Fuzil IMBEL IA2 – Testado em condições extremas e aprovado!

Novo vídeo de Propaganda/divulgação do Fuzil IA2 do Exército Brasileiro

[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=joUgD59QJNo[/embedyt]

18 Comentários

  1. Video a 2:54s a mira ótica balança mas não cai. Lembra uns videos do exercito Paquistanês ou Indiano. A precariedade é enorme! Seu dinheiro de contribuinte financia isso ai! E dá-lhe imposto sobre gasolina!

    • É polímero, é flexível, e resistente, mais forte que o melhor aço que exista, armas de metais são mais caras e metal é escasso em tempos de guerra.

  2. O exército fez muito bem em adotar em definitivo o IA2, 5,56 e posteriormente dependendo da avaliação o modelo IA2 com calibre 7,62, eu particularmente vou sentir saudades do velho FAL 7,62 X 51, assim como sinto saudades da pistola imbel 45 ou a colt (original – 1911), usei a bereta 9 mm, mas gostava da 45, parabéns ao EB por sua decisão; não se deve hesitar, sempre haverá algo melhor e outros nem tanto, o importante é ter uma arma nacional adaptada a nossa realidade.

  3. Achei legal, no fim do vídeo, o soldado atirando e apoiando a mão no carregador. O que não é recomendado pelo fabricante.

    • Exatamente e nos seguntos anteriores apoiando não só a mão no carregador como o carregador se apoia no solo, o que não é recomendado pelo fabricante. Isso é uma piada, essa Imbel só sobrevive porque tem um monte de boinas verdes mamando na empresa.

    • Na verdade ele não imprime força ao carregador, mas sim a uma saliência (desculpe, não lembro o nome correto) que o fuzil possui naquela área, própria para isso. A recomendação do fabricante é com relação à pegada por baixo do carregador, utilizando a mão como apoio, para não tapar a sída de gases que há naquela parte.

  4. …………não….o fuzil não é isso que cacarejastes ..é um bom fuzil que com o tempo e uso da tropa nas Fôrças Armadas melhorará bastante …………….parabéns à Imbel pela inovação……………………….

  5. Gostei, o técnico arregaçou as calças, tirou os sapatos e jogou o fuzil no mar. Poderia ser usado uma cuba para testes, mas nada supera a sensação da água do mar nos pés!
    hehehe.

  6. MAS NAO , cobram uma industria de defesa nacional forte mas querem queimar etapas , querem que os produtos nacionais ja nasçam perfeitos , ai vem com aquele discurso deque se deve comprar oque a de melhor la de fora e bla bla bla bla , entao sugiro que junto com as armas importadas venham tambem as peças que as manipulam , russos, israelenses , americanos , pois o material humano desta bagaça aqui tambem eh lixo !

  7. Testei o simulador do IA2 da IMBEL aqui em Brasília, durante o workshop de tecnologia no QG do EB ano retrasado , gostei do equipamento, leve, menos recuo ao disparar, melhor ergonomia, ainda tinha o simulador do FAL dava pra fazer bem a comparações entre eles. Tem potencial ainda e irá certamente melhorar, a despeito dos que criticam, ou criamos nossas próprias armas ou vamos sempre comprar de fora, prefiro produzir aqui, desenvolver, melhorar até termos um produto de qualidade, como outros que já fizemos, basta lembrar o Super tucano, o sistema ASTRO II…

  8. Esse fuzil é uma cópia do FN SCAR. Será que vai substituir o FAL?? E, será que o IA2 vai ser utilizado na ordem unida no adestramento dos recrutas??? O FAL é ruim, porém resistente.
    Eu achei que ele vibra mais que o FAL no semi-automático, nas imagens, apesar do calire baixo 5.56mm.

  9. Este video é antigo,bem antes da Imbel ter mencionado que não se devia se apoiar no carregador,isto sugere para mim que não são testes novos mas sim antigo,pelo menos partes das imagens são antigas lembro das mesmas,parece que não se está fazendo nada para solucionar os defeitos de projeto.Isto é caso de policia alguém está levando uns por fora para o Exército engolir este sapo,imaginem vc estar usando um fuzil destes e for fazer um enfrentamento com força contrária de caçador passa a ser a caça,crime premeditado é o que penso.Brasil acima de tudo só abaixo de Deus.

  10. Querem porque querem empurra guela a baixo da população esse projeto mal feito de modernização do FAL.
    Tive a oportunidade de manusear um M4 de Air Sofht, porém com as mesmas características do verdadeiro (inclusive feito com mesmo material, duralumínio, se não me engano ).
    A única diferença reside na ausência do mecanismo de disparo (engasadores, retem, ferrolho etc).
    Pude ver a funcionalidade da coronha telescópica, alavancas de manejo amb destas etc.
    Mais uma vez o EB deu um tiro no pé; pois teremos FAAS com fui diferentes.
    Um verdadeiro assassinato da integração, logística etc…
    Cadê você MD?
    Que não possui voz ativa nas FAAs.

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