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Oshkosh Defense recebe pedido para 6.107 veículos JLTV do Exército Americano

 

A Oshkosh Defense anunciou hoje 28/11/2018 que o Exército dos EUA fez um pedido de US $ 1,69 bilhão para 6.107 veículos JLTV  O pedido marca a décima ordem do contrato que foi concedido à Oshkosh pelo Governo dos EUA no âmbito do programa JLTV.

Em março de 2016 o governo americano concedeu a Oshkosh um contrato de U$$243.000.00 para a construção de 675 unidades do Oshkosh JLTV até dezembro de 2024. Esse contrato representa o primeiro lote de veículos no qual o valor total do projeto chega a 30 bilhões para a produção de 17. 000 unidades nos próximos 25 anos.

 

Com Informações de Oshkosh Defence

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Mercado de Blindados: Tailândia apresenta seu novo veículo blindado 4×4 AFV-420P Mosquito

A empresa tailandesa Panus Assembly apresentou a versão mais moderna do seu veículo blindado 4×4   HMV-420. Após testes realizados no  Departamento de Treinamento e Testes de Transporte em Kanchanaburi  pelo Exército Tailandês a Panus realizou uma série de modificações no veiculo para deixá-lo de acordo com os requisitos das Forças Armadas Reais da Tailândia.

A nova versão foi designada como AFV-420P “Mosquito” dentre as modificações realizadas estão a adição de blindagem adicional contra projéteis de 12,7 mm e proteção Anti-minas Nível 4b para 10 kg de explosivos no centro do veículo.

Além disso o mesmo pode ser equipado como estações de armas remotamente controladas dando uma maior segurança a tripulação. A mesma é composta por motorista e comandante e pode transportar até 11 militares equipados.

O AFV-420P possui um peso de 15,84 toneladas e uma carga útil de 1,5 toneladas. Este veículo pode chegar até 110 km / h em estrada graças ao seu motor Cummis de 420 cv e transmissão Alison 4500. Uma vantagem interessante desse veiculo é o sistema de esterçamento das rodas traseiras que proporciona um raio de giro muito menor.

O veículo é um derivado do modelo HMV-150 que é uma versão modernizada pela Panus do blindado 4×4 Cadillac Gage V-150 Commando. A empresa Panus Assembly espera fornecer o AFV-420 às Forças Armadas Reais da Tailândia e também disponibilizá-lo para o mercado de exportação.

 

[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=oPWGvBi37TQ[/embedyt]

 

Com Informações de Battlefield Defense

 

 

 

 

 

 

 

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FAB PÉ DE POEIRA: Infantaria da Aeronáutica em constante modernização…

Além dos Oficiais de Infantaria, o segmento conta com especialistas de Guarda e Segurança, Suboficiais, Sargentos, Cabos e Soldados, bem como militares de outros quadros e especialidades que atuam de forma complementar nas unidades da tropa terrestre da Força Aérea.

A primeira tropa de Infantaria da Aeronáutica foi criada no Reino Unido, com a Royal Air Force Regiment, na década de 1940. Este foi o primeiro corpo de tropa terrestre combatente de uma força aérea e surgiu da necessidade advinda dos ataques de superfície às instalações aeronáuticas durante a Segunda Guerra Mundial. O objetivo era evitar a tomada de pistas e a destruição de aeronaves, equipamentos e suprimentos.

Entrada da Base Aérea do Galeão em 1954, guarnecidas por homens da Infantaria de Guarda da Aeronáutica

No Brasil, em 11 de dezembro de 1941, surgia a Infantaria da Aeronáutica, por meio da criação das seis primeiras Companhias de Infantaria de Guarda, nas Bases Aéreas de Belém, Fortaleza, Recife, Galeão, Natal e Salvador. O objetivo principal era a proteção e a guarda das instalações militares da Força no litoral brasileiro. Em 1982, com o início da Guerra das Malvinas entre a Argentina e o Reino Unido, acendeu-se um alerta.

[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=1Ds1OCCDk_8[/embedyt]

Segundo o Comandante da Primeira Brigada de Defesa Anti aérea (1º BDAAE), Brigadeiro de Infantaria Luiz Marcelo Sivero Mayworm, a proximidade do conflito despertou a FAB para a necessidade de aperfeiçoamento da sua Infantaria: “Foi o momento em que a Força Aérea percebeu que a guerra já não estava tão distante. Em uma das ações de incursão britânica, a Argentina foi atacada e teve dez aeronaves Pucará e um T-34 destruídos no solo. Na ocasião, a Força Aérea Argentina não tinha Infantaria e os aviões estavam totalmente desprotegidos”, descreve. A ação chamou a atenção da Força Aérea Brasileira, que decidiu pela criação do Quadro de Oficiais de Infantaria da Aeronáutica, iniciando, naquele mesmo ano, a formação da primeira turma na Academia da Força Aérea Brasileira (AFA)”, explica o Oficial-General, cadete da terceira turma do Quadro.

Comandante da 1ª BDAAE, Brigadeiro de Infantaria Luiz Marcelo Sivero Mayworm

Os anos passaram e a Infantaria da Aeronáutica continua com a responsabilidade de executar ações defensivas, ofensivas, especiais e de proteção das instalações da Força Aérea. O Conceito de Emprego, em discussão no Comando de Preparo (COMPREP), define três áreas de atuação:

Segurança e Defesa (SEGDEF), Defesa Antiaérea (DAAE) e Operações Especiais (OpEsp). Cada uma delas agrupa um conjunto de Ações de Força Aérea específicas: SEGDEF – Segurança das Instalações, Polícia da Aeronáutica e Autodefesa de Superfície; DAAE – Autodefesa Antiaérea; e OpEsp – Ação Direta, Reconhecimento Especial, Contraterrorismo e Guiamento Aéreo Avançado.

[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=UZ0PXxbkE7M[/embedyt]

Ao longo dos últimos anos, o emprego das Unidades de Segurança e Defesa vem se acentuando em Operações de Garanti a da Lei e da Ordem; na atuação em proveito dos grandes eventos, como a Copa do Mundo de 2014, os Jogos Mundiais Militares de 2015 e os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016; em Missões de Paz, sob a égide da ONU, como na estabilização do Haiti; e nas Operações de Garanti da da Votação e da Apuração de eleições no país. O Brigadeiro Mayworm explica que as demais vertentes de atuação da Infantaria da FAB surgiram com o tempo.

O Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (PARA-SAR), Unidade de Infantaria incumbida das Operações Especiais, teve sua origem em 1963, associada à história da Busca e Salvamento (SAR) no Comando da Aeronáutica. Seu primeiro Comandante foi o Tenente- -Coronel Gil Lessa, oficial da antiga Infantaria de Guarda, hoje Infantaria da Aeronáutica. Sediado, inicialmente, no Campo dos Afonsos (RJ), o PARA-SAR participou do socorro às vítimas de acidentes significativos na história da aviação nacional, como o caso do FAB 2068, em 1967; do VARIG 254, em 1989; do GOL 1907, em 2006; e do Air France 447, em 2009. Atualmente sediada em Campo Grande (MS), a unidade continua vinculada às atividades de Busca e Salvamento, que, segundo o Brigadeiro Mayworm, sempre foi uma atividade de grande importância para a Força.

Além de poder contribuir com a sociedade em tempos de paz, nos acidentes aeronáuticos, a atividade tem papel essencial na guerra. Nas Operações Especiais, integrou o segmento de combate ao terrorismo nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016.

A Defesa Antiaérea teve sua origem em 1997, com a ativação da Companhia de Artilharia Anti aérea de Autodefesa (CAAAD), na estrutura do Batalhão de Infantaria da Aeronáutica do então Quinto Comando Aéreo Regional (V COMAR). Seu primeiro Comandante foi o Capitão de Infantaria Luiz Joaldi Alves Limeira.

Companhia de Artilharia Antiaérea de Autodefesa (CAAAD), em Canoas-RS.

Hoje, com uma doutrina consolidada, a Defesa Anti aérea abrange uma Brigada – a 1ª BDAAE, integrada por três Grupos de Defesa Anti aérea (GDAAE): o 1º GDAAE, sediado em Canoas (RS); o 2º GDAAE, em Manaus (AM); e o 3º GDAAE, em Anápolis (GO).

Já temos uma doutrina estabelecida e unidades bem estruturadas que dão suporte, a partir do chão, para o domínio do Espaço Aéreo”, afirma o Brigadeiro Mayworm.

As Unidades de Defesa Antiaérea também tiveram participação importante na Copa do Mundo de 2014 e nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016, com destaque para o evento de abertura da Olimpíada, no Rio de Janeiro (RJ), realizado em período noturno.

Para Saber Mais: FAB PÉ DE POEIRA: Grupos de Defesa Antiaérea da FAB e sua atuação na Rio 2016

Modernização

Em continuidade ao processo de Reestruturação do Comando da Aeronáutica, os Batalhões Especiais de Infantaria da Aeronáutica (BINFAE), os Batalhões de Infantaria da Aeronáutica (BINFA) e as Companhias de Infantaria da Aeronáutica Isoladas (CINFAI), a partir de 16 de maio de 2018, por efeito da Portaria nº 673/ Modernização GC3, foram reorganizados, dando origem aos Grupos (GSD), Esquadrões (ESD), Esquadrilhas (EASD) e Elemento de Segurança e Defesa (ELSD), constituindo, ao todo, 28 Unidades de Segurança e Defesa (USEGDEF).

Veja a localização das unidades no infográfico. Na primeira década do século 21, as Unidades de Infantaria já haviam sido submetidas a processo de reestruturação, quando, em Guarnições de Aeronáutica específicas, houve a fusão de Unidades de Infantaria da estrutura de diferentes Organizações Militares, dando origem aos BINFAE.

No presente, além da concentração dos meios de Segurança e Defesa, foi possível focar os esforços das USEGDEF na sua missão, que é realizar Ações de Segurança das Instalações, Polícia da Aeronáutica e Autodefesa de Superfície em favor da proteção dos meios de Força Aérea, contribuindo para a manutenção da soberania do espaço aéreo e para a integração do território nacional, com vistas à defesa da Pátria.

Fonte: FAB

Edição Pé de Poeira

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Eslovênia adquire veículos blindados Oshkosh L-ATV

O Ministério da Defesa da Eslovênia iniciou os procedimentos para a aquisição de 38 veículos blindados Oshkosh L-ATV (Light Combat Tactical All-Terrain Vehicle ). O acordo de compra dos veículos foi assinado recentemente entre o Ministério da Defesa da República da Eslovênia e o Governo dos Estados Unidos. O valor do contrato não foi divulgado. Além dos veículos também estão sendo adquirido suprimento de peças e partes  sobressalentes e treinamento de pessoal. Os L-ATV substituirão os AM General Humvee que atualmente estão em serviço nas Forças Armadas eslovenas.

O L-ATV foi desenvolvido para substituir HMMWV (Humvee) blindado como o principal veículo dos militares  americanos. O novo veículo fornece uma excelente proteção (muito superior a encontrada nos Humvee atualmente em uso), alta mobilidade todo terreno. O mesmo e capaz de ser aerotransportado por aeronaves como o C-130 Hércules, helicópteros CH-47 Chinook ou CH-53 Super/King Stallion .

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Para Saber mais: 

Lituânia planeja adquirir 200 veículos blindados Oshkosh L-ATV  

Lituânia discute com a Bélgica e o Reino Unido a adaptação do JLTV para os padrões Europeus

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ADSUMUS

ADSUMUS: Unidade Médica Expedicionária da Marinha (UMEM) ministra instrução de atendimento para alunos da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais do Exército Brasileiro (ESAO)

Foto oficial da visita dos oficiais alunos do Exército
No dia 22 de novembro, a Tropa de Reforço, por intermédio da Unidade Médica Expedicionária da Marinha (UMEM), recebeu a visita de 23 oficiais médicos, alunos da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais do Exército Brasileiro (ESAO) – unidade educacional que tem por objetivo habilitar formandos a comandar e integrar o Estado-Maior de organizações militares.
Os militares do Exército participaram da instrução de atendimento pré-hospitalar tático, que ressalta a importância de agir com rapidez em áreas hostis e conta com demonstração de técnicas de isolamento da área e remoção de feridos.
Em palestra realizada no auditório do Comando da Tropa de Reforço, a Diretora da UMEM, Capitão de Mar e Guerra (Md) Sônia Petersen, ratificou a importância da Medicina Operativa no âmbito do Corpo de Fuzileiros Navais e da Marinha do Brasil, enfatizando a capacitação e adestramentos constantes para o cumprimento da missão.
Demonstração de evacuação de ferido durante o adestramento

Fonte: MB

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Exército Brasileiro participa do Exercício Conjunto e Combinado de Operações Especiais ESTRELLA AUSTRAL 2018 no Chile

Realizado no período de 19 agosto a 1º setembro de 2018, o Exército Brasileiro participou, por meio da Chefia do Preparo da Força Terrestre (COTER) e do Comando de Operações Especiais (COpEsp), do Exercício Conjunto e Combinado de Operações Especiais ESTRELLA AUSTRAL 2018, na 2ª Região de Antofagasta, ao norte do Chile.

O Exercício Estrella Austral é uma atividade multinacional liderado pelo Estado-Maior Conjunto (EMCO) das Forças Armadas do Chile e, realizado com tropas de natureza de Operações Especiais das Forças Armadas do Chile (Brigada de Operações Especiais “Lautaro” –BOE; Comando de Forças Especiais da Marinha do Chile- ComFUES e Comandos da Força Aérea do Chile- FACH), além do Comando de Operações Especiais Sul (SOCSOUTH) dos Estados Unidos da América (7º Grupo de Forças Especiais e meios aéreos do 160º Regimento de Operações Especiais de Aviação).

O objetivo principal do exercício foi desenvolver trabalhos Conjunto e Combinado de Operações Especiais, no qual foi executado em uma primeira fase da atividade: JCETs (Intercâmbio de Treinamentos Conjunto e Combinado – traduzido do idioma inglês), SMEE (Intercâmbio de especialistas – traduzido do idioma inglês) e Seminários que permitiram atualizações Táticas, Técnicas e Procedimentos (TTPs) para o incremento da interoperabilidade entre as Forças Militares participantes.

Posteriormente, em uma segunda fase, foi desenvolvido o exercício propriamente dito, com ativação de um Quartel-General em nível operacional, com desdobramento de uma Força-Tarefa Conjunta e Combinada de Operações Especiais (CJSOTF- traduzido do idioma inglês), nas instalações da 3ª Brigada Acorazada- Antafagasta, realizando as atuações táticas dentro de um quadro com 04 (quatro) Forças-Tarefas em diferentes áreas da região 02 (duas) ARSOTF, com orientações terrestres, 01 (uma) NAVSOTF, com orientação naval e 01 (uma) AFSOTF, com orientação aérea), e ainda 01 (um) Componente aéreo de Operações Especiais (SOAC), com meios aéreos de asa fixa e rotativa, tanto do Chile como dos EUA. O principal propósito dessa etapa foi a verificação dos processos de planejamento, logística, condução, comando e controle das Forças-Tarefas Multinacionais em um cenário fictício de Operações de Paz, sob a égide da ONU.

Foram executados no conceito das Operações Especiais, atividades em Amplo Espectro nos ambientes desértico, montanhoso e costeiro, contendo Ações Diretas, Inteligência e Contra-inteligência, Reconhecimento Especial, Resgate de Feridos, Resgate de Reféns, Operações Civil-Militares, Operações de Informação, Inserções e Infiltrações Terrestres, Anfíbias e Aéreas, Apoio Logístico, dentre outras.  A Direção do Exercício (DIREX), em sua estrutura, estava composta por uma White Cell  e uma Red Cell (Célula Branca  e  Célula Vermelha, respectivamente) e uma Força de Oposição (FOROP).

Este ano, o exercício Estrela Austral contou com a participação internacional de Observadores de 07 (sete) Nações Amigas: Brasil, Colômbia, Espanha, EUA, México, Paraguai e Reino Unido, os quais integraram os trabalhos de EM no QG do CJSOTF, a fim de serem realizados intercâmbios de conhecimentos, experiências e demais capacidades de Operações Especiais nas Unidades Forças-Tarefas.

Na oportunidade, os Observadores estrangeiros realizaram uma agenda programada extra-exercício, contendo visitas culturais naquela Região, que possibilitaram a verificação da importância estratégico-econômico e social da porção Norte do Chile, como: a exploração das Minas de Cobre Radomiro Tomic, o Deserto do Atacama, o Povoado de São Pedro de Atacama, os Lagos Salados, as Tropas Especiais de Montanha em Callama, a região portuária de Mejillones e a Base Aérea de Cerro Moreno.

Na Cerimônia de Encerramento da atividade, o Comandante da Brigada de Operações Especiais “Lautaro” – BOE, General de Brigada PABLO MULLER entregou os certificados de participação e agradecimentos aos Oficiais Observadores estrangeiros e, ainda, conferiu uma lembrança institucional, marcando os laços de cooperação e fortalecimento de amizade entre as Nações Amigas participantes do Exercício Estrela Austral 2018.

[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=klfIHt6F1IE[/embedyt]

Fonte: Comando de Operações Terrestres (COTer)

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Vídeo FAMAE (Fábricas y del Ejército Maestranzas)

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Lituânia planeja adquirir 200 veículos blindados Oshkosh L-ATV

Segundo informações divulgadas pelo site Vakary Ekspresas o ministro da Defesa da Lituânia, Raimundas Karoblis, anunciou em 22 de novembro que o país planeja adquirir veículos blindados Oshkosh LATV dos EUA. De acordo com a informação ministro lituano da Defesa, prevê-se que o contrato seja assinado em 2020 e terá um custo estimado de US $ 114 milhões. Esse valor cobriria a aquisição de cerca de 200 veículos acompanhado de suprimento de peças e partes  sobressalentes e treinamento de pessoal.

Ainda não se tem confirmação se os veículos serão fornecidos ao Iraque através do programa Foreign Military Sales (FMS) . Os veículos seriam distribuídos pelas Forças Armadas da Lituânia para preencher o aumento da demanda, disse o Ministério da Defesa. Atualmente, as Forças Armadas da Lituânia utilizam veículos blindados HMMWV e Toyota Land Cruiser 200.

Fonte: Vakary Ekspresas

Para Saber Mais: http://www.planobrazil.com/lituania-discute-com-a-belgica-e-o-reino-unido-a-adaptacao-do-jltv-para-os-padroes-europeus/

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Governo Americano doará helicópteros Sikorsky UH-60A Black Hawk para a Policia Nacional da Colômbia

A  Polícia Nacional da Colômbia (Policía Nacional de Colombia) vai receber uma doação de seis helicópteros Sikorsky UH-60A Black Hawk dos Estados Unidos para emprego na luta contra o narcotráfico e o terrorismo.

As aeronaves foram aposentadas pelas Forças Armadas dos EUA e depois oferecidos à Polícia da Colômbia, que atualmente opera 19 dos 21 unidades (dois deles perdidos) adquiridas pela Polícia Nacional desde 1999.  O Governo dos EUA não apenas doará os helicópteros, mas também cobrirá os custos logísticos do transporte das aeronaves dos Estados Unidos para a Colômbia.

Deve-se salientar que essas aeronaves foram retiradas de serviço devido a um número excessivo de horas de voo acumuladas, portanto, ainda não se sabe se elas serão submetidas a qualquer revisão ou processo de manutenção antes de serem entregues ou se será realizado tal procedimento na Colômbia.

Com Informações de Agências Internacionais

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Infantaria da Aeronautica PÉ DE POEIRA

FAB PÉ DE POEIRA: Grupamento de Segurança e Defesa de São Paulo (GSD-SP) encerra participação na Intervenção Federal no Rio de Janeiro

No último dia 16/11/18 , desembarcaram na Base Aérea de São Paulo, aproximadamente 100 militares do efetivo do Grupamento de Segurança e Defesa de São Paulo (GSD-SP)  “Grupo Bandeirante” que permaneceram por quase 3 meses atuando na cidade do Rio de Janeiro (RJ) em apoio ao esforço militar decorrente da Intervenção Federal naquele Estado.

Com o término dessa missão, o GSD-SP consolida-se como uma das unidades de Infantaria da Aeronáutica mais atuantes, tendo participado de operações de paz no Haiti (em 2013 e 2017), segurança de grandes eventos (Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016) e operações de garantia da lei e da ordem (GLO) no Espírito Santo (2017 – greve dos órgãos de segurança pública), São Paulo (2018 – greve dos caminhoneiros) e Rio de Janeiro (2018 – Intervenção Federal).

Fonte: GSD-SP

 

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China doa equipamentos para a Argentina em decorrência a cúpula do G20

Em decorrência a cúpula do G20  ocorre de 30 de novembro a 1º de dezembro em Buenos Aires, e que vai reunir os principais líderes políticos mundiais. O governo chinês forneceu ajuda militar gratuita à Argentina para atender às necessidades de unidades especiais do Ministério da Segurança e da Polícia Federal da Argentina na segurança do evento.

A cerimonia de entrega contou com a presença do Embaixador Chines na Argentina Yang Wanming e do ministro da segurança nacional, Patricia Bullrich no qual foram entregues quatro veículos blindados Dongfeng Warrior CSK-131 para o Grupo Especial de Operaciones Federales (GEOF), trinta motocicletas cedidas ao Grupo Especial Uno (GE-1) ambos da Polícia Federal Argentina, um complexo móvel para busca e neutralização de objetos explosivos e roupas à prova de explosão para os sapadores argentinos. O valor da transação é de US $ 17 milhões.

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Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) pode perder o controle da Taurus

Daniel Birmann

Ações da fabricante de armas podem ir a leilão para bancar dívida de controlador

Por FRANCISCO ALVES FILHO

Desde que se lançou candidato à Presidência, Jair Bolsonaro anunciou a intenção de facilitar a liberação do porte de armas no país. Por isso, quando tomou a dianteira nas pesquisas eleitorais, as ações da Taurus registraram acentuada alta na Bovespa. A empresa monopoliza a fabricação de armamentos no Brasil. Com Bolsonaro eleito, a expectativa é de que as vendas aumentem. Ironicamente, justo nesse bom momento para a empresa, veio a péssima notícia: por conta de uma dívida, as ações da Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), controladora da Taurus, estão indisponíveis, e com dividendos depositados em juízo. O controle da fabricante de armas pode até trocar de dono.

O bloqueio das ações da fabricante nacional de munições foi determinado pela juíza Maria Christina Bernardo Rucker, da 2ª Vara Empresarial da Capital. Tem a ver com um grande calote aplicado aos acionistas minoritários da empresa SAM, uma metalúrgica que faliu em 2005. No centro do processo está o empresário Daniel Birmann. Segundo a Comissão de Valores Mobiliários, foi ele quem “dilapidou o patrimônio” da SAM, e por isso foi multado em R$ 243 milhões. Atualizado, o valor estaria hoje na casa dos R$ 500 milhões.

Um efeito colateral da briga judicial foi finalmente identificar quem é o controlador da CBC, principal fábrica de munições da América Latina e uma das maiores do mundo. Até 2014, a empresa era importante doadora para campanhas eleitorais. Há dois anos, gastou R$ 615 mil com 14 candidatos a deputados estaduais e federais , um candidato a governador e um a senador.

Cobrança difícil

Para cobrir a multa milionária, a Justiça tentou vários expedientes, entre eles a penhora de um cinematográfico iate batizado como Big Aron, usado frequentemente por Birmann e avaliado em R$ 60 milhões. Registrada como propriedade da empresa Tango Bravo Maritime Ltda, a embarcação foi apreendida pela Receita. A Advocacia-Geral da União iria utilizar o iate para saldar parte da multa, mas a Tango Bravo, sediada na Ilha de Man, negou ser dona da embarcação. A AGU descobriu, depois, que a Tango tem como sócia majoritária outra empresa sediada no Panamá cuja única titular é a mãe de Birmann.

A Justiça tentou, também a penhora de um tríplex no Leblon, considerado pela AGU “um dos apartamentos mais caros” do Rio de Janeiro. Apesar de todos os esforços, não houve pagamento da multa até agora. Por isso, a juíza determinou busca e apreensão do Livro de Registro de Ações Nominativas e do Livro de Transferência de Ações da CBC. Também ordenou que a empresa deposite em juízo os dividendos e juros sobre capital próprio declarados em favor dos acionistas CBC Global Ammunition LLC e Bernardo Birmann (filho de Daniel).

Com o bloqueio, uma das possibilidades é o leilão, o que colocaria o controle acionário da única empresa de munição do país à disposição de quem der o maior lance. Essa decisão, no entanto, ainda não foi tomada. Procurados, o administrador judicial da falência e os advogados das partes não retornaram as ligações.

Fonte: O Dia