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Apresentado em São Petersburgo mais um conceito do futuro porta-aviões russo

 

E.M.Pinto

Como haviamos apresentado em artigos anteriores, o Ministério da Defesa da Rússia está atualmente avaliando dentre os os agora três conceitos de futuro porta Aviões para a sua Marinha,  qual será adotado, entretanto é muito cedo  para afirmar, qual e quando a escolha será feita. Isto porque o programa do Porta Aviões Russo ainda não foi declarado prioridade, apesar de se saber que ele deverá constar no orçamento militar 2018-2027, por hora há apenas os três conceitos os quais são plenamente díspares como veremos.

Tempestade 
 
Em 2013, foi apresentado ao público o conceito do porta aviões múlti propósitos “Storm” (Tempestade) que, segundo os projetistas, poderia transportar até 90 aeronaves. Seu principal destaque era a sua capacidade de operar em gelo o que permitiria operações no Ártico.
Apesar de que esta capacidade é contestada uma vez que as intepéries dificultama s operações das aeronaves em grande parte do tempo ao longo dos períodos mais rígidos do inverno.
Pigmeu
 
Já em 2019, o Krylov State Scientific Center apresentou no fórum Army-2019 um porta-aviões leve com um deslocamento de 44 mil toneladas para até 46 aeronaves.
Embora o Kirlov apresente este conceito como o ideal para as operações russa, acredita-se que o projeto deste navio tenha outro endereço, provavelmente uma ou duas nações estrangeiras, sendo a Índia o cliente mais elegível para o navio.
especialistas militares como o atual comandante da Marinha Russa no entanto já declararam em situações anteriores que um navio de deslocamento inferior a 75 mil toneladas de deslocamento poderiam não ser o ideal para a Marinha Russa dado ao fator logístico de deslocamento em longo raio e períodos, o que leva a crer que esta possibilidade embora  não seja descartada, pode não ser elegível caso a rússia venha adquirir um novo navio.
 
Peixe Boi
O terceiro conceito difere substancialmente do “Storm” por considerar um navio para operações próximas a costa, bem como, para operações oceânicas de longo raio. O modelo é apresentado no Salão Naval Internacional em São Petersburgo.
O desenvolvedor do projeto 11430E “Lamantin” (Manatee ou simplesmente peixe boi) é o Neva Design Bureau (PKB)que apresentou no seu estande as principais características  técnicas do seu conceitos.
A Neva informou que o seu projeto é de um navio nuclear e que se assemelha aos grandes porta aviões americanos, entretanto, considera o uso do Sky jump além de duas catapultas eletromagnéticas e quatro sistemas de recuperaão de aeronaves.

O deslocamento do  “Lamantina” é declarado em 80-90 mil toneladas e o navio teria 350 m de comprimento. A autonomia é de cerca de 120 dias (víveres e combustível para o grupo aéreo), a velocidade máxima seria de 30 nós. A tripulação do porta-aviões sé estimada em 3600 tripulantes sendo  2800 da tripulação formal e 800 do grupo aéreo.

No total, o navio operaria cerca de 60 aeronaves de vários tipos que iriam de  caças pesados ​​e leves, helicópteros e aeronaves de detecção de radar de longo alcance (asa fixa), além de 10 UAV, porém o navio teria provisões para acomodar ainda mais aeronaves em situações de emergência. A vida útil de um porta-aviões é superior a 50 anos com ciclos de recarga do combustível de 25 em 25 anos.

A principal característica do navio é que ele é projetado para atuar tanto no oceano quanto no mar e na zona costeira. Há uma grande variedade de aplicações para ele que vão desde garantir a estabilidade de combate dos grupos navais até atacar alvos aéreos, terrestres e marítimos (incluindo submarinos), até mesmo apoiar desembarques anfíbios a partir do uso de suas  aeronaves de ataque.
Não se sabe a data e se a Rússia realmente levará a diante o programa de um Porta Aviões desta envergadura, apesar d emuitas vezes esta ter sido declarada por suas mais altas autoridades, porém em São Petersburgo os rumores apontam para uma decisão de conceito até 2020, partindo para os trabalhos documentais até  2023 quando o navio deve seguir para a fase de construção e finalização entre 2027-2030.

 

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Tempestade do oceano

 
Foto: Artem Tkachenko / Wikipedia.org
Tradução e adaptação-E.M.Pinto
 
O desenvolvimento do primeiro porta-aviões nuclear russo deve começar já em 2023. O navio será projetado para operar com modernos  meios de defesa e ataque, o que fará do navio uma formidável força na vastidão do oceano.
As especificidades do navio não foram divulgadas,porém apenas se afirmou que ele seria movido por um reator nuclear e que teria um deslocamento de cerca de 70 mil toneladas.

O Vice-primeiro-ministro Yuri Borisov, confirmou que o trabalho de criação de um porta-aviões “Já existe há muito tempo “. No entanto, ele não especificou as datas exatas de seu lançamento.Sabe-se que o projeto de um porta-aviões, classificado como Project 23000 Storm, foi proposto pelo Centro de Pesquisa Krylov.

O especialista militar, Alexei Leonkov, disse à RG, que havia vários projetos do navio, e que estes sofreram constantes alterações.
Lenokov acredita que a construção de um porta-aviões para a Marinha é realmente necessária, uma vez que as tarefas para a frota mudaram muito nos últimos anos.
O especialista sugeriu que o porta-aviões possa ser equipado com reatores RITM-200, que estão sendo instalados nos quebra-gelos nucleares russos, ou ainda, que ele seja equipado por um reator com refrigeração à metal líquido, criado para ele.
“Atualmente, a criação de tais motores é trazida à nossa mente, eu não excluo que o trabalho já esteja em andamento “, observou Leonkov.

Segundo ele, como meio de defesa aérea, o navio utilizara uma versão naval do mais novo sistema de defesa  S-500 e o desenvolvimento da versão naval do Su-57 e ou até mesmo a revitalização do projeto para criar uma aeronave de decolagem e pouso verticais, em particular a “ressuscitação” do Yak-141, mas tendo em conta as tecnologias modernas.

Fonte: RG

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O desenvolvimento do primeiro porta-aviões nuclear russo será iniciado em 2023

Andrey Luzik

Tradução e adaptação E.M.Pinto

O trabalho de desenvolvimento do primeiro porta-aviões nuclear russo será iniciado em 2023. Os recursos da fase de desenvolvimento já estão incluídos no programa ferderal de armamento.

Grupos de ataque centrados em Porta Aviões continuam sendo a ferramenta mais poderosa da guerra no mar.

“A pesquisa científica e desenvolvimento do novo porta-aviões estão incluídos no atual programa de armamentos que se estende até 2027, e vai ser iniciado já em 2023” – foi o que informou a TASS, uma fonte da indústria de construção naval.

Segundo a fonte, o navio será movido a energia nuclear e terá um deslocamento de cerca de 70 mil toneladas.

A United Shipbuilding Corporation esclareceu à agência que até agora nenhuma especificação técnica e tática específica para o projeto deste navio foi recebida do Ministério da Defesa da Rússia.

“Se tal ordem for recebida do departamento, as empresas da corporação estarão prontas para implementá-la”, disse o porta voz da USC.

No momento, a Marinha russa possui um porta-aviões convencional, o Cruzador Almirante Kuznetsov que está passando por reformas com modernização e deve voltar a operar depois de 2021.

Fonte: Tass 

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O porta-aviões almirante Kuznetsov será ancorado para mais reparos em 2020

Em abril de 2018, os construtores navais assinaram um contrato com o Ministério da Defesa para fazer reparos no porta-aviões Almirante Kuznetsov.

©  Lev Fedoseev / TASS

MOSCOU, 7 de maio / TASS /. O porta-aviões russo Almirante Kuznetsov, atualmente em manutenção na 35ª fábrica de reparos navais em Murmansk, será docado em 2020, disse uma fonte da indústria naval à TASS.

“A fase de reparos em um dique seco começará em 2020, desde que as instalações necessárias estejam operantes e a capacidade do dique seja aumentada”, disse a fonte.

A United Shipbuilding Corporation informou à Tass que a 35ª usina de reparos de navios estava em processo de modernização de suas instalações portuárias, o que permitiria acomodar o porta-aviões.

“É um pacote complexo de medidas, por isso prevemos um certo adiamento da segunda docagem do navio, mas o eventual prazo para a conclusão dos reparos foi atualizado para 2021 e permanecerá inalterado”, disse a  fonte.

O almirante Kuznetsov foi danificado em um incidente noturno em 30 de outubro de 2018, durante uma operação de lançamento em Murmansk. A doca flutuante PD-50 afundou e a consequente queda de um guindaste danificou o convés de vôo do kuznetsov.

O presidente da corporação naval Alexei Rakhmanov disse à TASS que o porta-aviões sofreu 52 defeitos, o que custariam cerca de  70 milhões de rublos para serem eliminados. Ele disse que o Almirante Kuznetsov teria que ser ancorado pela segunda vez. 

Originalmente, a operação estava programada para o verão de 2019. Após o afundamento do cais PD-50, várias opções de um segundo acoplamento foram consideradas e a escolha foi feita em favor da criação das instalações necessárias na 35ª fábrica de reparos navais.

Atualização do Almirante Kuznetsov

Em abril de 2018, os construtores de navios assinaram um contrato com o Ministério da Defesa para realizar uma atualização no porta-aviões project 11435. O então vice-comandante da Marinha russa, Viktor Bursuk, disse que os reparos no único porta-aviões da Rússia começaram em maio de 2018 e que a Marinha esperava ter o navio atualizado em 2021.

O ministro da Defesa, Sergey Shoigu, disse em 9 de abril que a parcela do trabalho de reparo e modernização chegou a 25% e deve ser concluída até o final de 2020.

O Almirante Kuznetsov estará armado com novos sistemas de defesa aérea, incluindo o Pantsir-M. Equipamentos de geração de potencia adicionais, caldeiras, bombas, equipamentos de vôo, sistemas de observação e controle totalmente novos.

Fonte: Tass

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A BAE Systems está oferecendo o projeto do Porta Aviões Queen Elizabeth para a India 

Tradução e adaptação- E.M.Pinto

…É o que relata a revista Australian magazine, segundo a nota, a BAE Systems oferece o projeto do porta-aviões na edição da Langkawi Internacional Marítimo e Aeroespacial (LIMA-2019) em conversas restritas com altos oficiais da marinha indiana.

A Índia tem atualmente um porta-aviões em serviço, o porta aviões soviético Ex- Almirante Gorshkov, ex-membro da classe soviética de nome Kiev. Atualmente este navio é conhecido como INS Vikramaditya, que opera com caças  MiG-29K embarcados e helicópteros. O país também está construindo um segundo navio INS Vikrant de 40 mil toneladas de deslocamento o qual está sendo finalizado e que começará os testes de  mar em 2020.

No entanto, o governo indiano também tem a exigência de um terceiro navio e mair, na classe de 65.000 toneladas, o qual já tem nome, INS Vishal. Como o Vikrant, o navio será construído localmente, no estaleiro de Cochin.

O representante da BAE Systems na LIMA disse que a empresa já conversou com a Marinha indiana sobre o potencial de um derivado militar do  projeto da classe Queen Elizabeth de 65.000 toneladas, adaptado para atender às exigências da Índia.

“A BAE Systems está satisfeita por ter começado as discussões com a Índia sobre o potencial para basear o desenvolvimento do segundo projeto de porta-aviões indígenas (IAC-2) no projeto de classe Queen Elizabeth”,… “O design é adaptável para oferecer sky jump ou catapulta e pode ser modificado para atender às exigências da indústria naval indiana e da indústria local.”

A empresa tem desfrutado de sucesso internacional recente na exportação de seu projeto de fragata de guerra anti-submarino da Global Combat Ship (Royal Navy Type 26) para a Austrália e o Canadá, para fabricação em estaleiros locais.

“O projeto do Reino Unido já foi provado no mar e está próximo da exigência da Marinha indiana para um PA de 65.000 toneladas com Propulsão Elétrica Total Integrada (IFEP), que poderia ser construída sob o programa ‘Make in India’ do país. Disse o representante.

Ele disse que a BAE Systems acredita que os riscos, custos e cronograma para o programa IAC-2 seriam “significativamente reduzidos” pela cooperação com o Reino Unido.

Oficiais da Marinha indiana visitaram recentemente o estaleiro da BAE Systems em Rosyth, perto de Edimburgo, onde a HMS Queen Elizabeth e sua irmã, HMS Prince of Wales, foram concluídos.

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ROSTEC INICIA A MODERNIZAÇÃO DO PORTA-AVIÕES INDIANO VIKRAMADITYA

Tradução e adaptação-E.M.Pinto

Seguindo o programa de cooperação técnico-militar com a Índia, a holding Technodinamika (parte da Rostec State Corporation) começou a executar a supervisão da instalação dos sistemas hidráulicos no porta-aviões INS Vikramaditya da Marinha Indiana. Este projeto é mais um passo para o desenvolvimento da cooperação técnico-militar entre a Índia e a Rússia.

Dentro do projeto, estão previstos a supervisão da instalação, comissionamento e testes de mar do porta-aviões Vikramaditya.

https://www.youtube.com/watch?v=vr5tYlEVH5c

“A supervisão da instalação dos sistemas hidráulicos no Vikramaditya é um passo importante na atualização do que é atualmente o mais poderoso porta-aviões da Marinha Indiana”, disse o diretor de tecnologia da Technodinamika, Igor Nasenkov. “O projeto do Vikramaditya é extremamente promissor, levando em conta o programa de desenvolvimento de longo prazo da frota de aviões indianos, segundo o qual, até 2027, ele adquirirá mais dois navios.”

Os sistemas hidráulicos GS-1MF e GS-3 são utilizados para o reabastecimento, limpeza e pressurização de sistemas hidráulicos de aeronaves e helicópteros que fazem parte da ala aérea do porta-aviões.

O porta-aviões Vikramaditya resulta de uma profunda modernização do porta-aviões Admiral Gorshkov e foi projetado para substituir o INS Viraat, que chegou ao fim de sua vida útil.

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Army-2018: Revelado o conceito do novo Porta Aviões "leve"

 E.M.Pinto

No fórum “Army-2018” os participantes tiveram a oportunidade de ver o modelo de um porta-aviões leve e multiuso em desenvolvimento pelo Instituto Kyrlov. A princípio não foi manifestado o interesse do navio pela Marinha Russa.

O modelo Apresentado no  estande do Centro de Pesquisa do Estado de Krylov, claramente diferia das maquetes previamente apresentadas em outras feiras e eventos. O modelo exposto exibe um deck superior cuja configuração permite a operação simultânea de várias aeronaves.

Segundo as informações o novo porta-aviões teria um deslocamento total de 44 mil toneladas e seria capaz de operar cerca de 46 aeronaves, incluindo caças pesados ​​e leves, vários helicópteros e aeronaves alerta aéreo antecipado.

Para comparação, em um cruzador Porta aviões aviões, Almirante Kuznetsov, possui um deslocamento máximo de cerca de 58 mil toneladas, o projeto previa a operação de cerca de 50 aeronaves e helicópteros, na realidade, a ala aérea sempre operou com números menores. O Kuznetsov possui um alcance da navegação é de 8000 milhas, a autonomia é de 60 dias. O porta-aviões possui uma poderosa defesa antiaérea, anti-torpedo e anti-submarino.

Segundo o instituto Kyrlov o projeto apresentado interessou inclusive à estrangeiros, em particular, os franceses.  As suposições levantadas até mesmo antes do é de que o modelo seja destinado a um cliente estrangeiro embora se afirme que o mesmo também foi apresentado para a Marinha Russa.

Até então sabe-se que a Marinha Russa pauta a sua escolha no Project 23000 (“Storm”). O esboço preliminar sugere desse navio apresenta um deslocamento de 80.000 a 90.000 toneladas. O navio será equipado com uma unidade de propulsão combinada que compreende um reator nuclear e um motor de turbina a gás. O grupo de porta-aviões deve consistir em até 60 aeronaves.

Quanto a um possível deslocamento de um avançado porta-aviões russo, o instituto havia informado previamente que as especificações da Marinha Russa, apontam para um navio com deslocamento entre 60.000 a 100.000 toneladas. Essa diferença pode ser explicada: a escolha do deslocamento de água depende diretamente do tipo de propulsão que será usada para operar um navio.

As autoridades da Marinha russa presentes no evento disseram anteriormente que a frota russa espera receber um porta-aviões avançado movido a energia nuclear com um deslocamento de não menos de 70 mil toneladas até 2030.

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O chefe da Nevsky PKB explica tudo sobre a reparação de porta-aviões "Almirante Kuznetsov"

Tradução e adaptação: E.M.Pinto

Mais informações sobre os progressos e as recentes mudanças no programa de reparos do único Porta aviões Russo o “Almirante Kuznetsov”. As informações são baseadas na entrevista de Sergei Orlov, chefe do Nevsky PCB, concedida  à agência de notícias TASS .

O porta-aviões Almirante Kuznetsov passará por reparos e modernização nos próximos três anos. Todos os principais pontos da entrevista são apresentados aqui:

Sobre as dificuldades na reparação do porta-aviões

A parte mais difícil neste contrato sério é sobreviver ao prazo, é indicado de forma bastante rígida.  A preocupação é causada não apenas pela parte de modernização mas, porque é necessário garantir a interface dos sistemas instalados entre si e com os instrumentos restantes do navio.

Sobre as obras e os termos de reparação e modernização

A reparação com a modernização será levada em 2,5 anos. E então a entrega do navio está planejada para ser efetuada em uma impressionante e complexa sequencia de testes por cerca de sete meses.

TAKR “Almirante Kuznetsov” / “82 Planta de reparo naval”, OJSC

Sobre o possível atraso

Há uma característica significativa relacionada ao uso da aviação. O fato é que as decolagens e aterrissagens no convés do navio só podem ser feitas em certas condições climáticas. De acordo com Sergei Orlov, é agora claro que o fim da reparação e do início do teste cai no início da época das tempestades do norte – isto dará tempo para uma curta pausa no julgamento o que permitirá que se pratiquem reparos neste período.

Sobre as diferenças na reparação do porta-aviões “Vikramaditya” (ex-almirante Gorshkov) e almirante Kuznetsov.

A principal diferença nos trabalhos realizados no Vikramaditya e o planejado no Almirante Kuznetsov é que é necessário combinar o novo equipamento com o antigo. Isso é mais complicado do que os trabalhos realizados no Vikramaditya.

Porta-aviões “Almirante da Frota da União Soviética Kuznetsov” / Korabel.ru

 

Sobre a transferência da documentação de projeto de trabalho para a fábrica

De acordo com Sergei Orlov, todos os cronogramas estão em dia, o PKB os observa e a documentação de desmantelamento já é transferida para a fábrica de Murmansk.

No início da reparação,

Sergei Vladislavovich disse que as caldeiras da proa do navio já foram descarregadas para instalar novas caldeiras. Para fazer isso, foram feitos grandes recortes através de vários decks, e o navio foi cortado até o fundo.

O Porta-aviões “Almirante da Frota da União Soviética Kuznetsov” / Korabel.ru

Sobre caldeiras de alimentação

A extração de caldeiras há um desafio tecnológico ainda mais difícil, e mais importante, será necessário nos meses mais frios em Murmansk. Neste caso, disse Sergei Orlov, tudo é feito quase simultaneamente, não haverá sequência clássica de ações – primeiro remover o antigo, então algo novo para instalar.

Sobre o número de construtores navais no momento do pico do reparo. Estima-se que cerca de 2.000 pessoas trabalhem no navio. Sobre o número de especialistas do departamento de design na reparação do navio quase todos os departamentos estão envolvidos no reparo do porta-aviões

Sobre a falta de especialistas no departamento de design

Atualmente, jovens especialistas chegam ao escritório após a formatura. Além disso, disse Sergei Orlov, durante os períodos de trabalho intensivo envolveu especialistas de empresas relacionadas que são membros da USC.

Porta-aviões “Almirante da Frota da União Soviética Kuznetsov” / Korabel.ru

Sobre os especialistas de “ouro”

A experiência de conserto “Vikramaditye” ajudou muito. Um grupo de jovens chegou à agência que tinha uma boa escola em Sevmash quando reparou o Vikramaditya. Esses especialistas são “capital de ouro”.

Ala Aérea do “Almirante Kuznetsov”

No navio serão baseadas aeronaves MiG-29K / KUB, Su-33 e vários tipos de helicópteros.

 

A probabilidade de atraso no reparo

A criação de qualquer navio é um compromisso. A tarefa do departamento é encontrá-lo entre o cliente e a unidade de construção, assumindo uma postura dura.

Sobre os porta-aviões do Centro Krylov

Eles têm sua própria visão do futuro do navio de transporte de aeronaves da Rússia, e o Neva BKB tenta não discutir com eles.

A bordo do porta-aviões / Korabel.ru

Sobre uma catapulta eletromagnética

A criação de uma catapulta eletromagnética será um passo incondicional à frente e permitirá a decolagem de aeronaves mais pesadas ​​com maior suprimento de combustível e armas.

Sobre o relacionamento pessoal com o “Almirante Kuznetsov”

Os contornos do porta-aviões, sua forma no momento, podem ser considerados perfeitos – nem adicionar nem subtrair.

Sobre os porta- helicópteros

 São navios de dupla utilização que podem desempenhar funções civis e militares. A experiência na Síria, de acordo com Sergey Vladislavovich mostrou que precisamos de grandes navios suficientes que são simplesmente capazes de oferecer uma variedade de produtos a partir do ponto A ao ponto B.

O trabalho no Porta helicóptero PKB

Esse trabalho ainda não está em andamento. Mas o PKB está trabalhando de forma proativa.

Sobre “Ivan Gren, Project 11711”

De acordo com Sergei Orlov, os fuzileiros estão absolutamente encantados com Ivan Gren. Eles disseram que tudo era muito conveniente em termos de carga e descarga do equipamento.

Sobre a recusa de continuação da construção Project 11711

Tendo criado dois navios, a frota vê o conceito de um novo veículo, há a possibilidade de um novo “hover craft” para usar  em navios e estes só podem ser lançados a partir de um navio de desembarque universal.

 

Fonte: KORABEL

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Surge o 3ºporta-aviões chinês ?

Autor: Henri K.

Tradução e adaptação- E.M.Pinto

O assunto já havia sido discutido pelo East Pendulum há quase dois anos no artigo intitulado ” O 3ᵉ porta-aviões chinês está em preparação “, publicado em 31 de julho de 2016, onde foram abordados elementos tão diversos quanto possíveis, mas todos convergiamo para a existência de um programa de porta-aviões CATOBAR (Catapult Assisted Take-Off But Arrested Recovery Chinesa, Decolagem Assistida por Catapulta e Recuperação por captura) – Isso vai desde a transformação da plataforma de estudo de compatibilidade eletromagnética em Wuhan até as instalações de projeto e teste de dois tipos diferentes de catapulta, incluindo o bloco experimental construído no estaleiro de Wuhan. Jiangnan Changxin sendo perto de Xangai.

Embora o trabalho de infraestrutura necessário para a construção de porta-aviões ainda esteja em andamento em Jiangnan , fotos recentes feitas por observadores de Xangai surpreenderam muitos observadores. E por uma boa razão, o primeiro grande bloco que parece pertencer ao porta-aviões chinês de número 3 que é agora claramente visível na Ilha Changxin.

O grande bloco que seria o porta-aviões chinês de 3ᵉ (Foto: 防务 汉 防务 – 菜 兵)

As primeiras análises indicam que seria um grande bloco de meia-nau, obviamente aquele que contém uma parte do hangar e o compartimento do maquinário.

O bloco em questão está atualmente estacionado na nova área de extensão do estaleiro. É 5,5 km² e inclui duas grandes instalações fechadas de fabricação e montagem, uma com 408 metros × 170 metros e outra com 289 metros × 170 metros, mas outras instalações ainda estão em construção. .

Este grande bloco, se na verdade pertence ao novo porta-aviões chinês, apareceu bem antes da conclusão do trabalho de transformação da doca seca em que o edifício será construído.

Agora entendemos melhor porque várias fontes próximas à marinha chinesa e ao setor naval na China haviam falado no final de maio do “progresso considerável” em torno deste programa, o que implicaria não apenas um, mas dois navios, se acreditarmos em certos rumores.

Durante a visita do CEO CSIC do Grupo Naval Chinês ao Escritório de Design No. 701, responsável pelo projeto de todos os porta-aviões chineses até agora, a imagem de computador de uma frota de três porta-aviões, incluindo um com três catapultas, foi exibido na parte de trás da sala de reunião. Pode-se ver aí uma comunicação institucional muito discreta por parte do industrial chinês sobre o assunto.

De acordo com nossa estimativa, colocando em espera de 3ᵉ porta-aviões chinês pode ter lugar em meados do próximo ano, possivelmente visando uma entrada de serviço para 2022-2023, um período em que o porta-aviões Liaoning poderia começar sua parada técnica e a sua embarcação irmã atualmente em construção no estaleiro em Dalian, deve se tornar totalmente operacional, com o grupo aéreo plenamente embarcado.

Além do momento exato de seu comissionamento, duas outras questões técnicas em torno deste novo porta-aviões chinês permanecem sem resposta hoje – A propulsão convencional como foi planejada? ou a embarcação será eventualmente equipada com propulsão nuclear que é tecnicamente viável para a China hoje?

E que tipo de catapulta, vapor ou eletromagnética, foi selecionada para equipar o navio, sabendo que duas linhas experimentais foram testadas por alguns anos no centro de treinamento das Forças Navais de Xincheng?

Principais marcos STOBAR Type 001
(16 Liaoning)
Dalian
STOBAR Type 002
Dalian
Type CATOBAR 003
Xangai
Projeto geral Concluído em 2007 Começou no início de 2012
Desenho técnico inicial Concluído em março de 2015 (?)
Revisão feita em julho de 2015
Desenho técnico detalhado Concluído em junho de 2008
Assinatura do contrato com o estaleiro De março de 2009
Projeto de processo industrial Concluído no 2º semestre de 2009
Corte das chapas 28 de agosto de 2013 29 de junho de 2017
(ou 1º de outubro de 2017)
Construção de seções Iniciado em janeiro de 2014 Final de 2017
Lançamento na Água 10 de março de 2015 Começo de 2019
Armamemntos Concluído no final de 2009
Flutuando 26 de abril de 2017 Antes de meados de 2020
Testes de Mar Iniciado no 2º semestre de 2010
Julgamento do mar Iniciado em 10 de agosto de 2011 Começou em 13 de maio de 2018
Admissão ao serviço ativo 25 de setembro de 2012 Prév: setembro de 2019 Por volta de 2022

 

Fonte: EastPendulum

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Novo porta-aviões para a Rússia: USC apresentará projetos até o final do ano.

Tradução AR.

Até o final de 2018, a United Shipbuilding Corporation (USC) apresentará, para consideração do Ministério da Defesa da Federação Russa, algumas minutas finalizadas de um novo porta-aviões nacional. No caso de uma decisão positiva sobre uma das opções, o trabalho de desenvolvimento do navio poderá começar em 2019, disse uma fonte da indústria de defesa.

“A USC foi instruída para até o até o final deste para apresentar suas propostas refinadas para o Ministério da Defesa da Federação Russa Uma das opções, em particular, envolve a construção de porta-aviões com um deslocamento de 75 mil toneladas …”  disse a fonte.

A fonte explicou que, “no caso de uma decisão positiva sobre um dos projetos, a etapa de desenvolvimento de engenharia do navio e preparação de documentação de projeto poderá começar com 2019. Otransportador pode ser incorporada entre 2021-2022, a sua construção, de acordo com estimativas preliminares, vai durar cerca de 10 anos “. O interlocutor acrescentou que o programa estadual de armamentos para 2018-2027 prevê “financiamento inicial” sob o programa de um novo porta-aviões.

A USC não comentou as informações do canal de notícias TASS fornecidas pela fonte anônima.

Atualmente, a Marinha da Rússia tem um único porta-aviões de tamanho médio não nuclear, o almirante Kuznetsov (de acordo com a classificação russa, um avião de transporte pesado). Como foi referido anteriormente pela força, a Marinha russa espera receber um porta-aviões promissor com uma usina de energia nuclear até o final de 2030, um novo deslocamento de porta-aviões deve ser inferior a 70 thous. Toneladas.

 

Concepção do porta-aviões Shtorm – Projeto 23000 – Repare que a bordo existem alguns caças Su-57, que segundo o MD russo, terá uma versão naval.
O Centro de Pesquisa do Estado de Krylov desenvolveu e apresentou ao público em geral um projeto de porta-aviões para clientes estrangeiros, que também foi oferecido para a frota nacional. O projeto 23000 foi chamado de “tempestade”. O esboço assume que o navio terá um deslocamento de 80-90 mil toneladas, será equipado com uma usina de energia combinada (um reator atômico e um motor de turbina a gás), o grupo de ar do navio deve ser de até 60 aeronaves.
Fonte: Defence/Alexander Kurokhtin
 
Imagens: Sputniknews e Defence

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Chefe de Operações Navais Anuncia o reestabelecimento da 2ª Frota no Atlântico Norte

Tradução e adaptação: E.M.Pinto

NORFOLK (NNS) – O Chefe de Operações Navais, o Almirante John Richardson, anunciou a criação da 2ª Frota dos EUA durante uma cerimônia de mudança de comando do Comando das Forças de Frotas dos EUA (USFF) em Norfolk, 4 de maio.

A Segunda Frota exercerá as autoridades operacionais e administrativas sobre os navios, aeronaves e forças de desembarque atribuídos na costa leste e norte do Oceano Atlântico. Além disso, planejará e conduzirá operações marítimas, conjuntas e combinadas e treinará, certificará e fornecerá forças marítimas para responder a contingências globais. O Comandante da 2ª Frota se reportará ao USFF.

“Nossa Estratégia de Defesa Nacional deixa claro que estamos de volta a uma era de grande competição de energia, à medida que o ambiente de segurança continua a se tornar mais desafiador e complexo”, disse Richardson. “É por isso que hoje estamos montando a Segunda Frota para tratar dessas mudanças, particularmente no Atlântico Norte.”

A Segunda Frota foi desestabelecida em 2011 e muitos de seus funcionários, ativos e responsabilidades foram incorporados ao USFF.

Fonte: US Navy

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Chegou a vez da Marinha no governo de Michel Temer

Sugestão: José Roberto Bonifácio

Marinha é a “bola da vez” no reaparelhamento da área militar. O governo de Michel Temer pretende tirar da gaveta um antigo projeto da força naval brasileira: a substituição da frota de aviões de combate embarcados. Trata-se de um contrato que poderá chegar à casa de US$ 1,5 bilhão, considerando-se a aquisição de aproximadamente 20 aeronaves. O investimento caminha pari passu ao projeto do novo porta-aviões brasileiro – a única embarcação deste tipo a serviço da Marinha, o São Paulo, entrou em processo de descomissionamento e desmontagem no ano passado.

Segundo o RR apurou, há contatos preliminares, na esfera do Ministério da Defesa, com fabricantes internacionais. Questões de ordem técnica fazem da sueca Saab, que fornecerá os novos caças da Aeronáutica, uma forte candidata ao negócio. O Sea Gripen, avião embarcado produzido pela companhia, dispõe dos mesmos sensores e tipo de armamento do Gripen NG que será entregue à Força Aérea. A aeronave é considerada versátil: pode operar a partir de porta-aviões Catobar (decolagem por catapulta) ou Stobar (decolagem curta).

O custo unitário do Sea Gripen gira em torno dos US$ 70 milhões. Procurado pelo RR, o Ministério da Defesa informou que caberia à Marinha se pronunciar sobre o assunto. Esta, por sua vez, garantiu que ainda não existem tratativas com fabricantes de aeronaves. Mas confirmou os planos de aquisição dos novos equipamentos. A Marinha informou estar conduzindo estudos, “no âmbito do Programa de Obtenção de Navio Aeródromo (Pronae), quanto às características e requisitos” do próximo porta-aviões.

Disse ainda que, “enquanto não forem estabelecidas as características do futuro Navio Aeródromo, não se poderá definir que tipos ou modelos de aeronaves comporão a sua ala aérea”. Uma vez confirmado, o pacote “porta-aviões/aeronaves embarcadas” selará uma espécie de trilogia de investimentos mais agudos nas Forças Armadas, que engloba a aquisição dos blindados Guarani para o Exército e a própria substituição dos caças da FAB. Este última, embora assinada na gestão Dilma, começou a ganhar altitude no governo de Michel Temer.

A compra dos novos aviões é um antigo pleito da Marinha. A Força dispõe de 23 aeronaves embarcadas modelo A-4 Skyhawk, produzidas no fim dos anos 70. Em 2009, o governo Lula assinou com a Embraer um contrato para a modernização de 12 destes jatos. Muito em razão das restrições orçamentárias na Defesa, a primeira aeronave só viria a ser entregue em 2015. Além disso, o programa de modernização sofreu um baque no ano seguinte, quando um A-4 Skyhawk reformado pela Embraer caiu durante um voo de treinamento.

 

Fonte: Relatório Reservado