticas de suas costas. Recentemente, Brasília acrescentou uma porção norte da plataforma continental, que se estende ainda mais para o mar, até o estilo oficial da Amazônia Azul, a extensão marítima da bacia do rio Amazonas.

A liderança agora quer eliminar sua ZEE no sul, incorporando ainda mais território marinho na Amazônia Azul. Isso resulta em muito espaço marítimo para a patrulha da Marinha do Brasil. Nem os desafios da água são todos offshore. De fato, a Marinha do Brasil olha para dentro, para um grau raro entre as marinhas. Não é apenas uma força costeira ou oceânica, mas uma força fluvial com cursos de água interiores distendidos e margens adjacentes para supervisionar. Esta não é uma tarefa pequena.

 

Os rios são geralmente uma bênção. Alfred Thayer Mahan elogiou o rio Mississippi e seus afluentes por colocar o interior da América do Norte em contato com o comércio oceânico. A geografia marítima facilitou o envio de mercadorias de exportação do interior continental para compradores estrangeiros. Mas o Mississippi lamacento é largo e, em geral, amigável à navegação. O rio Amazonas não é o Mississippi. Em alguns lugares, os ziguezagues são tão tortuosos que o rio mal é navegável, mesmo para capitães experientes.

Pior, os marítimos brasileiros relatam que o curso de água da Amazônia tem o hábito perverso de mudar de ano para ano. O terreno de metamorfose causa estragos no tráfego interno. Mas, como o transporte terrestre entre o litoral brasileiro e o interior continua sendo ainda mais tênue, a Marinha atua como o braço humanitário do governo no interior do país. Vasos navais comumente prestam assistência médica, por exemplo. As embarcações da Marinha dos EUA raramente prestam esses serviços em casa, exceto após desastres naturais – depois de um furacão Katrina ou Maria. Para a Marinha do Brasil é uma questão de rotina.

Nem os desafios param com a ZEE, a plataforma continental e as águas internas. Apesar de seu mandato de volta para casa, os marinheiros brasileiros olham para além do seu limite marítimo próximo ao exterior. Mas eles desafiam as expectativas, mesmo quando o fazem. Olha para o mapa. As rotas marítimas que transitam pela região fluem principalmente de norte a sul. Mercadores e navios de guerra navegam entre os portos atlânticos e os oceanos Pacífico ou Índico, contornando o Cabo Horn ou o Cabo da Boa Esperança ao longo do caminho.

Em contraste, o mapa mental dos brasileiros do Atlântico Sul tem uma orientação leste-oeste para ele. Eles olham principalmente para o leste em direção à África, onde os piratas atacam os navios no Golfo da Guiné. O eixo horizontal da estratégia brasileira está em ângulo reto com os padrões de remessa vertical.

É duvidoso que o contágio do banditismo marítimo se espalhe para o oeste através do Oceano Atlântico para afligir a América do Sul. Então, por que – quando a Marinha tem muito o que fazer em casa – Brasília iria ao esforço de atacar a pirataria na sua nascente e longe das costas brasileiras? Múltiplos motivos impulsionam o Brasil, como todas as sociedades. Aceitar a custódia parcial da ordem marítima regional permite que a Marinha do Brasil se destaque como uma força do Atlântico Sul, evitando que corsários distorçam as rotas regionais de navegação – e talvez elevando as taxas de seguro para que as empresas de navegação redirecionem o tráfego comercial da região.

O negócio dos povos de mar é negócio. Suprimir a falta de lei que põe em risco o comércio, o comércio e a extração de recursos representa uma lógica estratégica sólida e ajuda Brasília a consolidar sua imagem como responsável pela segurança do Atlântico Sul. O que não  gostar?

O funcionalismo naval fez algumas escolhas peculiares de projeto de frota, uma vez que se esforça para cumprir seu mandato de impor a soberania, prestar serviços sociais e acabar com a pirataria. Para citar uma, a Marinha e seus mestres políticos consideram os porta-aviões como a pedra angular da estratégia marítima. Brasília recentemente desativou seu  São Paulo, só para fazer um acordo com os líderes britânicos para substituí-lo pelo navio anfíbio aposentado HMS Ocean.

Os comandantes navais brasileiros consideram os  Porta aviões não como navios capitais ou plataformas para atacar praias hostis, mas como campos de pouso itinerantes para policiamento da Amazônia Azul. Eles não são unidades de alto valor em  grupos expedicionários anfíbios. Eles vagam pelo mar sem o acompanhamento familiar de cruzadores, destróieres e submarinos para evitar ataques aéreos, submarinos ou de superfície. Corvetas e pequenos navios afins compõem a maior parte da frota de superfície.

Em suma, grupos de superfície no Atlântico Sul são criaturas diferentes daquelas do Pacífico Ocidental ou Mar Mediterrâneo. É chocante para  nós representantes das marinhas de batalha ver fotos de um Porta Aviões brasileiro com poucos ou nenhum navio de sentinela ao lado para ficar de guarda. Isso é uma frota implorando para ser agredida!

Não me entenda mal: porta-aviões de escala reduzida fazem sentido para o trabalho de policiais. Na verdade, uma flotilha de “navios de controle do mar” semelhantes aos previstos para a Marinha dos Estados Unidos na década de 1970 atenderia melhor às necessidades em tempos de paz da Marinha do Brasil do que os dois gigantes de cinquenta mil que os comandantes navais teriam cobiçado. Com toda a probabilidade, uma hélice de helicópteros ou jatos saltando de vários navios leves dispersos no mar forneceriam uma cobertura geográfica melhor do que uma ala aérea maior operando a partir de um único convés de vôo. Afinal, até o maior convés de vôo só pode estar em um lugar por vez.

E se Brasília não vê necessidade de lutar pelo domínio do Atlântico Sul, então tem pouca necessidade de ter avios maiores do que os da frota da Segunda Guerra Mundial. Por que investir pesadamente em navios de capital quando os menores vão fazer?

Outra idiossincrasia: a liderança naval quer uma flotilha de SSN (nuclear-powered attack subs). Mais uma vez, porém, ele os quer por motivos alheios à Marinha dos EUA. (A Marinha do Brasil terá sorte de embarcar em um barco de ataque em breve. O escândalo tomou conta da presidência brasileira, estrangulou o PIB do país e forçou cortes drásticos no orçamento de defesa. Confira o Netflix para um relato ficcional desse triste caso que os brasileiros estão assistindo.)

Há vantagens em tal aquisição. A propulsão nuclear garante aos SSN uma capacidade de navegação virtualmente ilimitada, permitindo que eles percorram suas áreas de patrulha por meses a fio. Tempos longos na estação explicam o fascínio dos SSN com os navegadores brasileiros. No entanto, ainda não está claro exatamente o que eles esperam que um barco de ataque nuclear faça depois de detectar pesca ilegal, perfuração ou mineração submarina. Se as naves de patrulha são policiais que lotam os cassetetes, então os SSN são soldados de infantaria que brandem machados de batalha para dividir crânios.

Afundar um barco de pesca com torpedos e mísseis anti-navio, armamento típico de submarino, seria um exagero – e um exagero dispendioso.

Em resumo, a Marinha do Brasil anseia navios normalmente destinados à guerra naval convencional – mas anseia por razões excêntricas. Em certo sentido, a Marinha se assemelha à Marinha dos EUA após a Primeira Guerra Mundial, quando a Alemanha imperial foi derrotada, mas nenhum concorrente tomou o seu lugar como ponto focal da estratégia naval norte-americana. Em 1919, o capitão Harry Yarnell brincou dizendo que tentar projetar uma frota sem inimigo a vista é como forjar uma máquina sem saber se seus usuários pretendem fabricar ganchos ou locomotivas.

Em outras palavras, a deriva estratégica prevalece quando um serviço não tem nenhum inimigo para transmitir direção para forçar o projeto e as operações. Mas há um lado positivo no fascínio incomum dos brasileiros com os Porta Aviões e submarinos de alto nível: se a marinha precisar de um conceito de guerra, algumas plataformas necessárias para colocar em prática um conceito bélico já estarão no inventário. A marinha pode e deve experimentar-los, aperfeiçoando a doutrina e as habilidades de batalha, para que não haja mais tempos proibitivos.

Conforme possam. A paz perpétua não chegou mais ao Atlântico Sul do que à Europa sob a proteção militar norte-americana. Na realidade, o Brasil está aproveitando um feriado da história, cortesia da Marinha dos EUA – um parceiro silencioso em sua defesa marítima.

E há justiça nisso: os Estados Unidos optaram livremente pela segurança marítima fornecida pela Marinha Real Britânica durante a maior parte do século XIX e se beneficiaram imensamente da pausa da rivalidade das grandes potências. A república foi capaz de subjugar um continente, travar sua guerra civil e promover uma revolução industrial precisamente porque o domínio naval britânico afastou os impérios predatórios – poupando Washington de colocar em campo uma marinha ou exército caro para defender suas costas e interesses.

Os recursos que poderiam ter entrado em um grande exército permanente foram para o desenvolvimento econômico ou permaneceram em mãos privadas. A indústria floresceu. Mas a lição dos Estados Unidos do século XIX para o Brasil do século XXI é a seguinte: os “feriados” não duram para sempre. Use-os bem.

A supremacia marítima britânica ficou sob pressão em relação ao fim do século XIX. O advento de novas potências industriais – Alemanha, Japão e Estados Unidos – reduziu a vantagem material britânica. E quando um desses competidores, a Alemanha imperial, decidiu construir uma grande frota de batalha pelas Ilhas Britânicas, a liderança em Londres sentiu-se compelida a enviar navios de guerra do Extremo Oriente e do Hemisfério Ocidental.

O protetor externo das Américas começou a se retirar. As repúblicas americanas tinham que prover sua própria defesa ou permanecer indefesas.

A partir da década de 1880, felizmente, os Estados Unidos colocaram as quilhas para sua primeira frota de grandes navios a vapor, blindados. A Marinha dos EUA assumiu o fardo da segurança marítima quando a Marinha Real Britânica recolheu sua Estação Americana e foi para casa para realizar sua corrida armamentista contra a Alemanha. No início do século XX, Washington havia acumulado um excedente de poder naval que lhe permitiu garantir a liberdade náutica no hemisfério ocidental. OS EUA puderam  fazer tudo isso porque Londres lhe dera um feriado da história.

Mas o excedente do poder marítimo dos EUA pode ser perecível, como todas as coisas. A ascensão da China, a dominação russa e diversos desafios da Eurásia agora atraem a atenção, a energia política e os recursos marciais dos EUA para águas e praias distantes. Considerando que o poder marítimo alemão puxou a casa da Marinha Real Britânica, o poder naval norte-americano decanta o poder naval americano fora de casa. Aventuras eurasianas poderiam expor as Américas a novos perigos na ausência de seus protetores navais.

Então, o Brasil, por todos os meios, experimenta com porta-aviões e submarinos nucleares. Você pode precisar deles juntamente com um conceito de como usá-los em combate. A defesa do hemisfério poderia usar um guardião comum sob todas as circunstâncias, não apenas congêneres. Desfrute de Vênus – mas passe algum tempo em Marte.

James Holmes é J. C. Wylie Presidente da Maritime Strategy na Naval War College e co-autor da Red Star no Pacífico (segunda edição em outubro). As opiniões expressas aqui são exclusivamente do próprio autor.

Fonte: The National Interest

9 Comments

  1. traduzindo o que os HABITANTES DO PENTÁGONO querem dizer com AMBIENTE ESTRATÉGICO “PERMISSIVO” UM BANDO DE BUNDA MOLE E COMANDADOS POR CADELAS NOSSAS.

  2. Ferreira Junior says:

    Muito bom texto, contudo estragado pela referência ao seriado do Netflix. Um nada haver. No geral está correto, estamos acostumados e mal acostumados a “proteção” de terceiros, quando na verdade isso se converte em neocolonialismo. Temos de dobrar a capacidade de nossa marinha.

  3. Adriano Corrêa says:

    Gostei do texto!

    Essas mudanças que o autor explana, não estão longe de ocorrer, vamos ver como será o ultimo trimestre de 2018, pois 2019 será completamente diferente deste ano.

    Creio que em muitos termos será um ano pior, mas sempre haverá melhorar em outras partes. A política e as instituições brasileiras estão se mostrando o que são: um picadeiro circense.

    As estratégias de Trump em relação ao Oriente médio, serão catastróficas aos EUA e seus aliados locais. Oriente extremo idem.

    Vai ter aliados Europeus e de outras localidades pulando fora do barco. Exaurindo o andamento do EUA em relação ao Atlântico Sul.

  4. E quando a Marinha chinesa resolver comprar a briga de seus pescadores que infestam o Atlântico Sul? Será a Segunda Guerra da Lagosta, mas contra um inimigo menos amigável que os franceses e bastante faminto. Vamos chamar a US Navy cada vez mais atarefada em marcar sua presença no Pacífico para nos defender?
    O Atlântico Sul é mar de ninguém. Ou assumimos nosso papel diante dele ou outro mais poderoso assume. Os chineses estão construindo uma Marinha para impor seus interesses econômicos e políticos onde lhe for conveniente. Não vão fazer isso no Atlântico Norte e nem no Pacífico Norte. Onde resta?

    • É por aí mesmo, os chineses cansaram de serem colonizados e estão partindo para serem colonizadores (estão fazendo seu dever de casa)(África e América Latina são espaços abertos a dominações).
      O brasil , seus políticos e lideranças, que enxerguem e entendam que devemos fazer quase igual a eles…
      Sair de uma posição de subserviência e tomarmos rédeas de uma verdadeira soberania.
      E que para isso é preciso (com urgência, pois como o texto acima frisa… de uma hora para outra um período de paz pode acabar) de forte Defesa, e não esta que está aí que serve (como o texto também frisa) apenas para espantar piratas e policiamento de costa e rios.
      Marinha de Guerra não é para isso.

      Qual nossa escolha… Será sermos eternos cachorrinhos encoleirados simpáticos dando a patinha para todo mundo?

      • chineses nunca vão passar por um seculo de vergonha que nem o seculo 19 , brasil isso já dura 400 anos e a “culpa” e do “cabral”,principalmente para um “povo” que vibra com um Kim Kataguiri economista americano falando que neoliberalismo(eufemismo para neocolonialismo) e o melhor para pobre sem direitos e quem e esclarecido e critica isso e rico .

      • BLUE EYES, NA RESISTÊNCIA says:

        E outros que aplicam os “grandes” conhecimentos de marilengalenga xuxai, boulos de m… e ciro sardinha sobre economia planificada… COMO É QUE UM PAÍS DE MISTUREBAS DESSAS PODE SOBREVIVER POR TANTO TEMPO SEM UMA GUERRA CIVIL !!!???… é por que os homens de CAXIAS não permitem e JAMAIS permitiram que VAGABUNDOS mal intencionados repartam esse país em tirinhas e retalhos… só temos UMA BANDEIRA… “Querido símbolo da terra… da amada terra do Brasil…”… e o choro esquerdalha é livre e compulsivo… 🙂

  5. Doug385, seu comentário está perfeito, muito bem lembrado sobre a China e seus “pescadores”e Spys.

  6. Cesar Azevedo Rodrigues says:

    O senhor que escreve esse artigo indiretamente quis dizer que dentro de um futuro próximo a situação economica e financeira americana não vai ser lá essas coisas , o seu poder militar vai decrescer e por isso precisa da parceria do Brasil para defender o hemisfério pois já o não poderá fazê-lo sózinho.

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