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A Força Aérea Indiana (IAF) planeja adquirir dois sistemas de alerta aéreo antecipado comando (AWACS- Airborne Early Warning and Control) de Israel.

E.M.Pinto

 Informações Defence World

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A Força Aérea Indiana (IAF) planeja adquirir dois sistemas de alerta aéreo antecipado comando (AWACS- Airborne Early Warning and Control) de Israel.

Segundo informações o DRDO a proposta russa foi posta em compasso de espera e a israelense tornou-se a opção mais correta para o momento. Analistas do DRDO afirmaram que o custo de duas aeronaves agora pedidos pelos fornecedores russos é superior ao pago pela compra das outra três aeronaves anteriormente adquirias pela IAF.

A IAF já opera outros três sistemas AWACS adquiridos da Rússia equipados com dois radares israelenses ao custo de US $ 1,1 bilhão os quais realizam a vigilância de aeronaves inimigas, drones e mísseis de cruzeiro em perímetros de 500 km.

Ao contrário do que se pode pensar, a razão pelo custo não está nos sistemas, mas na elevação abrupta do custo de produção das aeronaves IL-76 devido a uma série de fatores, afirmou a fonte.

A Índia também decidiu desenvolver um AWACS autóctone, uma vez que o DRDO autorizou a aquisição de duas células Airbus A-330. A expectativa é de que esta aeronave forneça vigilância de 360 graus uma vez que será dotada de novos sistemas de radares israelenses.

Esta iniciativa de conversão de duas aeronaves provavelmente consumiria entre cinco a seis anos para serem concluídos e, uma vez que fosse bem sucedido, o DRDO assinaria o contrato para pelo menos outras seis aeronaves o programa segue em desenvolvimento, porém em situação limitada com varredura de cobertura de 240º.

 

Nota: O conteúdo deste artigo é de total responsabilidade do autor e não representa necessariamente a opinião do site.

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A evolução dos sistemas defesas antimísseis: um desafio a ser ultrapassado

Por Marco Tulio Delgobbo Freitas*
Renato Prado Kloss**

O sistema anti-mísseis Arrow-3 israelense

Com os recentes avanços do programa norte-coreano nuclear e a ameaça de seu líder Kim Jong-un, o mundo revive os dias de tensão da Crise de Mísseis de Cuba em 1962. A possibilidade de um ataque nuclear por meio de mísseis balísticos ainda é duvidosa, mas, no campo da ameaça – dissuasão – a guerra já começou. Mas, não há desespero, não devemos apertar os cintos, pois o piloto não sumiu. Hoje, estamos em uma etapa que mais parece um jogo complexo de xadrez, em que ambos lados, mostram suas armas. De um lado o míssil de Kim e de outro, um sistema de defesa que não é recente e tem uma longa trajetória.

Como Sistema Antimísseis Balísticos funciona?
Mísseis balísticos podem ser lançados a partir de uma variedade de plataformas, incluindo silos, caminhões, trens, submarinos e navios de guerra. Existem quatro classificações gerais baseadas na distância máxima que o míssil pode realizar:

  • Curto alcance (menos de 1.000 quilômetros);
  • Médio alcance (1.000-3.000 km);
  • Intermediário (3.000-5.500 quilômetros);
  • Intercontinental (mais de 5.500 quilômetros).

Normalmente os mísseis balísticos têm três estágios de vôo:

  • Fase de impulso, que começa no lançamento e dura até foguete;
  • Fase do meio-curso -o estágio mais longo – quando o projétil está em seu caminho parabólico;
  • Fase terminal, quando a ogiva destacada reentra a atmosfera, frequentemente viajando menos de um minuto para impactar.

Já os mísseis de cruzeiro, em contraste, são com motor à jato e são armas que voam baixo e em alguns casos, ao nível do chão para evitar o radar inimigo, antes de atingir seu alvo.

Derrotar um míssil balístico envolve quatro funções:

  • Detecção
  • Discriminação (separação do míssil de todo o vetor)
  • Controle de fogo (determinando exatamente onde interceptar)
  • E matando (batendo o míssil com algum tipo de interceptor).

[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=3LPdmxnBkIU[/embedyt]


Uma curta história sobre o Sistema Antimísseis
Em meados da década de 50, os Estados Unidos, através do Pentágono, lançaram um grande esforço para combater a ameaça dos mísseis balísticos intercontinentais soviéticos (ICBMs) impulsionados por basicamente dois motivos: primeiro, os russos tinham a sua própria bomba nuclear e segundo, em 1956 os mesmos já tinham introduzido um artefato nuclear no R-5M Podeda.  Mas foi no dentro do princípio do MAD (Mutually Assured Destruction) em 1972, que os dois países assinaram o Tratado Mútuo Antibalístico (ABM) permitindo no máximo dois, o número de defesa de mísseis que cada uma poderia ter.

O grande sobressalto seria dado alguns anos após, quando Ronald Reagan no ápice da “Segunda Guerra Fria” tem a iniciativa de provocar uma corrida tecnológica contra a antiga URSS e a sua “cartada” foi o IDE (Iniciativa de Defesa Estratégica) apelidado de Star Wars (Guerra nas Estrelas). No entanto, a tecnologia da época provara ser ainda incapaz de assumir tamanha responsabilidade contra os já R-36M2 Voevoda (SS-18 Mod 5) dos soviéticos.

Mesmo longe dos holofotes do final da Guerra Fria, os sistemas táticos ou defesa de mísseis de teatro, continuaram a se desenvolver. As baterias de mísseis Patriot dos EUA originalmente projetado para interceptar os mísseis balísticos soviéticos de alcance intermediários, no entanto, o seu “batismo de fogo” foi no Oriente Médio durante a Guerra do Golfo Pérsico.

Ineficazes na defesa dos contra-ataques Scuds – lançados por iraquianos em direção à Israel e Arábia Saudita em retaliação aos ataques da coalizão liderada pelos EUA, o conceito atraiu a atenção, principalmente na última parte da década de 90. Seus defensores, pressionaram para o estabelecimento de uma defesa nacional antimísseis, alegando ameaças oriundas da Coréia do Norte, Irã e Iraque.  Sendo assim, a administração George W. Bush planejou uma defesa integrada e em camadas capazes de derrotar mísseis inimigos em uma escala global. No início de seu primeiro mandato, Bush retirou o Estados Unidos do Tratado ABM e encarregou o Pentágono de “prosseguir com o lançamento de um conjunto inicial de mísseis voltados para a capacidade de defesa “. A primeira base interceptora de mísseis foi instalada no Alasca em 2004.

Configuração do Programa norte-americano antimísseis
Atualmente são quatro, os vetores que visam proteger os EUA e seus aliados de ataques lançados por mísseis, desenvolvidos pela Agência Norte-Americana de Defesa de Mísseis (ADM):

  1. Bases fixas no território dos EUA. O sistema antimísseis mais complexo e caro dos EUA. O sistema de defesa foi projetado para destruir misseis balísticos de longo alcance. Em 2014, 26 interceptores foram dispostos em Fort Greely, no Alasca e 44 na base aérea de Vanderberg na Califórnia. Em um teste em junho de 2014, um misse lançado a partir das Ilhas Marshall foi abatido por um interceptor desta base. No entanto, é preciso salientar que a tecnologia ainda precisa de mais testes e um terceiro lugar – no lado oriental da costa- está sendo cogitado pela ADM.
  2. Defesa de Mísseis Balísticos Aegis (AMB/ABMD). É considerado o componente mais confiável da defesa de mísseis. Este sistema é instalado em contratorpedeiros (classe Arleigh Burke) e cruzadores (classe Ticonderoga) é projetado para interceptar mísseis balísticos de médio alcance. O plano da marinha norte-americana é aumentar em até 43 o número de navios de guerra com sistema Aegis até 2019. Em junho de 2014, o Pentágono afirmou que o sistema havia sido bem-sucedido em 34 testes realizados.
  3. Terminal de Alta Altitude de Defesa Aérea (THAAD). O THAAD é terminal composto por uma bateria de mísseis montado em um caminhão isso lhe dá agilidade, flexibilidade e rapidez. O sistema é capaz de interceptar mísseis balísticos de médio alcance, dentro e for da atmosfera. Desde 2014, três sistemas THAAD estavam operacionais, no entanto, com o desenrolar do teatro do Pacífico uma bateria foi deslocada para Guam e outra para Coréia do Sul.
  4. Patriot Advanced Capability–3. É o sucessor dos sistemas implantados durante a Guerra do Golfo. Com tecnologia mais madura e rapidamente implantável, o sistema é o mais testado dentre outros no arsenal de defesa de mísseis dos EUA e emprega sensores para rastrear e interceptar mísseis quando adentram em sua última fase, em altitudes inferiores ao sistema THAAD. O PAC3 foi utilizado durante as missões de combate no Iraque em 2003 com sucesso e já foi desdobrado para outras nações, tais como, Turquia, Coréia do Sul e Afeganistão.


Os teatros da Ásia e Pacífico
Os recentes testes com mísseis balísticos conduzidos pela Coréia do Norte ascenderam o sinal de alerta não só nos países asiáticos, mas também nos Estados Unidos. Esta ameaça vem acelerando a implantação do sistema antimíssil americano THAAD (Terminal High-Altitude Area Defense) na Coréia do Sul, o que vem causando constantes reclamações de Pequim e Moscou acerca das reais intenções americanas e sul-coreanas (BBC, 2017).

É importante notar o papel de destaque que os Estados Unidos possuí no teatro do Pacífico e Ásia quando se trata de defesas antimísseis. Washington, honrando seus tratados e compromissos, estende sua deterrência a seus aliados, criando um ‘guarda-chuva nuclear’ na região. Isso significa que os americanos estão engajados na defesa de seus aliados na região e, se sua deterrência falhar, eles irão usar seus meios para derrotar a ameaça. O Congresso Americano reconheceu esta postura quando afirmou o seguinte:  “Os Estados Unidos tem a obrigação de cumprir com seus compromissos de segurança com seus aliados, incluindo os compromissos de defesa em relação a mísseis balísticos” (U.S. Government Office, 2013).

Para a proteção de seus aliados, os Estados Unidos possui na região uma defesa em camadas, tendo como linha de frente interceptadores SM-3 a bordo de destroieres equipados com o sistema AEGIS, que possuí como sistema central o AN/SPY-1, um radar de alta potência capaz de detectar mais de 100 alvos simultaneamente. Mais adiante, os Estados Unidos possui baterias PAC-3 em suas bases militares na região com radares em terra, como o AN/TPY-2 e no mar, com radares X-Band. O Sistema THAAD Americano está presente em Guam e em um futuro próximo, na Coréia do Sul, o que integra ainda mais o sistema antimísseis americano na região. Este sistema móvel tem a capacidade de interceptar alvos dentro e fora da atmosfera através de uma série de dispositivos, como radares, centros de comando e controle para comunicações e lançadores móveis (LOCKHEED MARTIN, 2016).

Outros países na região também apostam em defesas antimísseis. O Japão por exemplo, que possui uma defesa coordenada com os americanos, operam quatro destróieres da classe-Kongo com o sistema AEGIS e interceptadores SM-3 Block IA. O país também possuí 17 baterias PAC-3 para proteção de importantes áreas como a capital Tóquio. Outro país que vem apostando em defesas antimísseis é a China, que começou a desenvolver ainda nos anos 90 um sistema de defesa com o míssil interceptador KT-1 de longo alcance. Em 2013, o Exército de Liberação Popular interceptou com sucesso um míssil de médio alcance no meio de sua trajetória através do sistema de defesa antimíssil Dong Ning-2 e um míssil interceptador KT-2 (conhecido no ocidente como SP-19). Atualmente, Pequim conta com o sistema de defesa antimíssil S-300PMU – uma variante do S-300 russo – e o sistema antimíssil HQ-9, que é produzido localmente. Em adição a estes sistemas, a China também possuí uma versão do sistema AEGIS americano, baseado no sistema francês Thomson-CSF TAVITA.

Teatro Europeu – OTAN e Rússia
A eleição de Donald Trump nos Estados Unidos trouxe uma série de incertezas a respeito do comprometimento e manutenção das alianças americanas no cenário internacional. Parte desta incerteza é em relação a OTAN e consequentemente, sobre o projeto de um escudo antibalístico em solo europeu, que já vem sendo implementado desde o mandato de George Bush (2001-2009) (THE BULLETIN, 2017). De acordo com suas diretrizes, a aliança tem a ‘responsabilidade de proteger suas populações, território e forças a luz da crescente proliferação de mísseis balísticos e contra ameaças provenientes de fora da área euro-atlântica’ (NATO, 2016). Para este fim, foi decidido em 2010 na Cúpula de Lisboa, que a aliança iria aperfeiçoar seu sistema de defesa antibalístico para conter as ameaças de mísseis de alcance curto, médio e intermediários que cobririam todo o território Europeu.

Um sistema já em vigor naquele tempo foi expandido, o ALTBMD (Defesa Antibalística Ativa em Camadasem português) que serviria daquela data em diante como uma rede de comando, controle e comunicações para dar suporte as novas capacidades do sistema de defesa. A contribuição americana para este novo sistema, sob os auspícios do Artigo 5 do Tratado do Atlântico Norte, foi através do PAA (Abordagem Adaptativa em Fases em português), um sistema que substitui alguns elementos da defesa antimísseis proposta pela administração Bush, como por exemplo a substituição dos radares de Banda X na República Checa e dez interceptadores baseados em terra localizados na Polônia por quatro destroieres da classe Arleigh Burke com o sistema Aegis, que possuem mísseis SM-3 além de novos radares, como o SPY-1 baseado no Mar Mediterrâneo que é funcional e capaz de busca, detecção automática, transição, rastreamento de alvos aéreos e de superfície e suporte a interceptação de mísseis em rota. Outro radar implementado pelos Estados Unidos é o AN/TPY-2 localizado na Turquia, um radar de Banda-X e com capacidade de rastreamento detalhada de alvos (GALDORISI, 2017). Mais adiante, em Maio de 2016, A OTAN instalou na Romênia uma base de defesa com o sistema Aegis – a primeira baseada em terra – dotada de radares e dezenas de mísseis SM-3 para interceptação (LAGRONE, 2016). Importante notar que o sistema de defesa antibalístico da OTAN irá aumentar ainda mais suas capacidades. Em 2018, mais baterias de defesa antibalística serão instaladas na Polônia, cobrindo ainda mais o território Europeu (THE BULLETIN, 2017).

Outro país na Europa que se sobressai em termos de defesas antimísseis é a Rússia. Na época da Guerra-Fria, União Soviética e Estados Unidos tiveram uma corrida armamentista particular em termos destes sistemas de defesa. Os soviéticos começaram a desenvolver pesquisas em torno de mísseis balísticos já em 1948 através do Instituto NII-4 e em 1959, foi desenvolvido o Sistema-A, um projeto de defesa antibalístico controlado via radio e com um radar específico para a tarefa, o DUNAI-2, que identificava os alvos através de sua trajetória e tinha como dispositivo interceptador o míssil V-1000 Fakel. O sucesso desse sistema levou os soviéticos a desenvolverem na década de 60 o Sistema-A-35, que se tornou operacional em 1964 protegendo a capital Moscou. Hoje em dia, os russos contam com um sistema defesa antimísseis que é distribuído em camadas, onde a primeira consiste de radares que monitoram possíveis ataques de mísseis de potenciais adversários, detectando lançamentos através de satélites que registram os lançamentos através do calor emitido pela turbina destes dispositivos e computadores que processam os dados do lançamento, calculando a trajetória e tempo de reação. A segunda camada da defesa antimísseis possuí diversos sistemas baseados em terra. Atualmente, se destacam o atual sistema de defesa antimíssil sobre Moscou e região central, o A-135, com radares Don-2N e mísseis i53T6 que podem interceptar alvos a 80 quilômetros de distância e a 30 quilômetros de altura. Outro sistema é o de misseis antiaéreo S-400. Desenvolvido pela Almaz Central Design Bureau, ele tem a vantagem de ser móvel, o que influencia a favor de sua sobrevivência. Porém a evolução é contínua e os russos pretendem aperfeiçoar suas defesas integrando uma série de sistemas baseados em terra, como por exemplo os sistemas de curto alcance Tunguska, Tor-M2 e Pantsir-S1, os de médio alcance como o S-300 e o Vityaz e os de longo alcance S-400 e S-500. Em 2011, o General Nikolai Makarov afirmou que estes sistemas atuariam como um “guarda-chuva” cobrindo todo território russo (SPUTINIK, 2016).


Marco Túlio Delgobbo Freitas é Mestre em Relações Internacionais pela Universidade Federal Fluminense, professor do Instituto Nacional de Pós-Graduação e pesquisador do GEESI (UFPB).

** Renato do Prado Kloss é Mestre em Strategic Studies pela University of Reading e Bacharel em Relações Internacionais pelo IBMEC-MG.

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Estação de radar mais avançada da Rússia aparece no Egito

Foi publicada uma imagem que mostra a estação de radar mais avançada da Rússia, a 59N6E Protivnik-GE, na inauguração da base militar Mohammed Naguib, no Egito.

A imagem de uma Protivnik-GE com a bandeira egípcia foi tirada na véspera da inauguração da base militar, acima mencionada — a maior na África e no Oriente Médio, que teve lugar em 22 de julho. O autor da foto é o blogueiro egípcio Sa’ka @BTelawy.

É provável que por baixo deste apelido se esconda um militar das Forças Armadas do Egito, pois Sa’ka se tornou conhecido por seus materiais exclusivos e pró-governamentais.

Além da estação móvel Protivnik-GE, da inauguração participaram outros sistemas russos, como o Buk-M e Tor-M e o Pechora-2M.

Agente da inteligência aérea

A Protivnik-GE é produzida desde 2007 pelo consórcio russo Almaz-Antey. Em 2016, esta estação começou a fazer parte do complexo militar da Bielorrússia, mas até agora não havia informação sobre sua utilização pelas Forças Armadas egípcias.

A estação de radar móvel 59N6E Protivnik-GE, utilizada pelo exército egípcio, dispões de uma matriz digital que serve para busca e vigilância de alvos aéreos de todas as classes.

A Protivnik-GE é capaz de detectar aviões do inimigo a uma distância de até 450 quilômetros, que voam a uma altura de 100 metros até 12 quilômetros. O tempo de instalação da estação é de apenas 40 minutos.

Foto: Sergei Pirogov

 

 

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Defesa Anti Aérea GDAAE Infantaria da Aeronautica PÉ DE POEIRA

FAB PÉ DE POEIRA: Primeiro Grupo de Defesa Antiaérea (Grupo Laçador) recebe instrução sobre Guerra Eletrônica

“As instruções trouxeram novas possibilidades de melhoria no emprego dos nossos equipamentos”, afirma o Comandante do 1º GDAAE

Uma comitiva do Primeiro Grupo de Defesa Antiaérea (1º GDAAE), composta por quatro oficiais e quatro graduados, realizou uma visita de instrução no Comando de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército (CCOMGEX), localizado em Brasília-DF, nos dias 26 e 27 de junho. A atividade faz parte do Programa de Instrução e Manutenção Operacional do 1º GDAAE e teve como objetivo a busca de informações sobre novas tecnologias e atividades desenvolvidas no CCOMGEX.

O General Luiz Gonçalves, Comandante da Unidade anfitriã, fez a abertura do evento ministrando uma palestra institucional sobre os projetos estratégicos do Exército, com ênfase nas atividades de Comunicações, Guerra Eletrônica e Defesa Cibernética. Em seguida, a comitiva visitou outras Organizações subordinadas ao CCOMGEX e localizadas no mesmo complexo: Escola de Comunicações (ESCOM); Companhia de Comando e Controle (Cia C2); e Centro de Instrução de Guerra Eletrônica (CIGE).

No decorrer de dois dias, a comitiva teve instruções sobre o Sistema de Comunicações Militares por Satélite (SISCOMIS), Rádio Falcon Harris III, Defesa Cibernética e utilização do software HTZ, voltado para o planejamento de comunicações em ambiente de Guerra Eletrônica. Foram realizadas ainda instruções práticas sobre programação e montagens de redes-rádio e visita aos laboratórios de Radar, Eletrônica, Guerra Eletrônica e Eletricidade.

O Comandante do 1º GDAAE, Major de Infantaria Antonio Fernandes Filho, ressaltou a importância da visita ao CCOMGEX como forma de buscar novos conhecimentos e ferramentas tecnológicas que possam ser aplicadas à atividade de Defesa Antiaérea. “Esta Organização do Exército é um centro de excelência no que diz respeito a Comunicações e Guerra Eletrônica. As palestras e instruções trouxeram novas possibilidades de melhoria no emprego de nossos equipamentos e na capacitação de nosso efetivo”, afirma.

Fotos: Tenente Nagata

Fonte: FAB

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Novo Pantsir-ME cria “campo de força” de 20 km

Um novo modelo de sistema de artilharia “Pantsir-ME”, criado para ser instalado a bordo de navios, foi apresentado na última quarta-feira (28) durante a “Feira de Técnica Naval”, em São Petersburgo.

Mas a decisão final sobre a aquisição dos novos sistemas será tomada somente após a primeira série de testes, segundo o Ministério da Defesa.

Modelos navais x terrestres

Segundo o designer-chefe do sistema, “ele pode ser colocado em qualquer navio com um deslocamento de 300 toneladas”

O novo “Pantsir-ME” pode interceptar mísseis sob chuvas, ventos e tempestades. O sistema será mais compacto que a versão terreste “Pantsir-S” e revestido com material especial para suportar as mais severas condições meteorológicas.

“A principal diferença está no fato de que os mísseis do sistema terrestre ‘Pantsir-S’ têm que interceptar alvos com rotas previsíveis. Os mísseis antinavios voam refletindo a superfície da água e, durante tempestades, sobre as ondas, o que dificulta a previsão das rotas de voo”, disse o projetista-chefe da Corporação de Sistemas de Alta Precisão, Aleksandr Jukov.

Outra diferença é a velocidade da taxa de tiro. Os sistemas terrestres ‘Pantsir-S’ disparam 80 projéteis de artilharia por segundo (4.800 por minuto), enquanto os sistemas marítimos podem lançar 160 por segundo (cerca de 10.000 por minuto).

Foto: defence.ru

Foto: Agência Federal de Notícias / Eugene 

“Campo de força”

O sistema ‘Pantsir-ME’ também pode rastrear até quatro alvos aéreos simultaneamente.

“O ‘Pantsir-ME’ cria uma cúpula antiaérea de 20 quilômetros ao redor do navio no qual está instalado. É uma arma de defesa muito eficaz que poderá ser usadas em potenciais conflitos”, diz o diretor-geral  da Corporação de Sistemas de Alta Precisão, Aleksandr Deníssov.

De acordo com especialistas militares, o novo sistema será instalado em embarcações costeiras de pequeno porte.

“Inicialmente, o ‘Pantsir-ME’ será entregue à frota do Mar Cáspio e, depois, os sistemas serão instalados em outros navios russos em regiões diversas”, disse o editor-chefe da revista “Arsenal Otêtchestva”, Víktor Murakhôvski.

Segundo Deníssov, o Ministério de Defesa russo já encomendou um primeiro lote de “Pantsir-ME” para a Marinha.

NIKOLAI LITÔVKIN

Edição: Plano Brasil

Fonte: Gazeta Russa

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Sistema de interceptação de mísseis dos EUA e Japão falha em teste

A Marinha dos Estados Unidos e o Ministério da Defesa do Japão tentaram, sem sucesso, interceptar um míssil balístico em um teste militar no Havaí, informaram as autoridades militares dos EUA nesta quinta-feira (22).

As duas nações têm trabalhado juntas desde 2006 para desenvolver uma variante do Míssil Padrão 3 (ou Standard Missile Three, SM-3) — armamento disparado por navios e parte do sistema de defesa antimíssil Aegis.

A Agência de Defesa contra Mísseis (ADM) informou que o contratorpedeiro USS John Paul Jones tentou interceptar um míssel disparado por uma das bases militares dos EUA no Havaí, no Oceano Pacífico, mas não houve sucesso na tentativa.

O teste anterior, em fevereiro deste ano, teve sucesso.

De acordo com a ADM, os estadunidenses investiram cerca de US$ 2,2 bilhões no sistema de interceptação de mísseis, enquanto os japoneses gastaram cerca de US$ 1 bilhão.

O teste ocorre em um período de tensão na península da Coreia, com seguidos testes de mísseis balísticos de Pyongyang.

Foto: (Arquivo) Meramente ilustrativa

Edição: Plano Brasil

Fonte: Sputnik News

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Curiosidade perigosa: Aviões da coalizão se aproximam da base russa na Síria

Os pilotos da coalizão antiterrorista liderada por EUA se aproximaram muito perto dos limites do espaço aéreo da base aérea russa na Síria, Hmeymim, revelou o vice-comandante das Forças Aeroespaciais russas.

Durante suas missões na Síria, os aviões da coalizão “reiteradamente se aproximaram da zona restrita que é a base aérea de Hmeymim”, afirmou à emissora Zvezda Viktor Gumennyi, o vice-comandante das Forças Aeroespaciais da Rússia.

Porém, ao ver nos seus sensores que os radares dos sistemas antiaéreos S-400 seguem seus movimentos, as aeronaves abandonam a zona vigiada, destacou o militar.

De acordo com os acordos vigentes, os S-400 russos vigiam uma área de 60 quilômetros ao redor da base russa, informa emissora. Ao mesmo tempo, os radares e os mísseis do sistema têm o alcance de até 400 quilômetros.

Os sistemas S-400, junto com os S-300V4 e os Pantsir-S1, formam o “escudo” da base de Hmeymim que alberga o contingente aéreo da Rússia deslocado na Síria.

Foto: © Sputnik/ Dmitry Vinogradov

Fonte: Sputnik News

 

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Dirigíveis militares protegerão os céus da Rússia

O colunista Andrei Kots, revê a história dos projetos de “zepelins” militares e oferece sua visão do futuro de tais programas na Rússia.

Há exatamente 80 anos, em 6 de maio de 1937, o zepelim alemão LZ 129 Hindenburg, o maior na época, se acidentou nos EUA. O acidente causou 35 mortos das 97 que estavam a bordo.

A perda do Hindenburg marcou o fim de uma época curta, mas brilhante, de aeróstatos comerciais de passageiros e de carga. Contudo, estas aeronaves seguiram sendo utilizadas com fins militares ao longo de todo o século XX e continuam tendo demanda hoje em dia.

Muitos Estados contam com programas de desenvolvimento de aeróstatos de combate para as suas Forças Armadas. As vantagens dos “zepelins” são óbvias: maior capacidade de carga e grande autonomia de voo sem escala, consumo de combustível relativamente baixo, alta confiabilidade e larga duração de permanência no ar.

Além disso, os “zepelins” não necessitam de uma pista de aterrissagem, já que eles podem decolar praticamente a partir de qualquer terreno uniforme. Entre suas desvantagens figuram a velocidade baixa (até 160 km por hora) e pouca capacidade de manobra.

Vladimir Mikheev, assessor do primeiro diretor-geral adjunto do consórcio russo Tecnologias Radioeletrônicas (KRET), informou a Sputnik em julho de 2015 sobre o início dos trabalhos no âmbito do projeto de um dirigível para a defesa antimíssil do país. Tal aeronave pode se converter em uma parte integrante do sistema de alerta rápido que na atualidade é composta por dois níveis: um agrupamento de satélites orbitais e os radares instalados no terreno.

“A principal vantagem do “zepelim” é sua grande superfície, na qual se podem colocar os sistemas de antena”, detalhou Mikheev.

Segundo acrescentou o especialista, estes localizadores são capazes de interceptar lançamentos de mísseis balísticos intercontinentais, além de determinar a trajetória de voo de suas ogivas.

Trata-se de um dirigível promissor batizado como Atlant, cujo primeiro voo está marcado para 2018. A aeronave está sendo construída em três modificações, com capacidades de carga de 16, 60 e 170 toneladas.

Além disso, foi informado que estes “zepelins” podem operar a altitudes de até 10 mil metros, o que seria suficiente para detectar ogivas na fase de aceleração e na fase final de voo.

A grande capacidade de carga e elevada autonomia de voo, de até 5 mil quilômetros, permite utilizar o Atlant para transporte de equipamentos militares. A aeronave, na sua versão maior, será capaz de levantar no ar três tanques T-90 com munição completa ou oito veículos de combate de infantaria BMP-3.

O Atlant não é o projeto mais insólito que está hoje em andamento na Rússia. O Berkut é um “zepelim” não tripulado construído pela empresa Avgur. Será capaz de alcançar altitudes de entre 20 e 23 km e permanecer no ar por até 4 meses graças ao sistema de alimentação de painéis solares.

Plataforma aerostática “Berkut” com energia solar

Suas principais tarefas serão garantir as comunicações e a fotografia aérea a grande altitude, assim como a vigilância de grandes zonas de campo de batalha. Além disso, teoricamente poderiam ser utilizados na guerra eletrônica, defesa aérea e designação de alvos.

Transporte de cargas pesadas e de grandes dimensões, rápida implantação de equipamentos pesados e unidades militares

Este tipo de aeronaves também seria útil para as tropas russas instaladas no Ártico: nas condições de dia polar, que dura vários meses, o Berkut não terá problemas com seu abastecimento energético.

Em geral, as aeronaves estratosféricas poderão se converter em uma boa substituição de satélites orbitais para fins militares e civis.

Imagens: © ONG “Augur – RosAeroSystems

Edição: Plano Brasil

Fonte: Sputnik News

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Rússia: Preparativos para o ensaio da parada do ‘Dia da Vitória’ 09 de maio de 2017

Novos equipamentos militares para defesa aérea do Ártico que serão apresentados na parada militar do Dia da Vitória – 09 / maio / 2017.

 

https://www.youtube.com/watch?v=Xc0a5eSP-MI

Sistema de defesa aérea Tor-M2DT em um veículo DT-30PM

Sistema de defesa aérea Tor-M2DT em um veículo DT-30PM

Sistema de defesa aérea Pantsir-SA em um veículo DT-30PM

Sistema de defesa aérea Pantsir-SA em um veículo DT-30PM

Sistema de defesa aérea Pantsir-SA em um veículo DT-30PM

Fotos: Vitaly Kuzmin

 

 

 

 

 

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Rússia começa a modernizar sistema de defesa de Cuba

Os trabalhos para modernização do sistema de defesa de Cuba, com o auxilio da Rússia, já estão andamento, anunciou o vice-diretor do Serviço Federal de Cooperação Técnico-Militar do país (FSVTS, na sigla em russo), Anatóli Puntchuk.

“Nós assinamos um acordo no ano passado, e o trabalho está em andamento”, disse Puntchuk a jornalistas na semana passada.

O acordo, celebrado entre os governos de Moscou e Havana em dezembro de 2016, estabelece as bases para um programa de cooperação técnica no setor da defesa até 2020. O documento foi assinado em Cuba pelos copresidentes da Comissão Intergovernamental para a Cooperação Econômico-Comercial e Técnico-Científica, de Cuba e Rússia, Ricardo Cabrisas Ruiz e Dmítri Rogózin, respectivamente.

Em entrevista à agência de Sputnik, Rogózin, que é também vice-primeiro-ministro da Rússia, afirmou que o programa de cooperação militar russo-cubano inclui assistência em termos de planejamento.

“A Rússia oferecerá conselhos para formular um programa de planejamento de longo prazo para modernizar as Forças Armadas de Cuba”, disse o vice-premiê, antes de acrescentar que não se trata de venda de armas à ilha.

“O Exército cubano tem armas de fabricação soviética, e hoje estamos criando centros de manutenção com novos suprimentos para garantir a ampla segurança de Cuba, para que o país possa lidar aos desafios contemporâneos”, disse Rogózin.

Segundo o vice-diretor do FSVTS, outros países latino-americanos também já demonstraram interesse na ajuda russa para modernizar seus complexos militares.

ÍGOR RÔZIN

Foto: Mil.ru – Ministro da Defesa russo Serguêi Choigu (dir.) em visita a Cuba 

Fonte: Gazeta Russa

 

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Pútin e Erdogan discutirão contrato de S-400 durante reunião em Sôtchi

Os presidentes da Rússia, Vladímir Pútin, e da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, poderão discutir a entrega de sistemas avançados de mísseis superfície-ar S-400 a Ancara, em uma reunião bilateral que acontecerá em Sôchi na próxima quarta (3).

“[A questão do fornecimento de S-400] poderá ser discutida na reunião entre os  dois líderes”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmítri Peskov.

O ministro turco da Defesa, Firki Isik, também confirmou que Erdogan espera discutir os parâmetros de um contrato sobre a compra dos sistemas russos durante o encontro.

“Suponho que, após as negociações entre Erdogan e Pútin, será tomada uma decisão conjunta sobre os próximos passos para a aquisição dos sistemas antiaéreos russos”, disse o ministro, citado pela agência de notícias Anadolu.

Mais cedo, Isik havia afirmado que “os trabalhos relacionados ao S-400 chegaram à fase final, mas isso não significa que um acordo será assinado amanhã”.

A notícia de que a Rússia e a Turquia estariam negociando o fornecimento de sistemas de defesa antiaérea S-400 surgiu em novembro passado.

 

Divisão antiaérea de Moscou reforçada com míssil S-400

O CEO da estatal russa Rostec, Serguêi Tchemezov, revelou, em março deste ano, que Ancara manifestou o desejo de obter um empréstimo da Rússia para a compra de armamentos, incluindo complexos de mísseis antiaéreos desse tipo.

PÁVEL RÍTSAR

Fotos: Mil.ru

Fonte: Gazeta Russa

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EUA começam a instalar escudo antimísseis na Coreia do Sul

Sistema foi projetado para interceptar e abater mísseis norte-coreanos em altitudes elevadas e gerou protestos da China, que teme que balanço de poder regional seja perturbado.

Veículos militares americanos atravessam protestos em Seongju contra a instalação do THAAD

Em meio ao aumento de tensões na península da Coreia do Norte, os Estados Unidos deram início nesta quarta-feira (26/04) à instalação de um polêmico escudo antimísseis na Coreia do Sul. A operação foi recebida com preocupação em Pequim, o maior aliado de Pyongyang, além de provocar protestos da população local.

Durante a madrugada, caminhões camuflados entraram na região próxima à cidade de Seongju, no centro do país, carregando equipamentos balísticos. A instalação do Sistema de Defesa Terminal de Área a Grande Altitude (Thaad) foi acordada no ano passado por EUA e Coreia do Sul, que deixaram claro que seu objetivo é conter ameaças de Pyongyang.

Projetado para interceptar e abater mísseis em altas altitudes, uma bateria do Thaad inclui seis lançadores de autopropulsão (cada um com 50 mísseis interceptores) e uma unidade de controle de lançamento e comunicações conectadas a um potente sistema de radar de longo alcance de banda X.

“A Coreia do Sul e os Estados Unidos trabalham para garantir uma capacidade operacional inicial do sistema Thaad em resposta ao avanço da ameaça nuclear e de mísseis da Coreia do Norte”, disse o ministério da Defesa sul-coreano em comunicado.

Moradores de Seongju, região agrícola famosa pelo cultivo de melões, temem que o local se transforme em alvo de ataques norte-coreanos, além do possível impacto ambiental decorrente dos radares do Thaad.

Outros acreditam que a instalação deve ser adiada para depois das eleições presidenciais, marcadas para o dia 9 de maio, já que alguns candidatos, como o favorito, o liberal Moon Jae-in, acreditam que a decisão da implantação tem que ser revista pelo Executivo.

Centenas de manifestantes entraram em confronto com a polícia durante a operação, com saldo de 10 feridos, três deles hospitalizados, segundo ativistas.

A China alega que o sistema de defesa antiaéreo pode minar suas próprias capacidades de defesa e perturba o balanço de poder regional. Devido ao projeto, Pequim já havia imposto uma série de medidas – interpretadas como retaliações econômicas – contra a Coreia do Sul, como o banimento de grupos turísticos.

Pequim exibiu nesta quarta-feira o primeiro porta-aviões construído inteiramente na China, no estaleiro de Dalian (noroeste). Ele foi apresentado durante uma cerimônia realizada no estaleiro da empresa China Shipbuilding Industry, numa demonstração do desenvolvimento da indústria de Defesa chinesa.

Fonte: DW