Categories
Acidentes e Catástrofes Aviação Estados Unidos

Cai aeronave F-16 da 162th Ala Aérea da Guarda Nacional

Um caça F-16 da 162th Ala Aérea da Guarda Nacional do Arizona cai na noite desta quarta-feira próximo a fronteira do Arizona com o Novo México, na região da Base Aérea de Davis Monthan.

Segundo informações das autoridades o F-16 realizava voo de treinamento noturno e era pilotado por um piloto iraquiano. Entretanto ainda não se tem informações sobre a identificação do piloto.

A aeronave caiu a cerca de 5 milhas a leste do aeroporto municipal de Douglas, provocando um incêndio bem próximo de um gasoduto. Moradores foram evacuados como medida de precaução. As chamas poderiam ser vistas a kilômetros de distância.

Autoridades americanas estabeleceram um perímetro de 2 milhas ao redor do local da queda a fim de preservarem o local. Peças da aeronave ficaram espalhadas em toda a área.

Fonte: DoD Fire News

Categories
Conflitos Defesa Estados Unidos Geopolítica Rússia

OTAN decide aumentar para 40 mil soldados a sua força de reação rápida

Os ministros da Defesa da OTAN decidiram ampliar o efetivo de suas forças de reação rápida, que passarão a contar com 40 mil soldados, informou nesta quarta-feira o secretário geral da Aliança, Jens Stoltenberg.

“Decidimos reforçar a potência e a capacidade da força de reação da OTAN, incluindo os componente aéreo, marinho e as forças especiais. No total, elas estarão formadas por 40 mil soldados efetivos”, disse Stoltenberg. O secretário afirmou ainda que trata-se de um grande aumento em comparação com os 13 mil militares que integravam as forças da OTAN anteriormente.

Durante o encontro de fevereiro deste ano, a Aliança anunciou que o contingente de 13 mil soldados seria ampliado para 30 mil.

O líder da OTAN assegurou que sua organização “estuda detalhadamente a atividade nuclear da Rússia, inclusive seu discurso” a respeito, já que “os problemas nucleares são muito sérios.”

“A atividade nuclear, os investimentos da Rússia em novas possibilidades nucleares, assim como as manobras atômicas que Moscou pratica nessa esfera, são parte de um panorama mais amplo, no qual a Rússia se comporta de maneira agressiva”, ressaltou Stoltenberg.

Segundo o secretário geral da Aliança, a OTAN “já está respondendo de maneira cuidadosa e responsável à conduta da Rússia.”

Stoltenberg afirmou ainda que o “conceito estratégico” de sua organização não sofreu mudanças no momento em relação à Rússia. Ele ressaltou que a OTAN não busca “um confronto” nem pretende fomentar “uma nova corrida armamentista.” “Não discutimos hoje, mas podemos voltar a essa questão caso seja necessário”, disse o secretário.

Os ministros da Defesa também aprovaram a criação de novos Estados Maiores, de cerca de 40 oficiais, na Bulgária, Estônia, Letônia, Lituânia, Polônia e Romênia. Também houve um acordo para desenvolver a capacidade de defesa da Moldávia.

Fonte: Sputnik News

Categories
Acidentes e Catástrofes Africa Conflitos Defesa Defesa em Arte Estados Unidos Forças Especiais Inteligência Sistemas de Armas Terrorismo

Drones podem ser efetivos contra o Estado Islâmico?

mq-9_armed
General Atomics MQ-9 Reaper armado com quatro AGM-114 Hellfire e duas GBU-12 Paveway II.

Aviões não tripulados costumam atacar líderes de organizações terroristas, mas comando do EI não é centralizado 

Desde agosto de 2014, uma coalizão liderada pelos EUA tem atacado alvos do Estado Islâmico (EI) no Iraque e na Síria com aviões tripulados e drones. Não há informações concretas sobre a proporção destes bombardeios realizada por veículos pilotados remotamente, uma vez que o Departamento de Defesa norte-americano mantém em segredo a maioria das missões com estes aviões. Contudo, com base em outras operações (como no Afeganistão, Paquistão e Iêmen), os drones são utilizados de forma majoritária em missões de vigilância e coleta de informações, mas também efetuam ataques em locais de difícil e arriscado acesso contra lideranças e militantes de organizações terroristas.

Os drones, veículos aéreos não tripulados, têm se consolidado como uma das ferramentas de maior destaque da “guerra ao terror” promovida pelos EUA desde 2001, na administração de George W. Bush. Na gestão Obama, os drones se tornaram ainda mais relevantes. A seu favor, essas aeronaves contam com preços significantemente menores do que os de aviões de combate tripulados, além de preservarem os operadores dos riscos físicos das missões – uma vez que eles estão a milhares de quilômetros de distância dos alvos. Por eliminar o custo político provocado pelas mortes de soldados norte-americanosin loco, os drones tornam-se atrativos internamente ou com a opinião pública norte americana.A Força Aérea dos EUA responde por mais de 60% das missões aéreas da coalizão contra o EI, além de fornecer inteligência, vigilância e reconhecimento. Neste contexto, Barack Obama criou uma grande polêmica ao reconhecer ainda possuir uma “estratégia completa” contra o grupo jihadista. Logo, o que o uso “tradicional” dos drones tem a oferecer à coalizão anti-EI? Esses aviões podem ser eficientes no Iraque e na Síria? Antes de responder estas perguntas, porém, é importante entender os usos e as vantagens dos drones.

armée-de-lair
A França lançou em meados de setembro de 2014 a operação Chammal no Iraque. Desde então, seus aviões realizaram missões de reconhecimento e bombardeios no país para apoiar o exército local e os peshmergas curdos que combatem o EI.

Os aviões remotamente pilotados também podem acessar facilmente regiões de logística complicada para tropas ou arriscadas demais para aviões tripulados. Essas aeronaves ainda aumentam a capacidade de vigilância ao voarem por mais de 20 horas sem reabastecimento, coletando informações, imagens, vídeos em alta definição e interceptando áudios. Sendo assim, em teoria, pode-se seguir de perto a rotina de um alvo, identificando-o e a suas conexões.

Neste sentido, a capacidade de identificar e seguir os alvos por longos períodos facilita o uso dos drones em operações para eliminar indivíduos estrategicamente importantes para organizações terroristas – o que inclui ataques a funerais e casamentos nos quais estes alvos estejam presentes, mesmo na companhia de civis. Os resultados deste método, entretanto, são contenciosos.

Alguns teóricos avaliam que os drones têm sido eficientes na desestruturação de redes terroristas ao eliminarem mais de 50 líderes sêniores da al-Qaeda e do Talibã, figuras não facilmente substituíveis. Essas mortes forçariam a ascensão de indivíduos menos experientes a posições de destaque. Sem a mesma qualificação dos antecessores, o funcionamento e a capacidade de organização dos grupos terroristas seriam afetados gravemente. Novos recrutas também teriam treinamento mais precário. Um raciocínio semelhante poderia ser aplicado para a eliminação de oficiais de escalões mais baixos, mas que possuem habilidades valiosas: como falsificadores de passaportes, montadores de bombas, recrutadores e arrecadadores de fundos.

Por outro lado, há pontos negativos na utilização dos drones para eliminar terroristas. Teóricos sustentam que os ataques provocam e aumentam tensões nos países bombardeados, elevando o extremismo contra os EUA. Essa situação facilitaria o recrutamento por grupos antiamericanos de civis atingidos direta ou indiretamente pelos ataques, criando uma nova geração de potenciais terroristas. Esse argumento ganha força, em especial, devido aos chamados “ataque por assinatura”, ou seja, quando os alvos são definidos com base em padrões de comportamento, movimentação em áreas consideradas “paraísos” de terroristas e idade militar. Como não há a identificação exata do alvo, há um espaço grande para que civis sejam confundidos com terroristas.

No Iraque e na Síria, a vulnerabilidade civil é ainda maior. Nos dois países, os operadores de drones dos EUA estão estão isentos de possuir “certeza quase absoluta” de que seus ataques não irão atingir civis. Essa “liberdade” é, por si só, alarmante, uma vez que no território do EI não há como controlar possíveis abusos. Não existe a presença forte de organizações civis, jornalistas ou tropas para denunciar ou monitorar os ataques. Isso pode levar a abusos e ao uso excessivo de força. No Afeganistão, Paquistão, Iêmen e Somália, a organização britânica The Bureau of Investigative Journalism computa os ataques de drones norte-americanos.

Ademais, os operadores de aeronaves não tripuladas norte-americanas estão sob forte pressão devido ao implacável ritmo das operações – não apenas contra o EI. Etes normalmente “voam” seis vezes por semana, trabalhando até 14 horas por dia, em média. Enquanto um piloto de um avião tripulado atua entre 200 e 300 horas por ano, os operadores de drones atingem entre 900 e 1100 horas de voo no mesmo período. Essa sobrecarga de trabalho pode resultar em ineficiência em ataques e, consequentemente, mais vítimas civis.

[embedplusvideo height=”517″ width=”650″ editlink=”http://bit.ly/1LqVcdb” standard=”http://www.youtube.com/v/3PjR8v1njsg?fs=1″ vars=”ytid=3PjR8v1njsg&width=650&height=517&start=&stop=&rs=w&hd=0&autoplay=0&react=1&chapters=&notes=” id=”ep2191″ /]

Drones contra o EI

Contudo, como os drones podem funcionar contra o EI? Em teoria, os ataques ao EI com aeronaves pilotadas remotamente estariam sujeitos a grande parte dos “efeitos colaterais” encontrados em operações no Paquistão e Iêmen. Por outro lado, a insatisfação da população local poderia ser menor caso haja o entendimento de que os ataques visam um combater um inimigo comum. No entanto, não há como mensurar esse sentimento, no momento. Por outro lado, mortes de civis em bombardeios tendem a causar nível similar de inquietação popular, reduzindo o apoio aos ataques.

O líder do Estado Islâmico Abu Bakr al-Baghdadi aparece em uma mesquita em Mosul, Iraque, em sua primeira aparição pública

Do ponto de vista estratégico, os poucos registros de ataques de drones disponíveis indicam que alguns alvos importantes do EI foram eliminados ou gravemente feridos. Um oficial de alta patente e recrutador do grupo jihadista foi morto no Afeganistão, onde a filial do EI ainda possui poucos seguidores. Em outro ataque aéreo, não explicitamente confirmado como sendo de um drone, o líder do EI, Abu Bakr al-Baghdadi, teria ficado seriamente debilitado em março. Essas operações visam desestruturar o grupo jihadista, mas podem não funcionar como esperado. Para isso é interessante entender o funcionamento militar do EI.

A habilidade no campo de batalha é um dos elementos que mantêm as outras atividades do grupo – política, ideologia e social – em funcionamento. O grupo possui um elevado número de soldados relativamente qualificados, materiais e armas sofisticados e grande agressividade no campo de batalha, o que explica o seu rápido progresso territorial. Há controvérsias em relação à quantidade exata de soldados do grupo, mas a inteligência dos EUA estima entre 20 e 30 mil. Autoridades curdas estimam as tropas jihadistas em até 200 mil indivíduos, mas não há indícios realistas sobre estes números.

De toda forma, os números são relevantes, em especial porque os recrutas estão organizados como uma tropa e com estratégia definida para ocupar territórios – ao contrário do Paquistão, por exemplo. Neste sentido, eliminar Al-Baghdadi pode não ser tão eficiente, pois a liderança do EI parece não ser extremamente centralizada. A estratégia militar do grupo é ditada por líderes de círculos sociais de segundo e terceiro escalões, muitos dos quais serviram na inteligência ou no exército de Saddam Hussein, no Iraque. Logo, a eventual morte de Al-Baghdadi tende a afetar pouco a estratégia do grupo no campo de batalha.

As tropas do EI são comandadas de forma eficiente por estas lideranças de escalões inferiores, que também estabeleceram o que é descrito como um “sofisticado” sistema de treinamento de novos recrutas. Isso significa que líderes mais experientes e velhos estão transferindo habilidades e técnicas valiosas para outros soldados, que poderão assumir seus postos em condições não muito inferiores quando seus “mestres” forem mortos.  Logo, para afetar rapidamente a organização do grupo seria preciso eliminar uma quantidade elevada destas lideranças, que estão espalhadas em diversos centros urbanos, o que dificulta sua identificação e eventuais ataques.

Outro fator importante é a chegada intensa de recrutas estrangeiros, que já teria ultrapassado 20 mil indivíduos, muitos dos quais estão em unidades de combate. Muitos destes estrangeiros já possuem habilidades e experiência em combate, como Abu Omar al-Shishani, supostamente o chefe do conselho militar do EI, podendo repor a perda de líderes importantes por algum tempo. Outros estrangeiros menos experientes têm sido usados em ataques suicidas, que já infligiram grandes perdas à tropas iraquianas, por exemplo.

Iraq-Syria-ISIS-ISIL-Map-June-12-2014

Neste sentido, a morte de um recrutador no Afeganistão não diminuirá o fluxo de militantes estrangeiros no EI, especialmente porque o grupo age de forma conjunta neste processo. Logo, o ciclo de treinamento e qualificação para postos mais elevados será mantido. Assim como eliminar Al-Baghdadi não afetaria de forma significante a estratégia de batalha do EI, uma vez que o grupo continuou a ganhar terreno mesmo após o ataque ao líder geral. Isso, em parte, está relacionado à habilidade das tropas do EI. Mesmo com a perda de espaço para milícias xiitas, peshmergas e para os curdos no Iraque recentemente, o grupo tem mantido consistência no campo de batalha, abrindo novas frentes e pressionado em outras, como na tomada de Ramadi em março.

Desta forma, o uso dos drones para eliminar lideranças do EI parece ser, neste momento, uma estratégia pouco eficiente. Em especial devido aos quadros do EI continuarem a ser substituídos por estrangeiros a uma velocidade de cerca de mil por mês. Isso é o bastante para manter uma tropa relevante. Por outro lado, ao longo de um período longo, a eliminação de oficiais de treinamento afetaria a qualidade e a eficiência das tropas no campo de batalha, o que poderia, no futuro, expor as fraquezas do EI. Contudo, no momento, lideranças de segundo e terceiro escalão mantêm um sistema eficiente de treinamento de novos recrutas, muitos dos quais estrangeiros. O que deve manter o grupo eficiente por algum tempo. Para afetar de forma mais rápida esse processo de substituição, seria necessário cortar o fluxo de recrutas vindos do exterior. Mas nisso, os drones não podem ajudar.

 

Texto: Politike

Imagens e legendas: Plano Brasil

Fonte: politike

 

Categories
Aviação Defesa Estados Unidos História Sistemas de Armas Vídeo

Documentário – O Lendário Grumman F-14 Tomcat

[embedplusvideo height=”395″ width=”650″ editlink=”http://bit.ly/1LqQtYX” standard=”http://www.youtube.com/v/BFH0JJLmH0Y?fs=1″ vars=”ytid=BFH0JJLmH0Y&width=650&height=395&start=&stop=&rs=w&hd=0&autoplay=0&react=1&chapters=&notes=” id=”ep5958″ /]

Categories
Aviação Defesa Defesa em Arte Estados Unidos Geopolítica

Vídeo: Teste das catapults EMALS do USS Gerald Ford visto por outro ângulo.

Acompanhe os testes da catapulta EMALS do CVN-78 USS Gerald R. Ford a partir de uma GoPro.

Fonte: Huntington Ingalls Industries

Categories
Acidentes e Catástrofes Africa América do Sul América Latina Conflitos Defesa Defesa em Arte Estados Unidos Forças Especiais Terrorismo

Chefe da Al Qaeda no Iêmen é morto em bombardeio norte-americano

Por Noah Browning e Mohammed Ghobari

DUBAI/SANAA (Reuters) – A Al Qaeda no Iêmen informou que seu líder, Nasser al-Wuhayshi, foi morto em um bombardeio norte-americano em um grande ataque dos Estados Unidos contra a ramificação mais forte do grupo militante global.

“Nós da Al-Qaeda na Península Arábica (AQAP) lamentamos à nação muçulmana… que Abu Baseer Nasser bin Abdul Karim al-Wuhayshi, que Deus descanse sua alma, morreu em um ataque norte-americano direcionado a ele e a dois de seus irmãos mujahideen, que Deus descanse suas almas”, disse o membro sênior da AQAP Khaled Batarfi.

O grupo se reuniu e nomeou o antigo chefe militar Qassim al-Raymi como seu substituto, informou.

Al-Wuhayshi, um carismático ex-sócio de Osama bin Laden, liderou o grupo durante ataques a bomba frustrados contra companhias aéreas internacionais e reivindicou responsabilidade pelo ataque a tiros ao jornal satírico francês Charlie Hebdo, dizendo que foi uma punição por insultos ao profeta Maomé.

O grupo também orquestrou um número de ataques espetaculares dentro do Iêmen nos últimos anos, mirando em ministérios do governo, acampamentos militares e soldados, nos quais centenas de pessoas foram mortas.

A Al Qaeda não especificou como ou quando Wuhayshi foi morto. Alguns moradores da cidade iemenita de Mukalla relataram um ataque a drone suspeito na sexta-feira.

Fonte: Reuters Brasil

 

Categories
Acidentes e Catástrofes Aviação Conflitos Defesa Defesa Anti Aérea Defesa em Arte Estados Unidos Mísseis Rússia

Avanço militar de Rússia e EUA gera temores de nova corrida armamentista

141209175348_obama_putin_forbes_rating_624x351_afpgettyimages

Em meio às crescentes tensões com o Ocidente, o presidente russo, Vladimir Putin, voltou aos holofotes internacionais ao anunciar um incremento no arsenal nuclear do país.

A decisão vem como contrapartida ao crescente enfraquecimento do equipamento militar convencional do país. Moscou está no meio de uma significativa modernização de suas armas nucleares estratégicas, que incluem novos mísseis balísticos, bombardeiros e submarinos.

Nos últimos anos, armamentos mais velhos e obsoletos foram tirados de serviço, e o tamanho do arsenal total da Rússia vinha caindo.

No entanto, esse enxugamento pode em breve chegar ao fim, levantando questionamentos sobre os poderes nucleares do país.

O que alarma o Ocidente agora é a ênfase da retórica russa em armamentos nucleares em detrimento dos tradicionais.

Ameaças de uso de armas nucleares de curto alcance na península da Crimeia, anexada pela Rússia em 2014, vinham sendo acompanhadas por alertas velados de atacar países-membros da Otan (a aliança militar ocidental).

150520055010_russia__tank_624x351__nocredit

‘Modernização’

Nesta terça-feira, a Rússia disse que colocará em funcionamento mais de 40 novos mísseis balísticos intercontinentais até o fim do ano.

A iniciativa faz parte de um programa de modernização das Forças Armadas do país e ocorre depois que os Estados Unidos propuseram aumentar sua presença militar em Estados da Otan no Leste Europeu – movimento que desperta preocupações quanto a uma possível nova corrida armamentista.

A Otan condenou o anúncio do governo russo, classificando-o de “injustificável” e “perigoso”.

A disputa entre a Rússia e o Ocidente tem como pano de fundo o papel de Moscou no conflito que se desenvolve no leste da Ucrânia.

Segundo Putin, as novas armas russas poderiam vencer os sistemas de defesa antimísseis mais avançados tecnicamente.

A Otan e líderes do Ocidente acusaram a Rússia de enviar soldados e armas pesadas, incluindo tanques e mísseis, aos separatistas pró-Rússia no leste da Ucrânia.

A Rússia nega a acusação e reforça que os russos que lutam contra o governo ucraniano são “voluntários”.

No fim da tarde desta terça-feira, o secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, afirmou por meio de um comunicado que Putin “estava confirmando a tendência e o comportamento da Rússia; temos visto que a Rússia está investindo mais em defesa, em geral, e em sua capacidade nuclear, em particular”.

“É injustificável, desestabilizador e perigoso”, afirmou ele.

Stoltenberg acrescentou que “o que a Otan faz no leste da Ucrânia é algo comedido, defensivo e totalmente em linha com nossos compromissos internacionais”.

140909091937_tomasz_siemoniak_624x351_mon.gov.pl

Estados Unidos

Na segunda-feira, o ministro de Defesa polonês, Tomasz Siemoniak, afirmou que os Estados Unidos vão armazenar armas pesadas, incluindo tanques e veículos de infantaria, no país.

Siemoniak afirmou que o acordo foi discutido entre ele e o secretário de Defesa americano, Ash Carter, no mês passado.

Nas últimas semanas, as Forças Armadas americanas vêm conduzindo exercícios militares no leste da Europa, ante o papel crescente da Rússia no conflito da Ucrânia.

Já autoridades russas descreveram a estratégia dos Estados Unidos como tendo “consequências perigosas”.

As três repúblicas bálticas (Estônia, Letônia e Lituânia) também planejam armazenar armas pesadas americanas, afirmaram autoridades.

Os Estados Unidos apenas confirmaram que vão enviar uma brigada de 250 blindados à Alemanha, incluindo tanques, para apoiar aliados da Otan.

Segundo Carter, o governo americano ainda decidirá se esses veículos serão deslocados para outros países do Leste Europeu.

Se o plano for concretizado, seria a primeira vez desde o fim da Guerra Fria que os Estados Unidos posicionam forças militares no território de antigas repúblicas soviéticas hoje aliadas da Otan.

A iniciativa, segundo o ministro polonês, não seria “de curto prazo”, mas duraria “anos ou décadas”.

Até 5 mil militares da Otan poderiam ser equipados com armas a serem armazenadas no leste da Europa. Seria uma espécie de brigada de reação rápida da Otan, que poderia ser empregada a curto prazo.

A Casa Branca ainda teria de aprovar o armazenamento das armas pesadas, e nenhuma localização precisa foi determinada.

Além da Polônia e dos países bálticos, Bulgária, Romênia e Hungria também poderiam abrigar equipamento militar americano.

Os Estados Unidos também estão construindo uma base de defesa antimísseis na cidade de Redzikowo, no norte da Polônia, parte de um escudo voltado para proteger países da Otan da ameaça de projéteis de longo alcance vindos da Rússia.

O governo russo condenou o plano de escudos antimísseis e acusou a Otan de pôr em risco a segurança europeia.

Fonte: BBC

Categories
Acidentes e Catástrofes Armored Personnel Carriers Conflitos Defesa Defesa em Arte Economia Estados Unidos Geopolítica Mísseis Rússia

EUA planejam presença militar inédita desde 1989 no Leste Europeu.

jjj

O conflito na Ucrânia e a preocupação dos Governos regionais com a ingerência russa estão propiciando um retorno dos meios de dissuasão militar próprios da Guerra Fria. O Departamento de Defesa dos Estados Unidos está preparando o envio de armamento pesado a bases militares no Leste Europeu, um material que poderia ser empregado por até 5.000 soldados norte-americanos. A proposta, segundo o jornal The New York Times, deverá ser aprovada pelo presidente Barack Obama e o secretário de Defesa Ashton Carter antes da reunião de ministros de Defesa da OTAN no final deste mês.

O objetivo de Washington é reforçar as garantias de segurança dos países ex-soviéticos que receiam o expansionismo da Rússia, mais de um ano depois de Moscou anexar a península da Crimeia e estabelecer um apoio contínuo à insurgência separatista no leste da Ucrânia. Se a mobilização militar for aprovada, será a primeira vez desde o fim da Guerra Fria, há mais de duas décadas, que os EUA estacionam armamento pesado nos novos países da OTAN do Leste Europeu, ou seja, aqueles que antes integravam a esfera de influência da União Soviética. Os Governos da Polônia e Lituânia confirmaram no domingo que estão em conversações com Washington para abrigar armamentos.

A iniciativa significa uma admissão implícita de que o Governo Obama não prevê um fim próximo da intervenção russa na Ucrânia, iniciada em março de 2013 depois das revoltas pró-democráticas e pró-europeias naquele país. O envio de material bélico pesado seria a decisão mais contundente já tomada por Washington para responder às ingerências da Rússia de Vladimir Putin. Até agora, os EUA já haviam intensificado os exercícios militares nos países parceiros da OTAN no leste, além de prestarem apoio militar a esses países e à Ucrânia, que não participa da aliança atlântica. No terreno diplomático, Washington impôs, junto com a União Europeia, sanções econômicas a Moscou.

Seria a primeira vez desde o fim da Guerra Fria, há mais de duas décadas, que os EUA estacionam armamento pesado nos novos países da OTAN do Leste Europeu

A proposta atual do Pentágono, que não detalha prazos, é levar à Lituânia, à Letônia e à Estônia material suficiente para 150 soldados em cada país, segundo o Times. A quantidade seria superior, para 750 soldados, na Polônia, Romênia, Bulgária e “possivelmente” a Hungria. Militares norte-americanos analisaram as bases que poderiam receber esse material. O armamento seria vigiado por contratados locais, não por militares norte-americanos. Seria uma mobilização similar à feita pelos EUA no Kuwait durante uma década, depois da primeira Guerra do Golfo, ocorrida em 1991.

“O Exército continua revisando as melhores localizações para armazenar estes materiais em consulta com nossos aliados”, observou o porta-voz do Departamento de Defesa, Steven Warren, em nota. “Neste momento, não tomamos nenhuma decisão sobre se ou quando mover este material.” A informação do jornal chega poucas semanas depois de o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, e o ministro da Defesa polonês visitarem Washington.

Com o envio de material bélico, Obama procura mandar uma mensagem de firmeza a Putin, mas seu alcance é limitado. A proposta exclui a mobilização permanente de tropas americanas, como tinham pedido altas autoridades militares do Báltico. Os carros de combate, veículos de infantaria e outro material bélico pesado não seriam colocados sobre o terreno, mas ficariam armazenados em bases aliadas para uso em caso de necessidade ou treinamento. E o volume de material, segundo o Times, seria inferior ao que a Rússia poderia mobilizar em sua fronteira.

A proposta deve ser aprovada antes da reunião de ministros de Defesa da OTAN no final deste mês

A filosofia por trás da decisão coincide com a obrigação dos Estados Unidos, como país membro da OTAN, de responder a uma ameaça à segurança de outro parceiro da aliança. E não inclui nenhuma assistência militar adicional à Ucrânia. O debate que houve em fevereiro no seio do Governo Obama sobre a necessidade de entregar armas ao Exército ucraniano parece ter ficado enterrado, apesar da frágil trégua no Leste da Ucrânia entre as forças nacionais e os rebeldes pró-russos.

Por enquanto, a iniciativa não suscitou nenhuma reação oficial russa, mas representa, sem dúvida, um abalo nos esforços que o Kremlin vinha fazendo para tentar convencer o Ocidente de que a Rússia não representa nem um perigo nem uma ameaça para a Europa. Ao mesmo tempo, os novos planos norte-americanos podem reforçar a posição da linha dura na Rússia, que poderia exigir a volta dos mísseis nucleares ativos apontando para a Europa, informa Rodrigo Fernández.

Apesar da crescente tensão, Washington mantém aberto um canal de comunicação com Moscou, como evidenciou a reunião em meados de maio na Rússia do secretário de Estado, John Kerry, com Putin. O papel da Rússia é crucial nas negociações nucleares com o Irã e na resolução da guerra civil síria. É presumível, apesar disso, que o envio do material bélico incomode a Rússia, como já aconteceu com o projeto do presidente George W. Bush de instalar um escudo antimísseis no leste da Europa para conter uma suposta ameaça do Irã. Ao chegar à Casa Branca em 2009, Obama barrou esse plano.

Fonte: El País

Imagem meramente ilustrativa

Categories
Acidentes e Catástrofes Conflitos Defesa Defesa Anti Aérea Defesa em Arte Espaço Estados Unidos Geopolítica Mísseis Rússia Sistemas de Armas Sistemas Navais

A simulação de computador que quase iniciou a Terceira Guerra Mundial

uojq0wgg8jv1umnpmknh-1260x710

Lembra-se do filme Jogos de Guerra de 1983? O filme é sobre um “jogo” de computador cujo potencial pode iniciar uma guerra termonuclear. E, estranhamente, esse cenário é mais real do que parece. Em 1979, programadores do Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte (NORAD) quase iniciaram a Terceira Guerra Mundial, quando eles acidentalmente rodaram um programa que simulava um ataque soviético.

Nas primeiras horas da manhã de 9 de novembro de 1979, Zbigniew Brzezinski, o conselheiro da segurança nacional do presidente Jimmy Carter, foi acordado por uma ligação terrível. De acordo com o NORAD, a União Soviética havia acabado de lançar 250 mísseis cujo destino final seria o solo americano. Brzezinski recebeu outra ligação pouco tempo depois da primeira, e nela o NORAD reportava que não eram 250 mísseis, mas 2.200. Este foi o momento que todo americano que viveu durante a Guerra Fria temia. E os oficiais não planejavam avisar o público.

Brzezinski nem mesmo acordou a própria esposa. O conselheiro assumiu que ele e todos aqueles que ele conhecia estariam mortos em breve, então ele não viu motivos para acordá-la. Dá para imaginar o sombrio mundo pós-apocalíptico na mente dele enquanto o oficial pensava nos próximos passos que deveria dar.

“Eu sabia que se aquilo fosse verdade, então, dentro de meia hora, eu, e todos os meus entes queridos, e Washington, e a maior parte da América deixaríamos de existir. Queria me certificar que teríamos companhia”, disse Brzezinski a um biógrafo em 2011.

Brzezinski queria ter certeza de que, caso o ataque fosse real, a União Soviética não seria nada mais que um buraco na Terra. Se nós cairmos, nossos adversários comunistas cairão juntos.

gvqdggm1ffa6rsr9fuon

Mas Brzezinski queria confirmação antes de ligar para o presidente e lançar mísseis em direção aos soviéticos. Alarmes falsos haviam ocorrido no passado, mas este parecia legítimo. Por sorte, antes de notificar o presidente Carter, ele recebeu uma terceira ligação informando que nenhum outro sistema havia captado sinais de um ataque. O NORAD continuaria a manter os olhos no céu, mas este pareceu ser apenas mais um alarme falso.

Então como foi que isso aconteceu? Um programa de computador que simulou um ataque nuclear comandado pela União Soviética foi carregado na rede do NORAD. Assustadoramente, o NORAD e todos os que estavam conectados à rede acreditaram que a simulação fosse um ataque real.

Apesar de o presidente não ter sido notificado em tempo real, só sendo informado do incidente horas depois, providências para um segundo ataque já estavam em ação. Dez jatos americanos e canadenses eram preparados para uma guerra que tinha potencial para mudar de forma dramática a vida no nosso planeta para as gerações seguintes.

Mas o presidente não ficou sabendo de nada. Os EUA possuíam um sistema da década de 1960 para este tipo de cenário. Supostamente, o presidente deveria estar a bordo de um avião para poder tomar decisões no ar durante um conflito nuclear. Curiosamente, aquele voo (uma central de comando móvel chamada Posto de Comando Aéreo para Emergências Nacionais) decolou sem o presidente a bordo.

uwyyetr5e1yxujvsaxo2

Quando o incidente do computador do NORAD em 1979 virou notícia na imprensa americana, todo o ato foi diminuído para algo que não representou nenhuma ameaça à segurança americana. Os noticiários da época deixaram claro que o presidente não havia sido notificado (algo que deixaria o público mais tranquilo), mas não mencionaram que o conselheiro de segurança nacional do presidente foi avisado, e que estava em casa estudando a possibilidade de um ataque de retaliação, imaginando a morte de todos aqueles que ele amava.

Como explica o escritor Michael Warner no fascinante livro Cybersecurity: A Pre-history, o incidente envolveria um ciclo bizarro de arte imitando a vida imitando a arte:

No caso da arte imitando a vida, o conhecido filme Jogos de Guerra adaptou este cenário em 1983 — e o presidente Ronald Reagan ficou tão impressionado com as habilidades hacker de Matthew Broderick no filme que chegou a mencionar o cenário fictício em um encontro com membros do Congresso e o comandante do exército.

Depois, em um caso de vida imitando a arte, estudantes do ensino médio de uma escola em Milwaukee, inspirados pelo filme e se chamando de 414s (em referência ao código da área telefônica da cidade), provaram durante o mesmo período que estudantes realmente poderiam se infiltrar em redes militares secretas.

E como eles tentaram remediar este problema em 1979? Primeiramente, o NORAD construiu um edifício de US$ 16 milhões feito exclusivamente para testes. Desta forma, eles não simulariam programas na mesma rede principal do NORAD. Um relatório de 1981 do escritório de contabilidade governamental citou este prédio como uma necessidade absoluta para evitar que um programa de computador pudesse emitir um alarme falso novamente.

Mas tanto os EUA quanto a União Soviética veriam novos e diversos exemplos de alarmes falsos nos anos seguintes. Inclusive, sabemos de pelo menos três deles só na década de 80. Um falso alarme ocorreu em 1983, quando um tenente soviético em Moscou chamado Stanislav Petrov recebeu um alerta de que mísseis americanos estariam a caminho da Rússia. A decisão dele de não lançar um contra-ataque, com base em “uma sensação estranha no estômago”, salvou a humanidade da completa destruição nuclear.

Ano passado, os dinamarqueses fizeram um filme sobre Petrov chamado O Homem que Salvou o Mundo. Infelizmente, ele não foi o primeiro nem o último participante da Guerra Fria que mereceu este título.

Fonte: Gizmodo 

Categories
Aviação Brasil Defesa Estados Unidos Geopolítica Negócios e serviços

Departamento de Estado aprova a venda de 6 aviões A-29 para o Líbano.

BEIRUTE: O Departamento de Estado dos Estados Unidos aprovou um acordo para vender seis aeronaves militares para o Líbano, juntamente com outros equipamentos de hardware e suporte militar como parte de um projeto de 462 milhões dólares em armas.

O acordo proposto inclui seis A-29 Super Tucano aviões, que são aeronaves militares especializada em ataques leves, contra insurgência, apoio aéreo e reconhecimento, de acordo com um comunicado divulgado quarta-feira pela Agência para Cooperação e Segurança.

A agência, que é ligada ao Departamento de Defesa dos Estados Unidos, disse que o Congresso foi notificado do possível acordo sexta-feira.

Os outros elementos do pacote proposto incluem: oito motores PT6A-68A turboélice, oito ALE-47 Countermeasure Dispensing Systems, 2.000 APKWS (um foguete de precisão e guiagem por laser produzido pela BAE Systems), oito AN / AAR-60 (V2) sistemas de detecção de lançamento de mísseis e de non-SAASM Embedded Global Positioning System/Initial Navigation Systems (EGIs).

Junto com o equipamento militar, o acordo também cobriria “peças de reposição e reparo, testes de voo, suporte de manutenção, equipamento de apoio, publicações e documentação técnica, suporte balsa, treinamento de pessoal e equipamento de treino, do governo dos EUA e de engenharia da contratante e serviços de apoio logístico, e outros elementos relacionados de apoio logístico “, explicou o comunicado.

O Departamento de Estado acredita que a venda serviria ” a interesses econômicos e interesses de segurança nacional, fornecendo ao Líbano recursos aéreos necessários para manter a segurança interna, a cumprir as resoluções do Conselho de Segurança de Nações Unidas 1559 e 1701 e combater as ameaças terroristas “, acrescentou.

Embora o Líbano opere muito poucos aviões militares, disse o comunicado militar do Líbano de que não iriam encontrar qualquer dificuldade em absorver os novos aviões. Ele enfatizou necessidade urgente do Líbano para apoio aéreo aproximado para enfrentar as ameaças de segurança atuais em suas fronteiras.

Segurança do Líbano tem sido ténue desde o início da guerra civil síria em 2012. Jihadis de grupos, incluindo Nusra Frente e ISIS da Al-Qaeda estão entrincheirados ao longo da fronteira oriental com a Síria e tentaram se infiltrar em território libanês em diversas ocasiões.

Militantes associados e inspirados pelos dois grupos entraram em choque com o Exército libanês nos últimos dois anos em muitas áreas, incluindo Sidon, Tripoli e da cidade do nordeste da Arsal.

Hezbollah vem realizando uma campanha militar de pleno direito contra jihadistas nas fronteiras orientais desde 04 de maio, e a batalha está agora centrado em torno periferia de Arsal. Cerca de 2.500 militantes é a estimativa que estejam implantados na área, o que aumentou a preocupação sobre outro ataque na cidade.

A notificação enviada ao Congresso não significa que a venda foi concluída, o negócio ainda precisa da aprovação do Congresso.

A Embaixada dos EUA no Líbano não puderam fornecer quaisquer comentários sobre o assunto quando contactado pelo The Daily Star quarta-feira.

Fonte: DailyStar

Categories
Conflitos Defesa Estados Unidos Forças Especiais Ucrânia

Kiev e OTAN criam forças de operações especiais

ukraine-security-s_2506410b

A Ucrânia e a OTAN começarão em breve a realizar um projeto para criar forças de operações especiais, declarou o embaixador de Kiev na Aliança, Igor Dolgov.

 “Começará em breve a realização de um projeto conjunto com a OTAN para criar forças de operações especiais dentro das Forças Armadas da Ucrânia”, disse Dolgov em uma reunião do conselho interparlamentar Ucrânia-OTAN em Kiev. As forças “estarão dotadas com equipamentos especiais”, completou. Segundo Dolgov, a criação das forças especiais está prevista pelo programa de cooperação entre a Ucrânia e a OTAN para o ano de 2015.

A Rada Suprema (parlamento ucraniano) aprovou em dezembro uma série de emendas que supõem a renúncia ao status não alinhado, o que torna possível a entrada da Ucrânia na OTAN. O programa de cooperação de Kiev com a Aliança estipula a modernização dos meios de comunicação, a homologação das Forças Armadas ucranianas aos padrões da OTAN, a reciclagem e a adaptação social dos militares ucranianos, a reabilitação física dos militares ucranianos feridos, assim como questões de logística, ciberproteção e outros.

 Fonte: sputniknews

Categories
Aviação China Defesa Defesa Anti Aérea Estados Unidos Geopolítica História Inteligência

VÍDEO: incidente entre P-8A da US Navy e Marinha Chinesa


No mês passado um P-8A da US Navy foi contactado pela Marinha Chinesa enquanto sobrevoava um complexo de ilhas artificiais que estão sendo construídas pela China. Os chineses alegaram que os americanos estavam sobrevoando uma área militar e para isso requisitaram que deixassem aquele espaço aéreo imediatamente. Acompanhe abaixo o vídeo completo deste encontro inusitado.