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ADSUMUS:Fuzileiros Navais do 1º Batalhão de Operações Ribeirinhas atuam contra o garimpo ilegal em Rondônia

Fuzileiros Navais embarcam para Porto Velho (RO) para prestar apoio à Operação Madeira
Fuzileiros Navais embarcam para Porto Velho (RO) para prestar apoio
à Operação Madeira

Entre os dias 3 e 22 de outubro, um destacamento de Fuzileiros Navais (FN) do 1º Batalhão de Operações Ribeirinhas (1ºBtlOpRib) participou da Operação Madeira contra o garimpo ilegal, realizada no Rio Madeira, em Rondônia.

Os militares atuaram na segurança da equipe de inspeção naval da Delegacia Fluvial de Porto Velho. A ação teve como finalidade reprimir o garimpo ilegal na área de proteção ambiental do Rio Madeira.

A operação foi coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada de Fronteira do Estado de Rondônia, em conjunto com o Ministério Público do Estado, a Procuradoria Geral de Justiça, o Ministério Público Federal do Estado, o Batalhão de Polícia Ambiental, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, a Polícia Federal, a Secretaria de Desenvolvimento Ambiental do Estado e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes.

As ações buscaram minimizar os impactos negativos da exploração ilegal de minério no Rio Madeira e da obstrução do canal de navegação, diminuir o risco de acidentes e de poluição ambiental e ordenar o espaço aquaviário.

Fonte: MB

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Os Custos e a Disponibilidade da Força Aeronaval Francesa

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As três aeronaves da frota de aeronaves AEW Hawkeye E-2C da Marinha francesa aumentou sua disponibilidade operacional para 32,3%, um aumento significativo frente aos 24,7% do ano anterior, e os custos de manutenção no ano passado para a aeronave foi de 33 milhões de dólares, de acordo com o relatório do Ministério da Defesa francês.
O relatório com o detalhamento sobre os custo de manutenção e taxa de disponibilidade das aeronaves da marinha francesa foi divulgado em 08 de novembro em resposta ao pedido do membro do parlamento francês François Cornut-Gentille, que tinha pedido a Marinha um relatório de custos de quanto foi pago para manter suas aeronaves.
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Northrop Grumman E-2C Hawkeye
A idade média das aeronaves de alerta aéreo antecipado e controle Northrop Grumman E-2C Hawkeye voadas pela marinha francesa era de 15,9 anos, no final de 2015.
As 23 aeronaves de patrulha marítima Dassault Atlantique II tiveram a menor disponibilidade, com 26,2% em comparação com 25,9% anterior, e custam cercade 117,3 milhões de euros para mantê-las operacionais. A idade média destas aeronaves é de 26,2 anos.
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Aeronaves de patrulha marítima Dassault Atlantique 2
A frota de 39 caças Dassault Rafale “M” estava disponível para uso 53,6%, acima dos 46,6% registrados no ano anterior, com um custo de manutenção na ordem de 158,9 milhões de euros. A frota de Rafale M possui uma idade média de 7,1 anos.
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Os 21 caças Dassault Super Étendard modernizados apresentaram um expressivo aumento em disponibilidade operacional, registrando 46,5%, muito acima dos 26,8% do ano anterior, o custo de manutenção desta aeronave ficou em 18,8 milhões de euros, um custo razoavelmente baixo. Porém, a marinha francesa esta retirando a aeronave do serviço ativo, com sua frota bastante “envelhecida” apresentando uma idade média de 46,5 anos. Os pilotos que voaram os Super Etendard da marinha do grupo aéreo do porta-aviões Charles de Gaulle, foram os que mais voaram missões de bombardeio sobre o Iraque e a Síria.

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A maior taxa de disponibilidade registrada foi dos cinco jatos de vigilância Dassault Falcon 200 Guardian, com 69% em comparação aos 65% anteriores, a um custo de 25,6 milhões de euros. A idade média da aeronave é de 25,6 anos.
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jato de vigilância Dassault Falcon 200 Guardian
É muito interessante analisar os custos operacionais e as taxas de disponibilidade das aeronaves em operação em uma força aeronaval com porte da francesa, algo que nos permite realizar estudos paralelos de custos e possíveis soluções á aplicar aqui no Brasil, tendo em vista nossa necessidade de aumentar as capacidades da arma aeronaval, que hoje em termos de asa fixa encontra-se equipada apenas com o vetusto AF-1 (A-4KU), algo que nos leva analisar os custos de implementação de novos meios aéreos embarcados de forma a tornar a arma aeronaval mais efetiva, capaz e operacional.
Texto: GBN News
Imagens Plano Brasil

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Governador oficializa instalação de empresa bélica dos Emirados Árabes em Goiás

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Empresa, que será instalada em Anápolis, deve gerar cerca de 2.250 empregos diretos e indiretos.

O governador Marconi Perillo oficializou hoje os entendimentos para que a empresa de armas Caracal International LLC seja implantada em Goiás, dizendo que quer rapidez da parte do governo de Goiás para destravar os caminhos que garantirão a instalação.

A decisão foi oficializada durante reunião realizada no Palácio Pedro Ludovico Teixeira com o COE da empresa, Hamad Salem Al Almeri, e representantes da Delfire Industria e Comercio de Extintores, parceira no empreendimento. A Caracal representa uma quebra de paradigmas por ser a primeira indústria bélica a ser instalada no Estado.

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A empresa Delfire indústria e Comércio de Extintores, com sede no Distrito Agroindustrial de Anápolis (DAI-A), já havia firmado acordo com a Caracal International LLC para a instalação de uma planta industrial da empresa em Goiás e aguardava a autorização oficial do governador Marco Perillo, que foi dada hoje. A iniciativa tem apoio do governo de Goiás, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SED) e da Secretaria de Segurança Publica e Administração Penitenciaria (SSPAP).

A Caracal e dedicada à produção de armamentos e munições exclusivas pra forças de segurança pública do Brasil e com atenção voltada para o mercado da América Latina. Ela está planejada para entrar em funcionamento em aproximadamente 12 meses a partir deste acordo. A previsão é de que sejam gerados cerca de 1.250 empregos diretos e indiretos com a consolidação do projeto

Fonte: O Popular

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4º Batalhão Logístico do Exercito Recebe Visita da Escola de Mecânicos e Condutores de Automóveis da Diretoria de Transporte do Exército do Paraguai

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Santa Maria (RS) – De 31 de outubro a 4 de novembro, o 4º Batalhão Logístico (4º B Log) recebeu a comitiva de militares da Escola de Mecânicos e Condutores de Automóveis da Diretoria de Transporte (DIGETREN), do Exército do Paraguai, que esteve em visita à Guarnição de Santa Maria.

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No dia 3 de novembro, a comitiva conheceu as instalações do Batalhão, e verificar o elevado nível profissional dos integrantes que desempenham suas diversas funções com dedicação no apoio às organizações militares sediadas na Guarnição, integrantes da 3ª Divisão de Exército, da 6ª Brigada de Infantaria Blindada e de outras, abrangendo a área do Comando Militar do Sul.

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Fonte: 4º B Log

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Exército Brasileiro ministra treinamento de selva na China.

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Militares chineses participaram de treinamento de sobrevivência na selva com o Exército Brasileiro (EB). A operação, realizada entre 19 de setembro e 21 de outubro, foi comandada pelo Capitão Cleidilson Marcelo Ferreira Siqueira, integrante do 61º Batalhão de Infantaria de Selva (61º BIS), juntamente com outros três militares do Comando Militar da Amazônia. O treinamento, aplicado a 67 cadetes chineses, foi realizado durante o Estágio de Operações na Selva na Academia de Operações Especiais do Exército da China, localizada na cidade de Ghangzhou – República Popular da China.

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Segundo o EB, foram ministradas instruções de Vida na Selva e de Técnicas Especiais e Módulos de Patrulhas. Os chineses solicitaram o apoio do EB no desenvolvimento das suas capacidades de treinamento de guerra na selva em agosto do ano passado. “Eles nos pediram para fornecer um número de instrutores e nossa perícia de formação de guerra na selva para ajudá-los a desenvolver seu próprio programa na China”, disse o coronel Alcimar Marques de Araújo Martins, comandante do Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS) no ano passado.

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O Exército Brasileiro possui uma variedade larga de técnicas de guerra na selva com conhecimentos que vão da sobrevivência e navegação a técnicas de ataque e procedimentos de higiene da selva.

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Fonte: EB via  Indústria de Defesa & Segurança

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Welcome To The Jungle : Centro de Instrução de Guerra na Selva Realiza Intercâmbio de Escolas de Treinamento de Operações na Selva

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Manaus (AM) – O ano de 2016 está sendo, para o Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), em seus 52 anos de existência, o que mais recebeu militares estrangeiros. Foram, desde 19 visitas de Embaixadores e Comandantes Militares para conhecer o Centro, passando pela Competição Internacional de Patrulha, que recebeu militares de 10 países, e pelo Estágio Internacional de Operações na Selva, com representantes de 15 países, até chegar ao Intercâmbio de Escolas de Treinamento de Operações na Selva para quatro militares Americanos.

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O Intercâmbio, realizado entre os dias 21 e 25 de outubro, ocorreu entre o CIGS e o Centro de Treinamento de Operações na Selva Americano, o “Jungle Operations Training Center”, que é subordinado a 25ª Divisão de Infantaria Schofield Barrcks, no Havaí. Teve por finalidades o compartilhamento de conhecimentos sobre técnicas, táticas e procedimentos e de doutrinas em Operações de Guerra na Selva; o aprimoramento de trabalhos desenvolvidos nas Escolas de Guerra na Selva; e a ampliação da interoperabilidade entre o Brasil e os Estados Unidos da América.

Os militares americanos, realizaram um sobrevoo de helicóptero sobre as áreas das bases de selva, onde são realizados os treinamentos de Guerra na Selva. Conheceram três dessas Bases: a BI 02, Base Plácido de Castro, local destinado às técnicas de vida na selva; a BI 04, Base Pedro Teixeira, destinada às técnicas especiais e local em que realizaram a maioria das atividades; e a BI 06, Base Felipe Camarão, destinada à fase de Operações.

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Na BI 04, eles conheceram, também, materiais empregados, como a rede de selva, o fuzil IA – 2, a munição 5,56 e o novo armamento utilizado pelo Exército Brasileiro. Ainda como parte das atividades, também realizaram técnicas de orientação diurna e noturna.  Na BI 02, tiveram instrução de alimentos vegetais típicos da região, como o açaí, a pupunha, bacaba, tucumã, entre outros.

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Retornando para Manaus, assistiram à palestra sobre o CIGS e sua visão de futuro, conheceram todas as divisões da organização militar e finalizaram uma visita ao Zoológico, onde viram de perto diversos animais da fauna amazônica. Os americanos também visitaram o 4º Batalhão de Aviação do Exército e o Centro de Embarcações do Comando Militar da Amazônia, onde verificaram as atividades desempenhadas e conheceram as instalações e equipamentos.

Fonte: CIGS