Defesa & Geopolítica

Bombardeiros Tupolev Tu-22 M3 – Missão Síria

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  1. Professor says:

    Setembro de 2015. Síria. Os sírios olhavam a seu redor e viam sua nação destruída. Não, não se tratava de uma guerra civil, mas de um ataque estrangeiro. Tanto é verdade que eles logo perceberam que os terroristas que os estavam massacrando sequer falavam a sua língua. Os incautos que protestavam contra o governo, logo perceberam que a tal “Primavera Árabe” era só um engodo criado pela imprensa e pela CIA para atacar o seu país. Diante do quadro que se seguiu, até a esperança, a última que abandona o ser humano, já não habitava há muito no coração dos sírios. Muitos fugiam, os que não podiam só lhes restava ainda lutar, não porque tinham esperança de vencer, mas somente porque era o certo a fazer, seu dever cívico, tentar salvar o que lhes restava do seu lar, tentar um futuro melhor para seus filhos, pela liberdade, contra a barbárie. Mas do outro lado, eis que estavam inimigos terroristas, capazes de realizar as piores atrocidades de que o ser humano é capaz: crucificavam pessoas, arrancavam fetos de mulheres grávidas, degolavam crianças, matavam da forma mais sádica, torturavam da forma mais perversa. O ar da Síria já estava contaminado pela violência, dor, morte e destruição. Isso tudo acorbertados pela “invencível” OTAN. França e Estados Unidos criaram o seu “playground” de horrores na Síria.

    Mas eis que de repente, quando tudo parecia perdido, os sírios olham para os céus e avistam algo espetacular. Aviões e helicópteros. Russos. Como anjos do céu, eles vieram. Destemidos. Prontos para enfrentar os deuses perversos da OTAN e os demônios malignos do Estado Islâmico. Com seu show de tecnologia e eficácia, fizeram os americanos correrem para fora da Síria, como as baratas e os ratos fazem quando a luz do sol penetra em seu refúgio fétido. Sim, os russos vieram. E junto com eles, a esperança retornou aos corações dos sírios. A possibilidade de um futuro para seus filhos tornou-se novamente plausível. E o mundo assistiu, atônito, a história se repetir, e os russos novamente enfrentarem o Imperialismo, como fizeram com Napoleão, como fizeram com Hitler.

    E os americanos, de camarote, assistiram, enraivecidos e impotentes, o poder total e absoluto escorrer por entre seus dedos. Entre eles e o domínio total e absoluto do mundo estava, está e sempre estará, os russos. Guardiães da Liberdade.

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