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Airbus enfrenta novos problemas com o A-400

Após o governo britânico ameaçar se retirar do projeto A-400 devido aos seus elevados custos e atrasos e do projeto ser alvos de intensas críticas até mesmo de seus sócios participantes, o programa parece estar andando, porém a data para a sua conclusão parece permanecer incerta.

As informações permanecem desencontradas e alguns fatos corroboram para a afirmação de que o programa enfrenta sérios problemas, desta vez as evidências vieram da França.

O comando da Armée de L´Air (Força Aérea Francesa) estaria avaliando a possibilidade de adquirir como solução provisória até seis aeronaves CASA C-295 e um número ainda impreciso de aeronaves reabastecedoras A 330 MRTT como forma de compensar o previsível atraso na entrega dos A 400M pretendidos por aquela arma.

A notícia vem em má hora, isto porque esta certificaria os problemas no projeto dos quais o conglomerado europeu tem tido certa relutância em admitir, especialmente após a pressão exercida pelos britânicos seguida de muitas vozes descontentes que ameaçam cancelar o projeto A 400.

A Airbus tem tomado inúmeras medidas de ordem administrativas e técnicas para contornar o problema porém este permanece impecílio para a conclusão do projeto da aeronave.

Fonte:Plano Brasil

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Night Hunter para a Força Aérea Russa

A Rostvertol empresa russa do conglomerado aeronáutico Oboronprom, entregou para a Força Aérea Russa um lote de seis helicópteros Mil Mi-28N nome de código Night Hunter (OTAN), ao 487º regimento de helicópteros sediado na Base Aérea de Budyonnovsk.

O Mi-28N é a mais nova versão do helicóptero de ataque russo capacitado ao combate em qualquer tempo, o helicóptero segundo dados nominais teria capacidades semelhantes ao Norte Americano AH-64D Apache.

O Mi-28N é o mais moderno helicóptero de ataque russo segundo as palavras do comandante da sua Força Aérea será a espinha dorsal das forçasde helicopteros anti-tanque daquele país.

Fonte: Plano Brasil

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Voa o primeiro Predator C Avenger

uas-predator-c-avengerOcorreu no dia 4 de abril no centro de operações de voo Gray Butte, o primeiro voo do novo VANT-C multi-missão a jato AVENGER (vingador).

O Vingador foi concebido e desenvolvido para ser uma aeronave com maiores índices de sobrevivência em ambientes de maior ameaça, de forma a fornecer aos Força Aérea dos Estados Ubidos outros potenciais clientes, uma aeronave aramada capaz de responder mais rapidamente às missões de reconhecimento.

A aeronave será mais veloz que actual Predator, resultando na rápida resposta, flexibilidade e capacidade de sobrevivência., cobrindo uma área de vigilância maior, efetuando reconhecimento armado bem como, vigilância das fronteiras.

O novo AVENGER, emprega os mesmos materiais e aviônicos das versões anteriores podendo ainda ser comandado das mesmas estações de controle terrestres utilizadas paras versões anteriores, o que minimiza os seus custos.

A aeronave é um pouco maior que PredatorB, incorpora um motor jato puro (Pratt & Whitney PW545B), e pode transportar a mesma combinação de armas que Predator B.

É capaz de voar a mais de 900 km/h e atingir altitudes de cerca de 21 000 m, sua eletrônica incorpora ainda modernos e novos sensores, como um Radar SAR e sistemas desenvolvidos para o projeto F-35 como imageadores e FLIR.

Fonte: DefenseTalk

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Israel Interessado no Silent Eagle

O governo israelense demonstrou interesse na nova versão do caça F-15 da Boeing, o Silent Eagle, com características stealth, afirmou a imprensa israelense no início dessa semana. O interesse no F-15 SE decorreria de atrasos no projeto do F-35 Joint Strike Fighter, e também da oposição do governo dos Estados Unidos quanto à integração de armamentos e sistemas israelenses no F-35 JSF.
O F-15SE é uma nova configuração do F-15 com aprimoramentos e modificações que deram à aeronave alguma capacidade stealth, isto é, “invisibilidade” perante radares. Dentre as modificações, destacam-se tratamentos sobre a superfície da aeronave e também o desenvolvimento de tanques conformais de combustível (CFT, sigla em inglês), que permitem o transporte de mísseis e bombas internamente.
De acordo com a imprensa israelense, o custo unitário do F-35 JSF é estimado em US$ 100 milhões e, caso um contrato de aquisição por Israel seja assinado nos próximos meses, a primeira unidade seria entregue em 2014. Como contraponto, acredita-se que o F-15 SE custaria menos, e poderia ser entregue já a partir de 2011.
Outra possibilidade em consideração seria a modernização de caças F-15 que já equipam a Força Aérea Israelense, o que custaria menos do que a aquisição de novas células. A Guarda Aérea Nacional dos Estados Unidos está considerando essa possibilidade ao invés de adquirir aeronaves de quinta-geração F-35 JSF e F-22 Raptor.
A Boeing lançou o projeto do F-15 SE vislumbrando justamente o mercado de operadores atuais do F-15, como Israel, Arábia Saudita, Japão, Cingapura e Coréia do Sul.

Fonte: Tecnologia&Defesa

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Tchecos vão de C-295

O governo da República Tcheca aprovou a compra de quatro aeronaves de transporte militar EADS CASA C-295M, negócio estimado em cerca de €$ 130 milhões, afirmaram agências de notícia europeias. As aeronaves devem ser entregues entre 2009 e 2011, e devem substituir os aviões An-26 atualmente em operação por aquele país.
O C-295M tem tido relativo sucesso no mercado global de cargueiros militares, já estando em operação em mais de dez países, como a Força Aèrea Brasileira (FAB), a do Chile, de Portugal e Espanha, entre outras. No Brasil, o C-295 foi designado C-105 Amazonas.

Fonte: Tecnologia&Defesa

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Mais uma conquista espacial Indiana

A India lançou com sucesso um foguete na segunda-feira para orbitar um satélite de imagem latente com radar espião. O veículo satélite polar de lançamento com 230 toneladas (PSLV-C12) foi lançado pela organização de investigação indiana do espaço (ISRO) do centro de espaço de Satish Dhawan no distrito de Sriharikota na Baía de Bengala. O foguete carregava um satélite RISAT-2, que foi feito no ISRO em colaboração com Israel. O artefacto aeroespacial tem capacidade para tomar imagens da terra durante o dia e a noite, assim como em circunstâncias nebulosas. O lançamento atual era o décimo quarto sucesso consecutivo para os veículos de lançamento de PSLV, que têm colocado já um total de 16 satélites indianos e de 16 satélites estrangeiros em várias órbitas.

Fonte: Pravda

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NASA seleciona material para proteger naves que irão à Lua

A NASA selecionou o material que funcionará como escudo térmico para proteger os astronautas quando forem retomados os voos para a Lua.

O material será utilizado para proteger o módulo Orion, que levará e trará de volta os astronautas. O módulo Orion é parte do Programa Constellation, que está sendo desenvolvido pela NASA para substituir os ônibus espaciais. O módulo será lançado por um foguete Ares I.

Escudo térmico Ao viajar para a Lua, o módulo estará sujeito a temperaturas até cinco vezes mais altas do que aquelas a que estão sujeitas as naves que vão até a Estação Espacial Internacional.

Essas temperaturas poderão atingir até 2.760º C durante a reentrada na atmosfera. O escudo térmico terá a forma de um disco, instalado na base do módulo Orion.

Ele deverá ser capaz de manter o calor longe do restante da estrutura do módulo, desgastando-se de forma controlada, suportando uma situação que faz a maioria dos materiais fundirem-se instantaneamente. Dos oito candidatos iniciais, restaram dois: o Avcoat e o PICA (Phenolic Impregnated Carbon Ablator).

Os dois se mostraram adequados para as missões espaciais e passaram para a etapa final de avaliação. A força da experiência O Avcoat é um velho conhecido da NASA, tendo sido usado na proteção dos módulos Apollo, há mais de 40 anos, e em algumas áreas dos ônibus espaciais em suas versões iniciais.

O material é feito de fibras de sílica com um preenchimento de resina epóxi, aplicado sobre uma base, de forma muito parecida com a fabricação de materiais de fibra de vidro.

Já o PICA é produzido em blocos e deve ser colado como se fossem ladrilhos, como acontece atualmente com a proteção térmica dos ônibus espaciais. Ele foi usado na missão Stardust.

Nos testes exaustivos feitos pela NASA, o Avcoat mostrou a força de sua experiência, resistindo melhor às demonstrações em escala 1:1.

“O maior desafio com o Avcoat foi reavivar a tecnologia para fabricar o material de forma que o seu desempenho fosse semelhante ao que foi demonstrado durante as missões Apollo “

disse John Kowal, engenheiro responsável pelo escudo térmico.

“Tendo alcançado esse patamar, o sistema de avaliação indicou claramente que o Avcoat era o melhor sistema.”

Fonte: Inovação Tecnológica

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Os elevados custos unitários e tecnológicos do F-35 e as negociações Israel/LM

As negociações entre o Ministério da Defesa israelense e a Lockheed Martin para a aquisição do caça de 5ª geração F-35 Joint Strike Fighter continuam problemáticas devido aos elevados custos unitário e o da integração de novos sistemas de armas e aviônica.

Israel andaria descontente com os sucessivos aumentos nos custos do programa F-35, gerando preocupações uma vez que num horizonte próximo são previstos cortes orçamentais.

No centro da polêmica estariam os custos para integração de sistemas Israelenses à plataforma. entretanto o plano israelense é de manter o financiamento de um esquadrão de 25 F-35s. Este primeiro esquadrão, então, entraria em serviço por volta de 2016. Israel planeja uma compra de mais outros 50 aviões, a fim de equipar dois esquadrões adicionais em uma data posterior.

Originalmente a IAF havia planejado a compra de 100 F-35s, mas devido aos elevados custos e à crise financeira mundial, esta foi obrigada a reduzir o número de aeronaves, pelo menos por agora. Como alternativa, Israel tem avaliado a possibilidade de manter em operação os atuais caças F-15 e F-16, extendendo suas vidas úteis atravéz de MLU que contemplariam as incorporações de novas tecnologias.

Não é segredo que israel tem precionado por reduções dos custos e por liberação de tecnologias perante os EUA ( liberação do F-22 entre outras), muitos especialistas afirmam que de fato este seria mais um jogo de cena, entretanto não é de se desprezar sua necessidade uma vez que o preço estimado para os 75 F-35s é de US $ 15,2 bilhões – grande parte financiado sob a forma do E.U. Foreign Military Financing (FMF) créditos, que totalizam US $ 11.4 bilhões e que estariam disponíveis já apartir de 2009 .

Por outro lado washington não parece disposto a ceder muito neste campo, uma vez que seus analistas começam a olhar com desconfiança e descrédito para setores industriais de Israel que por exemplo há poucos anos teriam entregue aos chineses tecnologias referentes aos radares diretores de tiro do sistema Patriot norte americano em troca de outras tecnologias.

Washington olha com preocupação o fato de eventos como este se repetirem, e tecnologias sensíveis cairem em mão erradas, entre tanto , apesar desta preocupação é de se esperar que por Israel se tratar de prioridade estatégica numero 1, é muito provável que os EUA não terão outra escolha senão ceder em alguns pontos e garantir o acesso de tecnologias sensíveis as indústrias de Israel.

Fonte: DefenseTalk

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Inndia pode não completar a aquisição dos Bae Hawks

Segundo a Flightglobal a Índia teria emitido um novo “RFI” (Request for Information) para um treinador avançado o qual substituiria a prévia intenção de adiquirir o jato britânico BAE Hawk.

A India confirmou em 2004 a aquisição de 66 jatos Hawk 132 e teria a intenção de adiquiri outros 40, no entanto esta opção pode não se concretizar, segundo a imprensa local a razão seria a insatisfação do operador, a Força Aérea indiana, no que se refere a manutenção e ao prazo de entrega dos componentes e sistemas sobressalentes.

No novo RFI teria sido emitido para os antigos concorrentes do Hawk, o Tcheco L-159, da Aero Vodochody, ao M-346 da Alenia Aermacchi italiana, fao Kai T-50 Coreano da Korea Aerospace Industries/Lockheed Martin e aos russos MIG-AT da russa RSK e YAK-130 da Yakovlev, sendo que o último seria em tese o candidato com maiores chances de vitória no novo RFI.

Segundo o Flightglobal embora o BAE Hawk tenha vencido algumas concorrências recentemente, a idade do projeto tem se tornado um problema devido ao fato de sua airframe ter chegado ao limite e necessitar urgentemente de sucessor. O caso Indiano pode repercurtir negativamente na indústria aeroespacial Britânica colaborando para que o fabricante britânico perca futuros contratos e com isto acentuando o declínio da industria aeronáutica britânica, que vem ao longo dos anos perdendo a sua força, oq ue pode ser percebido no caso do Hawk, praticamente o último modelo de aeronave militar projetado e desenvolvido puramente pela BAE e exportado em números significativos.

Fonte: FlightGlobal

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Mectron Britanite desenvolvem nova arma

0002Segundo o site DefesaBrasil, Mectron e Britanite estariam desenvolvendo em parceria uma nova arma, superfície-superfície cujo alcance estimado seria de 150 km.

o modelo teria sido apresentado discretamente na LAAd 2009  e aparece na foto ao fundo, logo atráz das bombas em primeiro plano.

O projeto ainda sem nome seria de fato bastante inovador dado que se situaria entre um míssil e um foguete.

A arma seria apenas uma proposição e estaria ainda em desenvolvimento, mas segundo o fabricante, destina-se a efetar missões de ataque terrestre e navais, a partir de veículos e navios.

O “híbrido” como vem sendo chamado é, na realidade, um foguete nos primeiros estágios, deslocando-se até as proximidades dos alvos como um foguete, descartando em seguida o propulsor e acionando o sistema e aletas de a o alvo como um míssil, no entanto o curioso segundo o site é que a arma na verde de uma cabeça de guerra guiada que vem sendo desenvolvida há alguns anos, e que segundo o fabricante estará pronta em seis meses.

Segundo o Site de fato o tal hibrido seria o precursor do kit, SMKB (de guiagem por GPS, GALILEU, GLOSSNAS) apresentado durante a LAAD.

Tal como o kit de conversão das bombas SMKB, o artefato também teria orientação por satélite além de um outro sistema de controle e orientação alternativo do qual o fabricante considera segredo por estar em desenvolvimento.

A precisão do artefato é estimada em cerca de menos de 1 metro quadrado. Alguns testes já estariam sendo efetuados para determinar e aperfeiçoar o seu alcance.

Uma vantagem destacada pelo fabricante diz respeito à plataforma lançadora a qual poderia ser um veículo de dimensões inferiores aos demais disponíveis no mercado. Um sistema de lançamento a partir de navios também estarie por necessitar de um estabilizador dinâmico para compensar oos movimentos das ondas dado que na fase inicial o artefato efetuaria um movimento balístico.

A idéia parece ser tão simples quanto inovadora, esperemos os resultados dos testes futuros.

Fonte: DefesaBrasil

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Sevmash iniciará construção de quarto SSBN russo

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Informações provenientes do estaleiro Sevmash informam que a Rússia dará início à construção do quarto SSBN da classe Borey até o final do ano. “O Ministro da Defesa russo solicitou ao estaleiro que os trabalhos comecem ainda este ano” disse um funcionário do estaleiro Sevmash à agência russa RIA Novosti. Os trabalhos começarão no segundo semestre. Por outro lado o Yury Dolgoruky, primeira unidade da classe, começará suas provas de mar em junho. Dois outros SSBN da classe Borey, o Alexander Nevsky e o Vladimir Monomakh, estão em construção e o estaleiro espera completá-los em 2009 e 2011 respectivamente. Ao todo, a Marinha da Rússia espera contar com oito unidades desta classe até 2015. A classe Borey será equipada com mísseis ICBM Bulava-M (SS-NX-30). Até 16 unidades deste míssil podem ser transportadas por cada submarino.

Fonte: Poder Naval

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Suécia pode ir de Super Tucano

Segundo o DEFESANET

Esta aberta a possibilidade de aquisição pela Real Força Aérea Sueca FLYVAPNET, de aeronaves EMBRAER  Super Tucanos.

A intenção de aquisição desta aeronave foi divulgada em um momento muito oportuno d, na altura em que estão em avaliação as propostas do FX-2 para a Força Aéra Brasileira na qual o Gripen NG Sueco é um dos finalistas.

Segundo a nota “o  Defesa@Net obteve a informação de que há duas semanas técnicos da SAAB e do Governo da Suécia estiveram visitando a EMBRAER, em São José dos Campos, para conhecer mais do Projeto do EMB-314 Super Tucano“.

O Grupo SAAB dentro do acordo PPP  estaria propondo a substituição dos SK 60, dos quais 42 continuam operação nas função de treinador a jato,  os AT-29 substirtuiriam então os SK 60 em uma quantidade estimada entre 30 e 40  aeronaves.

Fonte: DEFESANET