Defesa & Geopolítica

USAF pode resolver nos próximos meses o problema da falta de “Conversa” entre o F-35 e o F-22

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E.M.Pinto

A partir de dezembro de 2019, a Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) testará novas tecnologias de comunicação e transferência de dados em rede  entre as aeronaves de combate de 5ª Geração.  

Os testes envolverão as mais variadas funções e serão executadas ao longo de um ano, em períodos divididos em três etapas, onde serão avaliadas as missões de Comando e Controle em perfis de missões de combate ar-terra, terra-ar ar-mar, mar-ar, ar-ar, espaço e ciberespaço.

Serão avaliadas:

  • Novas formas de compartilhar dados entre as aeronaves e as forças em solo ou mar;
  • Compartilhamento de imagens  baseadas em nuvens e rastreio de mobilização de forças amigas e ou inimigas, com exibição de mapas de suas posições constantemente atualizadas;
  • Por último, e tão importante quanto, será avaliado o novo Link de comunicação que finalmente permite que caças furtivos F-35 e F-22 compartilhem dados sem revelar as suas posições.

Estes últimos tem sido a muito aguardado pois se tiverem sucesso, resolverão um antigo problema e crítica de especialistas quanto a operação de caças furtivos e suas recepções em modos passivos bem como emissões de dados sem serem detectados.

Esta função amplia o leque de missões e oferecem a possibilidade de operações conjuntas entre os principais vetores de combate da USAF, há muito aguardado.

3 Comments

  1. Ferreira Junior says:

    Não se admire caso usem o sistema datalink da FAB.

  2. Ferreira Junior says:

    Só falta usarem o datalink da FAB. Já que tiveram acesso a Embraer.

  3. MMerlin says:

    Este pacote de comunicação abrange uma gama muito grande de funcionalidades e alcance.
    Além de não ser possível identificar sua origem, permitirá expandir o leque de aeronaves, sendo prevista também a sua implementação na plataforma X-37b.
    Também permitirá a visualização de uma área, selecionar um alvo e consultar todo seu histórico de movimentação, ou seja, retroceder o monitoramento, por um tempo determinado, de forma simples e ágil para uso em área de batalha.
    Acredito que o maior beneficiário disso será o F-35. Com estes novos recursos, os EUA terão mais um produto para comercializar com os associados ao projeto.
    Esta aeronave caminha cada vez mais para ser um centro de comando com a gama de recursos que detém.

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