Defesa & Geopolítica

Nova arma russa: Mísseis KH 101 são Lançados contra o estado Islâmico

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Rustam- Moscou

Tradução e adaptação: E.M.Pinto


Leia a matéria especial sobre os mísseis KH 101 clicando em

 KH 101 o míssil de cruzeiro furtivo russo pode entrar no serviço operacional ainda em 2013

 

Em 05 de julho de 2017, bombardeiros estratégicos Tu-95MS das Forças Aeroespaciais Russas partiram de suas bases aéreas em solo russo para efetuar uma missão secreta de ataque na Síria.

Na caçada aos integrantes do ISIS, grupo terrorista que atua no Iraque e Síria, os bombardeiros lançaram a sua mais nova arma, os mísseis de cruzeiro KH-101. Os alvos pré selecionados pela inteligência da Força Aérea Russa (GRU) eram instalações da organização terrorista “Estado islâmico”.

O Ministério da Defesa Russo lançou mais tarde uma nota a imprensa afirmando que ataque foi muito bem sucedido, provando as qualidades da nova arma. Como resultado, o ataque aéreo destruiu três depósitos de armamento e munições, bem como um dos postos de comando terrorista da organização terrorista, classificado como de extrema importância estratégica e de onde partiam ordens para ações dos grupos tanto no Iraque quanto na Síria.

Vídeo do ataque

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[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=mKRz5NYckXE[/embedyt]

Os mísseis de cruzeiro KH 101 possuem perfis furtivos e foram considerados operacionais em 2013. Os dados até então revelados atestam possuir um CEP inferior a 10 metros, alcances máximos de 5000 km dependente das versões. Sua velocidade de cruzeiro é de Mach 0,8 ou 957 km/h  e é equipado com uma ogiva convencional de 400 kg. Sua massa total é de 2400 kg.

O míssil possui sistema de navegação de alta precisão com base no sistema de navegação por satélite GLONASS, entretanto também possui orientação inercial e um buscador em sistema termal de TV para missões de ataque de precisão.

Neste ataque segundo informou o Ministério da Defesa Russo, os mísseis foram lançados a cerca de 1000 km dos alvos atingindo-os e destruindo a todos com 100% de eficácia.

Após o cumprimento da missão os bombardeiros retornaram para suas bases na Rússia sem relatar quaisquer deficiências ou falhas.

 

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