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Turquia deseja expandir as relações no setor de defesa com a rússia

ZHUKOVSKY, 27 de agosto / TASS /. A Turquia está interessada na produção de material de defesa conjuntamente com a Rússia. Isto inclui a produção de caças, foi o que disse o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, sobre os resultados das conversações com seu colega russo Vladimir Putin nos bastidores do MAKS Air Show de 2019.

“Um dos principais passos nas relações com a Rússia é a produção conjunta [de sistemas de defesa antimísseis S-400], houve muitos rumores sobre isso, não lhes demos atenção alguma”, disse ele. “Gostaríamos de aplicar nossa solidariedade nesta área em outras esferas da indústria de defesa. Isso também pode se aplicar a aeronaves militares.”

O presidente russo, Vladimir Putin, disse aos repórteres sobre os resultados das negociações com Erdogan que eles discutiram a produção conjunta de equipamentos militares russos.

 “Nós discutimos a cooperação no programa Su-35 e até o possível trabalho no novo jato Su-57”, observou o líder russo. “Temos muitas oportunidades; demonstramos novos sistemas de armas e novos sistemas de guerra eletrônica”.

Em setembro de 2017, a Rússia informou sobre um contrato assinado com a Turquia para a compra de sistemas de defesa antimísseis russos S-400 no valor de US $ 2,5 bilhões. O contrato inclui a transferência parcial da tecnologia de produção para os turcos. O primeiro lote de sistemas S-400 foi entregue à Turquia de 12 de julho a 25 de julho.
 

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Aviação Destaques Traduções-Plano Brasil

Como pode o SU-57 custar menos que um SU-35?

 

Tradução e adaptação- E.M.Pinto

A mensagem de que o VKS Receberá 76 caças Su-57 até 2028 chamou a atenção de especialistas militares estrangeiros. Eles ficaram surpresos com o custo relativamente baixo da aeronave de quinta geração uma vez que o contrato é estimado em US$ 2,6 bilhões.

O Su-57 de última geração revelou-se muito mais barato não apenas para as aeronaves americanas da quinta geração como o F-22 e F-35, mas também para o caça russo Su-35 da geração 4 ++. Como exemplo, dados sobre o custo do Su-35 entregue à China em 2015 estimam que cada Su-35 custasse cerca de US$ 83,3 milhões.

 “A primeira explicação para o custo mais baixo do Su-57 é que ele provavelmente só diz respeito ao custo da produção dos aviões, sem levar em conta os custos da pesquisa e desenvolvimento a qual já foi adjucada  no programa de desenvolvimento e não aumentará se mais caças forem encomendados. “- disse a publicação Military Watch.

Em outras palavras, os custos de desenvolvimento não serão transferidos ao cliente, além disso, o contrato para o fornecimento de Su-35 para a China previa o fornecimento de equipamentos terrestres, motores sobressalentes e munição.

O segundo fator que contribui para reduzir os preços do Su-57 é que os aviões são projetados para as Forças Aeroespaciais Russas e a aeronave é exportada a preços mais altos.

Bem, outra circunstância que afeta a eficiência econômica do setor de defesa russo é que os custos de produção são medidos em dólares americanos. Com uma taxa de câmbio baixa do rublo em relação ao dólar, você pode comprar muito mais bens e serviços do que na Europa ou nos Estados Unidos. Esta circunstância leva a uma redução significativa nos custos de produção.

“Esse é um dos principais fatores que permitem à tecnologia russa competir com sucesso com a tecnologia ocidental em termos de preços”, disse a publicação.

Pelos valores cada SU-57 estaria custando apenas US$35 milhões, o que é um valor muito abaixo do esperado.

Fonte: Military Watch

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Aviação Defesa Geopolítica Traduções-Plano Brasil

Putin afirma que 76 jatos Su-57 serão comprados antes de 2028

Tradução e adaptação- E.M.Pinto

SOCHI, 15 de maio / TASS /. Setenta e seis caças Su-57 de quinta geração serão comprados para as Forças Aeroespaciais Russas antes de 2028, mum contrato cujo pacote será assinado em breve, disse o presidente russo, Vladimir Putin, em seu pronunciamento na abertura de uma reunião regular de defesa nesta manhã.

“O programa de armas de 2028 estipulou anteriormente a compra de 16 desses jatos, lembrou Putin.

Segundo ele, depois de avaliar a situação, o ministro da Defesa, Sergey Shoigu, informou que os fabricantes reduziram os preços das aeronaves e dos equipamentos em 20%, o que proporcionou a oportunidade de comprar mais aeronaves.

“Nós concordamos em comprar 76 desses caças sem o aumento dos preços ao longo do período “, disse Putin.

O líder russo sublinhou que a indústria de defesa russa não fez nada parecido em termos de escala de produção e mesmo sobre uma plataforma tão complexa como esta nos últimos 40 anos. Ele expressou a esperança de que os planos atualizados sejam cumpridos.

“Num futuro próximo, assinaremos um contrato para o fornecimento de 76 jatos equipados com modernas armas de destruição e com a infra-estrutura terrestre necessária”, destacou Putin.

O presidente Russo Vladmir Putin lembrou que a indústria está se concentrando no desenvolvimento de equipamentos modernos de aviação, os quais serão determinantes para as capacidades de combate das forças aeroespaciais russas para a próxima década.

“Caças multifuncionais Su-35S e Su-57 estão nos estágios finais de testes”, anunciou o líder russo, enfatizando que suas características de combate são as melhores do mundo.

Ele disse que até 2028 é vital rearmar três regimentos de aviação das Forças Aéreas com os caças de quinta geração.

Putin também ressaltou que o bombardeiro Tu-160M ​​modernizado realizou seu primeiro voo em fevereiro de 2018. Putin também pediu o desenvolvimento das capacidades de combate dos aviões e helicópteros militares existentes por meio das oportunidades existentes e da modernização.
Segundo ele, a força da aeronave interceptora MiG-31 aumentou significativamente e também foi usado como base para criar o  sistema de armas hipersônicas Kinzhal .

O Presidente também acredita que os transportadores de mísseis estratégicos Tu-95 e Tu-160 e o bombardeiro de longo alcance Tu-22M devem ser atualizados gradualmente. 

“Todos eles devem ter a capacidade de não apenas carregar os mais novos mísseis de cruzeiro, mas também outros meios “, concluiu Putin.

Fonte: TASS

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Entra em produção seriada o Motor Al-41F desenvolvido para o caça SU-57

E.M.Pinto


Segundo relatou a TASS, a produção em série do motor desenvolvido para o caça de 5ª Geração russo, Su-57 entrou em produção seriada.

Numa apresnetação proferida à imprensa,  a OKB exibiu os prospectos da linha de prodção dos motores AL-41F e deu detalhes sobre suas características básicas.
Curioso é que num dos slides da apresentação a OKB informou que a produção de fato foi iniciada ainda em 2018.
A decisaão para a produção em série foi tomada em outubro daquele ano, atribuindo-lhe o código 01 o qual significa prontidão para produção em série.
Já em novembro daquele ano, foi a dada a transferência da documentação de projeto de trabalho para o motor. Durante o trabalho de desenvolvimento, 38 turbinas foram montadas, 20 delas para testes de vôo nos protótipos do caça Su-57.

DETALHES

A OKB informou que o motor de turbojato AL-41F-1, possui cãmaras de mistura de fluxos, uma câmara de pós-combustão e um vetor de empuxo com direção controlada. Além do SU 57 o motor será instalado também nos caças Su-35.

Sua principal diferença em relação aos seus antecessores é o novo sistema de controle automático: é totalmente digital e construído com componentes integralmente russos. Outra vantagem é o sistema de ignição à plasma isento de oxigénio nas câmaras de combustão principal e de pós-combustor.

Uma nova variante a 02 já está em bancada de testes. O anúncio de prontidão de produção em série e esperado para muito em breve, segundo informou a OKB. Segundo a fonte da Lyulka Design Bureau (LKB) O primeiro vôo de teste do motor  (02) foi realizado no protótipo do Su-57 em dezembro de 2017.

O desenvolvedor LKB, informou que o motor garante a super manobrabilidade para ambos os caças, tanto o Su-57 quanto ao Su-35 e que a sua relação Peso/Empuxo e baixa visibilidade garante as aeronaves maiores potências e menores índices de detecção pro radar e Infra vermelho. O novo motor adicionará a essas qualidades a capacidade de acelerar a velocidade supersônica sem pós-combustor, mantendo um rítimo de economia de combustível compatível com os moteres de séries anteriores em regimes de velocidades subsônicas.

SOBRE  O AL-41F

AL-41F é uma designação para duas variantes diferentes de motores de turbofan militares russos.

Inicialmente a designação dada pela NPO Saturno ao AL-41F referia-se ao motor turbojato russo projetado para vôo supercruise para o programa MFI ( Mnogofunktsionalni Frontovoy Istrebitel , “Lutador Frontal Multifuncional”), que resultou no avião conceito Mikoyan Project 1.44 .

Especialistas o caracterizavam como um motor  equivalente ao General Electric YF120 o qual foi superado pelo  YF-119 mais convencional no programa de motor do Advanced Tactical Fighter dos Estados  Unidos.

Desde o cancelamento do programa de MFI, a designação AL-41F1S e AL-41F1 foi atribuída as variantes AL-31F as quais equipam o caça Su-35S e até onde se sabia, os protótipos do caça Su-57 de produção inicial.

A designação AL-41 foi reutilizada para variantes atuais do Saturno AL-31 que equipam os caças Sukhoi Su-35 (Izdeliye 117S / AL-41F1S) e produção inicial do avião furtivo Sukhoi Su-57 (Izdeliye 117 / AL-41F1) . Algumas das tecnologias do AL-41F original foram aplicadas nos motores Izdeliye 117S, 117 e 30.

Especificações 

designação: AL-41F
  •  Iz 30 AL-41FRU AL-41F3

Características gerais

  • Tipo: Turbofan
  • Comprimento: 4990 mm
  • Diâmetro: 1280 mm
  • Massa seca: 1.420 kg 
  • Compressor:Axial
  • Máxima Potência : 180 kN
  • Relação de empuxo-peso : 11: 1

 


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Aviação Traduções-Plano Brasil

Ao negar F-35 à Turquia, Estados Unidos podem dar à Rússia a chance de exportação do Su-57


Tradução e adaptação-E.M.Pinto

Os EUA que negaram o fornecimento à Turquia ode caças F-35 podem dar à Rússia a chance que precisa para exportar Su-57: Para os Turcos, a oportunidade de manter suas linhas industriais que produziriam componentes do F35 a oportunidade de se manterem ativas. Para a Rússia, a vantagem de um parceiro para dividir custos e posar na vitrine mundial, atraindo ainda mais clientes estrangeiros.

Os EUA decidiram não fornecer o F-35 à Turquia, aliada da OTAN e, além disso, reduzir potencialmente o envolvimento industrial no programa. A atitude americana empurra ainda mais a Turquia para a órbita de Moscou e pode oferecer à Rússia uma oportunidade única e muito necessária para exportar seu caça avançado Su-57.

Em 1 de março de 2019, o porta-voz do Departamento de Defesa, o tenente-coronel da Força Aérea Mike Andrews declarou:

” As atividades associadas ao stand-up da capacidade operacional do F-35 da Turquia foram suspensas devido a pendência de uma decisão turca inequívoca de renunciar à entrega da S-400.”

A Reuters informou que a próxima remessa de equipamentos de treinamento e todos os outros materiais relacionados ao F-35 para a Turquia foi cancelada. O porta-voz interino do Pentágono, Charles Summers Jr., acrescentou:

“Os Estados Unidos estão certos de que a aquisição dos sistemas S-400 pela Turquia é inaceitável … Até que eles renunciem à entrega dos sistemas, os Estados Unidos suspenderão as entregas e atividades associadas à capacidade operacional do F-35 da Turquia. Se a Turquia adquirir a S-400, sua participação no programa F-35 estará em risco ”.

Summers também acrescentou que o Pentágono está agora procurando ativamente por outras fontes para fornecer as peças construídas na Turquia, atualmente sendo usadas no F-35, em um movimento para proteger “a cadeia de fornecimento de resiliência” e “os investimentos compartilhados em nossa tecnologia crítica”.

O Congresso também está trabalhando em uma legislação severa que poderia cristalizar permanentemente o embargo turco do F-35.

Os EUA estão em desacordo com o seu aliado de longa data em várias questões, mas a decisão final de Ancara de prosseguir com a compra do sistema de defesa antiaérea S-400, construído na Rússia, é o fator determinante da correção do rumo.

É suficiente dizer que o risco tecnológico e de propriedade intelectual de ter um país operando o jato de combate mais avançado da América e o sistema de defesa antiaérea mais avançado da Rússia é extremamente alto. Presumivelmente, isso daria uma visão sem precedentes aos russos sobre os sistemas, capacidades e conceitos operacionais do F-35.

Na semana passada, ficou Erdogan deixou claro que Ancara não tem intenção de recuar da compra do sistema S-400, enquanto diplomatas americanos e funcionários do Pentágono fizeram uma coletiva completa para que a Turquia comprasse o sistema Patriot, construído nos EUA. A oferta para vender o Patriot à Turquia expirou formalmente em 31 de março de 2019.

De certa forma, a compra dos S-400 funcionou como um fulcro para mostrar a independência do presidente turco, Recep Erdogan, da influência de Washington uma narrativa que tem sido cada vez mais cultivada desde o fracassado do golpe militar contra Erdogan no verão de 2016.

Até hoje os elementos pró-Erdogan dentro do governo turco acusaram os Estados Unidos de estarem por trás da operação sem qualquer evidência concreta para respaldar tais alegações.

Para o Kremlin, as notícias de que os EUA estão suspendendo parcelas significativas do envolvimento da Turquia no programa F-35, incluindo potencialmente a inclusão bastante lucrativa da base industrial aeroespacial e de defesa da Turquia, não poderiam ter chegado em melhor hora.

A Rússia está agora agressivamente empenhada em encontrar um novo parceiro de exportação para seu caça Su-57 depois que a Índia retirou sua participação no programa.

A Rússia, cujas forças armadas se viram cada vez mais carentes de recursos, não pode pagar essas aeronaves em números significativos e precisará de uma fonte de receita externa para obter economias em escala. Até mesmo porque o seu desenvolvimento contínuo pode ser cada vez mais questionado sem um cliente de exportação.

A Turquia estava preparada para comprar 100 caças F-35. Como tal, foi um dos maiores clientes do tipo. Se a Rússia pudesse garantir essa ordem para o seu Su-57, seria um enorme golpe para o programa em dificuldades e poderia permitir que a Rússia comprasse mais jatos do que a dúzia de aviões de desenvolvimento que tem atualmente e cerca de outra dúzia em ordem. O desenvolvimento de munições especializadas para o modelo também pode ser acelerado.

A Rússia também poderia oferecer extensas compensações industriais para preencher a lacuna que o F-35. A transferência direta de tecnologia também é possível e a Turquia acha isso extremamente atraente, pois continua trabalhando em seu próprio projeto de caça de 5ª geração, o TF-X, que não deve ser entregue até o início da década de 30, no mais curto prazo.

Acima de tudo, o Su-57, ou mesmo uma combinação de Su-57s e Su-35s, seria capaz de ser diretamente integrado ao sistema de defesa aérea S-400 sem ressalvas.

Devemos ressaltar que o Su-57 não é o F-35, mas tem algumas características únicas que o tornam um caça formidável. Também se fala que a Rússia está de olho na China como um possível cliente de exportação para o seu “Su-57E”.

Essa seria uma escolha intrigante para Pequim, um país que tem dois aviões furtivos já voando, um dos quais está em operação. Mas a China pode estar disposta a comprar um lote dos jatos de qualquer maneira. Eles fizeram movimentos semelhantes no passado, como a compra de Su-35, embora vários clones dos Flanker estejam sendo produzidos de forma autônoma.

Se a Rússia estivesse disposta a compartilhar tecnologia de motores críticos com a China, uma área de especialização na qual a China ainda está atrás de seus concorrentes e seus principais programas aeroespaciais estão sofrendo por isso, esta ação poderia forçar Pequim a se tornar uma operadora Su-57E.

Há até um vislumbre de esperança renovada de que a Índia volte à mesa e volte a participar do programa após a perda do MiG-21 durante um confronto aéreo de grande repercussão com o Paquistão, ocorrido no final de fevereiro. Ainda assim, este é um desfecho longo, já que a Índia tem vários programas de importação de caças em andamento, bem como o pedido de Su-30MKI adicionais e o MiG-29 reformado para ajudar a compensar as perdas contínuas de suas frotas geriátricas compostas por MiG-21 e MiG-27.

Deste modo, a Turquia pode se tornar uma oportunidade de exportação para a Rússia se Ankara continuar se afastando dos EUA e de seus aliados da OTAN e certamente rumores de tal venda estão em andamento há algum tempo.

Fazê-lo também ajudaria Moscou a aprofundar a divisão entre a OTAN e um de seus estados membros mais poderosos. A grande questão permanece até que ponto a Turquia vai se afastar da aliança que ajudou a defini-la como uma potência militar moderna.

Tudo isso também coloca em questão a relação entre os EUA e a Turquia como um todo. O que os EUA estão fazendo com armas nucleares táticas em um país que não podem mais confiar nem mesmo para operar seu mais recente caça de exportação?

A situação também deve levantar preocupações sobre o risco tecnológico representado aeronaves E-7 Wedgetail e F-16C/D Block 50.

Claramente, os EUA estão se preparando para uma era na qual a Turquia não será mais considerada uma aliada próxima, uma na qual o uso do espaço aéreo e da Incirlik Air Base como ponto de parada para operações militares na região não existe mais.

Há porém, planos para expansão das instalações da base aérea na Jordânia, mas a logística é apenas uma parte de uma avalanche de questões que uma Turquia não-alinhada poderia trazer, a maior das quais tem a ver com a futura participação do país na aliança do Atlântico Norte.

Enquanto isso, o país não receberá nenhum F-35 e os poucos que já foram entregues serão armazenados até novo aviso.

Fonte: O Drive

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Defesa Rússia Traduções-Plano Brasil

Distrito Militar Sul da Rússia receberá o primeiro lote de Su-57 em 2020

Tradução e adaptação-E.M.Pinto

O Distrito Militar Sul da Rússia receberá o primeiro lote de caças Sukhoi Su-57 em 2020, foi o que informou nesta última  segunda-feira o Comandante do Quarto Comando da Força Aérea e de Defesa Aérea, General Nikolai Gostev.

Segundo ele, 30 novos aviões e helicópteros serão entregues em 2019. O Ministério da Defesa da Rússia e a empresa Sukhoi assinaram um contrato para a entrega das duas primeiras aeronaves Sukhoi Su-57 no Fórum Militar e Técnico Internacional em 22 de agosto de 2018. O vice-ministro da Defesa, Alexei Krivoruchko, disse que os militares receberiam o primeiro Su-57 além das 15 primeiras aeronaves planejadas em 2019.

O Su-57 é um caça furtivo de quinta geração projetado para destruir todos os tipos de alvos aéreos, atingindo alvos terrestres e navais. O armamento do avião incluirá particularmente mísseis hipersônicos. O jato de combate foi testado com sucesso em condições de combate na Síria.

 

Fonte: RUAVIATION

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VKS receberá o primeiro caça Su-57 de série em 2019

E.M.Pinto

O primeiro caça de quinta geração do Su-57 será colocado em operação com as Forças Aeroespaciais da Rússia ainda neste ano. Em um futuro próximo, o Ministério da Defesa da Federação Russa planeja receber outras 15 aeronaves deste modelo.

A declaração foi feita esta semana pelo presidente da United Aircraft Corporation Yuri Slusar, para a  RIA Novosti.

Dois contratos para a fabricação e fornecimento de caças em série contemplam o modelo de quinta geração Su-57 e os de 4,5 MiG-35, ambas aeronaves multifuncionais cujos acordos foram assinados pelo Ministério da Defesa da Rússia e pela empresa Sukhoi durante o fórum do Army 2018.
Slusar afirmou também que a a segunda aeronave será transferida para as Forças Aeroespaciais da Rússia em 2020. Além disso, o Ministério da Defesa da Rússia planeja assinar em 2020 um segundo contrato para a produção e fornecimento de caças de quinta geração Su-57.
Slusar afirmou ainda que as aeronaves do lote inicial terão diferenças em níveis tecnológicos em função de desenvolvimentos recentes, como por exemplo, alguns receberão motores mais recentes e potentes que a primeira série, além de inúmeras incorporações tecnológicas.
Recentemente o Ministério da Defesa Russo informou que alguns sistemas embarcados para o futuro jato de combate de 6ª geração da Rússia estão sendo testados a bordo do caça Su-57.

Slusar confirmou que não há planos para criar a versão não-tripulada do Su-57. Ela está sendo usada para testar alguns sistemas do futuro jato de combate de sexta geração, cujo programa recebe o nome de “Hunter” (caçador) em sua versão de linha de base e apenas opcionalmente pilotado. Os sistemas em testes envolvem equipamentos de controle e navegação e sistemas de armas.

A United Aircraft-Building Corporation da Rússia se recusou a comentar esta informação para a TASS.

Porém, em 2016 o então vice-primeiro-ministro russo, Dmitry Rogozin, anunciou que a Rússia havia lançado os trabalhos para desenvolver o avião de combate da sexta geração. Como Rogozin observou na época, o Escritório de Design da Sukhoi apresentou um trabalho preliminar sobre a criação do jato de combate de sexta geração.

Os especialistas observam que o caça de sexta geração apresenta a capacidade de realizar missões não tripuladas de combate e inteligência artificial, a disponibilidade do radar radiofotônico e o potencial para desenvolver a velocidade supersônica e entrar no espaço exterior e a possibilidade de usar novas armas de precisão, bem como laser entre outras.

O caça russo Su-57 de quinta geração possui tecnologia stealth com amplo uso de materiais compostos, é capaz de manter a velocidade de cruzeiro supersônico e é equipado com o mais avançado equipamento rádio-eletrônico a bordo, incluindo um poderoso computador de bordo, conhecido como “piloto eletrônico”. A aeronave possui sistemas de radares espalhados por toda a sua fuselagem de modo a permitir maior alcance para detecção de aeronaves furtivas. Dentre outras inovações, em particular, o armamento é acondicionado no interior da fuselagem.

Apesar de Slusar deixar no ar a questão, suspeita-se que as versões do lote serial já sairão de fábrica com incorporações de tecnologias recentes como a capacidade de operação em nuvem com Drones de combate, bem como novas armas eletromagnéticas.

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A Índia não se retirou do projeto conjunto com a Rússia para o desenvolvimento de um caça de caça de 5 G

Tradução e adaptação- E.M.Pinto

A Índia não está se retirando do projeto conjunto com a Rússia para o desenvolvimento de um caça de quinta geração, foio que informou neste domingo Yuri Slyusar, presidente da UAC, Rússia.

“Nós continuamos a discutir com a Índia o desenvolvimento conjunto de um caça de quinta geração. O tópico não está fechado. Foi dito que a Índia está se retirando deste projeto. Não, isto é fake news eles não estão”, disse ele em entrevista ao Deitsvuyushchiye Litsa. 

“Espero que nossas conversas sejam finalmente coroadas pelo estágio de projeto e vamos desenvolver nossa aeronave conjunta de quinta geração”, acrescentou.

O jornal Economic Times da Índia disse anteriormente que a Índia planeja se retirar do projeto conjunto com a Rússia para o desenvolvimento de um caça de quinta geração, enquanto a Organização de Pesquisa e Desenvolvimento de Defesa (DRDO) da Índia afirmava que havia todas as possibilidades de desenvolver tecnologias correspondentes de forma independente.

Um acordo sobre tal projeto foi alcançado em 2007. O jato de caça de quinta geração está sendo desenvolvido com base no caça russo Su-57, levando em conta os requisitos técnicos do lado indiano. Está previsto que o cliente de lançamento será a Força Aérea da Índia. Mais tarde, esses jatos serão vendidos a terceiros países.

 

Fonte: Russia Aviation

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Índia está pronta para retornar ao programa PAK FA / FGFA

Tradução e adaptação- E.M.Pinto

A Índia não considera a criação conjunta de um caça de quinta geração, com base na proposta russa de um SU-57  de “prateleira”. foi o que noticiou a imprensa Indiana citando fontes da Defesa. Ao falar das divergências entre a Índia e a Rússia,  sobre a distribuição dos custos do projetos,  a mídia indiana afirma que o lado indiano não está satisfeito com a tecnologia de construção da aeronave e com o número de aeronaves que devem ser construídas sob o projeto, o FGFA para a Força Aérea Indiana. 

De acordo com o lado indiano, o custo que Nova Deli precsa pagar é muito elevado, mas a Índia está pronta para apoiar o projeto, caso haja  uma redistribuição de custos entre as partes. 

Embora, até à data, não haja progresso nesta matéria, o lado indiano afirma que: 

“A porta neste projeto ainda não está fechada”

http://www.planobrazil.com/india-abandona-o-programa-fgfa-pakfa/

Lembre-se que no final de abril deste ano, a Índia declarou oficialmente a retirada do projeto, explicando que o programa é muito caro e custa cerca de US $ 30 bilhões. Além disso, o lado indiano alega que a Rússia não possui a tecnologia  para criar um caça de quinta geração.

 

Fonte: Weaponnews e Top war

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O Su-57 deve ser considerado como uma aeronave com potencial de exportação, e os esforços devem se concentrar na criação de um caça da 6ª geração!!!!!!

Tradução e adaptação- E.M.Pinto – Imagem meramente ilustrativa.

Moscou 4 de julho. Interfax-AVN – O caça Su-57 deve ser considerado como uma grande aeronave com potencial de exportação, mas o principal esforço deve ser concentrado na criação de uma máquina de transição, disse na passada quarta-feira à Interfax-o chefe da comissão da Duma sobre apoio jurídico do desenvolvimento das organizações da indústria de defesa, Primeiro Vice presidente da União dos Construtores de Máquinas da Federação Russa Vladimir Gutenev.

       “Eu acho que o caça de sexta geração fará a transição da máquina entre a aeronave, ainda tripuladas e sistemas de ataque inteligentes não tripulados- neste caso, estamos a falar de drones aéreos que podem devido à sua inteligência, executar tarefas,  suficientemente variadas “, disse Gutenev, comentando a declaração de Yury Borisov, vice-primeiro-ministro da Federação Russa, de que não haverá entregas em massa da aeronave de quinta geração para a Rússia, no caso, os caças Su-57 .

      Gutenev completou,

“Eu  afirmo que dificilmente podemos esperar uma compra maciça do Su-57  e me solidarizo com Yuri Ivanovich …
… Apesar dos méritos indubitáveis ​​desta máquina, cujo projeto teve início em 2001, mas cuja implementação por uma série de razões teve seu cronograma atrasado (previsto para 2006  a realização de testes de voo em 2007 e fornecimento em 2014),Será difícil vermos vultozas compras, apesar disso o programa está em conexão com o desenvolvimento muito dinâmico das tecnologias – isso se aplica aos sistemas de guerra eletrônica, e novos materiais compósitos e novas oportunidades que as tecnologias aditivas proporcionam em termos de máquinas construtivas mais baratas
 … Bem, é claro, isso se deve ao fato de termos máquinas bem sofisticadas como os Su-34 e o Su-35, que se mostraram bem nos cenários de combate…  Até 2023-2024, o Su-57  ainda não terá o seu motor definitivo, os testes estão apenas começando e além disso, apesar da nossa aeronave ser mais barata (um factor de 2,5 inferior aos estrangeiros análogos da 5 ª geração), esta ainda é  muito mais cara e requer mais serviços em comparação com os Su-34 e Su-35 …
 … Portanto, eu concordo com a opinião de Yuri Ivanovich, segundo a qual já temos experiência, quando, graças à política técnica razoável realmente saltou uma geração, em grande parte, salvando o orçamento…
       …. Nós conseguimos informações valiosas com os nossos Su-57 dentro de uma curta estadia em Fevereiro na Síria onde pudemos esclarecer uma série de dados possíveis e relacionadas à capacidade das aeronaves F-22 e F-35, especificamente na capacidade para detectar a nossa telemetria, a qual apresentou considerável melhoria. Portanto, a concentração de esforços na transição, a 6ª geração, parece-me ser muito mais adequado, e a 5ª geração deve servir como opção para pequenos lotes, o que permitiria por um lado, capitalizar em mercados custos externos, e por outro lado, para melhorar o sistema (de aeronaves em desenvolvimento…
       … Essa é uma abordagem extremamente racional e correta, garantindo um equilíbrio entre os interesses do complexo da indústria de defesa e o cliente uma solução absolutamente correta e pragmática” disse Vladimir Gutenev.
O deputado acredita que, no interesse da indústria de defesa, seria simplesmente suficiente formar a imagem de exportação do Su-57 com o motor do segundo estágio.

 

Fonte: Military News.Ru

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Rússia encomenda primeiro lote de caças SU-57

Rustam- Moscou

Tradução e adaptação- E.M.Pinto

Segundo noticiou a Ria Novost neste dia 30 de junho, foi assinado o primeiro contrato para a entrega do lote inicial de 12 caças de Su-57 para a VKS( Forças Aeroespaciais Russas).

A Informação foi diulgada à Ria Novosti pelo vice-ministro da Defesa da Rússia, Alexei Krivoruchko que ainda atestou que os caças devem ser transferidos para a VKS em 2019.

A encomenda abrange a produção dos caças na unidade fabril de Komsomolsk-on-Amur. Na mesma ocasião foi informado que os testes do Su-57 com o motor do segundo estágio ainda estão em andamento. O caça decolou pela primeira vez em 2010, testes foram realizados no Extremo Oriente. Em fevereiro de 2018, o Su-57 lançou lançamentos de mísseis de cruzeiro na Síria.

http://www.planobrazil.com/exclusivo-su-57-dispara-na-siria-o-novo-missil-tatico-furtivo-x-59mk2/

 

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Novas informações sobre o Veículo aéreo não tripulado de combate russo

Tradução e Adaptação- E.M.Pinto
Segundo o Defence.ru, foi apresentado nas redes sociais o protótipo do primeiro drone de combate russo, denominado “Caçador”.
Segundo as informações a aeronave possui um elevado grau de itens comuns ao Su-57 e foi apresentado como sendo um passo
significativo que foi dado em direção à criação da aviação da sexta geração russa.
Como apresentado no twitter, possível que a sua aparição ao público seja feita muito em breve.

As novas informações atestam que o programa do “Caçador” está em franco desenvolvimento com o programa Su-57 e que um dos protótipos do T-50 está atualmente trabalhando em apoio e conexão ao programa “Caçador”.

Sabe-se que esta aeronave de combate  é projetada e desenvolvida pelo escritórios de projetos da “Sukhoi”. Como esperado, o UCAV apresenta o desenho de uma  “asa voadora” com a máxima utilização da tecnologia “stealth”, sua massa total é de até 20 toneladas, e a velocidade máxima – 1.000 km / h.