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Rússia deve iniciar a construção do primeiro "Destroyer" Classe Leader em 2023

Tradução e adaptação- E.M.Pinto

Segundo o diretor do Instituto de pesquisa Krylov, Pavel Filippo, a construção do mais novo destróier nuclear projeto “Líder” está prevista para começar em 2023.

O conceito e desenho avançado deste navio foi desenvolvido pelo Centro Krylov. Em 2016-2017, o Northern Design Bureau (PKB) começou a criar um projeto técnico o qual ainda está em andamento.

Segundo informou Filippo em uma entrevista a Ria Novosti, o navio foi originalmente planejado para possuir uma unidade de propulsão CODAG cujo grupo principal seria uma Turbina a Gás, o navio era planejado para deslocar de 12-13 mil toneladas.

Frente  esta realidade e dada a necessidade de um grupo propulsor mais potente, foi então optado pela adoção de propulsor movido a energia nuclear e seu deslocamento imediatamente aumentou para 18 mil toneladas.

Como relatou Filippo:

“Qual é o resultado final? nós ainda não sabemos, é necessário perguntar ao PKB do Norte. E até onde eu sei, em 2023 devemos começar a construir este “Navio a vapor”

Na criação de uma nova geração de Destroyers para as forças navais da Rússia tornou-se conhecido em 2010. Ele será armado com mísseis anti-navio, mísseis de cruzeiro para ataques contra alvos terrestres e sistemas avançados de defesa antiaérea e defesa antimísseis. Sua principal arma deve ser o sistema de disparo universal, que pode ser carregado com diferentes mísseis.
Além disso, o “Destroyer” terá sistemas antiaéreos de mísseis e canhão principal de elevado calibre, não é descartada a doção de uma arma eletromagnética que está em desenvolvimento.
Fonte: Ria Novosti

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Rússia Planeja produzir pelo menos 12 fragatas Project 22350M

Tradução E.M.Pinto

A Rússia planeja fabricar pelo menos 12 fragatas do Project 22350M de deslocamento de 7.000 toneladas e uma capacidade de transportar até 48 mísseis de cruzeiro Kalibr, Oniks e Tsirkon. O projeto será finalizado no final deste ano.

MOSCOU, 9 de maio / TASS /. A Rússia planeja fabricar pelo menos 12 fragatas aprimoradas Project 22350M, capazes de transportar até 48 mísseis de cruzeiro Kalibr, Oniks e Tsirkon, disse uma fonte da indústria naval à TASS nesta quinta-feira.

“O navio principal desta série está previsto para ser incorporado à Marinha em 2027”, disse a fonte.

De acordo com a fonte,

“O projeto para esta embarcação prevê um deslocamento de 7.000 toneladas padrão e uma capacidade de transportar 48 mísseis de cruzeiro Kalibr, Oniks e Tsirkon e que será finalizado no final do ano”.

“Ao todo, 12 fragatas desta classe estão planejadas para serem fabricadas, com 11 delas para serem encomendadas ao cliente dentro dos quadros do novo programa estatal de aquisição de armas”, acrescentou a fonte.

A Marinha Russa tem atualmente a seu serviço o principal navio de guerra do Project 22350, a Almirante Gorshkov, enquanto a Almirante Kasatonov passa por testes no mar e mais duas fragatas desta série estão em construção.

Espera-se que as fragatas do Project 22350 se tornem os navios de guerra mais avançados da marinha russa em sua classe. Estas fragatas deslocam 4.500 toneladas e podem desenvolver uma velocidade de 29 nós. Eas estão armadas com mísseis Oniks e Kalibr e com os sistemas de mísseis de defesa aérea Poliment-Redut.

 

Fonte: Tass

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A Marinha do Exército de Libertação do Povo da China (PLAN) comissiona seu sexto navio de assalto anfíbio Classe 071 (Yuzhao) e outro destróier de classe Tipo 052D (Luyang III).

O LPD 987  como o da fot foi comissionado neste 12 de Janeiro passado.

Tradução e adaptação-E.M.Pinto

Marinha do PLA incorpora dois novos navios.

Embora não tenha havido cobertura evidente do comissionamento na mídia estatal chinesa, fotografias postadas em fóruns on-line mostram uma cerimônia combinada realizada para ambos os navios de guerra que teriam ocorrido em 12 de janeiro.

O mais recente navio de desembarque de doca Type 071 (LPD) a entrar em serviço recebeu o número 987 e pensa-se que tenha sido nomeado Wuzshi Shan. A localização da cerimônia de comissionamento não está confirmada, mas parece que o evento ocorreu na base naval de Zhanjiang, com os dois navios provavelmente se juntando à Frota do Mar do Sul.

Os primeiros três LPDs Type 071 foram alocados à Frota do Mar do Sul e estão localizados em Zhanjiang.

O primeiro entrou em serviço em novembro de 2007, o segundo em outubro de 2011 e o terceiro em setembro de 2012. Houve uma pausa na construção de quase quatro anos antes do quarto serviço entrar em operação com a Frota do Mar do Leste no início de 2016.

Acredita-se que o quinto Type 071 tenha sido encomendado em setembro de 2018 e também alocado à Frota do Mar do Leste, mas não recebeu cobertura na mídia estatal chinesa, nem foram publicadas imagens on-line.

Um embargo de notícias semelhante parece ter ocorrido para o lançamento do sétimo Type 071, que se acredita ter entrado na água em 28 de dezembro de 2018, no estaleiro Hudong-Zhonghua, que construiu todos os navios da classe.

Há também alguma incerteza sobre o número de destróieres Type 052D atualmente em serviço, como a cerimônia de comissionamento confirmada anterior ocorreu em 22 de janeiro de 2017, quando o quinto navio da classe, Xining, entrou em serviço.

Fonte: Jane’s 360

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Marinha russa pretende lançar mais de 30 drones submarinos Poseidon

De acordo com a fonte da indústria de defesa, espera-se que dois submarinos portadores do Poseidon entrem em serviço com a Frota do Norte e os outros dois  na Frota do Pacífico.

O veículo submarino não tripulado, movido a energia nuclear e armado com motor nuclear Poseidon

O veículo submarino não tripulado, movido a energia nuclear e armado com motor nuclear Poseidon

© Gabinete de Imprensa e Informação do Ministério da Defesa da Federação Russa / TASS

Tradução e adaptação- E.M.Pinto

MOSCOU, 12 de janeiro / TASS /. A Marinha russa planeja colocar no mar mais de 30 drones submarinos com capacidade nuclear estratégica Poseidon em combate, disse uma fonte da indústria de defesa  à TASS neste sábado.

“Dois submarinos transportadores do Poseidon devem entrar em serviço na Frota do Norte e os outros dois se juntarão à Frota do Pacífico. Cada um dos submarinos terá a capacidade de lançar um máximo de oito drones e, portanto, o número total de Poseidons em combate pode chegar a 32 veículos “, disse a fonte.

O submarino de propulsão nuclear Khabarovsk, atualmente em construção no Estaleiro Sevmash, se tornará um dos transportadores orgânicos do drone submarino Poseidon. Além disso, os submarinos para propósitos especiais e os cruzadores submarinos nucleares do Projeto 949A, operados na Marinha Russa, podem ser usados ​​como transportadores

“após a atualização apropriada”, observou a fonte.

Em seu discurso de Estado às duas casas do Parlamento da Rússia em 1º de março de 2018, o presidente russo Vladimir Putin mencionou pela primeira vez os esforços do país em desenvolver um veículo submarino nuclear não tripulado capaz de transportar ogivas nucleares e convencionais. Segundo alegou o veículo é capaz de destruir infraestruturas inimigas, grupos de porta-aviões e outros alvos.

Os drones Poseidon, junto com seus transportadores – submarinos movidos a energia nuclear – fazem parte do chamado sistema multiuso oceânico. O drone recebeu seu nome após os resultados da votação aberta no site do Ministério da Defesa da Rússia.

Uma fonte da indústria de defesa disse à TASS que o drone Poseidon que está sendo desenvolvido na Rússia seria capaz de transportar uma ogiva nuclear com capacidade de até 2 megaton para destruir as bases navais inimigas.

Fonte: TASS

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Novo míssil de cruzeiro Kalibr-M com autonomia de mais de 4.500 km em desenvolvimento na Rússia

De acordo com a fonte, grandes navios de superfície serão equipados com a nova versão denominada Kalibr-M começando com fragatas, bem como submarinos nucleares.

Informações TASS
Tradução e adaptação-E.M.pinto
© Ministério da Defesa da Federação Russa / TASS

MOSCOU, 8 de janeiro / TASS /.

  Uma nova versão do míssil Kalibr, denominada Kalibr-M, com alcance estendido para mais de 4.500 km, está atualmente em desenvolvimento atendendo a um pedido da Marinha Russa. Foi o que relatou uma fonte do complexo industrial-militar à TASS nesta terça-feira.

“O mais novo míssil de cruzeiro Kalibr-M de alta precisão baseado em navios, possui alcance máximo de disparo de mais de 4.500 km. Está sendo desenvolvido para a Marinha Russa. A criação do foguete propulsor está em fase de pesquisa e é financiada pelo Ministério da Defesa. Defesa “, disse a fonte à TASS.

A fonte esclareceu que o desenvolvimento do míssil foi incluído no programa de armamentos até 2027. A fonte acrescentou que o novo míssil será diferente dos mísseis Kalibr existentes em serviço, tanto em termos de maior alcance e dimensões.

“Será muito maior, o peso de sua ogiva se aproximará a 1 tonelada”, observou ele.

Segundo a fonte, grandes navios de superfície serão equipados com este míssil, começando com fragatas, bem como submarinos nucleares.

“O Kalibr-M foi projetado para destruir instalações terrestres e será capaz de transportar ogivas nucleares e convencionais”, disse ele.

A TASS não possui confirmação oficial das informações fornecidas pela fonte.

Atualmente, o sistema de mísseis Kalibr está em serviço com a Marinha russa. De acordo com dados de fontes abertas, o alcance máximo de disparo de um míssil de cruzeiro 3M-14, voando a uma velocidade subsônica, atinge cerca de 2.000 km.

Fonte: Tass

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Plano Brasil/MD/MB/ProSub/Análise: “Cerimônia de Lançamento do primeiro Submarino Convencional de Ataque Classe Scorpène (S-BR) Riachuelo S 40, de um total de 5, sendo que o 5º será o primeiro Submarino Nuclear Brasileiro (SN-BR)”

 

 

NOTA DO PLANO BRASIL, por Gérsio Mutti: Plano Brasil/MD/MB/ProSub/Análise: “Cerimônia de Lançamento do primeiro Submarino Convencional de Ataque Classe Scorpène (S-BR) Riachuelo S 40, de um total de 5, sendo que o 5º será o primeiro Submarino Nuclear Brasileiro (SN-BR)”.

 

Os quatro Submarinos Convencionais de Ataque Classe Scorpène S-BR que já estão em fase de construção são, a saber:

Riachuelo S 40 – lançado ao mar em 14/12/2018

Humaitá S 41 – lançamento ao mar previsto para 2020

Tonelero S 42 – lançamento ao mar previsto para 2021

Angostura S 43 – lançamento ao mar previsto para 2022; e

o quinto, “primeiro submarino brasileiro com propulsão nuclear”, Submarino Nuclear Brasileiro (SN-BR) Álvaro Alberto, com lançamento ao mar previsto para 2029  ( https://www.marinha.mil.br/prosub/projeto-e-construcao ).

 

O projeto de construção dos quatro Submarinos Convencionais de Ataque Classe Scorpène S-BR do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (ProSub) é diferente em acréscimos em tonelagem, comprimento do submersível, e autonomia no mar (dias de mar) em relação ao Modelo Scorpène, projeto original francês, adquiridos pelas Marinhas de Guerra do Chile, Malásia e Índia, pois os Classe Scorpène S-BR deslocarão 1.870 toneladas na superfície e 2.200 toneladas submerso e terão um comprimento de 71,6 metros e diâmetro (boca) de 6,2 metros; e uma autonomia no mar de 70 dias para uma guarnição de 35 homens.

O Modelo Scorpène, projeto original francês, apresenta um deslocamento na superfície de 1717 toneladas e um comprimento de 66,4 metros e diâmetro (boca) de 6,2 metros; e uma autonomia no mar de 50 dias para uma guarnição de 31 homens.

A seção extra acrescida no projeto de construção do Submarino Convencional de Ataque Classe Scorpène S-BR mede 5.22 metros de comprimento e pesa 153 toneladas na superfície (1870 – 1717 = 153 toneladas) e destina-se a maior capacidade de tanques de combustível, novas acomodações para a guarnição que passa de 31 para 35 homens e mais um paiol de mantimentos.

O fato na inovação tecnológica no projeto de construção dos Submarinos de Ataque Classe Scorpène S-BR do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (ProSub) reside na determinação da Marinha do Brasil (MB) de alterar o projeto original francês do submarino Classe Scorpène para o Classe Scorpène de Ataque S-BR adaptando-o a partir de uma derivação do modelo também francês da Classe Rubis, Submarino Nuclear de Ataque Améthyste S605 ( https://en.wikipedia.org/wiki/French_submarine_Am%C3%A9thyste_(S605) ) com a reconstrução hidrodinâmica do casco após determinação de novos parâmetros alcançados pelo submarino francês em questão Classe Rubis Améthyste S605 ( https://en.wikipedia.org/wiki/Rubis-class_submarine ), parâmetros estes conhecidos pela sigla AMÉTHYSTE (*) que expressa o  seguinte significado: AMÉlioration Tactique HYdrodynamique Silence Transmission Ecoute (Melhora da Tática Hidrodinâmica (em decorrência da) Transmissão Acústica Silenciosa).

(*) “Classe Rubis/Améthyste

A Classe Rubis pertence à primeira geração de submarinos nucleares de ataque da Marinha Francesa. A classe de seis navios é a mais compacta de submarinos nucleares até hoje.

Todos os submarinos da classe (exceto o Casabianca) têm nome de pedras preciosas.

Embora a Classe Rubis pertença à mesma geração do Le Redoutable, devido à insistência do presidente Charles De Gaulle na aquisição de um elemento de dissuasão nuclear para a França, o programa Rubis foi iniciado apenas em 1974, depois que o programa de submarinos de mísseis balísticos ficou pronto. O primeiro casco Rubis foi iniciado em dezembro de 1976 e lançado em 1979.

Classe Rubis/Améthyste

O projeto inicial dos Rubis foi problemático com níveis inesperadamente elevados de ruído. Isto levou ao programa de silenciamento Améthyste (AMÉlioration Tactique HYdrodynamique SilenceTransmission Ecoute, literally Silent Acoustic Transmission Tactical Hydrodynamic Amelioration), que foi aplicado ao quinto (S605 Améthyste) e sexto (S606 Perle) cascos.

O Améthyste e o Perle são mais compridos que o Rubis original, 73,6 metros (241 pés), em comparação com 72 metros (236 pés) e o programa incluiu atualizações no sonar, remodelação da forma do casco e da proa para melhorar o nível de ruído e atualizações adicionais do eletrônicos. Com as atualizações testadas e comprovadas, os 4 navios originais foram reconstruídas com os mesmos padrões entre 1989-1995. Fonte: Revista Forças de Defesa, 09/01/2016 ( https://www.facebook.com/fordefesa/posts/919642681468449 ).”

O Classe Scorpène S-BR possui detecção de radiação infravermelha e tem capacidade para lançar Equipes de Forças Especiais (Comandos).

Outras características de Projeto de Construção do S-BR constante no Programa de Desenvolvimento de Submarinos (ProSub) da MB: Calado:  5,5 metros; Propulsão: 4 Motores Diesel MTU 16V 396 SE84 (2990cv/hp) e 1 Motor Elétrico Jeumont Schneider (2.8MW); Velocidade: 20 nós (máxima); Profundidade: 300 metros (máxima); Armamento: 18 torpedos de 533 mm derivados do IF-21 Black Shark; 6 tubos lançadores e 8 mísseis Exocet SM 39; e Autonomia (Dias de Mar): 70 dias no mar cobrindo até 13.000 milhas a 8 nós e podendo navegar até 400 milhas a 4 nós sem usar o Snorkel.

Foto abaixo de mock up de Míssil Exocet SM 39 da MBDA acondicionado a bordo de um submarino Classe Scorpène ( https://www.mbda-systems.com/product/exocet-sm-39/ ).

Igual comparação pode ser feita abaixo entre as características (**) dos quatro primeiros Submarinos Convencionais de Ataque Classe Scorpène S-BR e o quinto, “primeiro submarino brasileiro com propulsão nuclear”, Submarino Nuclear Brasileiro (SN-BR) no que tange aos seguintes itens, a saber: Perfil, Deslocamento, Profundidade de Operação, Medidas (Dimensões), Autonomia (Dias de Mar), Velocidades Máximas, Raio de Ação Máximo, Mastros, Ciclo de Manutenção, e Peculiaridades, Inovações e Particularidades.

(**) “Fonte: Prosub: comparativo S Tupi, S-BR e SN-BR – Poder Naval, 20/06/2018 ( https://www.naval.com.br/blog/2018/06/20/prosub-comparativo-tupi-s-br-e-sn-br/ )”.

https://www.youtube.com/watch?v=XPou8u5h2qU

Cerimônia de Lançamento do primeiro Submarino Convencional de Ataque Classe Scorpène (S-BR) Riachuelo S 40

Fonte: Folha do Brasil

 

Marinha lança novo submarino Riachuelo

Os submarinos são de tecnologia francesa, transferida e parcialmente modificada por especialistas brasileiros

Por Época Negócios, 14/12/2018

O primeiro de uma frota de quatro novos submarinos de ataque da Marinha do Brasil entra nesta sexta-feira, 14, no mar pela primeira vez, às 9h30, no Complexo Naval de Itaguaí, litoral sul do Rio. O lançamento do S-40 Riachuelo terá a presença do presidente Michel Temer, o eleito Jair Bolsonaro e 23 autoridades dos três Poderes além dos convidados, segundo o cerimonial do Palácio do Planalto.

Os submarinos são de tecnologia francesa, transferida e parcialmente modificada por especialistas brasileiros – por isso Emmanuel Macron, o presidente da França, era esperado para a solenidade. A crise dos “coletes amarelos” e as pressões da oposição no Legislativo fizeram Macron desistir da viagem.

O Prosub, programa de capacitação da força naval, começou há 10 anos. A meta é a produção de cinco navios – quatro muito avançados, da classe Scorpéne, de propulsão por motores diesel-elétricos, e um quinto submarino, de 6 mil toneladas, movido por energia nuclear, que será concluído até 2029. Os modelos convencionais serão concluídos até 2022. Em Itaguaí, da área de mais de 1 milhão de m², cerca de 750 mil m² são ocupados pelo novo estaleiro, mais um “espaço liquido” de manobra. O investimento, ao longo de 20 anos, vai bater em R$ 37 bilhões. Até o final do ano, terão sido aplicados R$ 17 bilhões.

O Riachuelo, de 75 metros, 2.200 toneladas, é alto como um prédio de quatro andares com grande poder de fogo – por meio de lançadores de torpedos de 533 mm, mísseis antinavio e dispositivos para minagem -, ainda terá pela frente dois anos de testes e provas de mar. Vai ter de fazer, agora, algumas coisas que não repetirá em operação, como navegar à velocidade máxima por muitas horas – acima de 37 km/hora submerso, 22 km/hora na superfície -, a grandes distâncias; emergir em ângulo vertical agudo, submergir em condição crítica. “Viverá” batalhas e cercos virtuais de combate. Fará disparos de todas as suas armas e ensaiará a saída e o resgate de times de mergulhadores de combate. Haverá exercícios de incêndio, de naufrágio e de ações furtivas dedicadas à inteligência. O jogo de gato e rato do ataque contra inimigos e da defesa contra inimigos passará a fazer parte da rotina diária. O mergulho no limite de segurança de 350 metros terá de ser superado até um ponto que é considerado informação secreta. Só depois disso tudo o S-40 poderá cumprir a missão para a qual foi destinado – o controle das águas oceânicas de interesse do País.

A Marinha utiliza quatro submarinos da classe Tupi, de tecnologia alemã, comprados nos anos 70. Tem mais um, o Tikuna, de concepção dos engenheiros do estaleiro da Ilha das Cobras, no Rio. Tomando como referência os navios anteriores, três dos quais construídos no Brasil, a equipe especificou uma nova classe. Toda a flotilha precisa passar por procedimentos de revitalização. Não há informações a respeito da disposição atual das unidades, de 30 anos em média. O projeto original do Scórpene foi modificado para atender necessidades brasileiras. O submarino cresceu cerca de cinco metros e ganhou cerca de 400 toneladas. Os próximos navios serão o S-41 Humaitá, S-42 Tonelero e o S-43 Angostura. Em 2016 a Procuradoria Geral da República determinou investigações sobre um possível superfaturamento de R$ 2,8 bilhões no Prosub. A Marinha nega, e destaca que “não conhece qualquer irregularidade” nos contratos firmados com a Odebrecht Defesa e Tecnologia, parceira brasileira do Naval Group, francês. As obras são acompanhadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e por peritos da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Fonte: Época Negócios ( https://epocanegocios.globo.com/Brasil/noticia/2018/12/epoca-negocios-marinha-lanca-novo-submarino-riachuelo.html  )

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Marinha dos EUA concede contratos de US $ 9 bilhões para a construção novos Destroyers classe Arleigh Burke

Tradução e adaptação- E.M.Pinto

A Marinha dos EUA assinou dois contratos totalizando mais de US $ 9 bilhões os quais se destinam a construção de mais dez novos Destroyers da classe Arleigh Burke, na configuração  Flight III.

Concedido em 27 de setembro, os contratos multi-anuais (MYP) 2018 – 2022 (anos fiscais), paara a General Dynamics Bath Iron Works (GDBIW)  são quatro navios e para a Huntington Ingalls Industries (HII) outros seis. 

O GDBIW recebeu um contrato de US $ 3.904.735.559 para  a construção de quatro navios da classe DDG-51 no ano fiscal de 2019-2022. Já a HII projetará e construirá seis navios da classe DDG-51 no ano fiscal de 2018-2022 sob um contrato de US $ 5.104.668.778 (FPIF).

“Estes contratos são mais uma prova da entrega contínua  de capacidade letal para a marinha  e para a nação com um senso de urgência, garantindo o melhor valor para o contribuinte… A Marinha economizou US $ 700 milhões por esses 10 navios, usando contratos de compras de vários anos, em vez de uma abordagem de contratação de um ano… Também temos opções para um adicional de cinco DDG-51 para nos permitir continuar acelerando a entrega das excepcionais capacidades do DDG-51 Flight III à nossa força naval”,  disse James F. Geurts, secretário assistente da Marinha para pesquisa, desenvolvimento e aquisição

Esses prêmios de aquisição de vários anos são para um total de 10 navios MYP. Além disso, o contrato de cada construtor naval contém opções para navios adicionais no AF18 / 19/20/21/22, proporcionando flexibilidade à Marinha e / ou ao Congresso para aumentar as taxas de construção do DDG-51 acima dos 10 navios MYP no pedido de orçamento para 2018, se apropriado.

“Esta aquisição fornecerá eficientemente capacidade integrada de defesa aérea e antimísseis para nossa frota futura, ao mesmo tempo em que fortalecerá nossa base industrial de construção naval e defesa… A Marinha tem orgulho de estar trabalhando ao lado dos construtores de navios dedicados da BIW e da Ingalls para continuar a entregar esses navios de guerra à frota.”disse o Capitão Casey Moton, gerente do programa de classe DDG-51

Os destróieres estão sendo adquiridos em uma configuração Flight III, confiando em um projeto de estado e maduro, ao mesmo tempo em que fornece capacidade crítica integrada de defesa antimísseis e aéreos com o radar de defesa antiaéreo  AN / SPY6 (V) (1).

Fonte: Naval Today

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Army-2018: Revelado o conceito do novo Porta Aviões "leve"

 E.M.Pinto

No fórum “Army-2018” os participantes tiveram a oportunidade de ver o modelo de um porta-aviões leve e multiuso em desenvolvimento pelo Instituto Kyrlov. A princípio não foi manifestado o interesse do navio pela Marinha Russa.

O modelo Apresentado no  estande do Centro de Pesquisa do Estado de Krylov, claramente diferia das maquetes previamente apresentadas em outras feiras e eventos. O modelo exposto exibe um deck superior cuja configuração permite a operação simultânea de várias aeronaves.

Segundo as informações o novo porta-aviões teria um deslocamento total de 44 mil toneladas e seria capaz de operar cerca de 46 aeronaves, incluindo caças pesados ​​e leves, vários helicópteros e aeronaves alerta aéreo antecipado.

Para comparação, em um cruzador Porta aviões aviões, Almirante Kuznetsov, possui um deslocamento máximo de cerca de 58 mil toneladas, o projeto previa a operação de cerca de 50 aeronaves e helicópteros, na realidade, a ala aérea sempre operou com números menores. O Kuznetsov possui um alcance da navegação é de 8000 milhas, a autonomia é de 60 dias. O porta-aviões possui uma poderosa defesa antiaérea, anti-torpedo e anti-submarino.

Segundo o instituto Kyrlov o projeto apresentado interessou inclusive à estrangeiros, em particular, os franceses.  As suposições levantadas até mesmo antes do é de que o modelo seja destinado a um cliente estrangeiro embora se afirme que o mesmo também foi apresentado para a Marinha Russa.

Até então sabe-se que a Marinha Russa pauta a sua escolha no Project 23000 (“Storm”). O esboço preliminar sugere desse navio apresenta um deslocamento de 80.000 a 90.000 toneladas. O navio será equipado com uma unidade de propulsão combinada que compreende um reator nuclear e um motor de turbina a gás. O grupo de porta-aviões deve consistir em até 60 aeronaves.

Quanto a um possível deslocamento de um avançado porta-aviões russo, o instituto havia informado previamente que as especificações da Marinha Russa, apontam para um navio com deslocamento entre 60.000 a 100.000 toneladas. Essa diferença pode ser explicada: a escolha do deslocamento de água depende diretamente do tipo de propulsão que será usada para operar um navio.

As autoridades da Marinha russa presentes no evento disseram anteriormente que a frota russa espera receber um porta-aviões avançado movido a energia nuclear com um deslocamento de não menos de 70 mil toneladas até 2030.

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O chefe da Nevsky PKB explica tudo sobre a reparação de porta-aviões "Almirante Kuznetsov"

Tradução e adaptação: E.M.Pinto

Mais informações sobre os progressos e as recentes mudanças no programa de reparos do único Porta aviões Russo o “Almirante Kuznetsov”. As informações são baseadas na entrevista de Sergei Orlov, chefe do Nevsky PCB, concedida  à agência de notícias TASS .

O porta-aviões Almirante Kuznetsov passará por reparos e modernização nos próximos três anos. Todos os principais pontos da entrevista são apresentados aqui:

Sobre as dificuldades na reparação do porta-aviões

A parte mais difícil neste contrato sério é sobreviver ao prazo, é indicado de forma bastante rígida.  A preocupação é causada não apenas pela parte de modernização mas, porque é necessário garantir a interface dos sistemas instalados entre si e com os instrumentos restantes do navio.

Sobre as obras e os termos de reparação e modernização

A reparação com a modernização será levada em 2,5 anos. E então a entrega do navio está planejada para ser efetuada em uma impressionante e complexa sequencia de testes por cerca de sete meses.

TAKR “Almirante Kuznetsov” / “82 Planta de reparo naval”, OJSC

Sobre o possível atraso

Há uma característica significativa relacionada ao uso da aviação. O fato é que as decolagens e aterrissagens no convés do navio só podem ser feitas em certas condições climáticas. De acordo com Sergei Orlov, é agora claro que o fim da reparação e do início do teste cai no início da época das tempestades do norte – isto dará tempo para uma curta pausa no julgamento o que permitirá que se pratiquem reparos neste período.

Sobre as diferenças na reparação do porta-aviões “Vikramaditya” (ex-almirante Gorshkov) e almirante Kuznetsov.

A principal diferença nos trabalhos realizados no Vikramaditya e o planejado no Almirante Kuznetsov é que é necessário combinar o novo equipamento com o antigo. Isso é mais complicado do que os trabalhos realizados no Vikramaditya.

Porta-aviões “Almirante da Frota da União Soviética Kuznetsov” / Korabel.ru

 

Sobre a transferência da documentação de projeto de trabalho para a fábrica

De acordo com Sergei Orlov, todos os cronogramas estão em dia, o PKB os observa e a documentação de desmantelamento já é transferida para a fábrica de Murmansk.

No início da reparação,

Sergei Vladislavovich disse que as caldeiras da proa do navio já foram descarregadas para instalar novas caldeiras. Para fazer isso, foram feitos grandes recortes através de vários decks, e o navio foi cortado até o fundo.

O Porta-aviões “Almirante da Frota da União Soviética Kuznetsov” / Korabel.ru

Sobre caldeiras de alimentação

A extração de caldeiras há um desafio tecnológico ainda mais difícil, e mais importante, será necessário nos meses mais frios em Murmansk. Neste caso, disse Sergei Orlov, tudo é feito quase simultaneamente, não haverá sequência clássica de ações – primeiro remover o antigo, então algo novo para instalar.

Sobre o número de construtores navais no momento do pico do reparo. Estima-se que cerca de 2.000 pessoas trabalhem no navio. Sobre o número de especialistas do departamento de design na reparação do navio quase todos os departamentos estão envolvidos no reparo do porta-aviões

Sobre a falta de especialistas no departamento de design

Atualmente, jovens especialistas chegam ao escritório após a formatura. Além disso, disse Sergei Orlov, durante os períodos de trabalho intensivo envolveu especialistas de empresas relacionadas que são membros da USC.

Porta-aviões “Almirante da Frota da União Soviética Kuznetsov” / Korabel.ru

Sobre os especialistas de “ouro”

A experiência de conserto “Vikramaditye” ajudou muito. Um grupo de jovens chegou à agência que tinha uma boa escola em Sevmash quando reparou o Vikramaditya. Esses especialistas são “capital de ouro”.

Ala Aérea do “Almirante Kuznetsov”

No navio serão baseadas aeronaves MiG-29K / KUB, Su-33 e vários tipos de helicópteros.

 

A probabilidade de atraso no reparo

A criação de qualquer navio é um compromisso. A tarefa do departamento é encontrá-lo entre o cliente e a unidade de construção, assumindo uma postura dura.

Sobre os porta-aviões do Centro Krylov

Eles têm sua própria visão do futuro do navio de transporte de aeronaves da Rússia, e o Neva BKB tenta não discutir com eles.

A bordo do porta-aviões / Korabel.ru

Sobre uma catapulta eletromagnética

A criação de uma catapulta eletromagnética será um passo incondicional à frente e permitirá a decolagem de aeronaves mais pesadas ​​com maior suprimento de combustível e armas.

Sobre o relacionamento pessoal com o “Almirante Kuznetsov”

Os contornos do porta-aviões, sua forma no momento, podem ser considerados perfeitos – nem adicionar nem subtrair.

Sobre os porta- helicópteros

 São navios de dupla utilização que podem desempenhar funções civis e militares. A experiência na Síria, de acordo com Sergey Vladislavovich mostrou que precisamos de grandes navios suficientes que são simplesmente capazes de oferecer uma variedade de produtos a partir do ponto A ao ponto B.

O trabalho no Porta helicóptero PKB

Esse trabalho ainda não está em andamento. Mas o PKB está trabalhando de forma proativa.

Sobre “Ivan Gren, Project 11711”

De acordo com Sergei Orlov, os fuzileiros estão absolutamente encantados com Ivan Gren. Eles disseram que tudo era muito conveniente em termos de carga e descarga do equipamento.

Sobre a recusa de continuação da construção Project 11711

Tendo criado dois navios, a frota vê o conceito de um novo veículo, há a possibilidade de um novo “hover craft” para usar  em navios e estes só podem ser lançados a partir de um navio de desembarque universal.

 

Fonte: KORABEL

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Severnoye Design Bureau inicia o projeto das fragatas Project 22350M ainda em 2018

Tradução e adaptação- E.M.Pinto

A elaboração da fragata com maior deslocamento do que o navio do Projeto 22350, Almirante Gorshkov, começará em 2018. A Marinha planeja obter o primeiro navio do Projeto 22350M até 2026, foi o que observou o vice-comandante-em-chefe da Marinha Russa, o almirante Viktor Bursuk ao periódico Mil.Press Today. Ele acrescentou que o projeto seria desenvolvido pelo Severnaya Design Bureu.

Espera-se que as fragatas do Projeto 22350M atualizadas desloquem cerca de 8.000 toneladas. O Severnaya Verf será o estaleiro  capaz de construí-las, se concluir a atualização das instalações de produção no tempo previsto.

Como foi relatado anteriormente, a Marinha Russa precisa de algo como 10 navios do Projeto 22350M que supostamente preenchem a lacuna entre as fragatas de deslocamento tradicional de 4.500 a 5.000 toneladas e os Destroyers. Sua construção foi anunciada em 2014 por Viktor Chirkov, o então comandante em chefe da Marinha Russa.

De acordo com relatórios oficiais de julho de 2017, apenas o desenvolvimento inicial da aparência da fragata do Projeto 22350M estava em andamento naquele momento. O Ministério da Defesa da Rússia não havia aprovado o projeto do navio naquele momento.

Fonte: MCT

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Protótipo do Submarino nuclear ficará pronto em 3 anos, afirma Marinha...

O protótipo em terra do submarino nuclear brasileiro projetado pela Marinha ficará pronto em pouco mais de três anos. As obras do prédio onde o modelo em tamanho natural está sendo montado foram apresentadas nesta quarta-feira (16) a jornalistas pelo almirante André Luis Ferreira Marques, diretor de Desenvolvimento Nuclear da Marinha, em Iperó, no interior de São Paulo.

O projeto consumiu US$ 2,5 bilhões (cerca de R$ 10 bilhões) nos últimos 40 anos. Outros R$ 2,2 bilhões serão investidos até dezembro de 2021, quando o submarino “terrestre”, equipado com o reator nuclear, entra em funcionamento a 200 quilômetros do mar. A versão definitiva, que vai para o oceano, no Rio de Janeiro, só ficará pronta entre 2028 e 2030.

Na avaliação do almirante, as crises econômicas vividas pelo país afetaram mais o projeto do que a Operação Lava Jato, que levou à prisão um dos idealizadores do programa, o ex-almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, por denúncia de corrupção na Eletronuclear, que ele dirigiu após passar para a reserva na Marinha, em 2005. Othon, que sempre negou as acusações, foi libertado em 2017, graças a um habeas corpus.

A versão definitiva, que vai para o oceano, no Rio de Janeiro, só ficará pronta entre 2028 e 2030

“O TCU (Tribunal de Contas da União) acompanha o projeto desde o início e nunca tivemos problema desse tipo aqui. Quando vimos algo errado, abrimos sindicância e até inquérito militar, mas não deixamos avançar”, afirmou Marques.

As obras do estaleiro da Marinha em Itaguaí (RJ) também têm participação da Odebrecht, uma das empresas que foram alvo da Lava Jato. A empreiteira, no entanto, não realizou obras em Iperó.

De acordo com Marques, o programa sofreu grande contingenciamento financeiro entre 1997 e 2007, mas nunca parou. Na época, houve redução de 50% no número de funcionários. No ano passado, o projeto foi afetado indiretamente pela crise, que levou à insolvência muitas empresas fornecedoras de equipamentos e insumos.

Avanço

A conclusão do modelo em terra do submarino equipado com reator nuclear construído no Brasil será o segundo grande avanço do programa nuclear da Marinha. O primeiro ocorreu na década de 1980, com o domínio do enriquecimento de urânio – o combustível do submarino.

O marco foi a inauguração, em abril de 1988, da Usina Almirante Álvaro Alberto, pelo então presidente José Sarney, na presença do presidente da Argentina na época, Raúl Alfonsín. Os 30 anos da inauguração da usina de enriquecimento de urânio serão lembrados no dia 8 de junho, com uma visita dos presidentes atuais dos dois países, Michel Temer e Mauricio Macri, ao Centro Tecnológico da Marinha, em Iperó.

Os chefes de governo irão conhecer as obras do Laboratório de Geração de Energia Núcleo Elétrica (Labgene), onde o modelo padrão do submarino está sendo montado em ritmo acelerado. “Estamos tocando ao mesmo tempo as obras civis e a montagem do protótipo com o reator. O Labgene tem de ficar pronto primeiro, para que possamos qualificar o projeto do submarino que será construído no complexo naval de Itaguaí “, disse o almirante.

O prédio tem paredes com 33 metros de altura e já abriga parte do casco do submarino – um cilindro de aço com 10 metros de diâmetro que terá cerca de 70 metros de comprimento. A escala do protótipo é de um metro por um, ou seja, o modelo em terra será similar ao que vai navegar.

O compartimento que abrigará o reator é considerado instalação nuclear e segue normas para licenciamento pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). O conjunto de turbinas e o freio dinamométrico já estão instalados. A base para o motor elétrico de propulsão, de 7,4 megawatts, também está pronta. O próprio equipamento está em testes em laboratório vizinho.

Conforme o almirante, todos os componentes do reator nuclear já foram testados individualmente. O início da montagem está previsto para este ano. “É similar ao que vai equipar o submarino e será testado aqui antes.” As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.

Fonte: UOL

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Novo porta-aviões para a Rússia: USC apresentará projetos até o final do ano.

Tradução AR.

Até o final de 2018, a United Shipbuilding Corporation (USC) apresentará, para consideração do Ministério da Defesa da Federação Russa, algumas minutas finalizadas de um novo porta-aviões nacional. No caso de uma decisão positiva sobre uma das opções, o trabalho de desenvolvimento do navio poderá começar em 2019, disse uma fonte da indústria de defesa.

“A USC foi instruída para até o até o final deste para apresentar suas propostas refinadas para o Ministério da Defesa da Federação Russa Uma das opções, em particular, envolve a construção de porta-aviões com um deslocamento de 75 mil toneladas …”  disse a fonte.

A fonte explicou que, “no caso de uma decisão positiva sobre um dos projetos, a etapa de desenvolvimento de engenharia do navio e preparação de documentação de projeto poderá começar com 2019. Otransportador pode ser incorporada entre 2021-2022, a sua construção, de acordo com estimativas preliminares, vai durar cerca de 10 anos “. O interlocutor acrescentou que o programa estadual de armamentos para 2018-2027 prevê “financiamento inicial” sob o programa de um novo porta-aviões.

A USC não comentou as informações do canal de notícias TASS fornecidas pela fonte anônima.

Atualmente, a Marinha da Rússia tem um único porta-aviões de tamanho médio não nuclear, o almirante Kuznetsov (de acordo com a classificação russa, um avião de transporte pesado). Como foi referido anteriormente pela força, a Marinha russa espera receber um porta-aviões promissor com uma usina de energia nuclear até o final de 2030, um novo deslocamento de porta-aviões deve ser inferior a 70 thous. Toneladas.

 

Concepção do porta-aviões Shtorm – Projeto 23000 – Repare que a bordo existem alguns caças Su-57, que segundo o MD russo, terá uma versão naval.
O Centro de Pesquisa do Estado de Krylov desenvolveu e apresentou ao público em geral um projeto de porta-aviões para clientes estrangeiros, que também foi oferecido para a frota nacional. O projeto 23000 foi chamado de “tempestade”. O esboço assume que o navio terá um deslocamento de 80-90 mil toneladas, será equipado com uma usina de energia combinada (um reator atômico e um motor de turbina a gás), o grupo de ar do navio deve ser de até 60 aeronaves.
Fonte: Defence/Alexander Kurokhtin
 
Imagens: Sputniknews e Defence