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Revista Verde-Oliva - Brasil no Haiti, um caso de sucesso

https://www.calameo.com/read/00123820623a16827662f

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Jornal pró-Hezbollah declara “morte à América” após decisão de Trump sobre Jerusalém

Líder do Hezbollah Sayyed Hassan Nasrallah – Foto: REUTERS

O jornal libanês pró-Hezbollah al-Akhbar declarou “morte à América” em sua primeira página nesta quinta-feira, na reação mais forte de uma cobertura midiática libanesa totalmente crítica à decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como capital de Israel.

Na quarta-feira, Trump reconheceu oficialmente Jerusalém como a capital israelense e disse que irá transferir a embaixada dos EUA para a cidade, provocando raiva e frustração em países árabes.

Sayyed Hassan Nasrallah, líder do Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã, deve transmitir a primeira reação da organização à decisão de Trump em pronunciamento televisionado às 18h (14h no horário de Brasília) desta quinta-feira.

O Akhbar chamou a decisão de Trump do “novo Balfour da América”, em referência à declaração de Balfour, na qual o Reino Unido apoiou o estabelecimento de uma pátria judaica no Oriente Médio há um século.

“Hoje, na Palestina, há uma resistência capaz e empoderada que possui milhares de foguetes que podem atingir Tel Aviv”, disse.

O Hezbollah, uma organização política e militar fortemente armada, tem lutado em diversos conflitos contra Israel desde sua formação em 1982.

Reportagem de Sarah Dadouch

Fonte: Reuters

 

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MINUSTAH: História do Brasil no Haiti, Ep. 4 – “Um tiro em Cité Soleil”

Cap Leoni (ao centro) no Haiti – Foto: EBlog

Capitão Nelson Leoni, ferido no ombro por um disparo de fuzil, em 2005, quando servia no Batalhão Brasileiro da Força de Paz, no Haiti.

[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=hKCHfPg7F64[/embedyt]

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MINUSTAH : Histórias do Brasil no Haiti, Ep.3- “A Conquista da Cidade-Sol”

Momentos marcantes da pacificação de Cité Soleil são narrados pelo General Santos Cruz, que comandou o componente militar na missão no Haiti, e pelo jornalista Luis Kawaguti, autor do livro “A república negra – histórias de um repórter sobre as tropas brasileiras no Haiti” (Editora Globo).

https://youtu.be/qC9uElLvkDU

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MINUSTAH: O legado da participação do Exército Brasileiro na MINUSTAH e a evolução da Doutrina Militar

Por: Daniel Mendes Aguiar Santos*

O complexo cenário contemporâneo evidencia a necessidade de uma Força Terrestre (F Ter) capaz de enfrentar ameaças difusas e condicionantes, como o enfrentamento de forças irregulares robustas, a atuação em espaço de batalha não linear, a atuação em ambiente interagências, o incremento da proteção (individual e coletiva), a condução de operações de informação, as ações no espaço cibernético, a proteção de civis, entre outras. Assim, a partir de 6 de setembro de 2013, a Portaria n.º 197, do Estado-Maior do Exército, aprovou as Bases para a Transformação da Doutrina Militar Terrestre, documento que passou a orientar a introdução de fundamentos e de concepções doutrinárias, a fim de incorporar capacidades e competências necessárias à atuação no século XXI. Em 2014, a Doutrina Militar Terrestre (DMT) colimou um conjunto de valores, conceitos e táticas para orientar o preparo dos recursos humanos e dos meios da F Ter.

Nesse contexto, o Exército Brasileiro (EB) acolheu a sistemática da geração de forças por meio do Planejamento Baseado em Capacidades (PBC), percebendo capacidade como a aptidão requerida a uma Força ou Organização Militar para que possa cumprir certa missão ou tarefa. Para a obtenção de uma determinada capacidade, deve-se promover a sinergia entre sete fatores: Doutrina, Organização, Adestramento, Material, Educação, Pessoal e Infraestrutura (DOAMEPI). Entre as capacidades elencadas para a F Ter, encontramos a efetividade na doutrina militar e a projeção internacional em apoio à política exterior do País.

Sob esse prisma, após treze anos de presença no Haiti, no momento em que as condições de segurança se estabilizaram e a ONU estendeu, pela última vez, o mandato da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH), o EB iniciou a desmobilização dos seus integrantes que atuam na Ilha Hispaniola. Portanto, torna-se oportuna breve reflexão acerca do legado dessa atuação para a DMT. Estabelecida em 2004, a MINUSTAH empreendeu esforços na obtenção de um nível de segurança que permitisse o funcionamento das instituições e o desenvolvimento daquele país, contando com o componente militar liderado pelo EB. Nesse sentido, fruto do preparo e do emprego de 26 contingentes, observam-se influências e contribuições para as capacidades acima destacadas, segundo os seguintes aspectos do DOAMEPI:

– Doutrina: é a base para os demais aspectos, materializada por produtos doutrinários. Nessa perspectiva, o emprego da MINUSTAH demandou ação ao longo do espectro conflitivo, alternando cenários de crise e de paz instável. Assim, implicou na combinação de atitudes por parte dos contingentes, incluindo ações defensivas, ofensivas e de estabilização. Dessa forma, contribuiu com a DMT na concepção do conceito operativo do Exército – Operações no Amplo Espectro.

– Organização: é expressa pela estrutura organizacional dos elementos de emprego da F Ter. Nessa conjuntura, em face das inúmeras demandas vividas no Haiti, configuraram-se as estruturas denominadas BRABATT (Brazilian Battalion) e BRAENGCOY (Brazilian Engineer Company), com destaque para a adição de um segundo BRABATT, em virtude da crise humanitária advinda do terremoto de 12 de janeiro de 2010. Tal experiência contribuiu para que a DMT adotasse a organização com base nas características Flexibilidade, Adaptabilidade, Modularidade, Elasticidade e Sustentabilidade (FAMES), buscando resultados decisivos por meio do emprego gradual e proporcional à ameaça.

– Adestramento: trata das atividades de preparo, segundo programas e ciclos específicos. Com isso, influenciado pelo compromisso com a MINUSTAH, em 2005, o EB criou o Centro de Instrução de Operações de Paz (CI Op Paz), com a finalidade de conduzir o preparo dos contingentes. Já em 2010, o Ministério da Defesa ampliou o encargo do CI Op Paz para a preparação de civis e militares, brasileiros e de nações amigas, evoluindo para Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil (CCOPAB), consolidando-se em um centro de adestramento de excelência mundial.

– Material: compreende todos os materiais e sistemas para uso na F Ter. Nessa ótica, as operações no Haiti trouxeram a otimização do uso de armamento não letal, fruto das limitações para o uso da força e da densidade de civis no ambiente. Além disso, com o intuito de preservar o bem-estar físico dos militares, ampliou-se o emprego de equipamentos de proteção individual, de plataformas blindadas e de sistemas adicionais de blindagem, como a proteção blindada do motorista (PBM) e a proteção blindada do atirador (PBA), aplicadas nos Veículos Blindados de Transporte de Pessoal (VBTP) Urutu, o que contribuiu para maior abrangência da função de combate e proteção na Doutrina Militar Terrestre (DMT).

Modificações realizadas no Engesa EE-11 URUTU empregados no Haiti: lâmina frontal do tipo buldozer com acionamento hidráulico, cabine blindada com vidros à prova de balas para o motorista, e torreta blindada para o atirador. Fruto da experiencia colhida na MINUSTAH.

– Educação: refere-se às atividades de capacitação e habilitação destinadas ao desenvolvimento do militar quanto à competência requerida. À luz desse conceito, o emprego na MINUSTAH promoveu a exposição ao ambiente multinacional, sob a égide da ONU, demandando: capacidade linguística para a coordenação das operações, compreensão do Direito Internacional dos Conflitos Armados (DICA) para o devido uso da força e liderança militar continuada. Tal cenário influenciou a DMT, uma vez que fomentou o ensino de idiomas e implicou na inserção do DICA na instrução militar, criando melhores condições para a projeção internacional de poder.

– Pessoal: abrange todas as atividades relacionadas aos integrantes da Força, nas suas diversas funcionalidades. Nesse ponto de vista, o emprego de cerca de 37.500 militares na MINUSTAH propiciou oportunidade de habilitar homens e mulheres do Exército Brasileiro para atuar no amplo espectro, em cenários voláteis e imprevisíveis. Logo, a experiência gerou massa crítica capaz de operar com adaptabilidade, requisito crucial à DMT para o uso da força no presente século.

O Primeiro Pelotão de Infantaria de Aeronáutica foi enviado ao Haiti em Fevereiro de 20011. Seu efetivo era composto por militares pertencentes as unidades de Infantaria da Área do Segundo Comando Aéreo Regional (II COMAR) marcando o inicio da participação da Infantaria da FAB em missões de paz da ONU

– Infraestrutura: engloba instalações físicas, equipamentos e serviços que geram suporte à utilização e ao preparo dos elementos de emprego. Nesse caso, o desdobramento no Haiti durante 13 anos criou a demanda de otimizar a mobilização e o fluxo logístico na Força Terrestre. Essa situação influenciou a criação da Base de Apoio Logístico do EB e, mais especificamente, levou à ativação da Célula Logística de Apoio ao Contingente do Haiti (CLACH), liderada pelo Comando Logístico (COLOG), aprimorando a perspectiva das características FAMES, mencionadas acima, no âmbito da Doutrina Militar Terrestre.

Viaturas do BRABATT (Brazilian Battalion) usadas tanto para patrulhamento quanto para ações humanitárias e logísticas

Por fim, observa-se que o emprego do Exército na MINUSTAH, além de contribuir com a construção da paz no Haiti, gerou legado relevante às capacidades elencadas pela DMT. Isto posto, a atuação do EB em missões de paz, à medida que mobiliza todos os fatores dos aspectos DOAMEPI, evidencia-se como oportunidade de multiplicação do poder de combate em prol das capacidades necessárias à Defesa da Pátria.

Que venha o próximo desafio!
Fé na missão!

*O Maj Daniel Aguiar é aluno do segundo ano do curso Comando e Estado-Maior da ECEME e doutorando em Ciências Militares no Intstituto Meira Mattos. Na sua última designação, comandou o 10º Esqd C Mec, em Recife, PE (2014-2015). No exterior, sob a égide da ONU, desempenhou as funções de Military Observer e Staff Officer, no Sudão (2011) e no Sudão do Sul (2012-2103).

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MINUSTAH: Histórias do Brasil no Haiti – Episódio 2 – Parreira fala sobre o Jogo da Paz

Carlos Alberto Parreira, ex-técnico da seleção brasileira, narra os momentos marcantes do Jogo da Paz. O amistoso entre os times do Brasil e do Haiti entrou para a história do futebol mundial e da Missão das Nações Unidas pela Estabilização do Haiti (MINUSTAH).

https://youtu.be/tLWyNP3FthM

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MINUSTAH: Histórias do Brasil no Haiti – Episódio 1 – “O Primeiro Comandante”

O General de Exército Heleno é o primeiro entrevistado em série especial de vídeos sobre o encerramento da missão de paz das Nações Unidas no Haiti.

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MINUSTAH: BRABAT 26 ADESTRA SEU DESTACAMENTO DE RESPOSTA INICIAL EM DESASTRES

Porto Príncipe (Haiti) – O BRABAT 26, responsável pela desmobilização do contingente brasileiro desdobrado no Haiti desde 2004, tem mantido um efetivo mínimo em atividades operacionais, conforme diretriz da MINUSTAH. Nesse contexto, uma das frações preparadas em reconhecimento e análise de desastres, o chamado Destacamento de Resposta Inicial (DRI) tem sido empregado de maneira proativa como forma de levantar dados para o componente militar da MINUSTAH, proporcionando melhores condições para seu emprego, caso o Haiti seja atingido por um furacão, cuja temporada ocorre de junho a novembro.

Após o reconhecimento no sul do Haiti no mês de junho, o DRI foi agora desdobrado por meios aéreo e terrestre na região norte do país, no período de 8 a 12 de julho de 2017, com foco principal nas localidades de Gonaives e Port de Pax. O emprego dessa fração constituída por militares especializados do BRABAT 26, tem permitido testar uma doutrina em concepção.

Com um efetivo variável de aproximadamente 30 militares, os quais puderam receber, ainda no Brasil, instruções e conhecimentos da Escola de Defesa Civil do Estado do Rio de Janeiro (ESDEC-RJ), o DRI tem sido apresentado a civis e militares da ONU e do Haiti com o nome de Disaster Assessment Team (DAT) , o qual também recebe apoio em conhecimento científico de professores e alunos do curso de Mestrado em Segurança e Defesa Civil (gerenciamento de desastres), conduzido pela Universidade Federal Fluminense (UFF).

Fonte: EB

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MINUSTAH: BRABAT FAZ RECONHECIMENTO NA REGIÃO SUL DO HAITI

Les Cayes (Haiti) – O 26º contingente do Batalhão de Infantaria de Força de Paz (BRABAT 26) desdobrou seu Destacamento de Resposta Inicial (DRI) em avaliação de desastres na região Sul do Haiti, especificamente, nas localidades de Les Cayes, Jeremie, Port Salut e Dame Marie, durante o período de 16 a 21 de junho.

A montagem e a preparação do DRI feita no Brasil, sob a coordenação da 12ª Brigada de Infantaria Leve (Aeromóvel), foi baseada na nota de coordenação doutrinária do Estado-Maior do Exército, que trata sobre a Força de Ajuda Humanitária, e também nas experimentações doutrinárias conduzidas pelo Comando Militar do Nordeste em 2015.

Com enfoque no reconhecimento e preparação para uma efetiva resposta da MINUSTAH, em caso de o país caribenho ser novamente atingido por um furacão, o DRI foi apresentado à Organização das Nações Unidas (ONU) com o nome de Disaster Assessment Team (DAT). A preocupação se dá devido ao fato de a temporada de furacões no Haiti ter iniciado em junho, com previsão de se estender até novembro.

A tropa, integrada por 36 militares e dois assistentes linguísticos haitianos, percorreu essas cidades e regiões próximas, levantando as necessidades e meios disponíveis nas áreas de logística, comando e controle, coordenações com agências governamentais e Organizações Não Governamentais, inteligência, proteção, engenharia e saúde. Essas ações tiveram por finalidade um possível desdobramento de tropas em apoio à ajuda humanitária e a montagem de um banco de dados para ser consultado pelo Office for the Coordenation of Humanitarian Affairs (OCHA) e pela MINUSTAH, em caso da ocorrência de um desastre em uma região já afetada. Em outubro de 2016, o furacão Matthew atingiu o Sul do país, deixando grande quantidade de vítimas.

O Haiti teve cerca de 230.000 mortes, ao longo dos últimos 20 anos, causadas por desastres naturais, configurando-se no país com o maior número de vítimas fatais por catástrofes desse gênero, segundo relatório da ONU, divulgado em 13 de outubro de 2016.

Fonte: EB

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MINUSTAH: Área de Cité Soleil entregue à Polícia Nacional Haitiana

Porto Príncipe (Haiti) – A partir de 15 de junho, a Missão das Nações Unidas para Estabilização no Haiti (MINUSTAH) passou a área de responsabilidade de Cité Soleil para a Polícia Nacional Haitiana, embora a tropa brasileira continue ocupando uma base naquela comuna e realizando patrulhas esporádicas.

Essa ação está inserida no processo de fortalecimento das instituições nacionais, a partir da constatação de que essa região já se encontra em um grau aceitável de segurança e estabilidade. A passagem dessa área sensível, já considerada uma das mais violentas do mundo, somente foi possível em decorrência da presença e da atuação das tropas brasileiras em Porto Príncipe nesses últimos 13 anos de MINUSTAH.

Nesse contexto de ajustes das áreas de responsabilidade, o Batalhão Brasileiro de Infantaria de Força de Paz (BRABAT 26) teve ampliado seu raio de ação para todo o território haitiano, em função da saída das tropas militares dos outros países. Para isso, aproveitando a característica da aeromobilidade da tropa oriunda da 12 Brigada de Infantaria Leve (Aeromóvel), o Batalhão tem ficado em condições de atuar em qualquer parte do país, por intermédio do emprego de uma Força de Reação Rápida, a “Quick Reaction Force” (QRF), com apoio de helicópteros MI-171, do BANAIR (Bangladesh Air Force/MINUSTAH), no tempo máximo de 30 minutos, após acionamento.

Além disso, como o contingente do Brasil é o último a deixar o Haiti, os militares brasileiros passaram, desde o mês de maio, a garantir a segurança das instalações das bases chilena, uruguaia e peruana em cidades localizadas no Norte do país.

Fonte: BRABAT 26

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MINUSTAH: OPERAÇÃO “INI POU LAPÉ” – DISSUASÃO ATIVA DO EXÉRCITO

Porto Príncipe (Haiti) – Em 9 de junho, no final da sua primeira semana de ativação, o 26º contingente do Batalhão de Infantaria de Força de Paz (BRABAT 26) realizou a Operação “Ini Pou Lapé I”, na qual foram empregados todos os efetivos e os meios disponíveis em Porto Príncipe, a Capital do Haiti.

A operação teve a finalidade de manter a presença dissuasória e o apoio à população na comuna de Cité Soleil, particularmente, nas regiões de Brooklyn, Boston e Bellecourt. Com esses objetivos, ocorreram patrulhamentos a pé e motorizado. Essa localidade já havia sido considerada uma das regiões mais violentas do mundo, antes da atuação da tropa brasileira.

O nome da “Ini Pou Lapé”, em creole (língua falada no país), significa “Unidos pela Paz”. Essa expressão tem sido utilizada como slogan do BRABAT 26 desde a fase do preparo, quando estava sob a coordenação do Comando da 12ª Brigada de Infantaria Leve (Aeromóvel), com sede em Caçapava (SP).

Último contingente militar brasileiro

Após 13 anos de missão de paz no Haiti, o último contingente militar brasileiro (CONTBRAS) é composto por 970 militares do BRABAT 26, que conta com duas Companhias e um Esquadrão de Força de Paz do Exército Brasileiro, além do Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais, da Marinha do Brasil; e um Pelotão da Força Aérea Brasileira. O CONTBRAS também é composto pela Companhia de Engenharia de Força de Paz.

Fonte:  BRABAT 26

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MINUSTAH: Fuzil de Assalto IMBEL IA-2 ‎5.56×45 mm é empregado pelo último contingente brasileiro no Haiti

Em cerimônia realizada na Base General Bacelar, em Porto Príncipe, o 26º Contingente Brasileiro (CONTBRAS) na Missão das Nações Unidas para Estabilização no Haiti (MINUSTAH) foi efetivado como a última tropa que realizará a fase final da missão, que será concluída em 15 de outubro do corrente ano.

Foto: Victor Mazoni

A última tropa brasileira no Haiti é composta por 970 militares, sendo 850 do Batalhão de Infantaria (BRABAT) e 120 da Companhia de Engenharia de Força de Paz. O contingente da 26ª Companhia de Engenharia de Força de Paz é dotado com o novo Fz IA2 5,56 produzido pela IMBEL, armamento recentemente padronizado pelo Exército Brasileiro e que já equipa diversas organizações militares da Força Terrestre.

A IMBEL orgulha-se em contribuir para a operacionalidade da 26ª Cia de Engenharia de Força de Paz e dar visibilidade a um armamento genuinamente nacional naquela que será a última participação do componente militar brasileiro na Missão de Estabilização no Haiti.

Foto: Victor Mazoni

Fonte: Imbel