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Cai apoio dos alemães à Otan

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Estudo mostra que a maioria dos alemães não apoiaria uma ação militar do país em defesa de parceiros na aliança atlântica. Na Rússia, aumenta a rejeição ao Ocidente.

A confiança dos alemães na Organização do Tratado do Atlãntico Norte (Otan) está em queda. Uma pesquisa realizada pelo instituto americano Pew Research Center, divulgada nesta quarta-feira (10/06), indica que a maioria da população não apoiaria uma ação de seu país em defesa dos parceiros da Otan. Segundo o estudo, 39% dos alemães consideram a Rússia a principal responsável pelo conflito na Ucrânia. No entanto, se Moscou entrasse em um “grave conflito militar” com algum país aliado da Otan no leste europeu, apenas 38% dos alemães apoiariam o envio de soldados da Bundeswehr, as Forças Armadas do país.

Considerando os habitantes dos oito países-membros da Otan, 48% dos entrevistados concordariam com uma intervenção militar, enquanto outros 42% entendem que esta seria uma atitude equivocada. Também na França e na Itália, os resultados da pesquisa do instituto americano revelaram que a população é, em grande parte, contra o envolvimento da aliança em um conflito dessas proporções. Os países em que os entrevistados se manifestaram de modo mais favorável a uma ação militar da Otan foram os Estados Unidos (56%) e a Polônia (48%).

Queda na popularidade

Na Alemanha, apenas 55% da população têm uma visão positiva da Otan. Em 2009, essa parcela era de 73%. No leste do país, a rejeição à entidade é ainda maior: apenas 43% têm uma boa impressão da aliança, enquanto 46% a rechaçam. A pesquisa revelou também que os dois lados do país discordam quanto ao presidente russo, Vladimir Putin. No oeste, apenas 19% têm uma opinião positiva a seu respeito, enquanto no leste, essa fração foi de 40%. Por outro lado, na Rússia, aumentou a rejeição à Otan e ao Ocidente. Somente 12% dos entrevistados se manifestaram favoráveis à aliança atlântica, e 31% expressaram opiniões positivas a respeito da União Europeia. O instituto Pew entrevistou, em maio, mais de 11 mil pessoas nos EUA, Canadá, Alemanha, Espanha, Itália, França, Reino Unido, Polônia, Ucrânia e Rússia.

Fonte: DW

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SEGUNDO Jane’s IRAQUE QUER COMPRAR ARMAS DO BRASIL

Em visita ao Brasil, ministro do Iraque demonstra interesse em armamentos brasileiros

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O Iraque, que na década de 1980 foi um grande parceiro comercial do Brasil, quer restabelecer à conexão. Em visita a Brasília, o novo ministro de defesa do Iraque, Ibrahim Al-Jaafari, se reuniu com seu colega brasileiro Jaques Wagner, na presença do chefe do Departamento de Oriente Médio do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Carlos Ceglia, e do embaixador iraquiano no Brasil, Adel Al Kurdi. para discutir uma possível compra de armamentos de fabricação nacional, segundo aponta a agência Jane Defence Weekly.

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Al-Jaafari desembarcou na capital no último dia 2 e trouxe consigo o discurso de que Bagdá gostaria de ver o Brasil alinhado ao lado de potências que ajudam a combater o Estado Islâmico (El). A aproximação, no entanto, não é vista com bons olhos pelo Itamaraty, que teme que uma aproximação do Brasil com o Iraque neste momento possa gerar algum tipo de retaliação do El durante os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, em 2016.

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Segundo a reportagem, o Iraque tem interesse nas aeronaves de ataque Embraer A-29 Super Tucano, blindados de transporte de pessoal do tipo VBTP-MR Guarani, de tração 6×6, viaturas leves Agrale Marruá, 4×4, baterias Astros 2 de foguetes de saturação, armas anti-tanque Gespi Alac de 84 mm e radares de defesa aérea tática Bradar M60 SABER. A venda do pacote de armas ao Iraque, conduto, ainda precisa de aprovação da presidenta Dilma Rousseff. O veredicto deve ser divulgado somente na segunda metade de 2016.

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Fonte: Jane’s

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Argentina adquire veiculo Blindado Chines VN-1.

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A Argentina através da Subsecretaria do Serviço Logístico do Ministério da Defesa da Argentina assinou, um contrato de compra com a China North Industries Group (Norinco), para adquirir um lote de 110 exemplares  do blindado de transporte de pessoal sobre rodas 8×8 Norinco VN-1 – versão de exportação da conhecida viatura chinesa de combate da Infantaria ZBL-09. As negociações fazem parte do programa de cooperação entre o governo Argentino e Chinês na área de defesa que consiste em diferentes projetos na área Bélica sendo uma desses programas a produção dos blindados VN-1 em solo Argentino. O contato prevê a instalação de uma planta industrial para a produção e montagem dos VN-1 em território argentino. A linha de produção ficara a cargo do Estaleiro Tandanor-CINAR localizado na cidade de Buenos Aires. Parte dos veículos será enviada da china sendo que alguns componentes mecânicos serão fabricados pela indústria militar argentina.  A produção dos blindados em território argentino contempla não apenas o fornecimento para as forças armadas Argentina mais também sua exportação para países da America do sul. Os primeiros veículos serão distribuídos entre a Força de Paz binacional “Cruzeiro do Sul” e pela Décima Brigada de Infantería Del Ejército Argentino.  O contrato Argentino prevê a compra inicial dos veiculos em três lotes com cerca de 110 unidades cada. Para atender as especificações do exercito argentino os veículos devem passar por modificações visando se adequar as exigências argentinas entre elas a substituição da porta traseira por uma rampa de desembarque para as versões de transporte de troa e combate de infantaria. A versão  PLL-09 equipada com uma peça de artilharia de 122 mm será substituída por uma peça de 155 mm. A versão ZTL-09 equipada com um canhão 105 mm também deverá passar por modificações.

Fonte: Defensa.com

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Índia quer desenvolver tanque a partir da plataforma Armata

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O especialista em defesa do Casa Gateway, Samir Patil, afirmou, em entrevista à Sputnik, que a Índia “planeja desenvolver seu próprio tanque – o Veículo de Combate de Infantaria do Futuro (FICV) – e eu acredito que o nosso orçamento permitirá comprar o russo Armata, ou pelo menos alguns dos seus componentes, para estudo e uso no nosso novo tanque”.

 Patil estava comentando sobre a declaração de quinta-feira (4) do assessor presidencial da Rússia para a cooperação técnico-militar, Vladimir Kozhin, de que a Índia, a China e o Sudeste Asiático haviam mostrando interesse em comprar o tanque Armata T-14. Um dos pontos fortes do tanque Armata é a sua capacidade para servir como uma plataforma para uma enxurrada de novos veículos armados. “Eu acho que a Índia gostaria de comprar essa plataforma de combate para as suas forças armadas”, disse Samir Patil. Ele não descartou o possível desenvolvimento do “tanque do futuro” da Índia com a Rússia.

“A Rússia é o único país que está desenvolvendo novas armas com a Índia. Estes são o caça de quinta geração PAK FA e um avião de transporte para múltiplas funções… Eu acho que uma outra razão pela qual gostaríamos de desenvolver em conjunto o novo tanque da Índia é que isso responde a iniciativa ‘Make na Índia’, apresentado pelo primeiro-ministro Narendra Modi. O seu principal objetivo é atrair capital estrangeiro e investimento tecnológico na Índia”, comentou Patil. O que torna o tanque Armata um destaque entre os seus congêneres nacionais e estrangeiros é que seus operadores ficam bem fechados em uma cápsula blindada multicamada separada do recipientede munição. O veículo é totalmente informatizado e só precisa de três militares para operá-lo. O tanque tem uma torre controlada remotamente, de forma digital, por um membro da tripulação localizado em um compartimento separado. Acredita-se que isto levaria eventualmente ao desenvolvimento de um tanque totalmente robótico. A Rússia está programando começar a substituir os atuais tanques T-72, T-80 e T-90 pelo armata T-14s a partir de 2020.

Fonte: sputniknews

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Índia e China demonstram interesse em adquirir o novo tanque russo Armata

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Após o desfile de novos armamentos pesados russos, durante a parada de 9 de maio, por ocasião dos 70 anos da Vitória na Grande Guerra Patriótica, os tradicionais parceiros de Moscou na área de cooperação técnico-militar demonstraram interesse em adquirir o tanque Armata, informou o assessor do presidente Putin, Vladimir Kozhin.

“Foi manifestado o interesse. Os equipamentos são novos e caros. Na maior parte, se trata de nossos parceiros tradicionais como Índia, China e países do Sudeste Asiático”, afirmou Vladimir Kozhin em entrevista aos jornalistas.A autoridade explicou que os armamentos servirão, em primeiro lugar, para equipar as forças armadas da Rússia e somente depois começarão a ser vendidos para outros países. Segundo Kozhin, entretanto, os compradores estrangeiros de armas e equipamentos russos, demonstram estar satisfeitos com os atuais contratos, apesar do interesse em versões modernizadas.

Para ter mais detalhes, a Sputnik falou com o especialista militar indiano, coronel Gunjan Nandy que apesar de não saber muito sobre as características do Armata, manifestou otimismo na questão da possibilidade de compra destes tanques por parte da Índia.

“Tenho certeza que nós, Índia, podíamos [comprar Armata]. Porque sempre comprávamos da Rússia. Temos [tanques] T-90. Se o Armata atender aos nossos requisitos, tenho certeza que a Índia terá interesse”

O tanque de nova geração T-14, com base na plataforma móvel Armata, desfilou no dia 9 de maio pela Praça Vermelha na parada militar em homenagem aos 70 anos do fim da Grande Guerra Patriótica, como é conhecida a Segunda Guerra Mundial na Rússia.

A principal característica do Armata que é um dos tanques mais sofisticados do mundo é uma torreta sem homens, operada remotamente a partir de uma cápsula blindada e isolada.

O exército russo deve receber 2.300 tanques Armata até o ano 2020.

Fonte: sputniknews

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Iraque demonstra interesse em retomar compra de equipamentos militares produzidos no Brasil

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O Iraque, que foi um dos maiores clientes de armas brasileiras entre as décadas de 1960 e 1980, manifestou nesta terça-feira seu interesse em reiniciar a compra de produtos de defesa do Brasil, informou o Ministério da Defesa. Essa intenção foi comunicada pelo ministro das Relações Exteriores do Iraque, Ibrahim al Jaafari, na visita que fez hoje ao Brasil e durante qual se reuniu com o chanceler Mauro Vieira e com o ministro da Defesa, Jaques Wagner.

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O ministro iraquiano “demonstrou interesse em retomar as aquisições dos produtos de defesa brasileiros depois que, no anos 80, o país foi um dos grandes parceiros comerciais do Brasil”. O Brasil, que durante muitos abasteceu o Iraque de produtos como os mísseis Astros II, os tanques de guerra Osorio, os aviões de combate Tucano e diferentes armas convencionais, suspendeu as vendas em 1990 devido ao embargo internacional imposto a esse país pela invasão do Kuwait. Segundo o comunicado do Ministério da Defesa, o aquecido mercado brasileiro da indústria de defesa movimenta cerca de US$ 6,5 bilhões ao ano, com US$ 3 bilhões em exportações, e gera 30.000 empregos diretos. Os fabricantes brasileiros de foguetes, aviões e carros de combate tinham como principal mercado regional o Oriente Médio, para onde exportavam quase 50% de sua produção na década de 1970.

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O principal cliente era o Iraque, que concentrava 40% das compras, seguido pela Líbia (30%). Em seu encontro com as autoridades brasileiras, Jaafari disse que o Iraque precisa equipar-se para combater a ameaça terrorista do grupo Estado Islâmico, que domina territórios tanto nesse país como na Síria. O ministro iraquiano acrescentou que o principal motivo de sua visita foi solicitar o apoio do Brasil nos esforços militares do governo iraquiano pela estabilização do país e o combate ao terrorismo. “A guerra contra o terrorismo não é uma guerra convencional. Buscamos os países amigos e democráticos para defender aqueles que estão sofrendo com esse fenômeno”, afirmou o chanceler iraquiano, citado no comunicado do Ministério da Defesa, ao defender acordos de cooperação com o Brasil. Por sua parte, Jaques Wagner comentou que o Brasil tem uma longa tradição de paz e de solidariedade e que, por isso, “expressamos nossa total solidariedade ao Iraque perante as atrocidades que são perpetradas no país”.

Abaixo temos uma tabela dos equipamentos militares brasileiros operados pelo Iraque na guerra do golfo. (para ver a tabela completa clique aqui)

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Nota do Editor:

  •  A ENGESA vendeu ao Iraque 364 unidades do  veículo de reconhecimento EE-9 Cascavel,148 unidades do EE-11 Urutu. O EE-9 Jararaca não chegou a ser adquirido pelo Iraque sendo comprado apenas por  Uruguai (16), Guiné (10), Gabão (12), Equador (10) e Chipre (15). Para saber mais sobre as exportações dos veículos militares da Engesa clique aqui.
  • A Engesa não vendeu nenhum Carro de Combate EE T-1 Osorio pois o mesmo não passou da fase de protótipo (para saber mais clique aqui).

Imagens meramente ilustrativas

FONTE: R7

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Rússia oferece ao Peru produção do BTR-80

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A Rosoboronexport ofereceu o Exército do Peru o fornecimento de um lote que compreende entre 70 e 110 veículos blindados 8×8 BTR-80A.  A Oferta da Rosoboronexport compreende na transferência de uma linha de produção desses veículos para o peru onde a mesma será montada nas instalações do Centro de Manutenção de Blindados (CEMABLIN) subordinado ao Servicio de Material de Guerra del Ejército – SMGE. A proposta Russa visa atender os requerimentos do Exercito peruano que busca adquirir novos veiculo blindado de diversas versões (110 unidades) como parte do seu programa de modernização conhecido como Harpay Nina. Esse projeto faz parte do programa de modernização do exercito Peruano (Ugarte). O programa visa à compra de veículos novos e usados dentre eles podem ser veículos sobre rodas ou lagartas. O exercito Peruano recebeu propostas do LAV III, BTR-80A e Pandur II (veículos novos de fabrica) YPR-765A1, Marder, M-113, BMR-600 BTR-80, BMP-3 (veículos usados). A proposta Russa sai na frente oferecendo a produção de veículos novos em solo peruano. A proposta russa inclui alem do BTR-A o BTR-80K Command, BREM-80U de Recuperação e o BREM-L de recuperação e reparação.

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Fonte: Defensa.com

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Peru apresenta variante modernizada do seu blindado BRM-600

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A Infanteria de Marina Del Peru apresentou durante a 5ª Edição da International Defense Technology Exhibition & Prevention of Natural Disasters SITDEF 2015 a variante atualizada do seu veiculo blindado de transporte de pessoal BMR-600 (Blindado Medio de Ruedas) Equipado com uma estação de arma remotamente controlada (Remote Weapon Station – RWS)   Guardian. A Estação Remota Guardian e fabricada pela empresa Espanhola Escribano e equipada com uma metralhadora Browning M-2HB 12. 7 mm. E com sensores que permitem a visualização do inimigo de dia ou de noite e sob quaisquer condições climáticas. Com esses sistemas a Guardian possui estabilização das linhas de visada e de tiro possibilitando um disparo preciso mesmo em condições de movimentação do veiculo. O sistema pode ser operado por apenas um operador que fica abrigado dentro do veiculo.

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A variante atualizada do BMR-600 faz parte do Projeto SACF III que e co-dirigido pela Peruana  (SIMA Servicios Industriales de la Marina) e peã Espanhola Escribano que também inclui a instalação da estação Remota Guardian em  barcos de patrulha da Guarda Costeira e canhoneiras fluviais Classe Clavero. A modernização dos Blindados 6×6 visa estende sua vida útil e melhorar sua capacidade operacional nos cenários de emprego atual da Infanteria de Marina Del Peru. Vale lembrar que o BRM-600 foi adquirido em 1986, o Peru adquiriu um total de 25 Blindados 6×6 BMR-600. Essa compra compreendia em 20 unidades da variante de transporte de tropas (APC), uma unidade da variante  posto de comando e quatro unidades de viaturas de apoio fogo equipado com um canhão de 90mm.

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Recentemente o Ministério da Defesa peruano encomendou 32 veículos blindados 8×8 LAV-II (APC) da General Dynamics Land Systems do Canadá (GDLS-C) em um contrato de US$ 67 milhões. As entregas das primeiras unidades estão previstas para meados de 2015. A modernização do BRM-600 da Infanteria de Marina Del Peru faz parte do plano de expansão da Marinha do Peru pretende Criar dois novos batalhões e incorporar mais de 1.800 militares em 2016.  Juntamente com a compra do LAV II e a modernização dos BMR-600 fazem parte do programa a compra 12 hovercrafts Griffon GH2000, 24 barcos de patrulha fluvial, dois LPD classe Makassar, oito embarcações de patrulha MGP-2000 e a compra do ex-HNLMS Amsterdam.

 

Fonte: Armyrecognation

Fonte: Defensa.com

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Armored Personnel Carriers Defesa em Arte Destaques Infantry Fighting Vehicles Negócios e serviços Rússia

Tanque Armata será equipado com canhão novo e mais potente.

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O tanque de nova geração Armata, que participou da Parada da Vitória na Praça Vermelha, deverá ganhar um canhão novo, cujo calibre será de 152 milímetros e com projéteis mais potentes, informou nesta quarta-feira o vice-primeiro ministro russo Dmitry Rogozin aos jornalistas.

 “Temos desenvolvido nova munição para o Armata, que será capaz de trespassar um metro de aço”, disse Rogozin.O tanque de nova geração T-14, com base na plataforma móvel Armata, desfilou no dia 9 de maio pela Praça Vermelha no âmbito da parada militar em homenagem aos 70 anos do fim da Grande Guerra Patriótica, como é conhecida a Segunda Guerra Mundial na Rússia.A principal característica do tanque é a sua torreta blindada e uma cápsula . A principal característica do Armata é a torre ser operada remotamente a partir de uma cápsula blindada e isolada. O tanque possui um sistema de radar único que pode rastrear, simultaneamente, até 40 alvos no solo e 25 no ar em um raio de 98 quilômetros.

O tanque já possui um canhão com calibre de 125 milímetros, opera com projéteis de mais diversos tipos e supera em potência um dos melhores tanques do mundo, o alemão Leopard 2. O Armata também possuiu um canhão automático com calibre de 30 milímetros, que pode ser utilizado como elemento antiaéreo. Para combate com unidades menores, a torre está equipada com uma metralhadora com calibre de 12,7 milímetros.

Fonte: sputniknews

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América do Sul América Latina Armored Personnel Carriers Defesa Defesa em Arte Destaques Infantry Fighting Vehicles Tecnologia

General Dynamics entrega primeiro blindado LAV II para o Peru.

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O Diretor da área de defesa da agencia estatal canadense Canadian Commercial Corporation (CCC) entregou para a Marina de Guerra Del Peru  a primeira unidade do Veiculo Blindado 8×8 LAV II fabricado pelo General Dynamics Land Systems-Canada.  A entrega foi realizada nas instalações da  General  Dynamics  na cidade de London província de Ontário no Canadá. A Cerimônia de recebimento da primeira viatura  (de um total de 32 adquiridas) contou com a presença do  Comandante Geral da Marinha: Almirante Edmundo Deville del Campo.  Esses veículos irão integrar a Brigada Expedicionaria Anfíbia (BEA).

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O Acordo de compra foi assinado em 2014 pelo Conselheiro Comercial da Embaixada do Peru no Canadá Sandra Shaddick e o Diretor de contratos da Marinha Almirante Cesar Pinto Colunge a assinatura do contrato também contou com a presença do ministro da Defesa Pedro Cateriano Bellido e do Comandante-Geral da Marinha, almirante Carlos Tejada Mera.  O valor de contrato foi estimado em 67 milhões de dólares.  As Primeiras unidades do LAV II configurados para transporte de pessoal (APC Armored Personel Carrier) devem chegar ao Peru em Junho e serão denominados Cayman. Os Veículos LAV II possuem um peso na faixa de 12 toneladas, comprimento de 6,5 metros, 2,60 de largura. Possui capacidade para transportar 10 militares sendo três tripulantes  (motorista, comandante e artilheiro) e sete militares equipados.

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Sua propulsão fica a cargo de um motor a Diesel Detroit  6V53T com esse motor o LAV II e capaz de atingir 100km/h e 10km/h na água sua autonomia  e de cerca de 650. A versão de transporte de pessoal será armado com uma metralhadora Browning M-2HB 12,7 milímetros. Já as versões de VCBI (Veiculo de combate de Infantaria) será armado com um canhão M242 de 25 milímetros. e uma metralhadora M-240C 7,62 milímetros.

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VBCI Puma aprovada para uso

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Após exaustivos testes, o Escritório Federal de Equipamento, Informação, Tecnologia e Suporte em Serviço do Bundeswehr (BAAINBw) expediu a permissão de aprovação para uso em serviço da Viatura Blindada de Combate de Infantaria Puma. O Puma vai gradualmente substituir as VBCI Marder do Bundeswehr, que entraram em serviço nas unidades mecanizadas alemãs há mais de 40 anos.

Fonte: Segurança&Defesa

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Primeira análise Parte II: Kurganets-25

kurganets-25_aifv_apc1021_analysis1-1021x483Tradução e Adaptação: MessiaH
A família de veículos blindados de combate Kurganets-25 inclui dois membros de veículos blindados médios projetados para substituir o BMP -2 e plataformas MT-LB em formações mecanizadas das forças armadas da Rússia. Como seus predecessores, os novos veículos têm capacidade anfíbia, permitindo mobilidade ininterrupta através dos rios. O Kurganets é fabricado pela Kurganmashzavod, a fábrica que produziu as gerações anteriores de veículos BMP -1, BMP -2 e BMP-3.

A nova plataforma é significativamente mais pesada e maior do que seus antecessores, principalmente devido ao aumento do nível de proteção que ela oferece. A Rússia exibiu duas variantes dos Kurganets – o veículo de combate de infantaria blindada (Object 695) e o veículo blindado (Object 693). O Kurganets-25 viatura de combate de infantaria está atualmente em fase de ensaios no exército russo, e produção em massa está prevista para começar em 2016. Segue-se uma visão geral dos diferentes elementos visíveis sobre os veículos mostrados no desfile 09 de maio, em Moscou.

Ambos os veículos compartilham o mesmo casco, suspensão e unidade de trem movido por um motor diesel de 800 cv, permitindo a mobilidade, como foi dito, tanto em terra como na água. Seus trilhos de aço (lagartas) são equipados com almofadas de borracha (6), destinadas a reduzir a pressão do solo e danos a estradas, mantendo a capacidade de viajar em altas velocidades. Ambos podem atingir velocidades de até 80 km / h na terra, e 10 km / h em água. Ao viajar na água o veículo implanta seu quebra-mar (5) e jatos de água (7) para o movimento para a frente e de direção.

A principal diferença entre as duas variantes é a torre e sistemas de defesa ativa utilizada. A espessa cobertura da armadura (18) visto em ambos os lados do veículo é projetado para fornecer proteção blindada, mantendo a capacidade de flutuação necessária para permitir a operação anfíbia.

A viatura de combate de infantaria Kurganets-25 é equipada com a torre KBP EPOCH (1), introduzido como padrão em todos os AFVs recentes, como o Armata T-15, Boomerang e Kurganets-25. Esta torre não tripulada carrega o canhão 2A42 30 milímetros (15) com 500 rodadas, uma PKT 7,62 milímetros metralhadora coaxial (16), quatro Kornet-EM mísseis guiados (dois de cada lado – 13), dois sistemas aquisidores electro-ópticos de alvos e de orientação de mísseis (17), e um mastro meteorológico (14). Também uma série de sensores (9) e contra-medidas, parte do sistema de proteção ativa do veículo ‘soft kill’ (10).

O casco também monta 16 grandes tubos e quatro sensores (11) associados com o Afghanit, sistema de proteção ativa ‘hard kill’. Um refletor LED (4) localizado na parte frontal da torre também poderia ser parte da APS, agindo como um chamariz contra mísseis guiados anti-tanque (ATGM) de 2ª geração.

O Kurganets-25 está equipada com várias câmeras, cobrindo 360 graus (3). Algumas dessas câmeras são empilhados para cobrir amplos campos de visão. Outras são abrigadas na armadura. Por exemplo, as câmeras de visão lateral necessitam adaptação especial da armadura para limpar seus campos de visão (8).

Ao contrário de veículos blindados anteriores da Rússia, o Kurganets-25 não tem portas ou escotilhas de disparos pessoais (seteiras) que permitam a tripulação combater de dentro do veículo. Parte das razões para isso deve-se a APS que dispara automaticamente contra as ameaças recebidas, criando flash e explosão que poderia incapacitar os agressores expostos nas proximidades. Instalações similares foram feitas nos tanques Merkava Mk4 israelenses, equipados com defletores de explosão, protegendo por exemplo, o comandante de tanque que poderia ser exposto em sua cúpula.

Ambas as variantes são operadas por tripulações de três pessoas. O veículo de combate de infantaria é projetado para transportar seis soldados de infantaria. A variante de veículo blindado (APC) pode transportar oito.

A APC carrega uma arma menor, mas também remotamente operada (2), a montagem de um único 14,5 milímetros metralhadora pesada. O veículo mantém o mesmo sistema de proteção ativa usada no BMP, mas não inclui a proteção mais pesada Afghanit que o BMP usa. Em vez disso, há holofotes infra-vermelho (4) montados em um nível superior, e pode servir tanto como uma contra-medida progressista e um elemento de sinalização, exibindo símbolos numéricos para trás, permitindo, assim, a comunicação com o esquadrão de infantaria ou outros veículos sem a necessidade de rádio de comunicações (semelhante ao uso de bandeiras). Se acoplado ao sistema de aviso de laser sobre o veículo, tal dispositivo poderia atuar como um identificador IFF (amigo-inimigo), respondendo a sinais de laser com uma mensagem codificada. Ele provavelmente iria operar em bandas visíveis e térmicas, permitindo tanto a operação dia e noite.

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IFV Kurganets-25 (BMP – Objeto 695). O veículo de infantaria Kurganets-25 está atualmente em fase de ensaios no exército russo e a produção em massa está prevista para começar em 2016. Foto: Vitaly Kuzmin
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A vista da torreta KBP operado remotamente no object 695 Kurganets-25. Foto: Vitaly Kuzmin.
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Outro ponto de vista da torre, mostrando a proteção ativa (soft-kill) e elementos e IR projector. Foto: Vitaly Kuzmin
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A vista traseira do Kurganets 25 (Object 695) mostrando a rampa de acesso, porta integrada e disparando escotilha. Dois escapamentos cobertos dos jatos d’água também são visíveis. Também são visíveis as quatro lançadores traseiros do Afghanit hard-kill APS e seus sensores associados nas duas extremidades. Os elementos soft kill dos APS são visíveis nas bordas traseiras da torre. Foto: Vitaly Kuzmin
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BMP Kurganets-25 objeto 695 – vista lateral direita. Foto: Vitaly Kuzmin
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Kurganets-25 (Object 693) transporte de tropas. Esta variante carrega uma tropa de oito soldados, três tripulantes e está armado com um canhão operado remotamente protegido a metralhadora pesada 14,5 mm . Foto: Vitaly Kuzmin.
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Outro ponto de vista da torre operada remotamente no Kurganets-25 BTR . Foto: Vitaly Kuzmin

Fonte: Defence Update