Defesa & Geopolítica

Brasil está pronto para atuar pela paz no Oriente Médio, diz ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo

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Ernesto Araújo: “Ao governo cabe fazer a regulação e facilitar os investimentos”, disse o ministro (Valter Campanato/Agência Brasil)

O Brasil está pronto para contribuir com os esforços de busca pela paz no Oriente Médio. A afirmação foi do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, na conferência convocada para discutir os conflitos na região e as formas de resolvê-los ou de reduzir as tensões. O evento ocorre em Varsóvia, na Polônia .

Segundo o chanceler, o Brasil quer levar sua voz para este debate. “Nós acreditamos fortemente que precisamos trabalhar a partir dos princípios de liberdade e dignidade humana, incluindo a liberdade religiosa, e aqui é importante especial atenção para as comunidades cristãs na região”, disse o chanceler.

O esforço de persecução da paz na região deve considerar, acrescentou, os princípios de identidade e sentimento de nação. “Pensamos que abandonar seu país e seus sentimentos não é a forma de chegar à paz. Nós acreditamos que cada nação pode encontrar na sua identidade e cultura a força para lutar pela paz”.

Diplomacia

Em seu discurso, Araújo defendeu uma diplomacia mais “franca”. Ele criticou o que chamou de dificuldades nas relações exteriores, por vezes marcadas por uma prática de inação. As Nações Unidas, avaliou, teriam se tornado muito “autocentradas”. “Elas criaram a noção de que qualquer solução deve ocorrer por meio de discussões infindáveis e, quando você alcança alguma forma de resolução, é apenas uma questão de texto, e não de um acordo real”, disse.

A conferência foi convocada pelo governo polonês e tem a participação de mais de 60 países. Nações do Oriente Médio, como o Irã, o Líbano, a Turquia e a Autoridade Palestina, não compareceram. O governo russo também não enviou representação. A China não foi convidada para o evento.

Além de Araújo, o evento teve a participação do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, do vice-presidente dos Estados Unidos Mike Pence e do ministro das Relações Exteriores do país anfitrião, Jacek Czaputowicz, entre outros.

O ministro de relações exteriores do Irã, Javad Zarif, usou sua conta no Twitter para criticar o encontro. Ele atribuiu a iniciativa a um movimento dos Estados Unidos para articular sua influência na região.

Fonte: Exame

8 Comments

  1. A tecnologia de baterias veiculares farão mais pela paz mundial e do OM do que toda a diplomacia mundial juntas… agora não serão mais guerras pelo óleo negro e sim pela tecnologia desenvolvimentista civilizatória… o Catar e os EAU já se tocaram disso… o deserto vai virar o Éden novamente… ao contrário do que muitos pensam… pena os persas terem escolhido o lado errado da força…

  2. Resolver conflitos no Oriente médio …
    Mas este encontro não teve participação de Turquia ,Líbano, Irã ,Rússia e provavelmente a Síria também , como vão resolver algum problema no OM sem estes países ??
    Falou da ONU mais esta reunião foi apenas mais uma daquelas que falam falam , e a situação fica a mesma….

    Antes que me esqueça…..Muito fraco este nosso chanceler !

  3. ” Presidente preocupado com a Defesa Nacional – uma conversa hipotética.

    O presidente Bolsonaro, muito ressabiado com a inconstância percebida nas atitudes dos atuais governantes das grandes potências militares, chamou seu ministro da defesa e lhe fez uma solicitação:

    -“General Fernando, o senhor me faça o favor de levantar o tempo que a armada britânica levou para deslocar das docas domésticas para o entorno das Ilhas Malvinas. Em seguida, vamos fazer uma reunião, a portas fechadas com os comandantes das três FFAA. Ah! Já ia me esquecendo, procure saber a quantas anda o projeto VDR-VETOR DE RESPEITO-1500 que eu determinei fosse reativado desde o dia de minha posse. Afinal, já completou um mês e as expectativas com a volta das atividades do Congresso me deixaram muito absorvido até então.

    – Presidente eu também acho esta decisão de importância vital para o alcance do estágio de dissuasão extra regional, entretanto…

    – General, eu sei, existe um acordo, mas, o senhor sabe melhor do que eu, diz aquele velho ditado “acordos existem para serem rasgados”, e este meu caro foi um acorde lesivo ao direito legítimo que tem o País de possuir FFAA que, ao invés de lutar, sejam antes de tudo capazes de dissuadir. Não, não podemos aceitar limites em nossa soberania. Nosso território, ‘cantado e decantado em versos como o grande provedor mundial de alimentos pela chamada comunidade internacional, constantemente, tem sido objeto de maledicências contundentes, hoje mais do que nunca, reforçadas pelo projeto chamado de “TRIPLO A”, por sobre a calha norte do Rio Amazonas.

    – Dê ordens, também, para que as três baterias de ASTROS II, do 6 GAFM (note meu caro ministro, são apenas “3”), diga-se de passagem muito mal localizadas em FORMOSA/GO, sejam distribuídas nos seguintes destinos: BOA VISTA/RR ou MACAPÁ/AP, BELÉM/PA e SANTOS /SP, esta última que reforça a subunidade/tipo do CFN no Rio de Janeiro/RJ, ambas face ao prés sal (ah! general, ia me esquecendo, e aquela determinação que eu dei de transferir todos os recursos destinados a blindados para o projeto ASTROS 2020? Temos que botar rodando no mínimo o equivalente a mais dois GAFM (3 + 3= 6 baterias) pelo menos até o final deste ano. Isto que precisamos rezar muito para que um Trump/Putin não”durma de toca” até o ano que vem…

    – Meu caro Fernando, quem sabe os VDR -1500 não pintem no quintal até o final do ano?

    – Presidente, e a nossa MB?

    – General, já vamos tratar da Força Naval. Fernando, note bem, eu gostaria que as baterias cerrassem, pelo menos, até o final do mês de fevereiro para suas novas sedes.

    – Presidente, vamos ter que aquartela-las em seus novos destinos. Eu fico pensando de preferência em unidades de artilharia já existentes nas cidades. Existe em BOA VISTA/RR uma, em SANTOS/SP tem outra e em MACAPÁ/AP o BIS. Nada que contrarie a doutrina na medida que uma unidade pode ser integrada com até mais duas subunidades, além do fato que existiria apenas uma subordinação administrativa, sem interferência no seu emprego operacional peculiar.

    – Grande Fernando, e a Marinha de Tamandaré? Como é que a FN poderia correr atrás do prejuízo?

    – Meu presidente, eu tenho conversado com alguns almirantes e eles estão pensando seriamente em proporcionar “garras e dentes” ao pouco que dispõem ainda navegando. Na expectativa de serem brindados também, no mais curto prazo, com os VDR-1500, falam sem reservas em instalar duas seções de vetores em seus navios de escolta, uma com o míssil anti navio EXOCET de alcance 70 KM, e outra com o AVM MATA MOSQUITOS-300 do EB, esta que permitiria bater no inimigo com alcance maior do que o obtido pelo Exército, limitado pela linha do litoral/costa.

    – Sim ministro, essa nossa Marinha de Guerra deve estar com água na boca para aumentar seu poder de fogo. Mas e os nossos “5” submarinos convencionais Fernando? Será que vamos deixá-los em “banho maria” até que cheguem os SUFFREN? Não haveria um jeito desses submergíveis se tornarem capazes de lançarem mísseis, mesmo que convencionais, na situação de submersos? Não, não estou inventando nada, os mísseis russos de cruzeiro que alcançaram o ISIS em 2015 foram lançados de submarinos convencionais. Ministro, e a aviação naval? Os homens do mar mal se livraram do porta aviões francês, aquele do “”fumacée”, e já compraram um porta helicópteros.

    – Presidente, eu vou conversar com alguns almirantes. Vou propor a eles uma forma de dobrar o número de aeronaves em pouco tempo. Basta para isso que, até serem contemplados com os GRIPPEN suecos, concordem em, na medida que a FAB for recebendo o caça nórdico, passem a incorporar os F5 da Força Aérea. Olhe que existem nada mais nada menos do que “57” deles que poderiam ser distribuídos por dos por “2” baitas bases aeronavais, uma em BELÉM/PA face à foz do Amazonas e outra na já existente em São Pedro de Aldeia/RJ, esta face ao pré sal.

    – Meu caro Fernando, foi muito boa esta reunião preliminar. Parece até aquela “ordem preparatória” que antecedia os exercícios de patrulha em nossa Academia Militar. Fico aguardando vocês. BRASIL ACIMA DE TUDO E DEUS ACIMA DE TODOS!”…

    Paulo Ricardo da Rocha Paiva é Coronel de Infantaria e Estado-Maior.

    http://www.alertatotal.net/2019/02/presidente-preocupado-com-defesa.html

    GRIFO NOSSO…

  4. Chanceler mais perdido do que cego em tiroteio
    Oriente médio barril de pólvora, ele quer ser apenas uma carne de canhão sionista

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