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BAE Systems vai fornecer canhões navais para a Marinha do Brasil

40Mk4BAE Systems vai fornecer canhões navais para a Marinha do Brasil

 

Karlskoga, Suécia – A BAE Systems fechou um contrato para produzir e entregar cinco canhões navais Bofors 40 Mk4 para os navios de patrulha da classe “Macaé” da Marinha do Brasil. O 40 Mk4 é a mais nova versão naval do Bofors 40 mm, canhão usado por muitas Marinhas e Guardas Costeiras ao redor do mundo. “A versatilidade do novo canhão e seus sistemas de munição 40 mm são atraentes para clientes em todo o mundo”, disse Lena Gillström, diretora de sistema de armas da BAE Systems Suécia. “Este contrato reforça nossa posição como fornecedor líder de canhões navais nas Américas.”

A produção em série começará imediatamente, com entregas iniciando em 2016 e continuando até 2018. Uma parte da fabricação das peças, de subsistemas, montagem final e testes será feita no Brasil, por meio de parcerias com empresas nacionais. Uma delas é com a Ares Aeroespacial eDefensa S/A, do Rio de Janeiro, fechada recentemente para a fabricação, montagem e instalação e atividades de pós-venda para os canhões 40 Mk4. “A produção local dos canhões navais mostra nosso compromisso em estabelecer parcerias mutuamente benéficas com a indústriabrasileira”, disse Llyr Jones, vice-presidente para a América Latina e Canadá na BAE Systems. “Estamos aplicando princípios semelhantes aos nossos outros programas brasileiros.”

Nos últimos 40 anos, a BAE Systems entregou cerca de cem canhões 40 mm para a Marinha do Brasil, para o corpo de Fuzileiros Navais e para oExército Brasileiro, assim como milhares de cartuchos de munição 40 mm. A munição programável e multiuso 3P da empresa é fabricada no Brasil desde 1999. Além do Brasil, Japão, Suécia, Finlândia, Islândia, Estônia, Uruguai, Indonésia e Malásia, entre outros países, também usam os canhões40 Mk4 da BAE Systems.

Sobre a BAE Systems

A BAE Systems atende as necessidades de seus clientes e oferece uma ampla gama de soluções avançadas em equipamentos de defesa, aeroespaciais e de segurança. A empresa trabalha em conjunto com seus parceiros locais para desenvolver, construir, produzir e apoiar as inovações que garantem a soberania, sustentam a economia e protegem os interesses comerciais dos diversos países em que atua. Seus 88 mil funcionários, nos seis continentes, estão empenhados em criar soluções que protegem e fortalecem nações, comércio, comunidades e pessoas.

Karlskoga, Suécia – A BAE Systems fechou um contrato para produzir e entregar cinco canhões navais Bofors 40 Mk4 para os navios de patrulha da classe “Macaé” da Marinha do Brasil. O 40 Mk4 é a mais nova versão naval do Bofors 40 mm, canhão usado por muitas Marinhas e Guardas Costeiras ao redor do mundo. “A versatilidade do novo canhão e seus sistemas de munição 40 mm são atraentes para clientes em todo o mundo”, disse Lena Gillström, diretora de sistema de armas da BAE Systems Suécia. “Este contrato reforça nossa posição como fornecedor líder de canhões navais nas Américas.”

A produção em série começará imediatamente, com entregas iniciando em 2016 e continuando até 2018. Uma parte da fabricação das peças, de subsistemas, montagem final e testes será feita no Brasil, por meio de parcerias com empresas nacionais. Uma delas é com a Ares Aeroespacial eDefensa S/A, do Rio de Janeiro, fechada recentemente para a fabricação, montagem e instalação e atividades de pós-venda para os canhões 40 Mk4. “A produção local dos canhões navais mostra nosso compromisso em estabelecer parcerias mutuamente benéficas com a indústriabrasileira”, disse Llyr Jones, vice-presidente para a América Latina e Canadá na BAE Systems. “Estamos aplicando princípios semelhantes aos nossos outros programas brasileiros.”

Nos últimos 40 anos, a BAE Systems entregou cerca de cem canhões 40 mm para a Marinha do Brasil, para o corpo de Fuzileiros Navais e para oExército Brasileiro, assim como milhares de cartuchos de munição 40 mm. A munição programável e multiuso 3P da empresa é fabricada no Brasil desde 1999. Além do Brasil, Japão, Suécia, Finlândia, Islândia, Estônia, Uruguai, Indonésia e Malásia, entre outros países, também usam os canhões40 Mk4 da BAE Systems.

Sobre a BAE Systems

A BAE Systems atende as necessidades de seus clientes e oferece uma ampla gama de soluções avançadas em equipamentos de defesa, aeroespaciais e de segurança. A empresa trabalha em conjunto com seus parceiros locais para desenvolver, construir, produzir e apoiar as inovações que garantem a soberania, sustentam a economia e protegem os interesses comerciais dos diversos países em que atua. Seus 88 mil funcionários, nos seis continentes, estão empenhados em criar soluções que protegem e fortalecem nações, comércio, comunidades e pessoas.

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Odebrecht Defesa e Tecnologia assina memorando de entendimento para desenvolvimento do Programa de Integração da Amazônia Legal

Odebrecht-defesa-e-tecnologiaA Odebrecht Defesa e Tecnologia assinou memorando de entendimento para cooperação privada com as empresas chinesas CEC – China Electronics Corporation e ICBC – Industrial and Commercial Bank of China Ltd para desenvolvimento do Programa de Integração da Amazônia Legal (PIAL).

Com investimento esperado de US$ 3 bilhões, o programa prevê a elaboração de projetos de proteção da Amazônia Legal. O objetivo do PIAL é contribuir com a integração da Amazônia Legal ao Estado Brasileiro com o emprego de novos sensores e novas tecnologias, além de modernizar e complementar o atual SIPAM, implantado em 1990 e que atende demandas militares e civis, com foco prioritário no controle do trafego aéreo.

A contribuição para a integração regional resultará na geração de melhores instrumentos para a condução de políticas públicas. Entre os destaques estão o incremento do monitoramento ambiental, que fortalecerá a vigilância exercida pelo IBAMA do Ministério do Meio Ambiente. O PIAL também apoiará no sensoriamento climático, que contribuirá para melhoria das previsões meteorológicas do Instituto Nacional de Meteorologia – INMET e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE. Trará benefícios ao setor da saúde, pois aplicará tecnologias interativas eletrônicas para melhoria da estratégia e logística do sistema de saúde à população. Permitirá ainda medidas de apoio à educação, com implantação de sistemas de educação à distância do Ministério da Educação.

Por meio da parceria entre empresas privadas brasileiras e instituições chinesas, esse Programa, financiado e operado sob modelo privado, não gerará impactos na Balança Comercial Brasileira e não contemplará investimentos do Tesouro Nacional.

Entre as tecnologias que planeja-se oferecer estão Sistemas de Comando e Controle; Sistemas de Comunicações Regionais (rádio, satélite e fibra ótica); Sistemas de Observação da Terra (ótico e radar), com sensores embarcados em satélites e em UAVs; Sistemas de controle do espectro eletromagnético; Sistemas de Monitoramento Atmosférico; Sistemas de Monitoramento Ecológico (fauna e flora), Sistemas de Monitoramento de Poluição Ambiental; Sistemas de Monitoramento Hidrológico; Sistemas de Monitoramento de Água Fluvial; Sistemas de Monitoramento de Queimadas; Sistemas de educação à distância; Sistemas de Suporte para Telemedicina; dentre inúmeras outras tecnologias na fronteira do conhecimento.

A Amazônia Legal ocupa 59% do território brasileiro, no qual vivem cerca de 24 milhões de pessoas, segundo o Censo 2010, distribuídas em 775 municípios, nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e Maranhão. Além de conter 20% do bioma cerrado, a região abriga todo o bioma Amazônia, o mais extenso dos biomas nacionais, que corresponde a 1/3 das florestas tropicais úmidas do planeta, detém a mais elevada biodiversidade, o maior banco genético e 1/5 da disponibilidade mundial de água potável.

Sobre a Odebrecht Defesa e Tecnologia

 

Criada em 2011, a Odebrecht Defesa e Tecnologia – ODT é uma empresa provedora de soluções inovadoras, que contribui para a autonomia tecnológica brasileira e das Forças Armadas nos desafios de garantir a soberania nacional e o desenvolvimento da indústria nacional de defesa. A ODT tem participação em três empresas: Itaguaí Construções Navais (ICN), Consórcio Baia de Sepetiba (CBS) e Mectron.

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Defesa Geopolítica

Reconstrução da Estação Antártica brasileira está prevista para o final deste ano

A vencedora da licitação foi a empresa estatal chinesa CEIEC Corporation que irá reerguer a base brasileira, incendiada em 2012. As obras devem começar no próximo verão antártico que vai de dezembro deste ano a março de 2016.

Foto: Marinha do Brasil

Projeto da Futura Estação Antártica Comandante Ferraz (EAFC).

Projeto da Futura Estação Antártica Comandante Ferraz (EAFC).

Para o trabalho que será realizado, a empresa chinesa pediu US$ 99,6 milhões, sendo o menor valor quando comparado com os valores das empresas finlandesas US$ 104,8 milhões e chilenas US$ 110,4 milhões, que ficaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente.

Todos os estudos referentes aos impactos ambientais para a construção da Estação foram realizados e aprovados pelo Ministério do Meio Ambiente. Além disso, foram consentidos também todos os projetos científicos que seguiram o Protocolo de Proteção Ambiental da Antártica e que deverão orientar a reconstrução da base brasileira.

Para atender este Protocolo, foi realizada uma força tarefa entre a Secretaria da Comissão Interministerial para Recursos do Mar (SeCIRM), Ministério do Meio Ambiente e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) que trabalharam para atender às exigências que reduzam os impactos ambientais.

O incêndio
A base brasileira teve cerca de 70% de suas instalações destruídas pelo incêndio que teve início na praça de máquinas da unidade, onde funcionavam os geradores de energia elétrica da estação. O incêndio, que aconteceu em fevereiro de 2012, levou a óbito dois militares brasileiros.

Apesar da grande destruição, alguns pontos da base permaneceram intactos como os laboratórios de estudo da alta atmosfera e de química e de meteorologia; os módulos isolados para emergência – que servem para refúgio e os dois módulos de captação de água doce. Também foram poupados os tanques de combustíveis, o heliponto e a estação-rádio de emergência.

O Proantar
O Brasil, nos últimos 30 anos, realiza pesquisas científicas em diversas áreas do conhecimento na Antártica, o que reforça sua condição de Membro Consultivo do Tratado da Antártica. O Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR), por exemplo, tem contribuído para o desenvolvimento da ciência antártica que tem um papel essencial nos sistemas naturais globais.

A Antártica, considerada a maior reserva do planeta, possui 90% de gelo e 70% de água doce é o principal regulador térmico da Terra. Com recursos minerais e energéticos incalculáveis, a Antártica controla as circulações atmosféricas e oceânicas, influenciando o clima e as condições de vida no planeta.

Assessoria de Comunicação
Ministério da Defesa
61 3312-4071

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How to Build Muscle Without Adding Fat

[g1_dropcap]F[/g1_dropcap]ar far away, behind the word mountains, far from the countries Vokalia and Consonantia, there live the blind texts. Separated they live in Bookmarksgrove right at the coast of the Semantics, a large language ocean. A small river named Duden flows by their place and supplies it with the necessary regelialia. It is a paradisematic country, in which roasted parts of sentences fly into your mouth.

Even the all-powerful…

Even the all-powerful Pointing has no control about the blind texts it is an almost unorthographic life One day however a small line of blind text by the name of Lorem Ipsum decided to leave for the far World of Grammar. The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas, wild Question Marks and devious Semikoli, but the Little Blind Text didn’t listen.

So it didn’t take long until a few insidious Copy Writers ambushed her, made her drunk with Longe and Parole and dragged her into their agency.

Harrison Thompson
Chief Executive Officer

She packed her seven versalia, put her initial into the belt and made herself on the way. When she reached the first hills of the Italic Mountains, she had a last view back on the skyline of her hometown Bookmarksgrove, the headline of Alphabet Village and the subline of her own road, the Line Lane. Pityful a rethoric question ran over her cheek, then she continued her way.

On her way she met a copy

The copy warned the Little Blind Text, that where it came from it would have been rewritten a thousand times and everything that was left from its origin would be the word “and” and the Little Blind Text should turn around and return to its own, safe country. But nothing the copy said could convince her and so it didn’t take long until a few insidious Copy Writers ambushed her, made her drunk with Longe and Parole and dragged her into their agency, where they abused her for their projects again and again. And if she hasn’t been rewritten, then they are still using her.

The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas
The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas

Far far away, behind the word mountains

Far from the countries Vokalia and Consonantia, there live the blind texts. Separated they live in Bookmarksgrove right at the coast of the Semantics, a large language ocean. A small river named Duden flows by their place and supplies it with the necessary regelialia.

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The wolf population decreased in 2015

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It is a paradisematic country, in which roasted parts of sentences fly into your mouth. Even the all-powerful Pointing has no control about the blind texts it is an almost unorthographic life One day however a small line of blind text by the name of Lorem Ipsum decided to leave for the far World of Grammar.

The Big Oxmox

The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas, wild Question Marks and devious Semikoli, but the Little Blind Text didn’t listen. She packed her seven versalia, put her initial into the belt and made herself on the way. When she reached the first hills of the Italic Mountains, she had a last view back on the skyline of her hometown Bookmarksgrove, the headline of Alphabet Village and the subline of her own road, the Line Lane.

Pityful a rethoric question ran over her cheek

Pityful a rethoric question ran over her cheek, then she continued her way. On her way she met a copy. The copy warned the Little Blind Text, that where it came from it would have been rewritten a thousand times and everything that was left from its origin would be the word “and” and the Little Blind Text should turn around and return to its own, safe country.

  • But nothing the copy said could convince her
  • So it didn’t take long until a few insidious Copy Writers ambushed her
  • And if she hasn’t been rewritten, then they are still using her

Far far away, behind the word mountains, far from the countries Vokalia and Consonantia, there live the blind texts. Separated they live in Bookmarksgrove right at the coast of the Semantics, a large language ocean.

A small river named Duden flows by their place and supplies it with the necessary regelialia. It is a paradisematic country, in which roasted parts of sentences fly into your mouth.

  1. Even the all-powerful Pointing has no control about the blind texts
  2. The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas
  3. But the Little Blind Text didn’t listen

When she reached the first hills of the Italic Mountains…

She had a last view back on the skyline of her hometown Bookmarksgrove, the headline of Alphabet Village and the subline of her own road, the Line Lane. Pityful a rethoric question ran over her cheek, then she continued her way. On her way she met a copy.

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The copy warned the Little Blind Text, that where it came from it would have been rewritten a thousand times and everything that was left from its origin would be the word “and” and the Little Blind Text should turn around and return to its own, safe country.

Safe country

But nothing the copy said could convince her and so it didn’t take long until a few insidious Copy Writers ambushed her, made her drunk with Longe and Parole and dragged her into their agency, where they abused her for their projects again and again. And if she hasn’t been rewritten, then they are still using her. Far far away, behind the word mountains, far from the countries Vokalia and Consonantia, there live the blind texts. Separated they live in Bookmarksgrove right at the coast of the Semantics, a large language ocean. A small river named Duden flows by their place and supplies it with the necessary regelialia.