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Demonstrado na MAKS 2011 o Mi 34 S1 um helicóptero leve que está sendo oferecido para o mercado Brasileiro

Plano Brasil

E.M.Pinto

Foi apresentado na MAKS 2011 o helicóptero leve Mil Mi 34 S1. A aeronave foi apresnetada no Brasil na LAAD 2011  e alimenta a espectativa russa para entrada em um mercado bastante promissor, o Brasil já é o 2º Maior mercado mundial de helicópteros civis porém , há uma demanda suprimida de aeronaves para o mercado de segurança pública que pode por si só alavancar inúmeras oportunidades de negócios.

Os Russos pretendem oferecer 150 helicópteros Milmi 34S1 para o mercado Brasileiro, para isto aRussian Helicopters” e a sua  Holding brasileira o grupo Qualy Brasil assinaram um acordo de cooperação durante a LAAD-2011 no Rio de Janeiro. O documento prevê a entrega ao Brasil de 150 novos helicópteros leves russos Mil Mi-34S1 (vídeo MAKS 2011).

Na cerimônia de assinatura os representantes do grupo Qualy destacaram que o interesse nos helicópteros vem de encontro a crescente demanda das empresas comerciais e governamentais, particularmente os responsáveis ​​pela preparação para a Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016 no Brasil.
O helicóptero se adequa a várias necessidades especialmente ao treinamneto básico de pilotos. “Russian Helicopters” e o Grupo Qualy Brasil também planejam criar um centro de assistência técnica, logística e treinamento para manutenção da frota brasileira de Mi-34S1.

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Câmeras de visão noturna Parte II- Entrevista OPTOVAC e a Primeira Câmera Termal Brasileira

Prefácio

Dando continuidade ao artigo exclusivo do Plano Brasil “Visão noturna Parte I- A origem & tecnologias”Apresentamos neste artigo duas seções distintas, a primeira  uma entrevista efetuada na ocasião da LAAD 2011, evento o qual o Plano Brasil foi especialmente convidado teve a oportunidade de visitar o estande da OPTOVAC.

Os nossos enviados Ricardo Pereira e Luiz Medeiros puderam experimentar as câmeras termais apresentadas pela empresa e com isto comprovar as suas características. Luiz Medeiros destacou-nos que ficou impressionado com a resolução do equipamento, em especial um peculiar acontecimento no qual segundo ele,  pode focar em seu braço e ver nitidamente a sua própria circulação sanguínea. Nossos enviados foram recebidos pelo representante da OPTOVAC Henrique Nobre, que gentilmente nos concedeu esta entrevista e  informações sobre os equipamentos expostos bem como da própria empresa.

Na segunda parte deste artigo intitulado a primeira Câmera Termal Brasileira, apresentaremos com exclusividade imagens de dois ensaios reais efetuados com as câmeras termais produzidas pela OPTOVAC realizadas por duas unidades distintas do Exército Brasileiro, O leitor poderá saber um pouco mais das tecnologias acerca destes sistemas recorrendo ao primeiro artigo desta série (“Visão noturna Parte I-A origem & tecnologias”)e assim entender um pouco melhor sobre as tecnologias envolvidas nas câmeras desenvolvidas pela empresa,  Esta matéria já estava agendada a bastante tempo, porém eu não havia concluído, os ensaios foram efetuados em 2009 e 2010 e desde então acompanhamos a evolução do projeto. Neste contexto, gostaria por fim de ressaltar que as informações e fotos foram exclusivamente cedidas pela OPTOVAC ao Plano Brasil e que estas podem ser vistas em maior resolução bastando para isto clicar sobre as mesmas,

E.M.Pinto

 

OPTOVAC Fabricante nacional de câmeras termais:

Entrevista exclusiva Plano Brasil

Luiz Medeiros e Ricardo Pereira- Plano Brasil

Henrique Nobre: OPTOVAC

Plano Brasil: Bom dia Henrique, obrigado pelo convite e pela gentil recepção. Em nome do Plano Brasil gostaríamos de lhes parabenizar pelos feitos tecnológicos e vos felicitar pela participação nesta edição da LAAD 2011. Você poderia falar um pouco da empresa para os leitores do Plano Brasil e seus Parceiros?

 

Henrique: Bom dia Luiz é um prazer tê-los aqui, bem… gostaria de dizer que a OPTOVAC é uma empresa inteiramente nacional. Nós estamos ha mais de 20 anos no mercado e a Optovac nasceu com o incentivo da Marinha, que através da COPESP (Coordenadoria para Projetos Especiais), tinha o objetivo de desenvolver a tecnologia do combustível nuclear no Brasil, para submarinos. A OPTOVAC foi fundada e cresceu com este apoio  mas com a crise econômica na era Collor o programa sofreu forte impacto e a OPTOVAC passou a investir muito no setor de óptica de precisão.

 

Hoje concluímos diversos projetos muito importantes para nossa empresa como um projeto para o INPE, para quem desenvolvemos um complexo sistema óptico para o espaço e diversos projetos para o Ctex.

 

Um importante marco tecnlógico para a OPTOVAC e creio, para o País, foi justamente a qualificação para uso espacial da objetiva que desenvolvemos e fabricamos para o INPE. Este processo de qualificação comprovou que nossa objetiva é capaz de suportar as severas  vibrações da decolagem e as radiações no ambiente espacial em que opera, bem como, as mudanças de temperaturas no espaço.

 

É com orgulho que falo desse importante acontecimento para nossa empresa.

 

Plano Brasil: Como já dilvulgamos no Plano Brasil a OPTOVAC atuou recentemente num programa do Centro tecnológico do Exército Brasileiro o CTEx, correto?

 

Henrique: Isto mesmo Luiz, nós já trabalhamos muito com o CTEx, que é um importantíssimo fomentador de tecnologias avançadas e grande apoiador da indústria nacional de defesa. Tecnologia esta, e vale ressaltar, possui muitas vezes,  desdobramentos significativos na área civil.

 

A Optovac concluiu diversos projetos na área de desenvolvimento de sistemas infravermelho, de visão noturna e sistemas optrônicos de guiamento para o CTEX. Ao final de 2009, entregamos uma luneta de imagem térmica para tiros de precisão em fuzis. A luneta foi completamente desenvolvida e fabricada no Brasil: óptica, mecânica, sistemas eletrônicos, softwares e algoritmos, tudo feito no Brasil, pela Optovac.

 

Plano Brasil: Você poderia falar um pouco deste equipamento?

 

Henrique: Esse equipamento já foi testado em campo (ver nesta matéria), foram efetuados ensaios, que englobaram inclusive, tiros noturnos. Foram feitas tambem comparações com um modelo de câmera importada.

 

O ensaio foi efetuado pelo pessoal das Forças Especiais do Exército Brasileiro em Goânia que atestaram e gostaram muito do desempenho. Segundo eles foi melhor do que o modelo importado e essa notícia foi inclusive divulgada no jornal do CTEx daquela época.

Este resultado foi uma satisfação muito grande para toda a nossa equipe pois compravamos que estávamos no caminho certo e a confiança que o CTEX nos despositou foi então correspondida. E mais, comprovou-se novamente, como em outras ocasiões na história da tecnologia brasileira que é possível sim, fazermos tecnologia de altíssimo nível no Brasil. Somos um país com um povo muito perseverante. E a OPTOVAC, sobretudo como pequena empresa, sempre soube perseverar e acreditar no potencial de nossa equipe.

Mas o importante é isso, a OPTOVAC não parou, hoje nós temos um modelo de câmera similar ao usado no ensaio, porém com um sensor muito mais avançado, com tecnologia mais moderna e uma câmera com algoritmos mais avançados e mais novos, com metade do tamanho da câmera utilizada no ensaio, a qual você teve oportunidade de experimentar e pode falar um pouco aos leitores.

 

 

Plano Brasil: Realmente a câmera me impressionou, não só pela definição e nitidêz como também pelo histórico do desenvolvimento, o que mostra uma progressão de modelo para modelo.

 

Henrique: Correto, a OPTOVAC não está parada. Hoje nós temos modelos de câmeras para diferentes aplicações, câmeras com sensores de diferentes resoluções, com tipos de saída de vídeo diferentes, micro LCD (liquid Crystal Display- Monitor de cristal Líquido), ou seja, somos muito flexíveis às necessidades do cliente.

 

A OPTOVAC quer expandir essa tecnologia para outros setores como empresas da área de segurança e para as forças policiais, um setor que julgamos ser de fundamental importância. Além disso, muitas empresas nacionais estão desenvolvendo VANTs, os quais estão se mostrando já bastante avançados. Porém a carga útil destes VANTs, que envolve todo o sistema de câmeras vísiveis e termais, são importados. A Optovac deseja e está trabalhando para ser um fornecedor nacional destes sistemas ópticos embarcados, num futuro muito próximo.

 

Plano Brasil: Você pode nos falar um pouco das perspectivas acerca do setor de segurança pública?

 

Henrique: A tecnologia termal permite que ninguém se esconda, seja a noite ou de dia. Permite planejar operações táticas complexas. É uma importante ferramenta para antecipar situações de risco e realizar a segurança de grandes áreas e grandes aglomerações urbanas, fronteiras marítima ou terrestres, e também a detecção de pessoas com sintomas de febre, como foi o caso recente de surto de gripe e a identificação destas pessoas antes do embarque em aeroportos. Todos os países desenvolvidos já incorporaram esta tecnologia com o uso frequente e extensivo de sistemas de imageamento térmicos.

 

Desenvolver esta tecnologia foi um desafio muito grande, mas a OPTOVAC venceu, e trabalhamos agora para aprimorar nossos equipamentos, elevando-os aos níveis dos equipamentos importados de primeira linha, das gigantes multinacionais.

 

Vou lhe citar um exemplo da aplicação dos sensores termais: caso aconteça de um sujeito fugir seja no ambiente urbano, favelas etc.. se este indivíduo adentrar num matagal, dependendo da região, o policial não consegue enxergá-lo e perseguí-lo devido a ocultação do cenário, e isso, mesmo de dia. Porém de posse de um sistema de visão termal, não tem como se esconder, porque a temperatura corpórea estará sendo evidenciada e detectada pela câmera termal. Não há como ele prender a respiração e deixar de emitir infravermelho. As principais forças policiais do mundo usam essa  tecnologia em helicópteros, em armamentos e claro, em viaturas. Estamos falando uma câmera de tamanho muito reduzido, leve e muito importante, portátil.

Plano Brasil: Muito bom Henrique… Falando um pouco do evento, qual o principal produto que a OPTOVAC trouxe para exibir para o público aqui na LAAD 2011 e quais seriam os seus possíveis mercados?

 

Henrique: Nós trouxemos para o evento 6 câmeras térmicas com 4 sensores diferentes e 3 resoluções de sensores diferentes. Estamos falando de sensores com resoluções de  640 por 480 pxls que exibem imagens espectaculares, tal como você pode conferir (risos).  São sensores muito avançados e extremamente recentes. Envolveram grandes pesquisas dos fabricantes. Ressalto aqui o interesse da OPTOVAC em se manter trabalhando com dispositivos de estado-de-arte em termos de sensor.

 

http://www.planobrasil.com/wp-content/uploads/2011/05/DSC01351.jpg
Câmera termal OPTOVAC foto Ricardo Pereira Plano Brasil

 

Plano Brasil: A OPTOVAC espera então conquistar o mercado de segurança pública nacional ?

 

Henrique: O Brasil vai sediar agora a Copa do Mundo e as Olimpíadas, segurança de grandes áreas, estádios, de grandes aglomerações humanas, portos ou armazéns, o Brasil não pode ficar para trás e o importante é que agora a OPTOVAC é capaz de  oferecer sistemas de imageamento térmicos às empresas na área de segurança. É tecnologia nacional.

 

Outro ponto imporante é que como somos fabricantes, oferecemos todo o susporte técnico, com treinamentos, assitência técnica e garantias, muito próximos aos clientes. Hoje, se uma câmera térmica da Polícia precisa de reparos, é preciso vir um técnico compotente ou enviar o equipamento, que é bastante caro, à Israel, França, ou Estados Unidos. Estamos falando de meses, de burocracia e custos elevados. Meses em que a Polícia, que fez um investimento considerável, está deixando de usar o equipamento.

 

E pior, com o risco e os trantornos existentes do fato de se depender de assitência técnica estrangeira, o equipamento térmico importado pode não vir a ser usado em operações com a frequência desejada inicialmente. Pois em cada operação aumenta-se o risco de se ter que antecipar uma manutenção.

 

O que a Optovac propõe é justamente o contrário, realizar tudo no Brasil e com agilidade. Estar próximo de nossos clientes, das Forças Policiais que precisam ter sempre um equipamento deste operacional.

 

Plano Brasil: Mas há uma concorrência internacional como a OPTOVAC se situa neste nicho?

 

Henrique: A OPTOVAC conta com um corpo de pesquisadores de alto nível. Nós já temos dois projetos com a FINEP, um plano de negócios bem estruturado para atingir o mercado.  A gente não pode esquecer que hoje no mundo tem 3 ou 4 empresas que são capazes de fabricar o sensor, o único componente que nós ainda não fabricamos (o sensor infravermelho). Mas eu diria que umas 20 empresas no mundo fabricam as câmeras, tal como nós.

 

Nosso diferencial competitivo é uma somatória de fatores tais como preço, asistência técnica de alto nível extremamente rápida e ágil (completamente realizada no Brasil), alta flexibilidade às necessidades do cliente, câmeras com elevada taxa de atualização de frames e alta qualidade de imagem.

 

Um aspecto importante que devemos ressaltar se refere aos projetos nacionais de  grande envergadura como o Sisfron e o SisGAAz. A Optovac tem o máximo interesse em ser um fornecedor de alguns modelos de câmeras termais. Mas sabemos estes projetos são extremamente amplos e complexos. Neste sentido a Optovac deve ser firmar também como capaz de absorver offsets tecnológicos de compensação na área de eletro-óptica, em que temos comprovada experiência.

Foto: luiz Medeiros, Plano Brasil

 

 

Plano Brasil: Qual destas câmeras o exército avaliou (procurando no estande)?

 

Henrique: A K-14 o exército comprou só uma, Hoje temos a K-14 e sua família militar mais recente, o L-14C, que possui metade do comprimento e a largura diminuiu e o sensor é mais novo, além de maior autonomia e menos peso. A K-14 foi um equipamento que nós fornecemos só para o Exército, pontualmente e se o Exército quiser adquirir câmeras termais, a OPTOVAC vai oferecerá ao Exército uma câmera melhor e mais leve e que consegue ver mais longe. Pois nossas pesquisas e desenvolvimentos não pararam.

 

 

 

 

 

 

Fuzil IMBEL com Luneta OPTOVAC- Foto OPTOVAC

Notar a dimensão do dispositivo: Foto OPTOVAC

Comparar a dimensão da Luneta utilizada nos testes de 2009- foto OPTOVAC para o Plano Brasil

Henrique: nós estamos na LAAD 2011, para mostrar para as três forças Armadas do Brasil, o nosso produto e convencê-los a pensar duas vezes antes de ir diretamente para um fornecedor internacional porque o Brasil consegue hoje fornecer esse tipo de tecnologia.

 

Então hoje o nosso objetivo de estar aqui na LAAD é: Forças Armadas do Brasil saibam que vocês podem encontrar no Brasil itens de tecnologia de ponta.

Visão termal do fotógrafo Ricardo Pereira captada  pela Câmera OPTOVAC- Foto Ricardo Pereira Plano Brasil

Plano Brasil: Com excelente qualidade?

 

Henrique: Com excelente qualidade, com a presença nacional, com empregos gerados aqui e de alto nível, sistema totalmente embarcado e desenvolvido aqui.

 

Plano Brasil: Quais seriam então os diferenciais, ou seja o “a mais” que a OPTOVAC teria para oferecer, não pensando somente no mercado Brasileiro de Defesa e Segurança Pública, mas também no cenário latino-americano?

 

Henrique: Para o cliente Latino-americano certamente o custo mais baixo, o mesmo ocorre para o Brasileiro, fora isso, a assistência técnica com garantia absoluta, feita aqui no Brasil, por brasileiros, empregando mão-de-obra brasileira. Se acontecer alguma coisa com uma das câmeras do Exército ou da Polícia por exemplo, nós vamos ter câmeras para repor, ou seja, a OPTOVAC recolhe as câmeras para manutenção e coloca outras operacionais no lugar.

 

Tudo isto para não deixar o cliente sem câmeras térmicas para suas aplicações.

 

Nosso produto também apresenta um diferencial conquanto a sua velocidade de imageamento, nossas câmeras podem fornecer imagens a partir de 30 frames por segundo, o que permite que nenhum detalhe possa escapar a visão do observador. O sistema pode registrar 30 fotos por segundo em boa definição e nada vai se mover mais rápido do que isso. Pouquíssimas Câmeras análogas e de tecnologia equivalente possuem esta função e neste patamar de frames (30/s). Para aplicações militares podemos atingir 60 quadros por segundo.

 

Plano Brasil: Mas pensando na evolução para sistemas mais avançados também teremos um adicional nos custos finais certo? Qual você acha que será o maior desafio para OPTOVAC nestes dois importantes mercados.

 

Henrique: Eu diria que não é somente o custo mas sim o suporte aliado ao custo de aquisição, esta seria a nossa maior arma, certamente nós podemos “brigar” com o custo e o nível tecnológico. Porém, sabemos que as nossas câmeras terão que vencer uma barreira natural, além dos exigidos níveis técnicos, elas terão que vencer o desafio dos custos, a gente vai lutar para não perder os negócios por causa dos preços. Nossos custos de assistência ténica e treinamento são muito menores. Temos maior agilidade nestes serviços e isso é muito importante para as Forças Policiais e para o Exército.

 

Plano Brasil: Henrique, em nome do Plano Brasil e dos nossos leitores eu gostaria de lhe dizer que fiquei muito entusiasmado com os seus produtos, realmente não sabia que este tipo de tecnologia estava ao nosso dispor e no grau de nacionalização que se encontra, parabéns a OPTOVAC pelos sucessos e avanços, desejo uma ótima participação no evento e agradeço a bastante elucidativa entrevista.

 

Henrique: O Prazer foi nosso, nós é que agradecemos a oportunidade de poder falar um pouco sobre nossos produtos e igualmente desejamos sucesso ao Plano Brasil, muito obrigado.



A primeira câmera termal Brasileira

E.M.Pinto

Artigo exclusivo Plano Brasil

 

Antes da leitura o leitor deve ter consciência de eu os dados referem-se a câmera K 14 testada pelo exército em 2009 e que a empresa já desenvolveu um dispositivo mais moderno e compacto.

E.M.Pinto

Câmera termal K 14

O equipamento desenvolvido pela OPTOVAC consiste numa Câmera Termal GEN 3 (veja no artigo “Visão noturna Parte I- A origem & tecnologias”) e que permite a aquisição de imagens por meio da seletividade de pequenas diferenças de temperatura entre os objetos.

 

O sistema trabalha na faixa do comprimento de onda entre 8 e 12 µm, corresponde à baixa absorção de radiação infravermelha, ou seja numa margem próxima à emissão do corpo humano de aproximadamente 10µm  à 36ºC.

 

O sistema desenvolvido pela OPTOVAC e bastante compacto e mede apenas 11 cm de largura por 23 cm de comprimento, esta câmera, batizada de Modelo 1  encontra-se perfeitamente operacional e após os estudos de avaliação, recebeu novas melhorias como o desenvolvimento de novos softwares mais eficientes e que foram introduzidos nos modelos seguintes.


 

Os estudos baseados no Modelo 1, permitiram a OPTOVAC miniaturizar ainda mais o sistema, vale ressaltar que o único componente da câmera que não é produzido pela OPTOVAC é o sensor infravermelho. Todos algoritmos, softwares, projetos mecânico, eletrônico e óptico, foram feitos pela empresa, nacionalmente.

 

http://www.planobrasil.com/wp-content/uploads/2011/03/K4.jpgPor se tratar de um sistema em desenvolvimento e de uma tecnologia muito sensível e controlada, não podemos divulgar algumas informações a respeito dos visores termais para uso militar desenvolvidos pela OPTOVAC, entretanto o Plano Brasil teve acesso a algumas informações bastante valiosas acerca do sistema desenvolvido pela empresa.

http://www.planobrasil.com/wp-content/uploads/2011/03/K1.jpgNesta matéria apresentaremos algumas imagens exclusivas gentilemente cedidas e liberadas pela OPTOVAC para divulgação do visor (Luneta de visão termal para tiros noturnos de precisão).

 

 

Podemos dizer que o sistema desenvolvido pela OPTOVAC é bastante leve e robusto e tem um alcance  visual bastante satisfatório, equivalente aos sistemas estrangeiros no estado-de- arte.

 

O sistema foi testado e aprovado após as avaliações em ensaios realizados na Brigada de Operações Especiais, mais especificamente pelo do 1º Batalhão de Forças Especiais (1º B F Esp), localizado em Goiânia.

 

Os ensaios foram conduzidos em Setembro de 2009 e consistiram em realizar disparos para avaliação de alcance, critérios ergonômicos,  autonomia elétrica. Os ensaios com a luneta termal foram procedidos com o meticuloso acompanhamento por  parte dos engenheiros e peritos militares  do centro Tecnológico do Exército. Segundo as informações divulgadas pelo CTEX os resultados foram bastante expressivos, muitas informações e sugestões foram incorporadas ao projeto e melhorias foram introduzidas.

 

Em 2010, um novo ensaio efetuado em Santa Maria, nas dependências do 9º Regimento de cavalaria Blindada, desta vez uma câmera de uso civil foi utilizada nos testes noturnos com eficácia ainda maior, obtendo resultados satisfatórios.

 

O modelo utilizado possui dimensões e pesos adequados que lhe permitem ser acoplados a aeronaves leves não tripuladas. A câmera testada pela brigada de Santa Maria apresentam melhores resoluções e acuidade visual como pode se ver nas fotos retiradas em campo, que apresentam as imagens termais de carros de combate Leopard do 9º Regimento de cavalaria blindada, bem como seus efetivos.

Veja as fotos do ensaio de Santa Maria no vídeo que segue.


 

O modelo permite o controle e escolha da gama de cores mediante a detecção do Infra-vermelho e outros algoritmos de realce de cena por processamento de imagem.

 

O operador do instrumento pode controlar e filtrar os sinais indesejáveis, ajustando a imagem de acordo com a sua vontade. Os melhoramentos e refinamentos levantados a partir dos primeiros ensaios de 2009 foram introduzidos neste novo modelo.

 

Outras modificações serão ainda introduzidas ao longo do futuro, novos dispositivos e funcionalidades serão acrescentadas as câmeras de modo a acompanhar a constante evolução tecnológica das câmeras e sistemas de visão noturna.

Agradecimentos

O Plano Brasil, agradece  a OPTOVAC  em especial a Henrique Nobre, pelo cordial tratamento, pelas informações e imagens exclusivamente cedidas ao nosso site, bem como pela colaboração na preparação desta matéria.

E.M.Pinto

A Empresa

A OPTOVAC é uma empresa genuinamente nacional que atua no ramo das tecnologias denominadas “sensíveis”, pois desenvolve e fabrica componentes e sistemas ópticos de alto desempenho.

 

Desde o seu nascimento a empresa tem demonstrado o seu caráter inovador, ela surgiu em 1986 e teve como seu primeiro desafio o desenvolvimento de subsistemas para a Marinha do Brasil.  A OPTOVAC atuou no programa do submarino nuclear desenvolvendo sistemas ultra precisos e de alto valor tecnológico cuja importação foi negada devido aos embargos tecnológicos vigentes.

 

A Marinha do Brasil confiou então à jovem empresa o desenvolvimento das suas primeiras válvulas de auto vácuo e de controle de fluxo de hexafluoreto de urânio, gás utilizado no processo de produção de combustível nuclear.

 

A empresa aceitou o desafio e iniciou os trabalhos pioneiros no país, desenvolvendo os sistemas requeridos e respondendo a altura as expectativas da Marinha do Brasil. Atualmente a empresa atua no setor de óptica e opto-eletrônica, produz sistemas de lentes de precisão, tais como lentes asféricas para aplicações especiais. Fora isto, a OPTOVAC desenvolve e produz sistemas ópticos para aplicações espaciais, câmeras de infravermelho (termais) e equipamentos ópticos para inspeção industrial.

 

A OPTOVAC foi a empresa que desenvolveu a primeira câmera termal feita inteiramente no Brasil. A câmera foi desenvolvida a partir de uma licitação junto ao Centro Tecnológico do Exército (CTEx).

 

Além das câmeras termais a OPTOVAC atuou no desenvolvimento, fabricação e qualificação da objetiva da câmera para sensores de estrelas, sistemas estes, capazes de determinar a posição de satélites no espaço analisando estrelas e constelações. Este trabalho foi feito em conjunto com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

A empresa se destaca no ramo tecnológico das lentes especiais produzidas por material semicondutor a base de Germânio, totalmente transparente ao infra-vermelho é mas não a luz visível.

Mais informações sobre as câmeras térmicas Clique aqui


OPTOVAC

 

Av. Vitório Tafarello, 925

 

06192-150 – Osasco – SP- Brasil

 

Phone :  + 55 11 3608 4011

 

+ 55 11 3608 6543

 

Fax: + 55 11 3695 0475

 

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EVENTOS LAAD 2011

Paramount Group apresenta Maverick e Marauder ao Brasil

Conforme revelamos em nossa cobertura da LAAD 2011, a Paramount Group debutou nesta que é a mais importante feira de defesa da América Latina, apresentando dois de seus veículos, os quais são alvo desta matéria exclusiva e passarão por avaliações aqui no Brasil, o Marauder e o Maverick.

Durante a LAAD2011 fomos convidados para uma entrevista exclusiva, onde nos foi anunciado a intenção desta que é uma das grandes indústrias de defesa da África do Sul de se instalar e fornecer seus produtos e serviços na America Latina tendo como base o Brasil. Conferimos de perto os veículos apresentados e nos impressionou a qualidade apresentada pela empresa… Leia mais em  http://brasilnicolaci.blogspot.com/2011/07/paramount-group-apresenta-maverick-e.html

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Defesa EVENTOS Fotos do Dia LAAD 2011 Negócios e serviços

Entrevista: AKAER Engenharia

Durante a LAAD 2011 o Plano Brasil e seus parceiros, Geopolítica Brasil e Defesa Aérea, visitaram o estande da AKAER Engenharia LTDA, na ocasião o enviado do Plano Brasil Luiz Medeiros, teve a oportunidade de conversar brevemente com Kenzo Takori da empresa, que gentilmente nos concedeu uma breve explanação sobre a atuação da AKAER e de seus interesses no mercado nacional e internacional.
Agradecemos a AKAER e ao seu departamento de Marketing pelas informações e pela amigável recepção.

E.M.Pinto
Plano Brasil

Plano Brasil: Boa Tarde Kenzo e muito obrigado pela oportunidade, primeiramente gostaria de saudar a AKAER pela participação na LAAD 2011. Gostaria de fazer algumas indagações sobre a empresa. Recentemente temos publicado informações acerca da parceria entre a SAAB Defense e a AKAER, nossos leitores gostariam de saber, como surgiu esta parceria?

K. Takatori: Boa tarde Luiz, nós é quem agradecemos a oportunidade. Quanto a questão, a  SAAB estava em busca de parceiros que pudessem ajudar no desenvolvimento do Gripen NG e aí chegou a AKAER ,  uma empresa hoje com 19 anos no mercado de engenharia aeronáutica que  já atua no segmento de estruturas aeronáuticas em quase todos os programas da EMBRAER .

O programa com a SAAB vai chegar a quase dois anos, já tivemos alguns funcionários da AKAER baseados na SAAB, na Suécia e hoje temos 4 famílias internas na AKAER desenvolvendo o projeto. Com toda a certeza e o projeto que mais se adequa as necessidades e está dentro do Planejamento Estratégico de Defesa do Brasil por conta da versatilidade da aeronave e é um programa sólido que independe do resultado do F-X2 ou seja, se um dos quesitos mais importantes do F-X2 é a transferência de tecnologia, isso já está ocorrendo a quase 2 anos.

Plano Brasil: Qual é a relação entre as duas empresas?

K. Takatori: São excelentes clientes, a gente está muito satisfeito com essa parceria e a AKAER se orgulha muito desse projeto, principalmente por estar desenvolvendo este novo conceito de aeronave, essa nova aeronave. Não é pelo fato da AKAER estar nesse projeto, mas é pelo contexto todo do conceito do avião que temos certeza que é a melhor opção hoje.

Plano Brasil: Além deste programa a AKAER tem alguma participação num outro programa fora do Brasil que vise  algum mercado além do mercado brasileiro?

K. Takatori: Sim, a gente tem alguns projetos, como o A400M o qual já desenvolvemos projetos, a porta do trem de pouso e parte da asa, temos outros projetos internacionais que não são da parte de defesa. Temos parceirias com a Boeing, Airbus e outras empresas, algumas vezes como contratada. O ano passado 70% do nosso faturamento veio de mercado externo. Hoje a gente está com a SAAB, estamos na concepção do KC-390, participamos de outros projetos comerciais da EMBRAER, como o EMB-190, tanto que 80% de toda a engenharia foi da AKAER, tivemos muito trabalho no EMB-170 e 190.

A participação da AKAER no mercado aeronáutico é bastante concreta, com muitos trabalhos com a EMBRAER, estamos também com a Aeroeletrônica na modernização do C-95 Bandeirante transformando todo o painel dele que é analógico em digital, mais um segmento da AKAER que é a modernização de aeronaves.

Plano Brasil: A AKAER tem pretensão de trabalhar também na modernização de helicópteros, como os da família Pantera do EB?

K. Takatori: É provável que sim, o segmento aeroespacial como um todo é de interesse da AKAER, não só a questão de aviões como helicópteros também é do nosso foco, tendo a possibilidade de participar de uma concorrência a gente vai estar lá.

Plano Brasil: Com relação ao Gripen o que já houve de concreto até o momento?

K. Takatori: Houve em Março a entrega do primeiro desenho para produção, foi entregue isso, o programa está tendo continuidade, tanto que a alocação de equipes suecas dentro da AKAER hoje já é uma coisa concreta, então já começou desde lá até aqui já são constantes as entregas dos desenhos, desenhos já aprovados para a fase de produção. Aos poucos, com o tempo a gente vai fazendo a entrega e daqui um pouco a gente tem o avião todo pronto aí para a fase de produção.

Plano Brasil: Muito obrigado pelas informações e sucesso na feira.

K. Takatori: Somos igualmente gratos a vocês do Plano Brasil.

Mais informações sobre a AKAER no site
www.akaer.com.br

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Fotos do Dia LAAD 2011 Sistemas de Armas

TAURUS, Várias boas surpresas na LAAD

Autor: Claudio Marcos Queiróz

Fotos: Claudio Marcos Queiróz e Wellington Mendes

Texto exclusivo: Plano Brasil, Geopolítica Brasil e Defesa Aéreas.

Nesta edição da LAAD, já estávamos preparados para novamente encontrar várias empresas internacionais expondo seus moderníssimos e outros nem tanto fuzis de assalto, mas foi com grande surpresa que nos deparamos com uma família de armas longas em exposição no estande desta empresa 100% nacional, esta que veio com o passar do tempo se aprimorando, adquirindo e desenvolvendo tecnologias de ponta no quesito armas curtas e algumas incursões no mercado de armas longas por parceria, licença de fabricação ou até mesmo compra de outras fabricantes, como foi no passado quando a mesma comprou a Bereta Brasil e assim passou a dominar a construção das pistolas Granadier desta, vindo junto às onipresentes Submetralhadoras MT-12 e suas muitas versões atualizadas.

Mas a própria empresa carecia de um projeto próprio para este tipo de armas, onde através de acordos comerciais inseriu em seu portiflogio as armas de calibres pequenos da fabricante Chilena Famae, assim como anunciou na LAAD 2009 a parceria com a IWI de Israel a parceria para a comercialização do moderno e eficiente fuzil Bulpupp CTAR-21 Tavor 5.56mm e suas variantes especializadas, mas a mesma carecia de um produto genuíno de seu quadro de engenheiros.

A primeira vista tentamos identificar a procedência das armas expostas em seu estande, como não tivemos sucesso por absoluta falta de direção e identificação partimos para uma entrevista com quem nos poderia responder de onde vinha a referida família de armas longas.

Qual foi a nossa surpresa em saber que as mesmas eram desenvolvimentos próprios para serem comercializadas no mercado militar e policial, tendo as mesmas concepções e características que não as deixam para trás em relação as suas congêneres internacionais, estas fabricadas por grandes e antigas empresas do ramo.

Para que os nossos leitores possam compreender melhor o que vimos no estande da Taurus, vamos descrever sobre algumas das armas desta família que tivemos acesso:

FUZIL TAURUS MODELOS ART 556 E CT 556

ART 556, desenvolvido para o mercado militar, sendo um fuzil com concepção extremamente atual, onde o corpo principal se divide em duas metades, sendo a superior construída em uma liga especial de alumínio e a metade inferior em polímero para diminuição de peso, o mesmo tem em seu corpo um trilho picantiny em todo a parte superior do guarda mão indo até o inicio da coronha, assim como também em suas laterais e parte inferior, perfazendo a seguinte distribuição de trilhos, 90, 180, 270 e 360 graus.

O mesmo possui uma alavanca de manejo do ferrolho não solidaria ao mesmo mas podendo ser usada para forçamento do trancamento do ferrolho, sendo este dotado de travamento rotativo por engrazadores múltiplos (06 lugs).

Como item de segurança a arma possui um retém de ferrolho nos dois lados do corpo que mantém o ferrolho em segurança na posição aberto, assim como um prático sistema de liberação de carregador, enquanto seu registro de segurança é ambidestro com movimento circular e de rápida assimilação pelo atirador.

A arma é dotada de miras rebatíveis e aptas a receber todos os tipos de acessórios disponíveis para esta classe, inclusive pudemos conferir que a Taurus também está desenvolvendo toda uma linha de acessórios para as mesmas, como miras, punhos, apontadores e outros mais.

Sua coronha é regulável em comprimento e rebatível, sendo de uma facilidade de uso que muito me deixou impressionado em uma arma desenvolvida em solo pátrio.

Como a mesma foi desenvolvida usando a experiência de um grande numero de especialista, profissionais, militares e o feedback foi bem absorvido a Taurus introduziu um receptáculo do carregador com uma empunhadura para a mão frontal, onde a mesma fica praticamente no centro de gravidade e deslocamento de massa no momento do disparo, muito apropriado para que o atirador não o segure pelo carregador ocasionando o estresse prematuro do retém do mesmo assim como danos em outras partes.


No momento este fuzil foi apresentado em estado de protótipo avançado e somente no onipresente calibre 5.56mm, mas muito provavelmente venha a ter outros calibres, inclusive com grandes chances de comunulidade pois o mesmo apresenta o ponto giro das duas metades à frente do carregador, assim como o FNH Scar e outros modernos Fuzis.

O modelo CT 556 só difere do anterior no quesito regime de tiro, pois como é indicado para o mercado policial e de segurança o mesmo só tem a possibilidade de tiro intermitente, diferente do ART 556 que seu regime via registro de tiro possibilita ao atirador escolher entre intermitente, 03 tiros e rajada, além de modo de segurança.

Características técnicas destes fuzis:

Calibre: 5.56 OTAN;

Comprimento das duas versões com coronha estendida: 750 mm;

Comprimento das duas versões com coronha dobrada: 463 mm;

Comprimento do cano das duas versões: 254 mm;

Sistema de funcionamento: Bloqueio por engrazadores múltiplos operado com pistão de recuperação de gases;

Ejeção por janela na lateral direita, para cima e para frente;

Massa de mira: fixa com proteção;

Alça de mira: ajustável em direção e elevação;

Seletor de segurança: ART 556: S-segurança, 1-intermitente, 3-rajada controlada de 03 tiros, F- rajada direto ou full; CT 556 somente: S, 1;

Peso com carregador vazio de 30 tiros: 3,6 Kg;

Com este fuzil a Taurus se insere nos “Players” fabricantes de fuzis modernos, sendo este uma grata e surpresa, inclusive tendo podido analisar outros e compará-los posso afirmar que caso o mesmo seja aprovado nos exaustivos e exigentes testes do EB em Marambaia e venha a ser escolhido como arma longa para a tropa, a mesma receberá pela primeira vez uma arma condizente com o status que se almeja alcançar, não deixando nada a desejar aos de outras potencias.

Em breve estaremos falando a respeito de outras novidades da Forjas Taurus S/A.

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LAAD 2011

LAAD 2011 registrou expansão inédita e presença recorde de autoridades e representantes da indústria

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Feira de Defesa e Segurança Pública encerra oitava edição com participação de ministros brasileiros e de mais 14 países. Evento recebeu 663 expositores de 40 países e mais de 25 mil visitantes

Rio de Janeiro, 15 de abril de 2011 – A oitava edição da LAAD – Defense & Security, maior e mais importante evento do setor de Defesa e Segurança da América Latina, terminou nesta sexta com crescimento expressivo sobre a edição de 2009, além de participação recorde de autoridades e representantes da Indústria. No balanço geral, o evento contou, ao todo, com a presença de 663 expositores de 40 países, um aumento de praticamente 100% (336) e de 30% (31), respectivamente, em relação à última LAAD. Em termos de visitação, também surpreendeu: mais de 25 mil pessoas circularam pela feira, contra cerca de 18 mil em 2009.

O ponto alto do evento também foi a participação de autoridades de primeiro escalão do Brasil e do exterior. Além do presidente da República em exercício, Michel Temer, que fez a abertura oficial, o destaque foi a presença conjunta inédita na LAAD 2011 dos três ministros de Estado brasileiros – ministro da Defesa, Nelson Jobim, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, General José Elito Carvalho Siqueira, e ministro de Assuntos Estratégicos, Moreira Franco –, além de ministros ligados à área de Segurança e Defesa de outros 14 países. Ao todo, a LAAD recebeu 300 delegados, representando 63 delegações de 61 países, um crescimento de cerca de 30% em relação aos 235 delegados de 43 delegações de 2009.

A atratividade do evento também ficou evidenciada pela participação dos comandantes das três Forças Armadas brasileiras, que cumpriram agenda intensa de reuniões em todos os dias da LAAD. Da mesma forma, foi intensa a agenda de secretários de segurança de diversos Estados brasileiros, chefes de polícia civil e comandantes-gerais das polícias militares e guardas municipais. O evento recebeu 25 secretários de segurança pública, chefes da Polícia Civil de 24 Estados da Federação, 19 comandantes-gerais e representantes de Corpos de Bombeiro, 17 comandantes-gerais e representantes da Polícia Militar, além de 15 comandantes-gerais de Guardas Municipais.

A LAAD palco de encontros e de debates para aperfeiçoamento do setor. Além do I Seminário de Segurança, que contou também com a presença de especialistas do Brasil e do exterior, a feira recebeu, pela primeira vez, reuniões do Colégio Nacional dos Secretários de Estado de Segurança Pública (CONSESP), do Conselho Nacional de Chefes da Polícia Civil (CONCPC) e do Conselho Nacional das Guardas Municipais (CNGM).

Expansão da indústria nacional

A presença de companhias nacionais também ampliou de forma considerável este ano. Além do aumento do número de empresas expositoras, de 91, na última edição, para 121, nesta LAAD 2011, a indústria nacional dobrou a área de exposição. Os fornecedores internacionais, por sua vez, também cresceram na LAAD 2011: foram 542 expositores, com crescimento de 70% no espaço ocupado. Destaque também para os novos países que marcaram presença na feira: Noruega, Panamá, Paquistão, Portugal, Taiwan, Belarus, China, Eslováquia, Finlândia e Luxemburgo.

Na opinião de Sérgio Jardim, Diretor Geral da Clarion Events, organizadora do evento, o crescimento deve-se à materialização da Estratégia Nacional de Defesa (END), aprovada pelo Governo brasileiro em dezembro de 2008, que trouxe novas perspectivas de investimento ao setor. “O sucesso da feira também decorre do atual ciclo de desenvolvimento econômico do Brasil, que atrai investidores de todo o mundo. Esta é uma excelente oportunidade para a indústria fazer contatos, apresentar suas novidades em prol de futuros negócios, já que há uma forte presença de autoridades com poder de decisão na compra de equipamentos e serviços das áreas de Defesa e Segurança Pública”, disse ele.

O Diretor Geral da Clarion lembra ainda que outra marca da LAAD 2011 foi o elevado número de parcerias de companhias nacionais e estrangeiras da Área de Defesa e Segurança, além de anúncios em linha com a tendência de consolidação nos setores. Um exemplo foi o da Embraer Defesa e Segurança, que anunciou acordos com a Atech Tecnologias Críticas e a AEL Sistemas. Foram ainda divulgadas a parceria da Synergy Defesa e Segurança com a Dígitro (sistemas de segurança) e a aquisição da Focal pela italiana Avio (MRO Aeronáutica). Outro caso foi o acordo da Atmos com a Lockheed Martin (radares de vigilância).

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Fotos do Dia LAAD 2011

GAz Tigre mostra as suas garras…


Autor: E.M.Pinto

Durante a LAAD 2011, nossos enviados especiais visitaram e conheceram de perto o veículo blindado russo, GAz Tigre já apresentado aqui no Plano Brasil e seus sites Parceiros, numa matéria exclusiva de A.D. Nicolaci, (Novo “Tigre” para o Exército Russo e a Polícia Militar do Rio de Janeiro).


Na LAAD pudemos conversar com os representantes da fabricante e analisar de perto o veículo que esteve em exibição. Nitidamente constatamos que o exemplar apresentado na LAAD  difere significativamente dos originais Russos aos quais já havíamos tido o prazer de conhecer.


 

O “novo” Tigre, apresenta significativas modificações, confirmando o já havíamos informado de ante mão em uma matéria exclusiva e pioneira, os russos realizaram substanciais modificações no veículo, atendendo as exigências específicas estipuladas pelo BOPE, o Batalhão de operações especiais da polícia do Estado do Rio de Janeiro.


Estas modificações destinam-se a converter e melhorar a performance do veículo num novo tipo de terreno, o “urbano”, onde há confrontação entre grupos criminosos e policiais e que difere substancialmente de suas aplicações no meio militar.

Nossa primeira impressão passou pela observação das seguintes modificações:

  • Melhoria da proteção balística para a célula
  • Melhoria da proteção balística dos pneus
  • Melhoria da proteção balística do motor
  • Mais conforto na acomodação dos tripulantes
  • Janelas blindadas basculantes
  • Porta de desembarque modificada
  • Instalação de janelas laterais para pontaria de armas

Pode-se dizer que este “novo” veículo foi feito não só sob medida, mas também sobre os requisitos e especificidades do BOPE, o seu fabricante inclusive lhe denomina diferentemente dos demais modelos, o “novo” Tigre atende agora pela sigla “SPM-2”.


Segundo pudemos constatar, outras modificações foram efetuadas, motorização e o aumento da potência foi uma delas, porém, segundo fomos informados resta ainda a instalação do ar condicionado, extremamente necessário, dado ao ambiente, clima e períodos prolongados de operação característicos os quais estes veículos e suas tripulações deverão operar.

GAZ Tiger sobre fogo

O  GAZ Tigre, foi recentemente submetido a uma bateria de rigorosos testes de balística efetuados pelo próprio BOPE.

O Plano Brasil teve acesso a algumas imagens do ensaio de tiros que nos enviadas da Rússia pelo nosso correspondente, Rustam, diretamente do seu fabricante.

Na ocasião o veículo foi alvejado por disparos de armas de diversos calibres, dentre estes o 5,56mm e o 7,62mm, segundo a avaliação do fabricante, o veículo respondeu satisfatóriamente aos ensaios demonstrando robustez proteção tripulação.

Uma vez aprovado em aprovado em todos os ensaios, o SPM-2 será o veículo blindado padrão da elite da polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, substituindo os famosos “caverinhas” nas funções de transporte e infiltração de grupos policiais em suas incursões em  áreas de risco.

Clique nas imagens para ampliar.

 

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LAAD 2011

Krauss-Maffei Wegmann GmbH & Co. KG

Foto: Ricardo Pereira-Plano Brasil

A KMW é líder de mercado na Europa para a protecção de rodas e veículos altamente controladas. Locais em Alemanha, Brasil, Grécia, Holanda, Cingapura, Turquia e os EUA desenvolverão uma, fabricação e suporte cerca de 3.500 pessoas um portfólio de produtos que vão de ar e altamente protegidos veículos de rodas, através do reconhecimento, anti-aéreos e sistemas de artilharia de tanques de batalha pesada , transportadores blindados de pessoal e de pontes, que os sistemas passado. Além disso, tem experiência KMW sistema global no campo da simulação e militares, e comando civil e sistemas de informação e controlados à distância com arma de reconhecimento e observação de equipamentos para missões diurnas e noturnas. Nos sistemas operacionais da KMW todo o mundo confiam nas forças armadas de mais de 30 países.

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LAAD 2011

Britanite Defence System

Foto: Ricardo Pereira-Plano Brasil

A Mectron , empresa do pólo de São José dos Campos (SP) e primeira fabricante de mísseis da América do Sul, será responsável pelo processo de industrialização de um míssil específico para o Exército nacional e firmará nos próximos meses uma parceria com a Marinha para o fornecimento de um produto semelhante e de características próprias.

As negociações com o Exército foram acertadas no último trimestre do ano passado. Com o Comando da Marinha faltam apenas detalhes e será concluído dentro de dois meses, no máximo. Os investimento somam, nestes dois casos, cerca de R$ 50 milhões. Serão foguetes inteligentes guiados para ataque a blindados, como tanques, e um antiembarcações.

Na busca pela dianteira dentro deste disputado mercado, a Mectron firmou uma associação com a Britanite Defence System. Essa parceria tem o apoio do Comando da aeronáutica, por meio do Comando Tecnológico de aeronáutica (CTA), e integra a política de incentivo às exportações. O produto será uma bomba guiada por satélites, embarcada em aeronave e acompanhada por um sistema de guiagem.O artefato será guiado com o auxílio da rede de satélites Global Position System ( GPS), pertencente aos Estados Unidos, ou pela rede Glonass, da Rússia. Esta é a primeira vez que um produto desta categoria é lançado e fabricado na América Latina. As primeiras bombas serão entregues ao Comando da aeronáutica em 2010.”

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LAAD 2011

Iveco na LAAD 2011

http://shiva-automotive.net/shiva/images/Signet_IVECO_logo_blau.jpg

Autor: Ricardo Pereira& E.M.Pinto

A IVECO apresentou na LAAD 2011 sua gama de soluções para o mercado brasileiro de veículos militares, nos dias que se seguriam ao evento o Plano Brasil pode conferir a sua variada gama de veículos que entre eleso mais conhecido do público Brasileiro é o VBPT- Guaraní que equipará o exército Brasileiro de uma nova viatura blindada obre rodas de múltiplo emprego.

Apesar do Guaraní ser a estrela do evento, a IVECO trouxe também para LAAD aoutros de seus veículos os quais a empresa considera e aposta forte no mercado Brasileiro. O leitor do Plano Brasil poderá conhecer melhor estes outros veículos clicando nas imagens para ampliar.

São eles os veículos:

AT 380TWM 6×6

M40E15 WM 4×4

Eurocargo  4×4

LMV 4×4

Iveco anuncia produção nacional de veículos militares

Na altura do evento também foi anunciado que o complexo industrial da Iveco em Sete Lagoas (MG) abrigará, também, a nova divisão nomeada Iveco Veículos de Defesa. A montadora, dedicada à produção de veículos militares, receberá investimentos da ordem de R$ 75 milhões.

A nova unidade fabril ocupará uma área de 18 mil m2 e já tem a sua primeira fornada dedicada ao Exército Brasileiro. Trata-se do projeto do VBTP-MR, apelidado de “Guarani”, um veículo blindado anfíbio em desenvolvimento pela IVD com o Exército Brasileiro. Ao todo, foram encomendadas 2.044 unidades do Guarani, sendo que o primeiro lote será entregue no segundo semestre de 2012 e os demais veículos serão entregues até 2014.

O protótipo do modelo será exibido na Latin America Air & Defence (LAAD), a maior feira militar da América Latina a partir de 12 de abril no Rio de Janeiro. Em seguida, a unidade seguirá para o campo de provas do Exército Brasileiro em Marambaia (RJ), para um período de testes. Paralelamente, a IVD fornecerá um lote piloto de 16 veículos previstos no período de desenvolvimento.

A fábrica da IVD é a primeira da Iveco fora do território italiano e empregará até 350 trabalhadores. “Com a Iveco Veículos de Defesa poderemos não só melhor atender ao nosso parceiro e cliente, o Exército Brasileiro, como também desenvolver novos produtos para o segmento militar, seja para o Brasil, seja para a exportação”, afirma Marco Mazzu, presidente da Iveco Latin America.

Vbtp Guarani

Todo o projeto demandará investimentos da ordem de R$ 120 milhões, incluindo a fábrica. A FPT Powertrain empregará mais R$ 35 milhões no projeto para a produção do motor diesel de 9 litros a ser utilizado no projeto VBTP (e por outros modelos Iveco).

O Guarani é um veículo blindado anfíbio de 18 toneladas e tração 6×6, com 6,91 metros de comprimento, 2,7 metros de largura e 2,34 metros de altura e capacidade para transportar 11 militares. A IVD informa que, normalmente, os modelos deste porte utilizam carroçaria monobloco, porém, o Guarani recebe chassi em longarinas de aço, deixando o veículo ficou mais alto em relação ao solo.

De acordo com o Exército Brasileiro, o VBTP apresenta diversas melhorias em relação aos veículos atuais, tais como: proteção blindada superior, maior mobilidade, maior capacidade de transposição de trincheiras, maior capacidade de degrau vertical, maior vão livre, suspensão independente hidropneumática, sistema de freio com disco duplo e ABS. Internamento, o Guarani recebe ar condicionado, GPS, sistema automático de detecção e extinção de incêndio, capacidade de operação noturna de série, sistema de detecção de laser.

O veículo pode ser equipado com torre de canhão automático ou de metralhadora, operada por controle remoto. Quando necessário, o Exército poderá transportar o Guarani por um avião tipo Hercules C-130.

Segundo a IVD, a plataforma empregada no VBTP Guarani poderá ser estendida a uma família de blindados médios de rodas que poderá ter mais dez versões diferentes, incluindo veículos de reconhecimento, carro de combate, socorro, posto de comando, comunicações, morteiro leve, morteiro pesado, central diretora de tiro, oficina e ambulância. Mais de 60% dos componentes empregados na fabricação do Guarani será formada por itens nacionais.

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LAAD 2011

ARMTEC Tecnologia em Robótica

Foto: Ricardo Pereira-Plano Brasil

Histórico

A ARMTEC atua no mercado como uma fábrica de bens de capital que produz equipamentos de diversas especificações. Seu propósito é a inovação em robótica e em equipamentos. A Empresa foi fundada em 21 de julho de 2004, nascida do resultado de um trabalho de conclusão de curso que obteve destaque no setor de robótica – o projeto Sistema de Apoio ao Combate de Incidentes (SACI) – ganhador de diversos prêmios.

A Empresa se desenvolveu a partir da demanda do mercado, estruturando-se fisicamente e em equipe a partir do surgimento de novos produtos. Após seis anos de existência, completados em julho de 2010, a ARMTEC conta com uma estrutura em constante aperfeiçoamento.

A Empresa

A ARMTEC surgiu a partir de um incentivo da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Superior do Estado do Ceará (SECITECE), com o apoio da Universidade de Fortaleza (UNIFOR), por meio de convite para ser sua primeira empresa incubada, chamada na época de Unidade de Projetos e Negócios (UPN). Também contou com incentivo do Programa de Incubadoras do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Ceará (SEBRAE-CE), do qual fazia parte a UNIFOR.

A ARMTEC foi uma das primeiras empresas selecionadas do Programa de Apoio à Pesquisa em Pequenas Empresas (PAPPE), que no Ceará foi intitulado de Programa Empresa Competitiva. Devido a sua consolidação, houve o convite do SEBRAE-CE durante o Programa SEBRAE de Incubadoras – para que a ARMTEC integrasse a REDE PETRO-CE, tornando-se também associada à APEGCE.

Atualmente, a Empresa possui 52 parceiros em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), tendo sido sua primeira parceria firmada com a Petrobras. Possui três pedidos de patente e um pedido de modelo de utilidade, além de previsão para mais três pedidos de patente até o final de 2009.

A ARMTEC é associada à ABIMAQ, sendo membro da Câmara Setorial de Máquinas, Equipamentos e Instrumentos para Controle de Qualidade, Ensaio e Medição (CSQI). De acordo com o banco de dados da ABIMAQ/DATAMAQ, a ARMTEC é a única empresa participante da CSQI situada no Norte-Nordeste do Brasil e única que produz robôs e bens de capital robotizados para aplicações especiais. Também é associada à Associação das Empresas da Rede Produtiva de Petróleo, e Gás do Ceará (APEGCE), REDE PETRO-CE, ao Centro de Excelência em Asfalto (CEASF), à Câmara Americana de Comércio (AMCHAM), e ao Projeto Vínculos. A ARMTEC, como indústria, também é coligada à Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).

Histórico Premiações

Em seu histórico, a ARMTEC tem diversos prêmios que respaldam sua atuação no mercado. Em 2005, a Empresa recebeu Certificação de Tecnologia da Liga Nacional do Corpo de Bombeiros Militares do Brasil (LIGABOM). Nesse ano, foi Segundo Lugar Nacional na categoria Segurança Operacional e Preservação Ambiental no Prêmio Petrobras de Tecnologia; Segundo Lugar Nacional na categoria Qualidade e Produtividade, na modalidade Produto, do Prêmio CNI; Primeiro Lugar na Categoria Produto no Prêmio FINEP de Inovação Tecnológica.

Ainda, em 2005, a ARMTEC foi indicada pelo Sebrae/Ce ao prêmio de Melhor Empresa Incubada da Associação Nacional das Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (ANPROTEC). Em 2006 foi contemplada com Menção Honrosa do II Prêmio Werner Von Siemens. Em outubro de 2007 venceu duas categorias do Prêmio FINEP de Inovação Tecnológica – Região Nordeste, na categoria Pequena Empresa e na categoria Produto.

No ano de 2008 foi honrada com o Primeiro Lugar na categoria Pequena Empresa da Região Nordeste no Prêmio FINEP de Inovação, com o Primeiro Lugar da Região Nordeste, Primeiro Lugar Regional na categoria Pequena Empresa no Prêmio IEL Ceará Melhores Práticas de Estágio e Segundo Lugar Nacional na categoria Pequena Empresa no Prêmio Instituto Euvaldo Lodi (IEL) Ceará Melhores Práticas de Estágio e com Prêmio Petrobras de Tecnologia, na categoria Graduação, na área Tecnologia de Produtos.

Já em 2009, foi contemplada com Bronze, no Prêmio IDEA/Brasil 2009, na categoria Comerciais e Industriais, Primeiro Lugar Regional na categoria Pequena Empresa no Prêmio IEL Ceará Melhores Práticas de Estágio e Segundo Lugar Nacional na categoria Pequena Empresa do Prêmio IEL de Estágio. Outra novidade foi o destaque do robô MULATA na mostra de produtos brasileiros com reconhecimento internacional, “O Melhor do Brasil”, pela Apex Brasil.

A ARMTEC também já foi Caso de Sucesso da INPI (2007), da INOVA/ABIMAQ (2008), do SEBRAE Nacional, em óleo em gás (2008), da SESCAP (2008), da INNOTEC (2009), e do BRASIL TECNOLÓGICO (2009).

Política de Qualidade ARMTEC

“A política da qualidade da ARMTEC integra aspectos técnicos, sociais e mercadológicos com vantagens inovadoras para a concepção de produtos, melhorando continuamente os processos visando à satisfação dos clientes.”

A equipe da ARMTEC inclui profissionais das mais diversas áreas de formação, o que permite uma análise detalhada dos aspectos considerados fundamentais para se formar um produto ARMTEC: inovação tecnológica, confiabilidade e continuidade.

O Sistema de Gestão da Qualidade da ARMTEC abrange os processos relacionados a “projeto, execução e comercialização de produtos”

Mantendo o foco na satisfação do cliente, a direção da ARMTEC assegura, por meio da realização de treinamentos, que os requisitos do cliente sejam alcançados nos projetos. Portanto, os produtos adquiridos estão de acordo com os procedimentos estabelecidos no Sistema de Gestão da Qualidade ARMTEC.

Identidade ARMTEC

Sempre prevalecer dentro da essência da ARMTEC o seguinte lema: Humildade, Perseverança, Fé e Visão.

Compromisso

A ARMTEC Tecnologia em Robótica tem o compromisso de sempre desenvolver tecnologias competitivas e inovadoras para o crescimento contínuo e sustentável de parceiros e clientes com planejamento estratégico de curto, médio e longo prazo.

ISO 9001:2008

A ARMTEC tem estabelecido, documentado, implementado e mantido um Sistema de Gestão da Qualidade de acordo com os requisitos da norma NBR ISO 9001:2008. Foi a primeira empresa cearense a ser certificada nesta norma, desde 27 de fevereiro de 2009, pela Bureau Veritas Certification (BVQI), abrangendo o escopo: “Projeto, execução e comercialização de máquinas, equipamentos, componentes, dispositivos, programas aplicativos e básicos, sistemas e robôs sob demanda”.

O que temos a oferecer

A ARMTEC, que é apta ao fornecimento não apenas de Máquinas e Equipamentos, mas quando solicitado produz apenas partes destes componentes, ou faz transferência de tecnologia, oferece um modelo de atendimento de demandas tecnológicas através da inovação de um investimento em P&D diferenciado, visando a criação e o aperfeiçoamento dos produtos solicitados.

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LAAD 2011

Israel Aerospace Industries (IAI) anuncia parceria com a Dígitro

http://topnews.in/files/Israel-Aerospace-Industries.JPGAcordo será realizado por meio da EAE Soluções Aeroespaciais, joint venture entre a IAI e o Grupo Synergy. Estatal israelense apresenta, ainda, o veículo de reconhecimento Stark IRV, resultado de parceria com outra empresa brasileira

A Israel Aerospace Industries (IAI) anunciou nesta quarta-feira (13 de abril), durante a LAAD 2011 – principal feira de defesa e segurança do setor na América Latina –, no Rio de Janeiro, uma parceria com a brasileira Dígitro. O acordo será realizado por meio da EAE Soluções Aeroespaciais – joint venture entre a IAI e o Grupo Synergy -, que faz parte da Synergy Defesa e Segurança (SDS).

O objetivo da parceria é fornecer soluções de segurança interna, incluindo soluções integradas para fazer frente aos desafios da Copa do Mundo de 2014 e nos Jogos Olímpicos de 2016, que ocorrerão no Brasil.

A Dígitro é uma empresa de tecnologia da informação que desenvolve há mais de 30 anos soluções integradas de inteligência, incluindo monitoramento de TI e Telecom em tempo completo.

Durante a LAAD, a IAI apresenta seus mais modernos produtos para os setores de defesa e segurança interna, como os VANTs das famílias Heron e Panther, a plataforma de observação ETOP, radares de vigilância, o multissensor MOSP 3000, os multissensores da família POP e os centros de observação SafetyCity (CEMS) e RICent 8994.

IAI e a TAC Motors apresentam o Stark IRV, novo veículo de reconhecimento

A ELTA Systems Ltd., subsidiária da Israel Aerospace Industries (IAI), e a brasileiura TAC Motors apresentam na LAAD 2011 um novo veículo de Reconhecimento, Vigilância e Inteligência, o Stark IRV. Produzido pelas duas empresas, o Stark é um jipe off-road 4×4 equipado com um sistema de inteligência e vigilância dia e noite para missões policiais em terreno irregular e sob qualquer condição meteorológica. O Stark IRV é projetado para apoiar missões antidrogas, contrabando de armas e passagem ilegal de fronteira. Relatórios em tempo real são enviados diretamente às forças policiais deslocadas para a área.

Sobre a Synergy Defesa e Segurança:

A SDS é a recém criada divisão do Grupo Synergy, impulsionada pela Estratégia Nacional de Defesa (END) do governo brasileiro. A SDS é composta pelas empresas EAE Soluções Aeroespaciais (joint venture criada entre o Grupo Synergy e a israelense IAI), Flight Technologies, Digex Aircraft Maintenance e pelo Estaleiro EISA e tem a missão de oferecer aos mercados do Brasil e dos países vizinhos produtos e serviços com a mais alta tecnologia, incluindo VANTs, satélites, radares, dispositivos para segurança interna, centros de inteligência e também serviços de manutenção de aeronaves e barcos militares.