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LAAD 2017- Parceria entre os grupos RAFAEL e INBRAFILTRO apresenta torre remotamente guiada montada em veículo blindado 4×4 Gladiador II

Imagens- Plano Brasil

Estreando na LAAD 2017 a parceria entre o Grupo INBRAFITRO e a Israelense RAFAEL apresentam uma interessante solução de torre a nova torre remotamente guiada montada no veículo 4×4 Gladiador II.

A Torre Rafael é integrada aos mísseis ATGM SAMSON-mini bem como de uma metralhadora calibre.50. Os mísseis são de guiagem eletro-ótica possui alcance entre 3 a 4 km e é do tipo dispare e esqueça, com travamento de alvo para posterior disparo e destruição sem necessidade de acompanhamento. A arma possui um designador a laser  “range finder” para medição de distância.

A inclinação do sistema é de +60º -20º, a torre de 360º não é invasiva no veículo e pode ter dois consoles, um para artilheiro e motorista.

Quanto a plataforma Gladiador II foi desenvolvido para uma concorrência do exército brasileiro e possui blindagem STANAG 4569  nível 2de proteção para IED STANAG 4569 nível 2A para 6 kg de explosivos.

O veículo de 9,2 toneladas podendo transportar aé 1000 kg de carga  e possui Transmissão Alisson e um motor Cumis nacional. Gladiador II foi projetado e construído no Brasil.

Alguns componentes e sistemas são, no momento, importados através de suas subsidiárias de empresas estrangeiras estabelecidas no Brasil e a intenção é a paulatina nacionalização dos itens à medida que a produção se estabeleça.

O projeto apresenta flexibilidade para reconfiguração do veículo para atender a missões tais como reconhecimento, posto de observação avançado, posto de comando, anticarro, morteiro, radar, oficina, ambulância e guerra eletrônica.

14 replies on “LAAD 2017- Parceria entre os grupos RAFAEL e INBRAFILTRO apresenta torre remotamente guiada montada em veículo blindado 4×4 Gladiador II”

Carrãoooooooooooooooooooooooooooooo
Quero um para mimmmmmmmm
Quero ver seu algum NOIA vai tentar me assaltar!!!!!!!

A a plataforma Gladiador II, tem um imenso potencial, o problema é que o Grupo INBRAFITRO, não tem cadeia de produção.
Ah, o EB, não compra né!
Alias, nem a AVIABRAS tem cadeia de produção ideal para produzir uma viatura desta.
O correto, na minha opinião, seria o estado comprar as ações das principais empresas de material de defesa do país e criar uma única empresa.
Minha opinião.

jose luiz espositosays:

Não discordo de ti a principio ,mas em seguida os políticos criaram na empresa Cabides de Emprego ,etc e tudo entrará em declínio até a sua inoperância ,et,etc n!

…………..a Inbrafiltro tem o cacife de possuir uma gama de produtos bastante extensa, produzindo material com boa qualidade….se aventurou no campo dos blindados e agora com tio Jacó pode melhorar mais ainda…..mercado aparece…..depende do PRÊÇO……………….

Caro Fernando, a Avibrás assim como o Grupo Ibrafiltro, Agrale etc..
Possuem cadeia de produção, só não o fazem porque nosso amado EB ( Exército de Brinquedo) prefere comprar tecnologia estrangeira para ser montada localmente por empresas espelhos ( Ex nacionais que passaram seu controle acionário para as multi estrangeiras).
Bastaria uma grande encomenda do Des-governo federal, para EB/CFN/BINFA.
No mínimo 120 veículos , ou seja 40 para cada força, que a cadeia seria montada e as entregas seriam no prazo imediato.
Mas como vimos, o EB irá adquirir 32 veículos ultrapassados LMV-I da Iveco ( digo ultrapassados porque a Iveco já apresentou a versão-II desse veículo), para serem montados no país.
Ou seja, um tremendo desrespeito a uma das normas primas da EDN; que prega.
” Havendo produtos e serviços de defesa no país e oferecidos por empresas Brasileiras dar se á preferência aos mesmos em detrimento do produto importado”.
Mas como nunca respeitam as leis nesse país ( Exceto o povo pobre e sofredor), e como políticas nesse pais não passam de palavras sem valor de políticos mais sem valor ainda, continuamos re inventado a roda; a preços absurdos !

Zé Ninguémsays:

Fazem décadas que temos desgovernos, since 1985… mas esse agora parece que quer mudar as coisas: http://www.planobrazil.com/bndes-financiara-ate-100-da-exportacao-de-empresas-no-setor-de-defesa/comment-page-1/#comment-348011… quem sabe essa situação a que vc se referiu mude também, pois os últimos 13 anos foi de lascar a indústria nacional… 12 MILHÕES DE DESEMPREGADOS e outras centenas de milhares de empresas que fecharam as portas… isso explica muita coisa do que vc reclamou…

jose luiz espositosays:

O grande esquerdopata LULA desindustrializou o BRASIL ,e manteve o Dolar artificialmente baixo ,beneficiando os Otários que queriam viajar para Florida e pronunciar Flórida ,não querem nem conhecer a terra dos seus ancestrais mas a ** FLÒRIDA **. Também combater e segurar a Infração com o Dolar,com isto derreteu a nossa Industria ,mas os boboquitos ** POBRES ** de espirito acham a desgraça amiga dos ** POBRES **!!

jose luiz espositosays:

Tens aqui toda a razão ,como muitas vezes citei o Charrua e o OGUM também , mas preferiram comprar sucatas da baixada fluminense americana para reformar ,quando o Charrua ,mesmo comprados em pequenos lotes poderíamos exporta-lo e o Ogum ,a Alemanha produz um veículo sobre lagartas idênticos ,e nós a mais tempo temos o Ogum que nunca saiu de protótipo ,mas é igual ou melhor que o WIESEL alemão !

Eu acredito que o projeto é interessante do Gladiador II, mas, falta mesmo é escala de produção.
Foi a mesma coisa que ocorreu com o BLINDADO CHARRUA, sem escala de produção, o EB não investe, preferem mil vezes importar dos estoques de TIO SAM, dando uma recauchutada, do que comprar de uma empresa que poderá falir dentro de seis meses.
Por isso utilizamos o M113 em vez do CHARRUA, se este blindado fosse desenvolvido e construido pela ENGESA, já estarei nos estoques do EB. Como não foi, dançou!!!!!!
Está viatura é a mesma coisa, todo ano eles estão LAAD, mas, só estão, porque vender, não vendem nada.
Se eles vendem o projeto para uma empresa do ramo, com forte presença nacional e internacional, ai, eu posso acreditar que o EB compre o produto. Mas, assim, só se o MAR FOR ABERTO NOVAMENTE, e olha lá ainda. Os caras vão pensar MIL VEZES.

…………………… ta danado!! querem ver a caveira da Imbrafiltro! o problema em sí não é vender SOMENTE ao EB mas botar o setor de vendas pra funcionar e mostrar as qualidades do produto em outros países, principalmente os que tem orçamento restrito pra Defesa…..se tem Assistencia Tecnica, Préço e Financiamento com prestaçóes acessíveis, VENDE!…….

jose luiz espositosays:

Eu não entendo de comércio no campo militar ,mas porque a Inbrafiltro ,não faz parcerias no exterior ,até com os nossos vizinhos ,licenciando sua fabricação a estes e vendendo assistência e partes do produto ?!

…………..se o colega verificar bem a sequencia de matérias verá que aqui no PB tem uma matéria cujo título é ” Banco financiará até 100% da exportação do setor de Defesa”….esse banco é o BNDES banco estatal….a compra e financiamento desse carro da inbrafiltro pode ser obtido através desse banco,,,,penso que pra licenciar a fabricação do blindado ja seria mais complicado porém seguramente a Inbrafiltro dá assistencia técnica e partes do produto….repito …se há facilidade de pagamento e assistencia técnica o blindado VENDE……

Gente em defesa não se compra produto ou serviço que não é utilizado pelas FAA, s do país fabricante.
Ou seja para qualquer fabricante nacional vender algum produto no exterior esse produto tem que está em uso nas forças militares brasileiras.
Pergunto a vocês, vocês comprariam um veículo que seu vizinho fábrica se souber que nem o mesmo utiluda o veículo que fabrica ?
Pois é meus caros, daí minha insistência em que as forças armadas adquiram em grandes quantidades produtos de empresas 100% nacionais.
Dentre outros motivos!
Mas como nossa sociedade d militares são mais internacionais e europeus do que Brasileiros, vamos de LMV Italo-Brasiliano mesmo kk.

Hilton Barranqueirossays:

Com relação aos comentários acima. Discordo quando falam que a avibras ou a imbra não tem linhas de produção. O caso é que as forças armadas brasileiras participam até do desenvolvimento dos veículos, com recantos técnicos, engenharia, mas na hora de comprar correm para o estrangeiro. Deixando na mão as empresas nacionais, que em muitos casas tocam os projetos com fundo a próprios, ficando endividadas. É sem chances de venda no exterior. ( Pois as nossas forças armadas participaram do projeto e não o compraram, levanta uma forte suspeita da sua capacidade. É como você ter um restaurante mais não comer nele.)
Na minha opinião- falta uma politica de proteção e priorização da indústria nacional. Com relação a esses vbl’s o Brasil poderia ter os adquiridos ao invés dos Italianos. Claro os nossos veículos ainda deixāo um pouco a desejar com relação a tecnologias mais teremos que fazer esse esforço para manter essas empresas ativas e nacionais, e não espelho de alguma gigante estrangeira.
Alguém ai lembra da Mectron, Ominisys entre outras promissoras empresas nacionais que foram tragadas por gigantes estrangeiras.

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