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Defesa Traduções-Plano Brasil

Programa US MALD-X completa demonstração de voo livre

Tradução e adaptação- E.M.Pinto

Nos dias 20 e 22 de agosto, foi completado com sucesso uma série de demonstrações de voo livre do sistema de armas  MALD-X. Foi o que relatou o Gabinete do Subsecretário de Defesa para Capacidades Estratégicas (SCO) da Subsecretaria de Defesa e Engenharia dos EUA (Aircraft Miniature Air Launch Decoy) e o Centro Naval de Guerra Aérea Naval em Point Mugu,

Este projeto inovador e colaborativo baseia-se na plataforma MALD, um sistema de sucesso que procura demonstrar a eficácia operacional e a vantagem tática proporcionada por um grande número de plataformas colaborativas e dispensáveis, ​​destacadas com a conclusão de uma complexa demonstração de voo livre de técnicas avançadas de guerra eletrônica. 

” O rápido desenvolvimento e demonstração foi possível graças à colaboração técnica cruzada entre a Força Aérea e a Marinha “, disse Chris Shank, diretor da SCO… O MALD-X está entregando à Marinha para completar o desenvolvimento do sistema e fazer a transição para uma capacidade operacional. O excelente trabalho em equipe técnica cruzada é um exemplo para futuros projetos inovadores… A modularidade do MALD-X permite que a Marinha injete rapidamente cargas úteis e capacidades adaptáveis ​​em futuros conjuntos de missão ainda desconhecidos… O MALD-X oferece aos futuros caças e aviões de combate a capacidade de se concentrar na natureza das ameaças emergentes em vez de ficarem sobrecarregado, e é capaz de fazer um sistema interagir com elementos de missão e ações de apoio à missão “, disse Matthew O’Connell, gerente do programa MALD-X. 

O programa MALD-X continua buscando vários aprimoramentos para o veículo que forneceriam conjuntos de missão adicionais que serão demonstrados no próximo ano. Desenvolvido pela Raytheon, o MALD é um chamariz de baixo custo e modular, é programável e dispensável lançado pelo ar e imita as aeronaves de forma a confundir sistemas defensivos inimigos. O MALD pesa menos de 150kg e tem um alcance de aproximadamente 800 km e resistência de 90 minutos, de acordo com Raytheon.

 

Fonte: Air Recognition

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Aviação Defesa Sistemas Navais Traduções-Plano Brasil

ROSTEC INICIA A MODERNIZAÇÃO DO PORTA-AVIÕES INDIANO VIKRAMADITYA

Tradução e adaptação-E.M.Pinto

Seguindo o programa de cooperação técnico-militar com a Índia, a holding Technodinamika (parte da Rostec State Corporation) começou a executar a supervisão da instalação dos sistemas hidráulicos no porta-aviões INS Vikramaditya da Marinha Indiana. Este projeto é mais um passo para o desenvolvimento da cooperação técnico-militar entre a Índia e a Rússia.

Dentro do projeto, estão previstos a supervisão da instalação, comissionamento e testes de mar do porta-aviões Vikramaditya.

https://www.youtube.com/watch?v=vr5tYlEVH5c

“A supervisão da instalação dos sistemas hidráulicos no Vikramaditya é um passo importante na atualização do que é atualmente o mais poderoso porta-aviões da Marinha Indiana”, disse o diretor de tecnologia da Technodinamika, Igor Nasenkov. “O projeto do Vikramaditya é extremamente promissor, levando em conta o programa de desenvolvimento de longo prazo da frota de aviões indianos, segundo o qual, até 2027, ele adquirirá mais dois navios.”

Os sistemas hidráulicos GS-1MF e GS-3 são utilizados para o reabastecimento, limpeza e pressurização de sistemas hidráulicos de aeronaves e helicópteros que fazem parte da ala aérea do porta-aviões.

O porta-aviões Vikramaditya resulta de uma profunda modernização do porta-aviões Admiral Gorshkov e foi projetado para substituir o INS Viraat, que chegou ao fim de sua vida útil.

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Há 15 anos, o Brasil sofria seu pior acidente em exploração espacial

Sabemos que o Brasil, especialmente quando comparado aos Estados Unidos e à antiga União Soviética, está anos-luz distante de ter um programa de exploração espacial profícuo. Poucas vezes nosso país se aventurou a desenvolver tecnologia espacial de ponta ou mesmo tentar lançar dispositivos para o espaço, obviamente por falta de interesse e recursos, e não de capacidade humana.

Apesar disso, o Brasil iniciou um programa espacial moderno em 1956, dois anos antes da fundação da NASA, com a criação de uma base de rastreio em Fernando de Noronha que serviria para “vigiar” as transmissões a partir dos foguetes que decolavam da estação no Cabo Canaveral, de onde a grande maioria dos foguetes da agência espacial norte-americana vieram a decolar e ainda o fazem até hoje.

[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=MXSDHu54_wA[/embedyt]

Lançamentos na Linha do Equador

O programa espacial brasileiro teve altos (não muito altos) e baixos durante as décadas de 1960, 1970 e 1980, mas entrou no decênio de 1990 com empolgação: a AEB, Agência Espacial Brasileira, começou a realizar diversas decolagens a partir do Centro de Lançamento de Alcântara, a 32 quilômetros de São Luís, capital do estado do Maranhão. Sua latitude, por ser próxima à Linha do Equador, diminui o consumo de combustível das naves que partem de lá.

O Centro de Lançamento de Alcântara foi inaugurado em 1º de março de 1983 e serviu como substituto para o Centro de Lançamento da Barreira do Inferno, no Rio Grande do Norte. Após quase 30 decolagens feitas da base de lançamento de Alcântara, um terrível acidente com o foguete VLS-1 XV-03 da missão SATEC deixou 21 mortos, todos funcionários do Centro Técnico Espacial (CTA) de São José dos Campos, no estado de São Paulo.

“Após quase 30 decolagens feitas da base de lançamento de Alcântara, um terrível acidente com o foguete VLS-1 XV-03 da missão SATEC deixou 21 mortos”

Fogo e destruição

Um incêndio seguido por uma explosão foi causado pela ignição acidental de um dos quatro motores do foguete brasileiro, conforme relatou o ministro da Defesa na época, José Viegas. O acidente aconteceu três dias antes da data prevista para a decolagem da missão, 22 de agosto de 2003, e pode ser rapidamente visto por quatro câmeras que monitoravam cada um dos andares da base de lançamento.

O fogo se alastrou a partir da base do veículo e em segundos tomou todo o foguete, chegando até sua extremidade superior onde estava o satélite que seria colocado em órbita. Câmeras externas também mostram a tragédia: é possível ver a explosão da base onde o veículo estava armazenado pouco depois das 13h26.

O objetivo da missão – também chamada de Operação São Luís – era colocar em órbita circular equatorial os satélites meteorológicos SATEC, do INPE, e o UNOSAT, da Universidade do Norte do Paraná.

[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=LA3vrWl56K0[/embedyt]

Motivos e negligência

Segundo o tenente-brigadeiro Astor Nina de Carvalho, comandante do Centro de Lançamento de Alcântara, a tragédia com o VLS-1 começou com o incêndio causado pela ignição acidental do motor que se alastrou em velocidade impressionante, chegando a temperaturas de 3 mil graus Celsius, que derrubou a torre de lançamento sobre o foguete e causou a explosão. A plataforma onde os 21 técnicos do CTA da Aeronáutica trabalhavam também ruiu, levando todos a óbito imediatamente.

“Algumas pessoas mais ‘criativas’ chegam a cogitar a possibilidade de terrorismo, sabotagem, especialmente por parte dos Estados Unidos”

Muitas investigações foram feitas no local do acidente para determinar as causas do incêndio e encontrar culpados pelas mortes. As famílias dos técnicos até hoje lamentam o ocorrido e sentem o esquecimento público do caso e a negligência do governo no que diz respeito ao amparo que deveriam receber após a perda de entes queridos.

Algumas pessoas mais “criativas” chegam a cogitar a possibilidade de terrorismo, sabotagem, especialmente por parte dos Estados Unidos, que teriam propositalmente causado o acidente para evitar que outros países entrassem no ramo da exploração espacial — área que os norte-americanos têm dominado após o fim da União Soviética —, como se a exploração espacial brasileira ameaçasse a hegemonia do Tio San.

[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=sC8kQgzufm8[/embedyt]

Futuro à vista

No século XXI, o Centro de Lançamento de Alcântara continuou funcionando, tendo, em 2010, colocado em órbita com sucesso um foguete de médio porte, o VSB-30, que realizou testes em microgravidade e conseguiu retornar a salvo para a Terra. Da mesma base também saiu o primeiro foguete de propulsão líquida do Brasil, em 2014.

[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=9glKrJLGGQA[/embedyt]

Torcemos para que esse acidente, pelo menos, tenha ajudado os responsáveis pelo desenvolvimento de tecnologia espacial no Brasil a entender melhor o funcionamento de seus dispositivos, para que isso não torne a acontecer e vitimar fatalmente funcionários envolvidos nessas missões.

Fonte: .tecmundo

Edição Plano Brasil

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ADSUMUS

ADSUMUS: Pelotão de Motociclistas da Companhia de Polícia do Batalhão Naval (CiaPolBtlNav) participam da escolta do 2º Passeio Motociclístico da Semana do Soldado.

Batedores que realizaram a escolta
O Pelotão de Motociclistas da Companhia de Polícia do Batalhão Naval (CiaPolBtlNav) apoiou o 2º Passeio Motociclístico em comemoração  Semana do Soldado no dia 18 de agosto.
O evento, organizado pelo Exército Brasileiro (EB), sob coordenação do 1º Batalhão de Polícia do Exército (1ºBPE), em parceria com a Rio Harley-Davidson, integrou diversas instituições das Forças Armadas e Órgãos de Segurança, entre os quais se pode destacar o 1º Batalhão de Guardas do EB, Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, Batalhão de Polícia de Choque e Guarda Municipal, do Rio de Janeiro, batedores do próprio 1ºBPE e da CiaPolBtlNav.
Batedores escoltam o comboio
Durante o encontro, 768 motocicletas participaram do passeio. Os motociclistas saíram da sede da Rio Harley-Davidson, no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro-RJ, passando por quase toda a extensão da orla carioca  e finalizando  no 1ºBPE, localizado no bairro  Tijuca-RJ.
Fonte: MB

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Artigos Exclusivos do Plano Brasil Aviação Defesa Rússia Sistemas de Armas Tecnologia

A Rússia está desenvolvendo um protótipo de um avião de decolagem vertical completamente novo

Imagem meramente ilustrativa

E.M.Pinto

Foi o que declarou, Yuri Borisov, segundo ele, uma nova aeronave de pouso e decolagem vertical, VSTOL, completamente nova está em desenvolvimento  a pedido do presidente russo, Vladimir Putin.

Borisov declarou que o trabalho foi incluído no programa de armamentos e que seus recursos estão garantidos. Segundo ele, este novo programa está sendo conduzido sob a orientação do comandante supremo da nação.

Borizov declarou que o programa está em fase de definição de conceitos e que a próxima fase será a de concepção dos protótipos. Ele ressaltou no entanto que este programa está sendo conduzido do zero e prevê uma aeronave completamente nova e que não se baseia em nenhum modelo de aeronave existente.

Em sua declaração ele não deixou dúvidas de que esta aeronave é desejável no futuro para todos os navios que transportam aviões e uma nova frota de aviões será necessária muito em breve. Para tal várias tecnologias estão sendo usadas para prover a capacidade de pouso e decolagem mais curtas ou simplesmente uma decolagem vertical.

Borisov afirmou ainda que o conceito deste trabalho foi realizado no Ministério da Defesa que trabalha desde de 2017 no modelo. O cronograma é definido pelo ciclo tecnológico da criação e segundo ele levará de 7 a 10 anos, para só então ser avaliado se entrará em produção.

Recentemente, surgiram rumores do interesse da china no desenvolvimento de um vetor com estas capacidades, a mídia local chinesa chegou a batizar o programa de J-18, em entrevista recente o comandante da Marinha do PLA Vice almirante Shen Jinlong declarou que a Marinha Chinesa estuda esta possibilidade, mas que por hora, as obrigações estão voltadas para os caças navais que devem substituir no futuro o J-15.

Entretanto em maio deste ano o  China Daily, citando especialistas e membros do comando naval chinês , afirmou  que estão sendo feitos progressos na pesquisa de componentes para decolagem curta e jatos de pouso e decolagem verticais.

Por seu lado, no final do ano passado, Borisov, que ocupava o cargo de vice-ministro da Defesa na época, disse que o Ministério da Defesa da Rússia estava discutindo com os construtores de aeronaves o desenvolvimento de uma nova aeronave de decolagem vertical para os futuros porta aviões e navios de assalto. Foi declarado na época que o jato de combate viria como um acompanhamento da aeronave de decolagem vertical  daYakovlev.

O Yakovlev Design Bureau vinha desenvolvendo o caça supersônico de decolagem e pouso vertical Yak-141 uma aeronave multipropósito cuja origem remonta de meados da década de 1970. A aeronave seria introduzida na Marinha da União soviética em meados de 1987.

O Yak-141 seria operado a partir dos cruzadores de convés contínuos da então classe Baku que posteriormente fora renomeado para o Almirante Gorshkov, Tbilisi, renomeado para o Almirante Kuznetsov e do conceito que não chegou a ser construído o Ulyanovsk.

 

O Yak-141 foi a primeira aeronave de pouso e decolagem vertical a romper a barreira do som e fez um pouso no convés de um porta-aviões apenas em 1991. O projeto foi finalmente encerrado em 2003 em função de cortes orçamentários.

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Army-2018 Artigos Exclusivos do Plano Brasil

Army-2018: Versões atualizadas do Mi-35 armadas com mísseis "Igla-S"

E.M.Pinto

Foram apresentadas no Army-2018 as  versões modernizadas dos helicópteros de ataque Mi-35M e Mi-35P. A versão de exportação do famoso crocodilo soviético receberam atualizações de sistemas e  equipamentos eletrônicos de rádio e novos equipamentos de combate.

Os Mi-35P estão equipados agora com sistemas de vigilância de avistamento OPS-24N-1L  e câmara termográfica com uma matriz do sistema de terceira geração, câmera de TV e telêmetro a laser. O novo sistema de controle de vôo digital baseado no piloto automático PKV-8 melhora a controlabilidade, aumenta a estabilidade do helicóptero, e um sistema melhorado de visão e computação melhora ainda mais a precisão contra alvos.
Foi introduzido um alongamento nas asas, tornando possível instalar armas adicionais ampliando a estabilidade em vooda aeronave.

Os helicópteros do tipo Mi-24/35 são um dos mais perigosos do mundo. A história de sua operação em combate inclui mais de 30 guerras e conflitos militares.

O helicóptero de combate e transporte Mi-35 é projetado para a destruir desde veículos blindados até prover suporte de fogo para unidades terrestres. Uma das características mais importantes do Mi-35 é a possibilidade de transportar pessoal com armas, transportando até três feridos do campo de batalha, bem como carga interna na cabine ou em uma suspensão externa.

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Army-2018 Artigos Exclusivos do Plano Brasil

Army-2018: Argélia pode ter lançado pedido para 18 caças Su-35

Sugestão- Rustam

Tradução e adaptação- E.M.Pinto

O anúncio foi feito dia 21..08 à margem da abertura da exposição Army 2018 pelo proprietário da Rosoboronexport Vladimir Mikheev. A Argélia pode ter se tornado o terceiro cliente do caça multifuncional de 4,5 Geração, Sukhoi Su-35.

No evento, não foi mencionado o nome da nação interessada, a razão alegada é por motivos contratuais. Porém as especulações sobrecaem sobre a Argélia que vem explorando esta possibilidade à uma década. De acordo as informações, a encomenda pe de emergência para substituir os caças MiG 25 interceptores que estarão fora de serviço a partir do final do ano.

O pedido executado é para 18 unidades e o início das entregas é para já, iniciando-se no final de 2018 até 2019.

Segundo apurado, este lote não diz respeito à Forças Aérea Argelina, mas sim ao comando das forças de defesa aérea do território CFDAT. A Força Aérea ainda estaria negociando algumas unidades do Su 35.

Em outro nível, a perspectiva expecula-se que haja a intenção de pedidos para a aeronave Su-34 do qual a Argélia teria se afastado, a versão de exportação do famoso Su 34 estaria sub-equipada e não satisfaria a demanda Argelina.

As negociações envolveriam a compra do Su 34 ou uma versão específica do Su 32.

O Su 35 Flanker E é uma aeronave multi-função que possui um radar PESA Irbis-E, A aeronave é capaz de transportar 8 toneladas de armas diversas em 12 pontos de transporte. A versão Argelina chamada Su 35 DZ será semelhante à da Indonésia.

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Army-2018: Apresentada a versão modernizada " Mi-28NE" para exportação

Sugestão- Rustam- Moscou
Tradução e adaptação- E.M.Pinto

A SC “Russian Helicopters”, apresentou em Kubinka, uma versão modificada do helicóptero de combate Mi-28NE destinada a  exportação.

As características mais características do novo helicóptero modernizado são a introdução dos mísseis anticarro de longo alcance 9M123M “Chrysanthemum-VM” com um sistema de orientação de dois canais (o helicóptero manteve a capacidade de usar ATMM 9M120-1 “Ataka-VM “), e também um dispositivo de filtro de poeira multi-ciclone fundamentalmente novo.

O helicóptero também é equipado com novos motores turbo de alta potência VK-2500-01, novas pás de rotor e tanques de combustível à prova de explosão. O equipamento permite a operação conjunta com drones e um novo aparato de armas inteligentes e bombas foram introduzidas no armamento do helicóptero.

O chefe do JSC “Helicópteros da Rússia”, Andrei Boginsky, em entrevista à agência de notícias Interfax, disse o uso desses mísseis aumentará o alcance da destruição do alvo para 10 km. Além disso, o helicóptero também será equipado com um míssil guiado modernizado “Attack”. O Mi-28NE atualizado será capaz de usar bombas de aviação de calibre até 500 kg cuja eficácia de seu uso foi confirmada nos conflitos locais da última década.

Boginsky afirmou que foram efetuados trabalhos  no sistema de transporte Mi-28NE e que o novo design das pás aumenta significativamente o desempenho de voo em condições de alta altitude e clima quente, amplia as capacidades do helicóptero na realização de acrobacias complexas e aumenta a velocidade de cruzeiro.

A fim de manter a controlabilidade da aeronave, foi instalado um sistema estabilizador de área maior, bem como, motores de alta potência. E finalmente, uma das inovações mais interessantes é a possibilidade de interação com veículos aéreos não tripulados. Agora eles podem ser controlados remotamente diretamente da cabine da aeronave Mi-28NE.

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Imagens do protótipo do helicóptero de transporte militar pesado modernizado Mi-26T2V, durante os testes de fábrica no JSC Rostverto

Rustam- Moscou

tradução e adaptação- E.M.Pinto

O Protótipo do helicóptero pesado Mi-26T2V foi flagrado ostentando um novo padrão de camuflagem digitalizada, além diversos sistemas periféricos e optoeletrônicos. 

Num comunicado à imprensa, a Helicopters of Russia JSC, informou que o novo helicóptero Mil Mi 26T2V difere do modelo básico Mi-26 por possuir um moderno sistema integrado de equipamento eletrônicos, de rádio a bordo NPK90-2V, e sistema dinâmicos de auto defesa e controle da aeronave que simplifica muito a carga de trabalho do piloto do helicóptero.

O mais novo sistema aviônico permite o vôo automático, o pré-ajuste de rota, a aproximação até o pouso e  as manobras de pré-pouso e o retorno ao aeródromo principal ou alternativo.

Além disso, um sistema de controle de vôo digital é instalado no helicóptero e permite que a tripulação visualize tudo a partir de displays multifuncionais de cristal líquido colorido, reduzindo significativamente a carga de trabalho da tripulação de voo.

Além disso, Mi-26T2V tem um novo sistema de defesa aérea “Vitebsk”, não só para detectar as ameaças ao helicóptero, mas  também pa eliminá-las em voo. Foram também executadas melhorias no sistema de navegação e instalações de comunicações via satélite.

O equipamento de iluminação Mi-26T2 está agora adaptado para usar óculos de visão noturna, e no cockpit do helicóptero estão instalados novas poltronas de absorção de impacto para maior sobrevivência da tripulação.

 

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Army-2018: O Ministério da Defesa da Rússia vai adquirir mais 36 caças Su-30SM

Sugestão- Rustam

Tradução e adaptação- E.M.Pinto

Segundo noticiou-se no Army-2018, o Ministério da Defesa comprará pelo menos 36 novos caças Su-30SM até o final do ano.

Esta nova aquisição se tornará um dos maiores contratos do Ministério da Defesa em 2018.

Os caças multifuncionais Su-30SM serão destinados à VKS  e à Aviação da Marinha. Os modelos produzidos pela Irkutsk Aircraft Plant (IAZ, integrante da Irkut Corporation controlada pela United Aircraft Corporation (UAC)), serão entregues numa taxa de 12-14 aeronaves ao ano.

Desde 2012, o Ministério da Defesa contratou a aquisição de 116 caças Su-30SM, cuja aeronave é baseada  no caça Su-30MKI desenvolvido para a Índia. Desse total, 88 foram encomendados para VKS e 28 para a aviação naval da Marinha.

As entregas dos contratos existentes seriam concluídas em 2018. Além da Índia, essas aeronaves também foram exportados para a Malásia, Argélia, Cazaquistão e, no futuro, estes aeronaves podem ser entregues à Mianmar e Bielorrússia.

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Army 2018: Apresentado o protótipo do veículo de combate 2S38 do sistema "Derivation-Air Defense"

Sugestão- Rustam- Moscou

E.M.Pinto

A JSC “Instituto Central de Pesquisa” Burevestnik “(Nizhny Novgorod, membro do JSC” Scientific and Production Corporation “Uralvagonzavod”) apresenta na Army -2018  um protótipo de um sistema de artilharia antiaérea motorizado 2S38 baseado no veículo BMP-3 equipado com um canhão automático de 57 mm.

Os prospectos do veículo de combate foram apresentados em agosto de 2017 no Fórum Técnico Militar Internacional “Army-2017” no estande da Diretoria Principal de Mísseis e Artilharia do Ministério da Defesa da Federação Russa.

Neles era relatado que este produto está sendo criado como parte do trabalho de desenvolvimento da “Derivation-Air Defense”, que implica o aparecimento nas tropas de um potencial sistema de artilharia móvel de 57 mm com meios passivos de reconhecimento e escolta de alvos aéreos.

O veículo de combate 2C38 é baseado no BMP-3 e é projetado para abater alvos aéreos como veículos aéreos não tripulados, mísseis de cruzeiro, mísseis ar-terra, aeronaves táticas e helicópteros. O sistema antiaéreo também é capaz de destruir lançadores de foguetes, destruindo alvos terrestres e de superfície.

As suas principais características são:

  • Alcance máximo de dano: 6 km.
  • Altura máxima de dano: 4,5 km.
  • Taxa de fogo é de 120 disparos por minuto.
  • Munição completa: 148 recargas.
  • ângulo de orientação vertical é de 5 graus / +75 graus.
  • Ângulo de orientação horizontal – 360 graus.
  • A velocidade máxima dos alvos atingidos é de 500 m / s
  • Tripulação: 3 integrantes.

O veículo de combate 2S38 está equipado com um sistema óptico-eletrônico para detecção e direcionamento OES OP, desenvolvido pelo Minsk OJSC “Peleng”.

Ele permite observações panorâmicas do terreno em 360 graus. A faixa de detecção através de um dos canais de televisão de um pequeno veículo aéreo não tripulado do tipo Bird Eye 400 opera no modo de elevação vertical à 700 m, no estreito campo de visão  4900 m.

A aeronave de ataque A-10 é detectada no primeiro modo já a uma distância de 6400 m, e na segunda – a 12.300 m. O canal de imagem térmica permite detectar alvos com um tamanho de 2,3 × 2,3 m com uma probabilidade de 80% num alcance de 10.000 m e reconhecimento visual à uma distância de 4.000 m.

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Army-2018 Artigos Exclusivos do Plano Brasil

Army-2018:- Sistema de mísseis superfície-ar Buk-M3 é exibido pela primeira vez na mostra exterior para o público

Sugestão- Rustam- Moscou

Tradução e adaptação- E.M.Pinto

Teve início em 21 de agosto de 2018, no Patriot Parque Militar Patriótico em Kubinka, o Fórum Técnico Militar Internacional “Army-2018”, no qual dentre inúmeros expositores, está presente a JSC “Almaz-Antei” que pela primeira vez expõe ao público, um sistema de mísseis de defesa aérea 9K317M Buk-M3.

O sistema que nos fóruns anteriores foi exibido apenas na exposição fechada, onde, em particular, em 2016, foi flagrado recebendo a visita dos membros da delegação militar do Egito.

O sistema de defesa aérea Buk-M3 está sendo usado pelas Forças Terrestres da Rússia desde 2016. O sistema de mísseis de defesa aérea “Buk-M3” é produzido pela JSC “Ulyanovsk Mechanical Plant”, que faz parte do JSC “Concern VKO Almaz- Antey “.

A estrutura do Buk-M3 (o desenvolvedor do NIIP nomeado após VV Tikhomirov) inclui o posto de comando 9S510M, a estação de detecção e designação de alvo com o radar 9S36M, duas lançadoras autopropulsadas (SOA) 9A317M com seis antiaéreos mísseis guiados 9M317M, um ou dois transportadores-lançadores (TPU) 9A316M com 12 mísseis guiados 9M317M, bem como máquinas de carregamento de transporte (TZM) 9T243.

Os parâmetros do sistema de armas passaram a ser conhecidos recentemente. O míssil do sistema atinge uma velocidade 5.600 km / h ou Mach 4.6 e é capaz de efetuar manobras com grande agilidade graças aos lemes reativos. O intervalo entre os disparos entre um míssil e outro é de menos de um segundo em qualquer direção.

A busca pelos alvos é efetuada por comandos ou homing ativo, ou em combinação. O radar térmico funciona em qualquer alvo a qualquer momento e em qualquer tempo. Fontes russas afirmam que o sistema pode destruir o sistema MGM-140 ATACMS, embora isso nunca tenha sido realmente tentado.

A detecção de radar, orientação e alvo opera em um intervalo de ± 60 ° 9S36. A arma é capaz de engajar alvos à baixas altitudes de  7-10 m e detectar a uma distância de até 35 km, alvos como o AGM-158A “JASSM” podem ser detectados a uma altitude de 20 m, e o sistema pode detectar armas cujo RCS seja acima de 0,1 m² a uma distância de 17-18 km.

O radar detecta alvos a uma altitude de 5 metros e, na prática, o sistema demonstrou a sua capacidade de destruir mísseis anti-navio que voam a essa altitude.

O sistema pode usar o lançador do sistema S-300V e segundo informações possui alcance de  65 km. A operação pode ser autônoma ou integrada a outras baterias e sistema de guiagem e controle.

O sistema compartilha informações com outras baterias de sistemas como S-400 dentre outras e a probabilidade de acertar é elevadíssima. Segundo o fabricante, mísseis balísticos também podem ser destruídos de maneira similar a outros tipos de alvos. O tempo para uma bateria entrar em operação e ser desmobilizada para se evadir de uma zona crítica é de 20 segundos.