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Defesa antiaérea síria pode conter os Tomahawks norte-americanos?

Numa entrevista, o presidente sírio Bashar Assad declarou que Damasco mantém interesse em comprar sistemas russos de defesa antiaérea.

Hoje em dia o exército sírio possui sistemas soviéticos S-200, que não permitem garantir a defesa nas condições modernas de combate.

O presidente sírio, em uma entrevista à Sputnik em 21 de abril, declarou que Damasco tem planos de adquirir sistemas russos de defesa antiaérea, porque a maioria do material antiaéreo sírio foi destruída pelos terroristas. Ele acrescentou que agora Moscou e Damasco estão negociando o fornecimento de sistemas suplementares.

“Não podemos dar quaisquer números específicos porque, como sabe, é informação militar, mas posso dizer que é mais de 50%”, comunicou Assad falando sobre o arsenal antiaéreo sírio restante. 

O exército sírio possui sistemas de mísseis terra-ar S-200 fornecidos ainda em 1983 pela União Soviética.

“No início dos ataques eles começaram a destruir a defesa antiaérea síria, que não tinha nada a ver com o que eles chamaram na época de “manifestações pacíficas”. A maioria das instalações antiaéreas está localizada fora de cidades, nas zonas periféricas, é por isso que eles começaram a atacar estas infraestruturas, o que por sua vez teve um impacto acentuado durante a crise”, explicou o presidente da Síria à Sputnik. 

Em novembro de 2016 o Ministério russo da Defesa declarou que as forças russas tinham reparado alguns sistemas de defesa antiaérea da Síria para que ficassem operacionais.

Apesar de que este sistema de defesa antiaérea foi desenvolvido para proteger as infraestruturas militares e civis de qualquer tipo de ataque aéreo, ele não pode garantir a defesa completa durante um combate moderno.

Foto: © AP Photo/ Amir Kholousi, ISNA

Fonte: Sputnik News

 

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Marinha Russa testa sistema de defesa aérea Tor-M2KM em uma Fragata

O canal de notícias russo “Russia 24” publicou um interessante vídeo mostrando um teste do sistema de mísseis de defesa aérea Tor-M2KM do Exército russo em uma Fragata do Projeto 11356. O módulo 9K331MKM pode ser visto instalado no convés de voo da Fragata “Almirante Grigorovich”.

 

https://www.youtube.com/watch?v=ObXk1BgRNGE

O objetivo com os testes foi avaliar na prática, as possibilidades de emprego do sistema Tor -M2KM de defesa de mísseis no interesse da Marinha. 

Os testes foram realizados no Mar Negro em outubro de 2016.

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Rússia em alerta para “esmagador ataque nuclear dos EUA”

A Rússia está em alerta diante da possibilidade de um “esmagador ataque nuclear americano surpresa” em seu solo.

A emissora de TV estatal RT citou um general russo, que disse que o sistema americano de mísseis antibalísticos (ABM) está “provocando uma nova corrida armamentista”.

O Ministério da Defesa da Rússia também alertou que a implantação do sistema pelos Estados Unidos é uma ameaça à segurança mundial.

O RT disse que Viktor Poznikhir, chefe de operações do estado-maior russo falou, numa conferência sobre o desarmamento em Genebra, sobre a “ameaça”.

“A presença do sistema global ABM reduz o limiar para o uso de armas nucleares, porque os Estados Unidos passam a ilusão da impunidade sobre o uso de armas ofensivas estratégicas sobre a proteção do ABM”.

“O ABM é um símbolo do acúmulo de forças nucleares no mundo e um gatilho para uma nova corrida armamentista”.

O RT diz que os oficiais russos afirmam que o sistema ABM “compromete a dissuasão da Rússia acerca de seu programa nuclear”.

O canal relatou que Poznikhir disse que os Estados Unidos “continuam a desenvolver o sistema sob o pretexto de combater a Coreia do Norte e o Irã, ignorando as preocupações da Rússia”.

Recentemente, os Estados Unidos implantaram o sistema de mísseis THAAD (Terminal de Defesa Territorial de Grande Altitude) na Coreia do Sul para testes de mísseis balísticos contra a Coreia do Norte.

O sistema está configurado para abater mísseis balísticos.

Poznikhir disse que o sistema ABM “já pode interceptar alguns mísseis e só se tornará mais e mais competente no futuro”.

Ele afirma que o desenvolvimento do sistema ABM pelos Estados Unidos “diminui as chances de diálogo sobre a redução dos armamentos nucleares”, relatou o RT.

Ross McGuinness
Yahoo News UK

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: Yahoo

 

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Índia testa sistema de mísseis Barak no porta-aviões INS Vikramaditya

A Marinha da Índia realizou os primeiros testes bem-sucedidos do sistema de mísseis Barak instalado ao bordo do porta-aviões Vikramaditya, comunica a Hindu citando fontes da Marinha.

“Durante os testes, realizados no mar Arábico, foi lançado um míssil contra um alvo real voando a alta velocidade e a baixa altitude. O alvo foi sucessivamente interceptado e eliminado”, informou um oficial da Marinha citado pela Hindu. 

A Marinha planejava instalar os sistemas Barak no porta-aviões desde que este entrou ao serviço, mas, devido a atraso na produção dos mísseis, isso aconteceu só agora. Nos últimos três anos, o porta-aviões navegava acompanhado por navios com sistemas de mísseis antiaéreos.

Os testes foram realizados no âmbito da verificação regular de alerta máximo do Comando ocidental da Marinha.

O porta-aviões Vikramaditya (antigo Admiral Gorshkov) foi entregue à Índia em novembro de 2013 após a reconstrução nos estaleiros russos Sevmash. A Índia rebatizou o porta-aviões, cujo novo nome significa “todo-poderoso”.

Foto: © AFP 2017/ STR

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: Sputnik News 

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Quem ganha com a venda de mísseis S-400 russo à Turquia?

 

Os presidentes da Rússia e da Turquia, Putin e Erdogan, discutiram a possibilidade de compra de sistemas de mísseis S-400 por Ancara durante o recente encontro em Moscou, comunica o jornal Izvestia.

Se o ajuste for efetuado, a Turquia se tornará o primeiro país da OTAN a receber o sistema de mísseis antiaéreos russos S-400, comunicou o Izvestia, citando o ministro russo da Defesa, Sergei Shoigu.

Sem dúvida, as capacidades militares do sistema são amplas. Mas uma série de analistas acredita que este contrato é mais importante do ponto de vista político do que militar. Segundo eles, Moscou pode obter outros ganhos com a transação.

Segundo comunicou o porta-voz do presidente russo Dmitry Peskov, “as partes mantêm o interesse e vão continuar as negociações”.

Foto: © Sputnik / Valeriy Melnikov

Objetivos comuns

Até agora a Rússia só assinou contratos de fornecimento de S-400 com a China. Pequim pretende adquirir cerca de 48 baterias de mísseis. Se planeja que o fornecimento se inicie já neste ano.

Além disso, estão sendo realizadas negociações com a Índia sobre a compra de cerca de 80 baterias de mísseis. Mas o contrato ainda não está assinalado.

Mas com a Turquia a história é completamente diferente. Este país, sendo membro da OTAN, não importa armas russas. Os laços políticos e econômicos entre os dois países foram de fato congelados após o incidente de 2015, quando um caça F-16 turco abateu um avião Su-24 russo com um míssil ar-ar. Hoje em dia, as partes conseguiram diminuir a tensão, mas o ressaibo permanece.

“Sem dúvida, foi um incidente muito sério. Mas agora é preciso nos abstermos de emoções e olhar para o futuro. Hoje os nossos interesses geopolíticos são semelhantes. A Rússia e a Turquia percebem que é preciso pôr ordem na região do Oriente Médio, mergulhada na guerra. As relações próximas entre os dois países surgem não por causa das negociações, mas por causa dos objetivos comuns. Segundo, a venda destes sistemas beneficia uma maior aproximação. O comprador se liga ao país-produtor por um período longo no tempo, tendo em conta a necessidade de assistência técnica, de ensino de especialistas. A estreita cooperação técnico-militar não vai permitir que a Turquia realize quaisquer manobras políticas bruscas contra nós. Terceiro, a compra por um país da OTAN favorece a imagem dos produtos militares russos – não existe melhor promoção”, comunicou à Sputnik analista militar Mikhail Khodorenok. 

Falta de capacidades suficientes

No sentido militar é claro que a Turquia vai tirar vantagens dos S-400 russos. Hoje em dia ela não tem à disposição quaisquer mísseis de longo alcance. Segundo o redator-chefe do jornal Export Voorujeni (Exportação de Armamentos) Andrei Frolov, Ancara necessita de tais sistemas para se defender dos vizinhos mais próximos.

“O principal rival da Turquia na região é o Irã. Este país tem uma força aérea bastante forte. Entretanto, o Irã pode se defender de um possível golpe de resposta porque a Rússia lhe vendeu 4 divisões de sistemas S-300 no ano passado. Além disso, Ancara tem péssimas relações com Damasco, que possui mísseis táticos de longo alcance, bem como mísseis tático-operativos. Os sistemas de defesa antiaérea da Turquia na verdade são fracos”, acrescentou o analista Andrei Frolov. 

A Força Aérea da Turquia está equipada com mísseis de médio alcance MIM-14 e MIM-23 norte-americanos e mísseis de curto alcance britânicos Rapier. Estes sistemas foram elaborados nos anos cinquenta-sessenta e são considerados hoje como obsoletos. Não é surpreendente que Ancara tente obter armas mais potentes.

Epopeia de mísseis

Em 2009 a Turquia iniciou o programa T-LORAMID (Sistema de mísseis antiaéreos de longo alcance da Turquia). O país anunciou uma licitação, na qual participaram a corporação norte-americana Lockheed Martin/Raytheon, a Rosoboronexport russa, a corporação Eurosam franco-italiana e a empresa chinesa CPMIEC. A última foi a escolhida, mas o acordo foi anulado em 2013 porque o lado turco insistia na obtenção do acesso completo às tecnologias do sistema, para criar o seu próprio análogo com base nele.

“Após isso, a Turquia se direcionou para produtores norte-americanos e europeus, a fim de obter mísseis Patriot e SAMP/T. Os produtores mostraram interesse pelo contrato, mas Ancara não deu nenhum passo além das negociações. No que se toca à compra dos S-400 russos, o lado turco abordou repetidamente essa questão, mesmo antes da deterioração das nossas relações. Na verdade, tenho dúvidas que venhamos a vender estes sistemas a eles. É mais provável que Erdogan esteja usando estas discussões para influenciar seus parceiros da OTAN e alcançar com esta chantagem condições mais proveitosas de compra de sistemas antiaéreos europeus ou norte-americanos”, acrescentou Andrei Frolov.

Segundo o analista, mesmo em caso de assinar um contrato, a Turquia vai enfrentar uma série de problemas. Primeiro, a compra dos S-400 não vai ser aprovada por outros países da aliança da OTAN com os quais Ancara não tem relações amigáveis. Segundo, não vai ser fácil incluir os sistemas russos no sistema único de defesa antiaérea da OTAN e estabelecer a sua interação com os sistemas ocidentais. Terceiro, se o negócio for efetuado, levará tempo até que a Turquia receba os primeiros sistemas.

“O fornecimento dos S-400 à China levou mais de 3 anos”, esclareceu o analista Andrei Frolov. Ele tem dúvidas de que, no caso da Turquia, leve menos tempo. 

Ele acrescentou também que as modificações de exportação dos S-400 têm caraterísticas mais fracas. Têm um menor alcance de deteção de aeronaves do inimigo, podem seguir e atacar simultaneamente menos alvos do que os sistemas russos originais.

Foto: 1°- © RIA Novosti. Artem Jitenev

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: Sputnik News

 

 

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Turquia perto de finalizar o contrato para aquisição de sistemas S-400 Russos

Segundo a agência de notícias Russa, TASS, Líderes  e representantes de defesa Russa e Turca estão  reunidos nesta semana na Turquia para finalizar um acordo de aquisição de  sistemas de defesa  russo S-400 Triumph. A Agência ressalta que as negociações entre os dois países foram iniciadas 2016 e que segundo os comentários do ministro turco Mevlut Cavusoglu aos meios de comunicação locais, as partes estão perto de chegar a um acordo.

O diário Sabah  reportou que o Ministério da defesa da Turquia afirma que objetivo da compra é satisfazer as necessidades de defesa de mísseis do país enquanto sua indústria trabalha para desenvolver e produzir uma solução doméstica e que certamente a Turquia precisa de um sistema de defesa antimísseis e iniciou um programa com o objetivo de desenvolver nosso sistema produzido no país. Cavusoglu lembrou que um sistema complexo como este leva tempo para ser desenvolvido e que a solução paliativa passou por negociar estas armas com vários países, mas que a Rússia é o candidato mais adequado para atender as necessidades do país neste momento.

De fato o governo da Turquia manifestou interesse pelos S-400 desde 2013, quando inicialmente se aproximou da China para o sistema de mísseis chinês similar aos S-300. Os oficiais foram forçados a cancelar o negócio em novembro de 2015 em resposta à desaprovação da OTAN.

O sistema de mísseis S-400 é uma solução antiaérea desenvolvida pelo escritório de projetos russo, Almaz Central Design Bureaue que foi concebido para substituir as antigas plataformas S-300.   A arma é capaz de lançar vários tipos d emísseis dedicados as mais variadas funções que incluem mísseis de longo alcance, de médio alcance e de curto alcance.

O S-400 estreou no conflito Sírio levanto inúmeros rumores de observadores militares quanto ao eminente risco de incidente entre a Turquia e Rússia especialmente porque o sistema foi implantado justamente após o abate de um caça SU-24 Russo por caças turcos, num episódio que de fato provou ser mais capaz de aproximar que distanciar os países que já mantiveram conflitos acirrados no passado.

Na altura, a Turquia protestou alegando que os sistemas russos ultrajavam a soberania turca por seus radares e sistemas de mísseis serem capazes de penetrar no seu espaço aéreo desde Latakia até proximamente Ankara.

Em seu pronunciamento Cavusoglu afirmou acreditar que seus parceiros da OTAN entenderão que a decisão da Turquia até  porque há muitos membros da aliança que igualmente adquirem sistemas de procedêencia russa e Chinesa.

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Israel Aerospace Industries e Kalyani Group incorporam uma joint venture na Índia para fabricar sistemas de defesa aérea específicos

 

15 de fevereiro de 2017 – A Israel Aerospace Industries, Ltd. (IAI) e a Kalyani Strategic Systems, Ltd. (KSSL), divisão de defesa do Grupo Kalyani, assinaram um Memorando de Entendimento (MOU) para incorporar uma Joint Venture Company (JVC) na Índia. Como parte do memorando, a IAI e a KSSL têm por meta expandir sua presença no mercado de defesa indiano e desenvolver, promover e fabricar sistemas de defesa aérea específicos, além de munições leves para objetivos especiais.

O memorando foi assinado na feira Aero-Índia em Bangalore, Índia, por Joseph Weiss, presidente e CEO da IAI, e Baba Kalyani, presidente do Grupo Kalyani.

O memorando é o primeiro passo para o estabelecimento de uma joint venture entre as duas empresas. A JVC integrará sistemas de defesa com tecnologia de ponta para o Ministério da Defesa da Índia, conforme a política ‘Make in India’ do governo indiano para incentivar a produção no país.

Joseph Weiss, presidente e CEO da IAI, declara: “Estamos contentes em anunciar o próximo passo de nossa parceria com a Índia, um dos mercados mais importantes da IAI. Essa colaboração reúne a excelência de produção e tecnologia de duas empresas líderes. Esperamos poder continuar, juntamente com nossos parceiros da KSSL, a consolidar nossa presença na Índia e prosseguir nosso vasto trabalho com a política ‘Make in India’ “.

Baba Kalyani, presidente do Grupo Kalyani, declara: “Essa empresa joint venture vai aliar a tecnologia, conhecimento e experiência da IAI como fabricante de produtos originais, e a capacidade de prestígio internacional para design, desenvolvimento e fabricação do Grupo Kalyani. A joint venture proporcionará soluções produzidas localmente em nichos tecnológicos do setor de defesa, avançando assim a iniciativa ‘Make in India’ do governo indiano”.

Boaz Levi, vice-presidente executivo e gerente geral do Grupo Systems, Missiles & Space declara: “A IAI tem relações de longa data com as forças de defesa e a indústria de defesa indianas, e estamos contentes de colaborar com o Grupo Kalyani, uma das empresas líderes da Índia, na exploração de futuras oportunidades para fortalecer ambos os países”.

Rajinder Singh Bhatia, presidente e CEO de Defesa & Aeroespaço do Grupo Kalyani, declara: “A competência de fabricação do Grupo Kalyani se adequa bem para complementar os produtos da IAI em nichos do mercado. Juntos, vamos oferecer as mais avançadas soluções às nossas Forças Armadas”.

 Sobre a Israel Aerospace Industries (IAI):

A IAI Ltd. é a maior empresa aeroespacial e de defesa de Israel, líder em tecnologia e inovação reconhecida mundialmente, especializada no desenvolvimento e manufatura de sistemas de ponta para ar, espaço, mar e terra, além de segurança doméstica e cibernética. Desde 1953, a empresa vem fornecendo soluções de tecnologia avançada para governos e usuários comerciais no mundo inteiro, incluindo: satélites, mísseis, sistemas de armamento e munições, sistemas robóticos e não tripulados, radares, C4ISR e outros. A IAI também desenvolve e produz jatos empresariais e aeroestruturas, presta serviços de revisão e manutenção de aeronaves comerciais, e adapta aeronaves de passageiros para configurações de reabastecimento e carga.

Sobre a Kalyani Strategic Systems, Ltd. (KSSL):

A KSSL é a principal empresa do Kalyani Group, formada para cuidar de iniciativas de negócios no segmento de defesa & aeroespaço, graças à renomada e prestigiada competência do grupo em design, engenharia e fabricação. O Kalyani Group é um conglomerado multinacional com capacidade de prover alta tecnologia, engenharia e manufatura em setores críticos como defesa & aeroespaço, engenharia de aço, automotivo, industrial, energia renovável, infraestrutura urbana e substâncias químicas especiais. Com capacidade para atuação de ponta a ponta e presença global, o grupo tem promovido a política ‘Make in India’ em setores que incluem defesa & aeroespaço.

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Myanmar recebe os três primeiros treinadores Yak-130

A única foto divulgada do treinador Yakovlev Yak-130 com as cores da Força Aérea da Myanmar. (Foto: Mena Defense.net)

Com informações do Defence Blog e Sputnik

A Força Aérea de Myanmar, país localizado no sudeste asiático, recebeu os primeiros treinadores a jato Yakovlev Yak-130 “Mitten” (no código da OTAN) em dezembro de 2016, com as primeiras fotos sendo divulgadas com as cores e insígnias nacionais.

O Ministerio da Defesa do país havia assinado um acordo de aquisição em Junho de 2015, após três anos de conversações, após o país asiático demonstrar interesse no modelo russo. Em novembro de 2016, o primeiro exemplar birmanês realiza seu voo inaugural na fábrica da Irkut em Irkutsk, no leste da Sibéria. O número total de jatos encomendados por Myanmar não foi divulgado até o presente momento.

o voo inaugural do Yak-130 birmaneses em novembro de 2016. (Foto:  A.Korshunov – Defence Blog)

Com a encomenda birmanesa, sobe para quatro o número de clientes do Yak-130, somando as forças aéreas da Argélia (com 16 exemplares), Bangladesh (16) e Bielo-Rússia (8), além de obviamente as Forças Aeroespaciais da Federação Russa com 89 exemplares operacionais até o presente de um total de 200 aeronaves encomendadas. Segundo informações fornecidas por Viktor Kladov, chefe do Departamento de Cooperação Internacional da Corporação Tecnológica Russa – Rostec, até o final de 2017, será estabelecido um centro de simulação digital em Myanmar, para melhor treinamento e capacitação de seus pilotos.

Um dos exemplares do Yak-130 exportados para Bangladesh (Foto: Flickr)

O Yak-130 é resultado de um requerimento das autoridades russas, no início dos anos 1990, para um novo treinador a jato para substituir sua antiga frota de aeronaves tchecoslovacas Aero L-29 “Delfin” e L-39 “Albatros” herdada dos tempos soviéticos, sendo capaz de simular sistemas de aeronaves de quarta e até quinta geração como o MiG-29, Su-35 e o futuro PAK FA. Após uma associação entre a Yakovlev e a Aermacchi italiana (logo depois dissolvida) o modelo fez seu primeiro voo em 1996 e teve sua introdução nas forças russas somente em 2010.

O “Mitten” possui sistemas avançados como visores e mira na altura do capacete, telas multifuncionais no cockpit, receptor GPS/GLONASS, além de outros sistemas de navegação e integração de armamentos, que o permite carregar uma considerável carga bélica de 3.300 kg incluindo mísseis ar-ar e ar-terra, bombas de queda livre, bombas guiadas e casulos de foguetes. O que confere ao modelo russo, uma notável capacidade de ataque ligeiro, o que é incomum na maioria dos principais treinadores da atualidade.

Com a aquisição do Yak-130, a Força Aérea de Myanmar ganha capacitação de seus pilotos para os jatos de quarta geração MiG-29A russos, e JF-17 sino-paquistaneses, no qual encomendou 31 e 16 exemplares respectivamente para compor seus principais esquadrões de caça e defesa aérea. Atualmente a frota de treinadores do país asiático compreendem quatro SOKO G-4 “Super Galeb” iugoslavos e alguns JL-8 “Hongdu” chineses de um total de 50 encomendados.

pilotos birmaneses frente a um MiG-29A adquirido da Rússia em 2011-2012.

Edição e Análise: Tito Lívio Barcellos Pereira.

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Raytheon e Rheinmetall assinam protocolos de entendimento para colaborações futuras em projetos de defesa

Numa declaração recente os CEO da Raytheon co, Thomas A. Kennedy e Rheinmetall, Armin Papperger, informaram a formalização de um memorando de entendimento assinado por ambas as companhias o qual facilitará a cooperação futura nos projetos de desenvolvimento de sistemas de defesa aérea e de mísseis.

Papperger  enfatizou que  esta cooperação iniciará um novo capítulo para a Rheinmetall, tanto em termos de tecnologia quanto de presença em mercados importantes, ressaltando que aguarda com ansiedade os futuros projetos com a Raytheon, destacando que sua empresa será capaz de oferecer aos clientes globais a partir desta aliança uma solução abrangente e sob medida que combina idealmente o melhor do ‘know-how‘ de ambas .

Além de colaborações em produtos relacionados a mísseis, os contratados também trabalharão de perto em veículos de combate, armas, munições, defesa cibernética e simulações.

Kennedy por sua vez, ressaltou que estas parcerias estratégicas serão os motores da inovação para oferecer aos clientes globais as melhores soluções ao melhor preço. Tal como o seu colega ele também ressaltou estar ansioso pelo inicio dos trabalhos entre ambas corporações.

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Rússia interessada em participar da licitação de 400 caças para a Índia

oficial da Marinha Indiana em visita ao protótipo “712” do MiG-35 em 24 de janeiro (Foto: RT)

Com informações das agências TASS e Sputnik

A Rússia planeja participar na competição para entrega de aproximadamente 400 caças para a Força Aérea Indiana, segundo informações do Vice-Diretor da Serviço Federal de Cooperação Técnico-Militar da Federação Russa, Vladimir Drozhzhov:

“Nós certamente participaremos na licitação com aviões MiG e Sukhoi”, Drozhzhov disse na feira Aero India 2017 realizada na Base Aérea de Bangalore, no sudoeste do país, nesta quarta-feira.

Esta declaração reforça a afirmação do Vice-Primeiro Ministro russa Dmitry Rogozin durante a apresentação pública do MiG-35 em janeiro:

“Uma conferência militar e industrial será realizada na Índia, nesta primavera (hemisfério norte) para discutir a entrega, reparos e manutenção de armamentos russos, e também de esforços para estabelecer parcerias (joint-ventures) dentro dos parâmetros do programa ‘Make in India’.”

“Nesta conexão estamos também preparados para oferecer essa máquina [o MiG-35] para a Força Aérea Indiana. Não há dúvida que conversaremos sobre isto,” completou Rogozin.

Vale lembrar que naquela ocasião, foi observado a presença de delegações militares da Índia e também do Egito (que encomendou 56 caças desse modelo), o que reforça o interesse estrangeiro pelo MiG-35 com a possibilidade de encomendas concretas.

Delegação do Egito em visita ao protótipo “712” do MiG-35 em janeiro (Foto: Egyptian Armed Forces fanpage)

Atualmente, a Força Aérea da Índia possui em seu inventário 63 caças MiG-29, modernizados recentemente para a versão MiG-29UPG (uma derivação do pacote MiG-29SMT) num contrato de US$ 965 milhões assinado em 2008,

MiG-29UPG da Força Aérea Indiana

Houve também a encomenda de 45 caças embarcados MiG-29K para a Marinha Indiana num contrato de US$ 2,2 bilhões entre 2005 e 2010, segundo dados da SIPRI. O modelo opera no porta-aviões INS Vikramaditya.

os caças MiG-29K embarcados no INS Vikramaditya

Assim como a participação do MiG-35 na licitação indiana para caça médio multi-funcional (MMRCA) em 2007; porém, devido a incertezas dos acordos com os franceses, vencedores do programa com o Dassault Rafale no qual resultou no encerramento do programa MMRCA em abril de 2015, e a encomenda de apenas 24 Rafale (sendo que o programa MMRCA requeria 126 unidades). Isso somado com a histórica familiaridade dos pilotos indianos com a família “Fulcrum” podem ser fatores que reacendam o interesse de Nova Délhi pelo novo modelo russo, o que pode representar junto com a encomenda egípcia, o batismo antecipado do MiG-35 no mercado internacional.

o MiG-35 apresentado em 24 de janeiro. (Foto: RT)

É importante ressaltar que atrasos no programa HAL Tejas e o encerramento do MMRCA agrava o desgaste da grande e obsoleta frota aérea indiana, onde modelos modernos como os Sukhoi Su-30MKI e os MiG-29UPG, convivem com velhas células de 245 MiG-21 (nas versões MiG-21MF e MiG-21 “Bison”), 87 MiG-27ML, 145 SEPECAT Jaguar M/S e até os Dassault Mirage 2000H com 50 unidades, todos em vias de desativação na próxima década. Essa urgência de remodelar sua frota de caças leves e médios aliado a necessidade de nacionalização parcial ou total da produção e desenvolvimento dentro do programa “Make in India” (“fabricar na Índia”) são fatores que também podem contribuir na possível entrada do MiG-35.

Existem planos de abrir um centro de serviços de manutenção em território indiano para os caças da família MiG-29, afirmou Sergei Korotkov, o designer-geral da MiG e vice-presidente da Corporação Aeronáutica Unida (CAU) para inovações, durante a apresentação do MiG-35 no dia 24 de janeiro.

“Após o fim do período de manutenção assegurado pela garantia, nós estamos prontos para criar um centro de serviços para manutenção do MiG-35 no território de qualquer cliente estrangeiro”.

Em 2007, a Rússia e Índia assinaram um acordo para desenvolvimento conjunto do Avião de Caça de Quinta Geração. O cliente primário será a própria Força Aérea Indiana e futuramente ser oferecido ao mercado internacional.

abaixo um vídeo mostrando delegações militares e diplomáticas do Egito, Índia, Peru e Bangladesh presentes no evento de lançamento do MiG-35

[embedyt] http://www.youtube.com/watch?v=Rt3io0gSIfw[/embedyt]

S-400 e outros acordos em curso.

Drozhzhov afirmou que a entrega dos sistemas antiaéreos de longo alcance S-400 “Triumf” para a Índia não está planejado para esse ano.

“Nós assinaremos o contrato rapidamente, após termos uma resposta concreta de fornecimento. Eu acho que provavelmente não ocorrerá em 2017”.

Um acordo intergovernamental para a entrega do S-400 para a Índia foi assinado em outubro de 2016.

A China tornou-se o primeiro cliente estrangeiro do S-400. Ambos os lados (russo e chinês) anunciaram a assinatura do contrato em março de 2015. De acordo com relatos da imprensa, o contrato está avaliado em cerca de US$ 3 bilhões.

Outros acordos em curso na Aero India 2017, envolvem o fornecimento de mais dois aviões-radar Beriev A-50El com radares Phalcon israelenses e 48 helicópteros multifuncionais Mil Mi-17V5. Segundo declarações do Vice-Diretor da empresa Rosoboronexport (empresa russa de comércio de armamentos), Sergei Goreslavsky, as encomendas indianas já excederam US$ 4 bilhões em 2016, frisando o “alto nível da cooperação técnico-militar russo-indiana”.

Edição, Tradução e Análise: Tito Lívio Barcellos Pereira

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Bielo-Rússia testa com sucesso seu sistema antiaéreo modernizado 9A33-1B

O sistema de defesa antiaerea de curto alcance 9A33-1B (Foto: Jornal Militar bielo-russo).

Com informações do Defence Blog

 

         A 2566ª Planta de Reparos de Armamentos Radioeletrônicos, empresa de defesa da Bielo-Rússia testou com sucesso o sistema de defesa antiaéreo móvel 9A33-1B no campo de testes da Força Aérea e Defesa Aérea. Segundo matéria publicada pelo jornal de defesa local.

O 9A33-1B é a modernização do sistema de defesa antiaéreo de curto alcance 9K33 Osa – “Vespa” (SA-8 “Gecko” na nomenclatura da OTAN), montado no chassi 6×6 BAZ-5937, fabricado pela “Fábrica de Automotores de Bryansk” na atual Rússia. Equipado com o radar 1S51M3, é capaz de detectar alvos a 30 km e rastrear a 25 km, emprega 6 mísseis 9M33 com carga explosiva de fragmentação, podendo atingir alvos a 12 mil metros e 15 km de distância.

O míssil terra-ar 9M33M3 em exibição na MAKS 2005.

 

Desenvolvido em 1960 e introduzido nas forças soviéticas desde 1971, foram produzidas cerca de 1.200 unidades e exportados para vários países. Hoje a série “Osa” é operado por países como Argélia, Bulgária, Cuba, Equador, Índia, Jordânia, Líbia e Síria, além de países membros da OTAN como a Polônia, Romênia e Grécia. No espaço pós-soviético esse modelo ainda é operado pela Armênia, Azerbaijão, Geórgia, Rússia e Ucrânia, além de obviamente as próprias forças bielo-russas. O que pode implicar boas perspectivas de oferecimento desse pacote ao mercado internacional.

Os testes foram conduzidos para determinar se o protótipo cumpre os requerimentos e especificações técnicas exigidas, além de sua viabilidade para o início da modernização em série dos sistemas existentes no arsenal bielo-russo.

A modernização dos sistemas em serviço ativo, permitiu a implementação de novos equipamentos:

  • Melhoria das especificações técnicas e capacidades em combate;
  • Aumento da confiabilidade e manutenção;
  • Automatizar os sistemas de operação em combate;
  • Automatizar os trabalhos do comandante da tripulação;
  • Aumentar as possibilidades de eliminação de detritos;
  • Aumentar a vida operacional por mais 10 anos;
  • Melhoras as condições de trabalho da tripulação.

Durante os testes de campo com disparo de mísseis superfície-ar, foi definido que os comandos gerados e transmitidos para os mísseis asseguram uma guiagem estável até a destruição do alvo.

Um modelo experimental do 9A33-1B foi demonstrado na 7ª MILEX 2014 (Feira Internacional de Armamentos de Minsk), despertando grande interesse de analistas, visitantes e autoridades. Os testes preliminares dos modelos experimentais encerraram em 4 de agosto de 2015. Esses testes foram conduzidos dentro da supervisão do instituto de Pesquisa e Desenvolvimento locais.

Abaixo o vídeo informacional da empresa sobre o pacote de modernização:

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Fonte: Defence Blog

Edição e Adaptação: Tito Lívio Barcellos Pereira

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O invisível escudo que blinda Moscou de ataques aéreos

Os radares estão localizados nas seguintes regiões da Rússia europeia

As tropas de defesa aérea russas que fornecem proteção a Moscou foram colocadas em alerta máximo na semana passada para repelir um ataque aéreo massivo simulado contra a cidade. A inspeção foi ordenada conforme um decreto do presidente Vladímir Pútin, com o objetivo de comprovar o nível de prontidão da Força Aérea.

Segundo o Ministério da Defesa, divisões dos sistemas antimísseis S-300, S-400 e Pantsir-S estacionadas nos arredores de Moscou também participaram dos exercícios.

Os especialistas consultados pela Gazeta Russa explicam, porém, que as unidades em ação representam apenas uma pequena parcela das forças militares que defendem os moradores de Moscou de um ataque aéreo.

Radar longe de Moscou

O sistema antiaéreo e antimíssil de Moscou tem início bem além dos limites da cidade, com radares para o sistema de alerta precoce de mísseis balísticos, explica Víktor Litóvkin, analista militar da agência TASS.

“Todos os radares e sistemas de comunicação reportam aos quartéis em Solnetchnogorsk e para o centro de controle Don-2N [ele próprio um radar gigantesco] em Friázevo, ambos na região de Moscou”, diz o analista, acrescentando que o sistema de vigilância espacial russo também se comunica com o centro.

Cem mísseis baseados na estação de Don-2N estão prontos para interceptar mísseis balísticos e de cruzeiro que voem em direção à capital. Os locais desses mísseis não são divulgados oficialmente.

“Qualquer sinal de alerta precoce é transmitido aos quartéis de defesa e para o radar Don-2N, e a decisão de como neutralizar os violares do espaço aéreo é produzida de  imediato”, diz Litóvkin.

Sistemas próximos à capital

Foto: Stanislav Krasilnikov / TASS

O sistema antimísseis de Moscou coopera estreitamente com a defesa aérea da região de Moscou, fundamentada nos sistemas S-400 S-300.

Esses sistemas são capazes de detectar alvos aéreos a uma distância entre 250 e 400 km e podem abatê-los quando estão entre 150 e 250 km de distância, mesmo que o alvo voe a uma velocidade de 2,5 km/s, isto é, sete vezes a velocidade do som.

Radares S-300 e S-400 pode detectar e rastrear até 36 alvos, e cada plataforma de lançamento tem a capacidade de gravar até 12 alvos simultaneamente.

Qualquer uma das unidades de S-400 ou S-300 pode detectar e rastrear até 36 alvos; cada lançador é capaz de registrar 12 alvos simultaneamente.

Os dados exatos sobre a quantidade total de oficiais e equipamentos são secretos. Acredita-se que o número de mísseis interceptores cheguem a várias centenas, assim como os radares de detecção e rastreamento.

De acordo com os planos do Ministério da Defesa, a capital será defendido por 12 regimentos equipados com S-400 até 2020.

“Os sistemas de artilharia de mísseis portáteis Pantsir-S1 dão suporte aos S-300 e S-400 localizados nos arredores de Moscou”, diz Vadim Koziulin, professor na Academia de Ciências Militares. “Esses sistemas de curto alcance podem dar conta dos mísseis que furarem o escudo”, completa.

Pantsir-S1 contra alvos entre 10 e 15 km de distância.

“Além desses sistemas de defesa antimísseis, o céu da capital também é protegido por caças Su-30ms, Su-35, MiG-29 e MiG-31. Há aeródromos não só nos arredores de Moscou, mas também nas regiões adjacentes”, diz Koziulin.

Caça de alta performance Mikoyan-Gurevich MiG-31 capacitado para interceptar e destruir múltiplos alvos aéreos. 

Linha final da defesa

A capital dispõe de recursos de defesa aérea suficientes para se proteger contra ataques pelo céu, acreditam os especialistas. No entanto, a doutrina militar russa expressa que Moscou se reserva o direito de usar armas nucleares em caso de ataque.

NIKOLAI LITÔVKIN

Infográfico: Stepan Jarki, Gazeta Russa

Fotos: Meramente ilustrativas

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: Gazeta Russa