Categories
ADSUMUS

ADSUMUS: Batalhão de Engenharia de Fuzileiros Navais (BtlEngFuzNav) recebe visita da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais do Exército

Mostruário de material de desativação de artefatos explosivos
No dia 9 de agosto, o Batalhão de Engenharia de Fuzileiros Navais (BtlEngFuzNav) recebeu a visita do Curso de Engenharia da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO) do Exército Brasileiro (EB), com a presença de um Major instrutor e 62 Oficiais-Alunos, destes um Capitão-Tenente (Fuzileiro Naval) da Marinha do Brasil, além de 59 capitães do EB, um da Argentina e um da Guiana.
Durante o evento, os oficiais assistiram a uma palestra sobre as atividades do batalhão e a mostruários de diversos equipamentos, como os utilizados para detecção e remoção de minas terrestres, melhoramento de estradas, transposição de cursos d’água e tratamento d´água. Os alunos acompanharam demonstrações operativas de desativação de artefatos explosivos e de resposta a ameaças nucleares, biológicas, químicas e radiológicas.
Demonstração de descontaminação contra agentes nucleares, biológicos,
químicos e radiológicos
Em 1958, foi no 1º Batalhão de Engenharia de Combate do EB que a primeira tripulação da então 1ª Companhia de Engenharia da Força de Fuzileiros da Esquadra, organização militar que resultou no BtlEngFuzNav de hoje, teve as instruções necessárias para cumprir sua missão. Ao receber a comitiva do Curso de Engenharia da EsAO, o BtlEngFuzNav pôde contribuir para o aprimoramento técnico e profissional dos Oficiais-Alunos do curso, além de manter a amizade e cooperação com os integrantes da arma de engenharia no Exército Brasileiro.
Fonte: MB

Categories
Army-2018 Uncategorized

ARMY 2018: Kalashnikov apresenta seu novo fuzil de assalto AK-308 calibre 7,62 x51 mm

A fabricante de armas russas Kalashnikov apresentou na feira internacional de armas “Army-2018”, o seu mais novo produto o AK-308, que faz uso da munição 7,62 x51 mm padrão OTAN. De acordo com informações divulgadas o AK-308 possui como base o fuzil de assalto AK-103 e elementos do projeto AK-12 . O mesmo se encontra atualmente em fase de testes .

O AK-308 é resultado de uma demanda de mercado sobretudo mercado externo onde existe grande demanda de modelos que utilizem o calibre 7,62×51 mm . Os projetistas se basearam no feedback do projeto do AK12  e incorporaram um design que mescla características do AK-103 e as inovações do AK-12.

O AK-308 possui um novo quebra-chamas, o qual permite a redução do recuo da arma. Esse sistema também impede que o fuzil ‘suba na linha de tiro’ de modo significativo em modo automático.  Nesse sentido, o AK-308 conseguir melhor em 20% a precisão de disparo com relação a família Kalashnikov anterior, a família AK-100.

O AK-308 possui 3 modos de disparo: semi, brust de 3 tiros e Full automático. A arma possui um guarda mão relativamente curto, porém, possui trilhos  Picatinny em toda a parte superior e na parte lateral a de baixo do guarda mão para facilitar a instalação de acessórios como lanternas, lunetas, miras holográficas  miras ACOG, apontadores lasers e lançadores de granadas. A coronha do AK-308 tem total regulagem em comprimento (telescópica) e ainda pode ser dobrada, o que dá uma das maiores flexibilidades de configuração dentre todos os fuzis de assalto.

[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=toEe6TbpA4Y[/embedyt]

Categories
Uncategorized

Fechamento da fronteira é ilegal e ‘impensável’, afirma general Etchegoyen

Segundo o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, cabe ao governo de Roraima avaliar se pede a Temer para decretar emprego das Forças Armadas em ações de segurança pública

BRASÍLIA – O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, general Sergio Etchegoyen, afirmou nesta segunda-feira, 20, que o fechamento da fronteira entre Brasil e Venezuela é “impensável” e disse que cabe ao governo de Roraima avaliar sobre um pedido ao presidente Michel Temer para decretar o emprego das Forças Armadas em ações de segurança pública, por meio de operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). Na esteira de conflitos com brasileiros que levaram à expulsão de milhares refugiados de volta à Venezuela, o governo federal enviará hoje uma comitiva de técnicos de nove ministérios a Roraima – nenhum ministro viajará.

“Fechamento da fronteira é impensável, porque é ilegal. A lei determina o acolhimento de refugiados e imigrantes nessa situação”, disse Etchegoyen. “É uma solução que não ajuda em nada a questão humanitária.”

Etchegoyen afirmou que os pedidos de apoio feitos pelo governo de Roraima ao Palácio do Planalto até o momento foram por mais patrulhamento na região de fronteira, o que as Forças Armadas já faziam por rotina, com previsão legal. Ele disse que cabe à governadora Suely Campos (PP) avaliar se é o caso de solicitar ao presidente a decretação de operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) no Estado, dando aos militares poder de polícia, e comunicando o esgotamento dos recursos estaduais de segurança pública.

“Os crimes que ocorreram no episódio não são crimes transfronteiriços, são crimes comuns. Nesses o Exército não pode agir, mesmo que esteja na região de fronteira. Pode agir se houver GLO. O ofício que a governadora nos mandou pedia patrulhamento na área de fronteira. Esse ofício já estava sendo atendido”, afirmou o ministro.

Etchegoyen disse que a Polícia Federal e o Ministério Público Federal devem auxiliar a Polícia Civil na apuração dos crimes ocorridos no fim de semana: “Essas pessoas serão responsabilizadas. Hoje, imagino que fora da influência da massa, os cidadãos pensando individualmente devem estar concluindo que aquilo não vai construir nada”.

A previsão é que os técnicos decolem de Brasília hoje às 14h. O grupo é composto por servidores do GSI, Defesa, Justiça, Segurança Pública, Casa Civil, Itamaraty, Direitos Humanos, Desenvolvimento Social e Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Eles visitarão Paracaima e Boa Vista para avaliar providências que levem à “descompressão” da tensão, segundo o ministro. Ele informou que a previsão de retorno é amanhã.

O general citou, como medidas avaliadas pelo governo, a ampliação de abrigos e aceleração na construção de outros, melhoria nas comunicações, dada a baixa qualidade de conexão de internet, vacinação.

“A situação em Roraima hoje é boa, é tranquila. A situação está mais calma. Obviamente que há tensão, mas não há conflitos, nem perspectiva, nem incitamento a conflito nesse momento”, disse Etchegoyen.

O ministro avaliou que, no momento, não há risco para brasileiros que estejam do lado venezuelano da fronteira. Ele informou que o Exército venezuelano escoltou brasileiros de volta a Roraima no fim de semana.

“O governo está tomando todas as medidas para que aceleremos o processo de interiorização, transferência dos venezuelanos que quiserem para outros estados da União. Todas as medidas visam à segurança e ao bem estar da população de Roraima, dando o tratamento digno que merece qualquer imigrante ou refugiado, de acordo com a lei de imigração brasileira”, afirmou.

O presidente Michel Temer também se reunirá hoje com outros ministros para discutir a crise migratória em Roraima. Uma tratará da construção do “linhão” de Tucuruí, para abastecer de energia elétrica o Estado, hoje dependente de energia elétrica venezuelana, cuja transmissão tem sofrido interrupções. Outra será com os ministros das áreas mobilizadas na crise.

 

Fonte: Terra

Categories
ADSUMUS

ADSUMUS: 2° Batalhão de Operações Ribeirinhas (2ºBtlOpRib) participa de adestramento com o Exército Brasileiro em Acará-PA

O 2° Batalhão de Operações Ribeirinhas (2ºBtlOpRib) participou, no período de 6 a 10 de agosto, do adestramento promovido pelo Exército Brasileiro no município de Acará-PA. A atividade denominada “Operação Acará” teve como objetivo preparar as subunidades (companhias, pelotões e esquadras de tiro) do 2ºBtlOpRib e do 2º Batalhão de Infantaria de Selva no ambiente de selva com características ribeirinhas.
Durante o treinamento, os militares realizaram formações e deslocamentos fluviais de tropa, patrulha ribeirinha, estabelecimento de bloqueios fluviais e ações terrestres em ambiente urbano como controle de trânsito e segurança de instalações.
A “Operação Acará” foi dividida em quatro fases: na primeira, foram planejadas ações no contexto fluvial voltadas para o emprego de Tropas contra as Forças Irregulares/Especiais. Na etapa seguinte, foram aplicadas atividades no cenário terrestre para o emprego limitado da Força com instruções de patrulhas de combate e infiltração na selva. Na terceira fase, as ações englobaram a garantia de votação e apuração eleitoral com foco no município de Acará, distante a 115 quilômetros da capital paraense. A última parte da operação foi marcada pela desmobilização do pessoal e material.
O Comandante do 2ºBtlOpRib, Capitão de Fragata Celio Litwak Nascimento, destacou a importância do adestramento. “Foi uma oportunidade ímpar a interação das tropas da Marinha e do Exército, pois contribuiu para o aprimoramento das ações conjuntas e para compartilhar técnicas e táticas comuns às Forças coirmãs. Também serviu para difundir a doutrina do Corpo de Fuzileiros Navais empregada em situações similares”, finalizou.
Fonte: MB