Vídeo: Míssil de cruzeiro P-500 – Uma das armas do complexo modular “Iskander-M”

Míssil de cruzeiro 9M728 / P-500 do complexo “Iskander-M” na fase inicial do voo antes da abertura das asas.

  • Não deixe de ver o vídeo, o melhor está no final…

 

 

14 Comentários

  1. É impressionante
    A Russia está cada vez mais forte
    É incrivel oq esses caras conseguem fazer com pouco….

    Por isso q eu digo: eles estão sim à frente em termos de ciências exatas

    e tem uma coisa: o povo russo é MUITO INTELIGENTE…. isso ai ninguém pode negar…. os caras são muito talentosos

  2. CARAMBA !! .. QUE BURACÃO !!! …e imaginar que um desses brinquedinho do urso como esse ai .. está bem no centro dos países bálticos .. rsrsr … a Polônia vai virar em um queijo suíço ….. parece que os russos irão fazer um fondue a lá polaca … regado de muita vodga .. rsrsr

  3. Polônia deve estar sendo ressarcida de bilhões de dólares por correr o risco que estarão correndo servindo aos interesses de Washington… olha aí o tamanho do problema que estão gentilmente atraindo para si.

    • A OTAN está marcando um alvo nas costas da Polônia, será que eles, os poloneses, não percebem isso…?
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      Saudações,
      .
      konner

      • É prezado Konner… Kaliningrado bem ali do lado fica fácil para os russos anular o “escudo” da OTAN… aliás escudo não, é muita moral para eles falar em “escudo”, no máximo um madeirite ou um telhadinho de amianto.

      • A Polônia terá apenas a função de, “dar o alerta”, no casa de um conflito ‘Rússia X OTAN’, para as defesas dos membros mais distantes da OTAN se preparar.
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        Mas…, aí…, ela, a Polônia, já terá sofrido – “todas as consequências” – por portar em seu território essas armas da OTAN.
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        Se tal papel é – ‘imposto’ – a uma nação, e ela não tem como se furtar a este proposito fatídico, tudo bem… , fazer o que…?
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        Mas…, se oferecer…, oferecer seu território, expor assim avida de seu povo, para exercer esta função…, definitivamente não entra na minha cabeça.
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        Saudações,
        .
        konner

      • Konner…

        “Mas…, se oferecer…, oferecer seu território…expor assim avida de seu povo, para exercer esta função…, definitivamente não entra na minha cabeça…”

        E os poloneses deveriam fazer o que…? Já ficaram sob jugo do Império Russo por gerações, e não estão dispostos a se permitir isso de novo… Eles, tanto quanto o resto do leste, sentiram na pele o que é estar sob mando russo; e a experiência mais recente com o Pacto de Varsóvia apenas reforça essa visão…

        A seguir, a Polônia não tem escolha. Dado o histórico de sua situação e a posição geográfica, somado a sua resolução por manter sua posição independente ( ou ao menos muito mais independente do que quando estavam sob o Pacto de Varsóvia ) a qualquer custo, ela já está automaticamente comprometida… Portanto, não é uma questão de se “oferecer”. É o único caminho que eles podem escolher…

      • [ Portanto, não é uma questão de se “oferecer”. É o único caminho que eles podem escolher… ] – _RR_
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        — Não, não é.
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        Os pensamentos que escolhe pensar são as ferramentas que você usa para pintar o quadro de suas percepções.
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        Você sabe que não é, mas, eu respeito a sua postura ideológica quando avalia – ‘mais esta questão’.
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        Saudações,
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        konner

      • Konner…

        O ato de pensar é espontâneo. Negar o pensamento que ocorre é que é uma escolha… Por tanto, ninguém escolhe o que pensar, e sim o que se nega a pensar… E partindo do princípio de que imparcialidade não existe, então todas as pessoas são passíveis de cometer esse “pecado”. Mas eis que o que diferencia elas não é somente a posição que escolhem, mas também o ato de avaliar prós e contras de uma questão; manter a mente aberta ao pensamento oposto e conviver com a “dualidade” latente. E mesmo aquilo que está factualmente/cientificamente comprovado merece reflexão para que sempre se desenvolva a perspectiva do quadro.

        Nesse caso, não neguei que existam outras opções para os poloneses. Eu tão e somente não acredito, dado a situação que expus, que todas essas opções sejam praticáveis; e assim não representariam uma escolha, deixando-os apenas com aquela que acredito ser a única…

        Explicando melhor… Entendo que existem mais duas opções aos polacos: neutralidade e aliar-se aos russos.

        Neutralidade não é uma opção lógica ( ou seria ‘sensata’… ) quando se está automaticamente em uma rota de invasão ( ou no mínimo numa posição geográfica certamente privilegiada )… Belgas, por exemplo, pensaram antes da Primeira Guerra que sua neutralidade seria respeitada caso alemães e aliados ocidentais entrassem em guerra, ignorando a tentação que certamente permeava a mente de qualquer comandante militar esperto acerca da posição geográfica privilegiada dos belgas. Deu no que deu… Esta opção apenas poderia ser levada a cabo se o país em questão contasse com um poderio militar que lhe permitisse isso ou fosse geograficamente pouco importante, o que não é o caso.

        E como os poloneses certamente não vão querer ficar ao lado dos russos, os quais os oprimiram pavorosamente no passado e ainda no passado recente, sobra a OTAN, com o “escudo EUA” pra ser usado… Aqui, um posicionamento do país dependeria de uma postura específica do povo, o que envolve questões culturais e antecedentes históricos favoráveis para permitir uma aceitação ( é impossível simplesmente fugir disso ), o que, como mostrei acima, não permite que essa se converta em escolha viável ( ou é no mínimo de baixa viabilidade ), haja visto a aceitação maior frente ao Ocidente…

      • Claro que existe uma outra via, sim Senhor. Não adianta tentar falar bonito, seus argumentos não convencem.

        A Polônia poderia adotar a seguinte postura: continuar fazendo parte da OTAN, mas RECUSAR a instalar esse tal escudo no seu território. Simples assim.

        Existem militares sérios na Rússia. Eles sabem exatamente o que significa esse escudo. Se no momento não faz diferença alguma na capacidade nuclear dissuasória da Rússia, eles sabem que esse escudo um dia, com o desenvolvimento tecnológico, pode – ainda que seja uma possibilidade remota – afetar a capacidade de dissuasão nuclear da Rússia.

        Se acham que a Rússia vai ficar quieta, esperando isso acontecer, podem tirar o cavalinho da chuva.

        Os americanos, se ganharem a guerra, ao menos tem muito a ganhar: simplesmente conquistam o mundo. Já os poloneses, o que ganham? que vantagem a Polônia tem de se deixar envolver nesse jogo idiota e ganancioso dos EUA?

        Infelizmente, para os russos, no fim não importa: eles tem que fazer o que os idiotas da Polônia e de outros países, tais como a Romênia, querem: infelizmente terão que desviar algumas bombas atômicas, que teriam os EUA como destino, para esses países: a Rússia terá que varrer do mapa Polônia, Romênia (essa mesma, que estava lado a lado com os nazistas durante a Segunda Guerra) e Lituânia. Estônia e Letônia, por terem 30% de russos na população, devem ser poupados e invadidos somente por via convencional. Acho que vai sobrar muita bomba ainda para os Estados Unidos, com certeza.

        Acredito que a Rússia será destruída também. Por eles eu vou chorar. Por EUA, Polônia, Romênia e muitos outros da Europa, nem uma lágrima.

      • Topol…

        “…Kaliningrado bem ali do lado fica fácil para os russos anular o “escudo” da OTAN…”

        Ou será que Kaliningrado é que poderia ser varrida do mapa antes mesmo de lançar o primeiro Iskander…?

        Engana-se quem pensa que a OTAN não está preparada para jogar o mesmo jogo…

        Certamente também já esquadrinharam cada quilômetro daquele território. Se um bateria de Iskander se mover, eles saberão… Aliás, os sobrevoos constantes de aeronaves de reconhecimento eletrônico são uma forma de manter essa prontidão.

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