Categories
Terrorismo Vídeo

Estado Islâmico executa prisioneiro com bazuca

(Foto: Estadão Conteúdo)(Foto: Estadão Conteúdo)
Não contentes em executar seus prisioneiros com facas e metralhadoras, os jihadistas do Estado Islâmico deram um passo à frente no quesito brutalidade. Em um vídeo divulgado nesta quinta-feira (veja abaixo), membros do grupo são vistos executando um homem com uma bazuca.

Segundo o jornal britânico “Daily Mail”, a vítima seria Ibrahin Shraideh, um mebro da tribo al-Shaitat, da cidade de Abu Haman, na Síria. O grupo vem combatendo o Estado Islâmico desde o início da tentativa dos jihadistas de formar um califado no Oriente Médio e no norte da África.

Os homens filmados na gravação seriam da frente jihadista da Tunísia e do Marrocos. Após a morte do prisioneiro, os autores dispararam para o alto, gritaram “Alá é grande” e ainda chutaram o cadáver como forma de lição aos demais combatentes na Síria.

Leia também:
Estado Islâmico avança e assume controle total da cidade histórica síria de Palmira
Forças iraquianas dizem ter derrotado ataque do Estado Islâmico perto de Ramadi

Palmira
A gravação surge logo após a tomada da cidade patrimônio histórico da Unesco ter sido tomada pelos jihadistas. Segundo testemunhas, o Estado Islâmico deixou uma trilha de cadáveres decapitados pela cidade após sua chegada.

Além disso, tomaram um quartel general da resistência no Oriente Médio, uma base aérea militar e um presídio local. Acredita-se que todos os presos tenham sido libertados e incorporados ao exército jihadista.

Atenção: As imagens são fortes

https://www.youtube.com/watch?v=VaemXb1LrEI

 

 

Fonte: Yahoo

Categories
Defesa Negócios e serviços Tecnologia

BAE Systems vai fornecer canhões navais para a Marinha do Brasil

40Mk4BAE Systems vai fornecer canhões navais para a Marinha do Brasil

 

Karlskoga, Suécia – A BAE Systems fechou um contrato para produzir e entregar cinco canhões navais Bofors 40 Mk4 para os navios de patrulha da classe “Macaé” da Marinha do Brasil. O 40 Mk4 é a mais nova versão naval do Bofors 40 mm, canhão usado por muitas Marinhas e Guardas Costeiras ao redor do mundo. “A versatilidade do novo canhão e seus sistemas de munição 40 mm são atraentes para clientes em todo o mundo”, disse Lena Gillström, diretora de sistema de armas da BAE Systems Suécia. “Este contrato reforça nossa posição como fornecedor líder de canhões navais nas Américas.”

A produção em série começará imediatamente, com entregas iniciando em 2016 e continuando até 2018. Uma parte da fabricação das peças, de subsistemas, montagem final e testes será feita no Brasil, por meio de parcerias com empresas nacionais. Uma delas é com a Ares Aeroespacial eDefensa S/A, do Rio de Janeiro, fechada recentemente para a fabricação, montagem e instalação e atividades de pós-venda para os canhões 40 Mk4. “A produção local dos canhões navais mostra nosso compromisso em estabelecer parcerias mutuamente benéficas com a indústriabrasileira”, disse Llyr Jones, vice-presidente para a América Latina e Canadá na BAE Systems. “Estamos aplicando princípios semelhantes aos nossos outros programas brasileiros.”

Nos últimos 40 anos, a BAE Systems entregou cerca de cem canhões 40 mm para a Marinha do Brasil, para o corpo de Fuzileiros Navais e para oExército Brasileiro, assim como milhares de cartuchos de munição 40 mm. A munição programável e multiuso 3P da empresa é fabricada no Brasil desde 1999. Além do Brasil, Japão, Suécia, Finlândia, Islândia, Estônia, Uruguai, Indonésia e Malásia, entre outros países, também usam os canhões40 Mk4 da BAE Systems.

Sobre a BAE Systems

A BAE Systems atende as necessidades de seus clientes e oferece uma ampla gama de soluções avançadas em equipamentos de defesa, aeroespaciais e de segurança. A empresa trabalha em conjunto com seus parceiros locais para desenvolver, construir, produzir e apoiar as inovações que garantem a soberania, sustentam a economia e protegem os interesses comerciais dos diversos países em que atua. Seus 88 mil funcionários, nos seis continentes, estão empenhados em criar soluções que protegem e fortalecem nações, comércio, comunidades e pessoas.

Karlskoga, Suécia – A BAE Systems fechou um contrato para produzir e entregar cinco canhões navais Bofors 40 Mk4 para os navios de patrulha da classe “Macaé” da Marinha do Brasil. O 40 Mk4 é a mais nova versão naval do Bofors 40 mm, canhão usado por muitas Marinhas e Guardas Costeiras ao redor do mundo. “A versatilidade do novo canhão e seus sistemas de munição 40 mm são atraentes para clientes em todo o mundo”, disse Lena Gillström, diretora de sistema de armas da BAE Systems Suécia. “Este contrato reforça nossa posição como fornecedor líder de canhões navais nas Américas.”

A produção em série começará imediatamente, com entregas iniciando em 2016 e continuando até 2018. Uma parte da fabricação das peças, de subsistemas, montagem final e testes será feita no Brasil, por meio de parcerias com empresas nacionais. Uma delas é com a Ares Aeroespacial eDefensa S/A, do Rio de Janeiro, fechada recentemente para a fabricação, montagem e instalação e atividades de pós-venda para os canhões 40 Mk4. “A produção local dos canhões navais mostra nosso compromisso em estabelecer parcerias mutuamente benéficas com a indústriabrasileira”, disse Llyr Jones, vice-presidente para a América Latina e Canadá na BAE Systems. “Estamos aplicando princípios semelhantes aos nossos outros programas brasileiros.”

Nos últimos 40 anos, a BAE Systems entregou cerca de cem canhões 40 mm para a Marinha do Brasil, para o corpo de Fuzileiros Navais e para oExército Brasileiro, assim como milhares de cartuchos de munição 40 mm. A munição programável e multiuso 3P da empresa é fabricada no Brasil desde 1999. Além do Brasil, Japão, Suécia, Finlândia, Islândia, Estônia, Uruguai, Indonésia e Malásia, entre outros países, também usam os canhões40 Mk4 da BAE Systems.

Sobre a BAE Systems

A BAE Systems atende as necessidades de seus clientes e oferece uma ampla gama de soluções avançadas em equipamentos de defesa, aeroespaciais e de segurança. A empresa trabalha em conjunto com seus parceiros locais para desenvolver, construir, produzir e apoiar as inovações que garantem a soberania, sustentam a economia e protegem os interesses comerciais dos diversos países em que atua. Seus 88 mil funcionários, nos seis continentes, estão empenhados em criar soluções que protegem e fortalecem nações, comércio, comunidades e pessoas.

Categories
Uncategorized

Odebrecht Defesa e Tecnologia assina memorando de entendimento para desenvolvimento do Programa de Integração da Amazônia Legal

Odebrecht-defesa-e-tecnologiaA Odebrecht Defesa e Tecnologia assinou memorando de entendimento para cooperação privada com as empresas chinesas CEC – China Electronics Corporation e ICBC – Industrial and Commercial Bank of China Ltd para desenvolvimento do Programa de Integração da Amazônia Legal (PIAL).

Com investimento esperado de US$ 3 bilhões, o programa prevê a elaboração de projetos de proteção da Amazônia Legal. O objetivo do PIAL é contribuir com a integração da Amazônia Legal ao Estado Brasileiro com o emprego de novos sensores e novas tecnologias, além de modernizar e complementar o atual SIPAM, implantado em 1990 e que atende demandas militares e civis, com foco prioritário no controle do trafego aéreo.

A contribuição para a integração regional resultará na geração de melhores instrumentos para a condução de políticas públicas. Entre os destaques estão o incremento do monitoramento ambiental, que fortalecerá a vigilância exercida pelo IBAMA do Ministério do Meio Ambiente. O PIAL também apoiará no sensoriamento climático, que contribuirá para melhoria das previsões meteorológicas do Instituto Nacional de Meteorologia – INMET e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE. Trará benefícios ao setor da saúde, pois aplicará tecnologias interativas eletrônicas para melhoria da estratégia e logística do sistema de saúde à população. Permitirá ainda medidas de apoio à educação, com implantação de sistemas de educação à distância do Ministério da Educação.

Por meio da parceria entre empresas privadas brasileiras e instituições chinesas, esse Programa, financiado e operado sob modelo privado, não gerará impactos na Balança Comercial Brasileira e não contemplará investimentos do Tesouro Nacional.

Entre as tecnologias que planeja-se oferecer estão Sistemas de Comando e Controle; Sistemas de Comunicações Regionais (rádio, satélite e fibra ótica); Sistemas de Observação da Terra (ótico e radar), com sensores embarcados em satélites e em UAVs; Sistemas de controle do espectro eletromagnético; Sistemas de Monitoramento Atmosférico; Sistemas de Monitoramento Ecológico (fauna e flora), Sistemas de Monitoramento de Poluição Ambiental; Sistemas de Monitoramento Hidrológico; Sistemas de Monitoramento de Água Fluvial; Sistemas de Monitoramento de Queimadas; Sistemas de educação à distância; Sistemas de Suporte para Telemedicina; dentre inúmeras outras tecnologias na fronteira do conhecimento.

A Amazônia Legal ocupa 59% do território brasileiro, no qual vivem cerca de 24 milhões de pessoas, segundo o Censo 2010, distribuídas em 775 municípios, nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e Maranhão. Além de conter 20% do bioma cerrado, a região abriga todo o bioma Amazônia, o mais extenso dos biomas nacionais, que corresponde a 1/3 das florestas tropicais úmidas do planeta, detém a mais elevada biodiversidade, o maior banco genético e 1/5 da disponibilidade mundial de água potável.

Sobre a Odebrecht Defesa e Tecnologia

 

Criada em 2011, a Odebrecht Defesa e Tecnologia – ODT é uma empresa provedora de soluções inovadoras, que contribui para a autonomia tecnológica brasileira e das Forças Armadas nos desafios de garantir a soberania nacional e o desenvolvimento da indústria nacional de defesa. A ODT tem participação em três empresas: Itaguaí Construções Navais (ICN), Consórcio Baia de Sepetiba (CBS) e Mectron.

Categories
Defesa Geopolítica

Reconstrução da Estação Antártica brasileira está prevista para o final deste ano

A vencedora da licitação foi a empresa estatal chinesa CEIEC Corporation que irá reerguer a base brasileira, incendiada em 2012. As obras devem começar no próximo verão antártico que vai de dezembro deste ano a março de 2016.

Foto: Marinha do Brasil

Projeto da Futura Estação Antártica Comandante Ferraz (EAFC).

Projeto da Futura Estação Antártica Comandante Ferraz (EAFC).

Para o trabalho que será realizado, a empresa chinesa pediu US$ 99,6 milhões, sendo o menor valor quando comparado com os valores das empresas finlandesas US$ 104,8 milhões e chilenas US$ 110,4 milhões, que ficaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente.

Todos os estudos referentes aos impactos ambientais para a construção da Estação foram realizados e aprovados pelo Ministério do Meio Ambiente. Além disso, foram consentidos também todos os projetos científicos que seguiram o Protocolo de Proteção Ambiental da Antártica e que deverão orientar a reconstrução da base brasileira.

Para atender este Protocolo, foi realizada uma força tarefa entre a Secretaria da Comissão Interministerial para Recursos do Mar (SeCIRM), Ministério do Meio Ambiente e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) que trabalharam para atender às exigências que reduzam os impactos ambientais.

O incêndio
A base brasileira teve cerca de 70% de suas instalações destruídas pelo incêndio que teve início na praça de máquinas da unidade, onde funcionavam os geradores de energia elétrica da estação. O incêndio, que aconteceu em fevereiro de 2012, levou a óbito dois militares brasileiros.

Apesar da grande destruição, alguns pontos da base permaneceram intactos como os laboratórios de estudo da alta atmosfera e de química e de meteorologia; os módulos isolados para emergência – que servem para refúgio e os dois módulos de captação de água doce. Também foram poupados os tanques de combustíveis, o heliponto e a estação-rádio de emergência.

O Proantar
O Brasil, nos últimos 30 anos, realiza pesquisas científicas em diversas áreas do conhecimento na Antártica, o que reforça sua condição de Membro Consultivo do Tratado da Antártica. O Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR), por exemplo, tem contribuído para o desenvolvimento da ciência antártica que tem um papel essencial nos sistemas naturais globais.

A Antártica, considerada a maior reserva do planeta, possui 90% de gelo e 70% de água doce é o principal regulador térmico da Terra. Com recursos minerais e energéticos incalculáveis, a Antártica controla as circulações atmosféricas e oceânicas, influenciando o clima e as condições de vida no planeta.

Assessoria de Comunicação
Ministério da Defesa
61 3312-4071

Categories
Uncategorized

How to Build Muscle Without Adding Fat

[g1_dropcap]F[/g1_dropcap]ar far away, behind the word mountains, far from the countries Vokalia and Consonantia, there live the blind texts. Separated they live in Bookmarksgrove right at the coast of the Semantics, a large language ocean. A small river named Duden flows by their place and supplies it with the necessary regelialia. It is a paradisematic country, in which roasted parts of sentences fly into your mouth.

Even the all-powerful…

Even the all-powerful Pointing has no control about the blind texts it is an almost unorthographic life One day however a small line of blind text by the name of Lorem Ipsum decided to leave for the far World of Grammar. The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas, wild Question Marks and devious Semikoli, but the Little Blind Text didn’t listen.

So it didn’t take long until a few insidious Copy Writers ambushed her, made her drunk with Longe and Parole and dragged her into their agency.

Harrison Thompson
Chief Executive Officer

She packed her seven versalia, put her initial into the belt and made herself on the way. When she reached the first hills of the Italic Mountains, she had a last view back on the skyline of her hometown Bookmarksgrove, the headline of Alphabet Village and the subline of her own road, the Line Lane. Pityful a rethoric question ran over her cheek, then she continued her way.

On her way she met a copy

The copy warned the Little Blind Text, that where it came from it would have been rewritten a thousand times and everything that was left from its origin would be the word “and” and the Little Blind Text should turn around and return to its own, safe country. But nothing the copy said could convince her and so it didn’t take long until a few insidious Copy Writers ambushed her, made her drunk with Longe and Parole and dragged her into their agency, where they abused her for their projects again and again. And if she hasn’t been rewritten, then they are still using her.

The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas
The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas

Far far away, behind the word mountains

Far from the countries Vokalia and Consonantia, there live the blind texts. Separated they live in Bookmarksgrove right at the coast of the Semantics, a large language ocean. A small river named Duden flows by their place and supplies it with the necessary regelialia.

[g1_progress_icon stop=”16″ max=”21″ size=”m” align=”right” style=”simple” icon_subset=”iconsmind-animals” icon=”wolf” direction=”right”]

The wolf population decreased in 2015

[/g1_progress_icon]

It is a paradisematic country, in which roasted parts of sentences fly into your mouth. Even the all-powerful Pointing has no control about the blind texts it is an almost unorthographic life One day however a small line of blind text by the name of Lorem Ipsum decided to leave for the far World of Grammar.

The Big Oxmox

The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas, wild Question Marks and devious Semikoli, but the Little Blind Text didn’t listen. She packed her seven versalia, put her initial into the belt and made herself on the way. When she reached the first hills of the Italic Mountains, she had a last view back on the skyline of her hometown Bookmarksgrove, the headline of Alphabet Village and the subline of her own road, the Line Lane.

Pityful a rethoric question ran over her cheek

Pityful a rethoric question ran over her cheek, then she continued her way. On her way she met a copy. The copy warned the Little Blind Text, that where it came from it would have been rewritten a thousand times and everything that was left from its origin would be the word “and” and the Little Blind Text should turn around and return to its own, safe country.

  • But nothing the copy said could convince her
  • So it didn’t take long until a few insidious Copy Writers ambushed her
  • And if she hasn’t been rewritten, then they are still using her

Far far away, behind the word mountains, far from the countries Vokalia and Consonantia, there live the blind texts. Separated they live in Bookmarksgrove right at the coast of the Semantics, a large language ocean.

A small river named Duden flows by their place and supplies it with the necessary regelialia. It is a paradisematic country, in which roasted parts of sentences fly into your mouth.

  1. Even the all-powerful Pointing has no control about the blind texts
  2. The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas
  3. But the Little Blind Text didn’t listen

When she reached the first hills of the Italic Mountains…

She had a last view back on the skyline of her hometown Bookmarksgrove, the headline of Alphabet Village and the subline of her own road, the Line Lane. Pityful a rethoric question ran over her cheek, then she continued her way. On her way she met a copy.

Alt test
Short caption example

The copy warned the Little Blind Text, that where it came from it would have been rewritten a thousand times and everything that was left from its origin would be the word “and” and the Little Blind Text should turn around and return to its own, safe country.

Safe country

But nothing the copy said could convince her and so it didn’t take long until a few insidious Copy Writers ambushed her, made her drunk with Longe and Parole and dragged her into their agency, where they abused her for their projects again and again. And if she hasn’t been rewritten, then they are still using her. Far far away, behind the word mountains, far from the countries Vokalia and Consonantia, there live the blind texts. Separated they live in Bookmarksgrove right at the coast of the Semantics, a large language ocean. A small river named Duden flows by their place and supplies it with the necessary regelialia.

Categories
Uncategorized

20 Best Smartphones on The Market Today

[g1_dropcap]F[/g1_dropcap]ar far away, behind the word mountains, far from the countries Vokalia and Consonantia, there live the blind texts. Separated they live in Bookmarksgrove right at the coast of the Semantics, a large language ocean. A small river named Duden flows by their place and supplies it with the necessary regelialia. It is a paradisematic country, in which roasted parts of sentences fly into your mouth.

Even the all-powerful…

Even the all-powerful Pointing has no control about the blind texts it is an almost unorthographic life One day however a small line of blind text by the name of Lorem Ipsum decided to leave for the far World of Grammar. The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas, wild Question Marks and devious Semikoli, but the Little Blind Text didn’t listen.

So it didn’t take long until a few insidious Copy Writers ambushed her, made her drunk with Longe and Parole and dragged her into their agency.

Harrison Thompson
Chief Executive Officer

She packed her seven versalia, put her initial into the belt and made herself on the way. When she reached the first hills of the Italic Mountains, she had a last view back on the skyline of her hometown Bookmarksgrove, the headline of Alphabet Village and the subline of her own road, the Line Lane. Pityful a rethoric question ran over her cheek, then she continued her way.

On her way she met a copy

The copy warned the Little Blind Text, that where it came from it would have been rewritten a thousand times and everything that was left from its origin would be the word “and” and the Little Blind Text should turn around and return to its own, safe country. But nothing the copy said could convince her and so it didn’t take long until a few insidious Copy Writers ambushed her, made her drunk with Longe and Parole and dragged her into their agency, where they abused her for their projects again and again. And if she hasn’t been rewritten, then they are still using her.

The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas
The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas

Far far away, behind the word mountains

Far from the countries Vokalia and Consonantia, there live the blind texts. Separated they live in Bookmarksgrove right at the coast of the Semantics, a large language ocean. A small river named Duden flows by their place and supplies it with the necessary regelialia.

[g1_progress_icon stop=”16″ max=”21″ size=”m” align=”right” style=”simple” icon_subset=”iconsmind-animals” icon=”wolf” direction=”right”]

The wolf population decreased in 2015

[/g1_progress_icon]

It is a paradisematic country, in which roasted parts of sentences fly into your mouth. Even the all-powerful Pointing has no control about the blind texts it is an almost unorthographic life One day however a small line of blind text by the name of Lorem Ipsum decided to leave for the far World of Grammar.

The Big Oxmox

The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas, wild Question Marks and devious Semikoli, but the Little Blind Text didn’t listen. She packed her seven versalia, put her initial into the belt and made herself on the way. When she reached the first hills of the Italic Mountains, she had a last view back on the skyline of her hometown Bookmarksgrove, the headline of Alphabet Village and the subline of her own road, the Line Lane.

Pityful a rethoric question ran over her cheek

Pityful a rethoric question ran over her cheek, then she continued her way. On her way she met a copy. The copy warned the Little Blind Text, that where it came from it would have been rewritten a thousand times and everything that was left from its origin would be the word “and” and the Little Blind Text should turn around and return to its own, safe country.

  • But nothing the copy said could convince her
  • So it didn’t take long until a few insidious Copy Writers ambushed her
  • And if she hasn’t been rewritten, then they are still using her

Far far away, behind the word mountains, far from the countries Vokalia and Consonantia, there live the blind texts. Separated they live in Bookmarksgrove right at the coast of the Semantics, a large language ocean.

A small river named Duden flows by their place and supplies it with the necessary regelialia. It is a paradisematic country, in which roasted parts of sentences fly into your mouth.

  1. Even the all-powerful Pointing has no control about the blind texts
  2. The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas
  3. But the Little Blind Text didn’t listen

When she reached the first hills of the Italic Mountains…

She had a last view back on the skyline of her hometown Bookmarksgrove, the headline of Alphabet Village and the subline of her own road, the Line Lane. Pityful a rethoric question ran over her cheek, then she continued her way. On her way she met a copy.

Alt test
Short caption example

The copy warned the Little Blind Text, that where it came from it would have been rewritten a thousand times and everything that was left from its origin would be the word “and” and the Little Blind Text should turn around and return to its own, safe country.

Safe country

But nothing the copy said could convince her and so it didn’t take long until a few insidious Copy Writers ambushed her, made her drunk with Longe and Parole and dragged her into their agency, where they abused her for their projects again and again. And if she hasn’t been rewritten, then they are still using her. Far far away, behind the word mountains, far from the countries Vokalia and Consonantia, there live the blind texts. Separated they live in Bookmarksgrove right at the coast of the Semantics, a large language ocean. A small river named Duden flows by their place and supplies it with the necessary regelialia.

Categories
Uncategorized

Um pouco de ação para descontrair….

[embedplusvideo height=”395″ width=”650″ editlink=”http://bit.ly/1dg77jc” standard=”http://www.youtube.com/v/qBG8XCH4-mI?fs=1″ vars=”ytid=qBG8XCH4-mI&width=650&height=395&start=&stop=&rs=w&hd=0&autoplay=0&react=1&chapters=&notes=” id=”ep6036″ /]

 

Para assistir o vide-o completo clique aqui

Categories
Acidentes e Catástrofes China Conflitos Defesa Defesa em Arte Destaques Inteligência Mísseis Sistemas de Armas

China lança desafio nuclear aos EUA

EUA-China-Flag

Aposta em mísseis de longa distância com múltiplas ogivas preocupa Washington

WASHINGTON — Depois de décadas mantendo uma força nuclear pouco expressiva, a China tem investido em mísseis de longo alcance que transportem várias ogivas, um passo que autoridades federais americanas e analistas políticos dizem servir para intimidar os Estados Unidos, já que Washington prepara-se para implantar defesas antimísseis mais robustas no Pacífico.

O que torna a decisão da China particularmente notável é que a tecnologia de miniaturização de ogivas e de transporte de três ou mais delas num único míssil está em mãos chinesas há décadas. Mas uma sucessão de líderes deixou-a inativa — eles não estavam interessados em participar do tipo de corrida armamentista que caracterizou a competição da Guerra Fria nuclear entre EUA e União Soviética.

Agora, entretanto, o presidente Xi Jinping parece ter mudado o curso da política sobre o tema, ao mesmo tempo em que constrói aeroportos militares em ilhas disputadas do Mar do Sul da China, declara zonas exclusivas “de identificação de defesa aérea”, envia submarinos chineses pelo Golfo Pérsico pela primeira vez e cria um novo arsenal poderoso de armas cibernéticas.

Muitos destes passos têm surpreendido funcionários dos EUA e se tornaram uma evidência do desafio que o governo Obama enfrenta para lidar com a China, particularmente depois que agências de Inteligência americanas previram que Xi focaria no desenvolvimento econômico e seguiria o caminho de seu predecessor, que defendia a “ascensão pacífica” do país.

KERRY EM PEQUIM

O secretário de Estado, John Kerry, desembarcou há dois dias em Pequim para discutir questões econômicas e de segurança que preocupam os EUA, embora ainda não esteja claro se o desenvolvimento de mísseis, que as autoridades descrevem como recente, estava na agenda.

Funcionários americanos dizem que, até agora, a China negou-se a participar de conversas sobre o início da implantação de múltiplas ogivas nucleares em seus mísseis balísticos.

— Os EUA gostariam de ter uma discussão mais ampla sobre as questões de modernização nuclear e de mísseis balísticos de defesa com a China — afirmou Phillip Saunders, diretor do Centro para Estudo de Assuntos Militares na Universidade de Defesa Nacional, instituição acadêmica fundada pelo Pentágono. — Os chineses têm sido relutantes em discutir o tema em canais oficiais.

Entretanto, Saunders e outros especialistas têm se engajado em conversas não oficiais com chineses sobre a questão. O novo programa nuclear de Pequim foi descrito com profundidade no relatório anual do Pentágono ao Congresso e revelou um dilema para o governo Obama, que nunca falou publicamente sobre o avanço nuclear da China.

O presidente americano está sob mais pressão do que nunca para implantar sistemas de defesa antibalística no Pacífico, embora a política oficial seja a de que estes interceptadores sirvam para conter a Coreia do Norte, não a China. Além disso, Obama tenta encontrar uma forma de sinalizar que resistirá aos esforços da China para intimidar seus vizinhos — incluindo os mais próximos aliados de Washington — e manter os EUA fora do Pacífico Ocidental.

Já se aventa no Pentágono sobre acelerar o esforço de defesa antibalística e enviar navios militares às águas internacionais próximo às ilhas em disputa, para deixar claro que os EUA vão insistir na navegação livre em áreas que a China está reivindicando como zonas exclusivas.

Para autoridades americanas, o movimento chinês demonstra uma rápida transformação da estratégia de Xi, agora considerado um dos líderes mais poderosos desde Mao Tsé-tung ou Deng Xiaoping. Fotografias divulgadas recentemente dos esforços chineses para recuperar a terra em disputa nas ilhas do Mar do Sul da China e de construir aeródromos no local chamaram a atenção da Casa Branca e de militares pela velocidade e pela intensidade da determinação de Xi em empurrar potenciais competidores de suas vizinhanças no Pacífico.

Isto envolve a construção de porta-aviões e submarinos para criar uma força que possa representar um desafio aos EUA numa crise regional. Parte do programa de modernização militar da China tem como alvo direto a superioridade tecnológica americana. A China tem buscado tecnologias para bloquear a vigilância e a comunicação de satélites, e seus principais investimentos em cibertecnologia são vistos por funcionários dos EUA como forma de roubar propriedade intelectual e se preparar para um conflito.

Fonte: O Globo

 

Categories
Acidentes e Catástrofes Conflitos Terrorismo

Estado Islamico estabelece Bagdá e Karbala como próximos alvos

A-Nigerian-terrorist-group-Boko-Haram-merged-with-“ISIS”.

O líder do Estado Islâmico (EI, ex-Isis), Abu Bakr al Baghdadi, anunciou que o grupo extremista pretende tomar o controle das cidades de Bagdá e Karbala, no Iraque. Segundo ele, após a invasão de Ramadi, os próximos objetivos do EI são a capital iraquiana e a cidade santa xiita.

O anúncio foi feito em uma mensagem de 40 minutos divulgada nesta segunda-feira (18) pela agência de notícias Aamaq, ligada ao EI. No entanto, ainda não foi possível verificar a autenticidade do arquivo, cujo título é “O Estado Islâmico liberou Ramadi”.

O vídeo contém uma série de imagens de confrontos na capital da província de Anbar e recortes de matérias jornalísticas sobre a derrota das forças iraquianas contra o EI. Cerca de 500 pessoas, entre civis e soldados iraquianos, foram mortas nos últimos dias em confrontos em Ramadi, que foi tomada pelo EI na semana passada.A estatística foi feita pelas autoridades da província de Anbar. De acordo com o porta-voz do governo, outras oito mil pessoas fugiram do local devido à invasão.

Fonte: ANSA

Categories
Uncategorized

Estados Unidos e Reino Unido operando juntos

Uma das mulheres do mais alto escalão das Forças Armadas dos EUA se reuniu com seus colegas da Marinha Real para planejar operações conjuntas entre porta-aviões britânicos e americanos.

Durante uma visita ao HMS rainha Elizabeth em março, a vice-almirante Nora Tyson e sua equipe discutiram como os porta-aviões do Reino Unido e dos Estados Unidos trabalhariam juntos em tarefas combinadas.

Vice-Almirante Tyson é a primeira mulher a comandar um grupo de batalha da Marinha dos EUA.

Os EUA e o Reino Unido assinaram uma Declaração de Intenções, em 2012, que estabeleceu seu compromisso com a Força de Ataque Combinada uma vez que o HMS Rainha Elizabeth se torne operacional.

Vice-Almirante Tyson e sua equipe estão avaliando a forma como esse compromisso pode ser explorada incluindo oportunidades para a obtenção de experiência conjunta a partir da operação do Joint Strike Fighter F35B, que é compartilhado pela Marinha Real e os EUA Marine Corps.

O HMS Rainha Elizabeth está previsto para começar testes no mar próximo ano, enquanto HMS Prince of Wales está sendo montado no estaleiro Rosyth. Juntos, estes porta-aviões representam o retorno da capacidade de ataque da Marinha Real Britânica – Royal Navy.

Image: Royal Navy

Fonte: NavalToday

Categories
Acidentes e Catástrofes Africa América do Sul América Latina Conflitos Infantry Fighting Vehicles Inteligência Terrorismo

Estado Islâmico obtém o controle de Ramadi, no Iraque, a 100 km de Bagdá

20140610071901695afp

‘Ramadi caiu e os militares estão fugindo’, disse o porta-voz da província.
Na sexta, EI havia conseguido avançar sobre a sede do governo local.

Integrantes do Estado Islâmico tomaram controle da cidade iraquiana de Ramadi, que fica a 100 km da capital, Bagdá. Nem o intenso ataque aéreo liderado pelos Estados Unidos impediu os extremistas de avançar sobre a região. Segundo a agência Reuters, os combatentes do EI tomaram uma importante base militar neste domingo (17), o que forçou o primeiro-ministro iraquiano, Haider al-Abadi, a autorizar o emprego de forças paramilitares xiitas para retomar o controle de uma província de maioria sunita. Membros das Forças Armadas disseram que tiveram de deixar o Comando de Operações de Anbar depois que foram atacados pelos insurgentes. Um dos oficiais, que falou sob condição de anonimato, contou que os rebeldes chegaram a pedir via megafone que os soldados iraquianos deixassem suas armas, com a promessa de voltarem para casa em segurança.

“Agora estamos cercados dentro do Comando de Operações por Daesh, e estão chovendo bombas de morteiro”, disse um oficial militar dentro da base. Daesh é um acrônimo árabe para o Estado Islâmico. “Os combatentes do Daesh estão em quase todas as ruas. É uma situação caótica e as coisas estão saindo fora do controle. Ramadi está caindo nas mãos do Daesh”, disse o oficial.

Ramadi, capital da província de Anbar, é a primeira grande cidade a ser conquistada pelos Estado Islâmico no Iraque desde que as forças de segurança e grupos paramilitares começaram a forçá-los a retroceder, no ano passado, com a ajuda dos bombardeios realizados pela coalizão liderada pelos Estados Unidos. Segundo o “USA Today”, o porta-voz da província de Anbar, Muhannad Haimour, disse que a cidade havia caído e estava tomada. “Os militares estão fugindo”, confirmou Haimour. Os extremistas passaram a dominar a maior parte de Ramadi na sexta-feira (15), fincando sua bandeira negra na sede do governo local no centro da cidade. Entretanto, um contingente de forças especiais iraquianas conseguiu deter o grupo no bairro de Malaab. O Pentágono, sede da Defesa dos EUA, se manifestou no fim da tarde deste domingo sobre o assunto. De acordo com a porta-voz da instituição, Maureen Schumann, “é muito cedo para tecer comentários sobre a situação na região. Ela acrescentou dizendo que “os Estados Unidos continuam a monitorar o difícil combate em Ramadi e a situação permanece fluida e contestada”.

Categories
América do Sul América Latina Armored Personnel Carriers Defesa Defesa em Arte Destaques EVENTOS Infantry Fighting Vehicles Negócios e serviços Sistemas de Armas

Peru apresenta variante modernizada do seu blindado BRM-600

Peru_unveils_upgraded_variant_of_the_BMR_600_APC_fitted_with_Guardian_remote_weapon_statio_640_001

A Infanteria de Marina Del Peru apresentou durante a 5ª Edição da International Defense Technology Exhibition & Prevention of Natural Disasters SITDEF 2015 a variante atualizada do seu veiculo blindado de transporte de pessoal BMR-600 (Blindado Medio de Ruedas) Equipado com uma estação de arma remotamente controlada (Remote Weapon Station – RWS)   Guardian. A Estação Remota Guardian e fabricada pela empresa Espanhola Escribano e equipada com uma metralhadora Browning M-2HB 12. 7 mm. E com sensores que permitem a visualização do inimigo de dia ou de noite e sob quaisquer condições climáticas. Com esses sistemas a Guardian possui estabilização das linhas de visada e de tiro possibilitando um disparo preciso mesmo em condições de movimentação do veiculo. O sistema pode ser operado por apenas um operador que fica abrigado dentro do veiculo.

Peru_unveils_upgraded_variant_of_the_BMR_600_APC_fitted_with_Guardian_remote_weapon_statio_640_002

A variante atualizada do BMR-600 faz parte do Projeto SACF III que e co-dirigido pela Peruana  (SIMA Servicios Industriales de la Marina) e peã Espanhola Escribano que também inclui a instalação da estação Remota Guardian em  barcos de patrulha da Guarda Costeira e canhoneiras fluviais Classe Clavero. A modernização dos Blindados 6×6 visa estende sua vida útil e melhorar sua capacidade operacional nos cenários de emprego atual da Infanteria de Marina Del Peru. Vale lembrar que o BRM-600 foi adquirido em 1986, o Peru adquiriu um total de 25 Blindados 6×6 BMR-600. Essa compra compreendia em 20 unidades da variante de transporte de tropas (APC), uma unidade da variante  posto de comando e quatro unidades de viaturas de apoio fogo equipado com um canhão de 90mm.

10406588_464684327027257_8390904259565175784_n

Recentemente o Ministério da Defesa peruano encomendou 32 veículos blindados 8×8 LAV-II (APC) da General Dynamics Land Systems do Canadá (GDLS-C) em um contrato de US$ 67 milhões. As entregas das primeiras unidades estão previstas para meados de 2015. A modernização do BRM-600 da Infanteria de Marina Del Peru faz parte do plano de expansão da Marinha do Peru pretende Criar dois novos batalhões e incorporar mais de 1.800 militares em 2016.  Juntamente com a compra do LAV II e a modernização dos BMR-600 fazem parte do programa a compra 12 hovercrafts Griffon GH2000, 24 barcos de patrulha fluvial, dois LPD classe Makassar, oito embarcações de patrulha MGP-2000 e a compra do ex-HNLMS Amsterdam.

 

Fonte: Armyrecognation

Fonte: Defensa.com