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Carro de Combate Т-15 ARMATA

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Vídeo: Carro de Combate Т-14 ARMATA

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Geopolítica Opinião Rússia

Colaboração entre Rússia e Índia incomoda EUA

© AP Photo/ Saurabh Das

A colaboração entre Rússia e Índia aparentemente vem se tornando incômoda para os Estados Unidos, e Washington tenta incrementar suas relações no setor de defesa com o governo indiano.

A expectativa é de que, durante a próxima visita à Índia, o secretário americano de Defesa, Ashton Carter, ofereça a Nova Deli uma nova aeronave tática feita nos EUA e um contrato bilateral com duração de dez anos para o setor de defesa, diz o especialista em relações militares, Franz-Stefan Gady.

“Estamos buscando fazer mais em termos de exercícios militares e treinamento conjunto com nossos colegas indianos”, disse o embaixador dos Estados Unidos na Índia, Richard Rahul Verna, segundo o especialista.

A estratégia americana pode ser considerada como uma resposta à maior cooperação entre os países do grupo BRICS (Brasil, China, Índia, China e África do Sul). De fato, Moscou e Nova Deli vem aos poucos aumentando seus laços no campo militar ao longo dos anos. O Kremlin já afirmou seguidas vezes que valoriza sua “parceria estratégica privilegiada” com a Índia e expressou confiança na possibilidade de ambos países aumentarem suas relações econômicas e políticas.

De acordo com o Serviço Federal Russo para Cooperação Militar-tecnológica (FSMTC), em 2014, Nova Deli foi a maior compradora de armas russas, adquirindo o equivalente a US$ 4,7 bilhões em armas e equipamentos militares.

Além disso, projetos militares conjuntos de Rússia e Índia incluem a fabricação de uma quinta geração de aeronaves de combate, tanques T90, sistemas Smerch de lançamento múltiplos de foguetes e mísseis supersônicos Brahmos.

O grupo BRICS, apoiado pela experiência e poder militares da Rússia, vem crescendo como ator global autossuficiente — não apenas uma aliança econômica.

Crispin Rovere, especialista australiano em relações na região Ásia-Pacifico, sugere que “no longo prazo, uma coalizão anti-EUA formada por China, Rússia e Índia não pode ser descartada.”

Ao tentar fortalecer as ligações com a Índia, os Estados Unidos aparentemente tentam uma jogada dupla: enfraquecer o sucesso diplomático de Moscou na Ásia e intensificar as contradições entre Nova Deli e Pequim.

Entretanto, de acordo com Crispin Rovere, a estratégia não parece rumar para o sucesso: embora existam certos atritos entre China e Índia, uma competição entre os dois países “certamente não seria nada comparado à competição que existe entre a China e os Estados Unidos.”

Por outro lado, a Rússia continua como “único parceiro estratégico” da Índia, enquanto os três países — Rússia, Índia e China —  “têm uma grande preferência por uma ordem mundial multipolar e a diluição da hegemonia americana.”

Fonte: Sputnik News Brasil

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Brasil Conflitos EVENTOS Geopolítica História Rússia

Bandeira da Rússia estará no desfile dos 70 anos do fim da Segunda Guerra Mundial, no Rio

© Sputnik/ Alexei Danichev

Por determinação do Ministro da Defesa, Jaques Wagner, a bandeira da Federação Russa estará presente na sexta-feira, 8 de maio, no desfile militar comemorativo dos 70 anos do fim da II Guerra Mundial. Como de hábito, o desfile será realizado junto ao Monumento Nacional aos Mortos na Segunda Guerra Mundial, no Parque do Flamengo, no Rio de Janeiro.

A presença da bandeira russa neste desfile, segundo o Ministro Wagner, citado na coluna de Ancelmo Gois, no jornal “O Globo”, é uma forma de atender aos apelos de uma campanha e de uma petição pública que vêm sendo veiculadas na Internet, visando ao hasteamento da bandeira da Rússia no Monumento, ao lado das bandeiras de Brasil, França, Grã-Bretanha e Estados Unidos. Isto porque a Rússia é sucessora direta da extinta União Soviética, o país responsável pela vitória sobre os nazistas, conforme é atestado por inúmeros historiadores internacionais.

A bandeira da Federação Russa será empunhada pelo pelotão dos fuzileiros navais, responsável pela condução dos pavilhões de todos os 45 países igualmente considerados vitoriosos no maior conflito mundial do século XX.

O Monumento Nacional aos Mortos na II Guerra Mundial foi idealizado pelo Marechal Mascarenhas de Moraes, comandante da FEB, Força Expedicionária Brasileira, cujos integrantes, popularmente conhecidos como pracinhas, combateram na Frente da Itália durante a II Guerra Mundial.

Os organizadores da campanha pretendem continuar com seus esforços para que a bandeira da Rússia tenha seu lugar de modo permanente à frente do Monumento, ao lado das bandeiras dos países aliados na Guerra.

Fonte: Sputnik News Brasil

 

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Destaques Geopolítica Opinião

O ‘ocaso’ do império britânico

Nunca o papel do Reino Unido no mundo foi menos influente em 200 de seus 300 anos de democracia parlamentar, e um sintoma disso foi a ausência de debate sobre política internacional na atual campanha eleitoral.

Em uma época em que existem mais ameaças do que nunca à segurança do Ocidente desde o fim da Guerra Fria, nem Rússia, nem o Estado Islâmico, nem Síria, nem Irã foram temas de discussão. Nem sequer se falou da União Europeia, assunto que se supõe capaz de dividir a nação em dois. Quanto à imigração, foi tratada apenas como questão de política interna. Não houve uma conversa sobre a catástrofe humanitária no Mediterrâneo.

“É simplesmente patético que a política internacional não figure na campanha”, disse lorde Robin Renwick, antigo embaixador do Reino Unido em Washington. “A realidade é que nosso país está se retirando do mundo”.

Renwick foi um dos vários diplomatas ou ex-diplomatas britânicos consultados na semana passada, funcionários que serviram em Moscou, Oriente Médio, Iraque, Afeganistão, Paquistão, África, Espanha e nas Américas. Todos concordaram em lamentar o reduzido peso planetário de uma nação que há apenas meio século ainda possuía um império e hoje continua sendo um dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Um exemplo da distância que o Reino Unido tomou dos problemas mais urgentes que afetam o mundo foi sua ausência nas recentes negociações em que participaram Alemanha, França e Rússia para acordar um cessar-fogo na Ucrânia, uma “ausência impensável há dez anos”, segundo Renwick. Outro exemplo seria a escassa –e principalmente simbólica– participação na operação militar internacional contra o Estado Islâmico, que se reduz a um voo por dia de uma base no Chipre utilizando um antigo caça-bombardeiro modelo Tornado.

As queixas dos Estados Unidos – públicas por parte de analistas e militares, discretas pelos canais diplomatas – aumentam. O Reino Unido, tão visível nas guerras do Afeganistão e do Iraque, e antes nos Bálcãs, deixou de ser o primeiro aliado ao que Washington automaticamente recorre em caso de crise internacional. O título de um artigo publicado na sexta-feira noFinancial Times era: “A Casa Branca já não vê nada especial em sua relação com o Reino Unido”.

“O que estamos presenciando”, disse Renwick, cuja voz era ouvida em Washington quando esteve na cidade como embaixador, há 20 anos, “é negligência e irresponsabilidade por parte não só dos políticos, mas também dos meios de comunicação e do próprio público britânico”.

A questão é: por quê? Por que o Reino Unido, tão orgulhoso até pouco tempo de sua influência política e militar no mundo, tornou-se tão insular, e por que as palavras política internacional não aparecem no vocabulário dos políticos que disputam as eleições gerais que acontecerão nesta quinta-feira?

A resposta de um diplomata que esteve muito presente nos conflitos dos países islâmicos é simples: as fracassadas aventuras militares no Iraque e no Afeganistão tiveram um impacto psicológico negativo na população britânica. “As pessoas estão cansada das guerras, fartas de confusões aparentemente insolúveis em países longínquos de culturas alheias”.

Quanto aos políticos, calcularam, segundo um diplomata que trabalhou nas embaixadas de Washington e Moscou, que se ficarem discutindo assuntos de tão difícil solução correm mais risco de perder votos que de ganhá-los. Todos os que estão em campanha, mas especialmente David Cameron e Ed Miliband, os líderes dos dois principais partidos, estão operando no plano tático, não no estratégico. “Não se expressa nenhuma visão de como abordar os perigos globais que nos espreitam”, disse o diplomata. “Tudo está centrado nos temores das pessoas no terreno econômico nacional”.

Outro diplomata refletiu sobre a ironia de que o mundo está hoje mais conectado do que nunca por meio da Internet, mas isso não parece traduzir-se, ao menos no caso dos britânicos, em uma maior consciência da interdependência global, de como o que acontece na Rússia, Síria, ou inclusive na África, ameaça incidir mais e mais nas vidas dos relativamente acomodados europeus. “Não apareceu nenhum estadista que, como questão não só prática, mas também de princípios, esteja disposto a propor que, por exemplo, impulsione-se um programa multilateral para ajudar a criar emprego entre a juventude do mundo árabe”, disse o diplomata.

O mais curioso, à primeira vista, é que pouco se fala da União Europeia na campanha, enquanto o partido conservador de Cameron prometeu que, em caso de ganhar as eleições, fará um referendo para decidir se o Reino Unido permanece na União ou não, questão de transcendental importância para os interesses econômicos dos cidadãos.

A explicação é que, uma vez mais, no nível tático eleitoral, não é conveniente debater a questão nem à direita conservadora nem à esquerda trabalhista liderada por Miliband. A posição de Cameron é totalmente ambígua, pois é a favor do referendo, mas também a favor de que o Reino Unido permaneça na Europa. Como o tema provoca sérias divisões em seu próprio partido, decidiu que o melhor é não tocar nele. A Europa também é politicamente tóxica para Miliband pela inovadora razão de que seu partido se vê eleitoralmente ameaçado pelos direitistas eurofóbicos do partido UKIP, especialmente em regiões tradicionalmente trabalhistas onde há alto desemprego.

Lorde Renwick, que representou o Reino Unido em política externa durante 32 anos, contempla o panorama e se desespera. “No fundo, o que vemos”, diz, “é um fracasso de liderança tanto de Cameron como de Miliband. perdemos a vontade de influir no mundo e temo que um dia despertaremos e veremos que foi um desastre para o nosso país”.

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Europa, em segundo plano

  • O debate sobre o futuro do Reino Unido na União Europeia permaneceu em segundo plano na campanha apesar de que, se os conservadores ganharem, o assunto muito provavelmente protagonizará os primeiros dois anos da legislatura.
  • Em janeiro de 2013, David Cameron anunciou que faria um referendo sobre a permanência do país na UE antes do fim de 2017, depois de negociar com Bruxelas um acordo mais favorável para o país.
  • A probabilidade de que, se a consulta fosse realizada hoje, os britânicos decidissem abandonar a UE é de 48%, segundo o think tank Open Europe.
  • A saída da UE custaria ao Reino Unido 56 bilhões de libras (261 bilhões de reais), ou 2,2% do PIB, até 2030, segundo o mesmo think tank.
  • As exportações de bens e serviços para a UE representam 14% do PIB britânico.
  • Os trabalhistas, se governarem, não realizariam o referendo. Os liberais-democratas apoiariam a consulta apenas em caso de aprovação de um novo tratado.

John Carlin

Fonte: El País

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Conflitos Opinião Segurança Pública

O que é Baltimore? – O furor da rua

Barack Hussein Obama ocupou o Salão Oval com os sonhos de seu pai e defendendo a utopia. Obama pensava que o mundo devia ser multipolar e que as forças políticas que ele representava teriam um pouco de bom senso no final. Governar a partir dos sonhos é algo —pelo menos para chegar ao poder— necessário. Outra coisa é, depois de chegar ao poder, não saber a diferença entre o que quer e o que é possível fazer.

De repente, as Américas estão entrando com força no processo eleitoral norte-americano. Ainda falta muito tempo, mas é preciso se preparar para ver coisas surpreendentes na próxima campanha presidencial dos Estados Unidos. Não me refiro somente às indecentes quantidades de dinheiro investidas nos chamados SuperPacs (Comitês de Ação Política), que permitem que as contribuições privadas aos candidatos sejam anônimas, mas que terão consequências em espanhol.

Os últimos dados econômicos dos grandes países da América Latina —como México e Brasil— anunciam que, quando forem realizadas as eleições na Grande República do Norte, estará acontecendo outra crise associada ao desenvolvimento desses países. Mas agora todos se perguntam qual será o impacto no equilíbrio da região de toda a fome, pobreza e tristeza que acompanham essas previsões econômicas. Enquanto isso, que campanha, que países, que vínculos ou quais modelos serão usados? Os Estados Unidos voltaram à América Latina: a reação em cadeia afeta não apenas Cuba e Venezuela, mas todo o continente.

Nas últimas semanas, Baltimore mostrou como as minorias raciais e civis nos Estados Unidos não estão assimiladas. É um assunto muito antigo, ainda mais inexplicável se considerarmos não apenas que um afro-americano está ocupando a Casa Branca, mas que, da morte de Martin Luther King até hoje, aconteceram tantas coisas que parece incrível que o problema esteja concentrado em apenas uma comunidade, quando na verdade é o sistema norte-americano que não é capaz de assimilar nenhuma delas.

Baltimore são todos os meninos deportados pelos Estados Unidos nos últimos cinco anos. Baltimore é a lei pendente para legalizar os 15 milhões de imigrantes ilegais. Baltimore é uma amostra do que pode chegar a acontecer com a minoria latina que está sem papéis, sem teto e sem família, se não houver uma solução para a reforma migratória.

Que Barack Obama, o homem mais preocupado em resolver essa situação, seja o presidente que ostenta o maior recorde de deportações não significa —pelo menos— que não tenha tentado resolver um problema que, se explodir, será mais violento do que o visto até agora em Baltimore.

Sem dúvida, a emigração e a situação das Américas serão centrais na próxima eleição presidencial dos EUA. Os Governos latino-americanos estão imersos em profundas crises econômicas, segundo o FMI, e também estão em bancarrota moral pelos vários escândalos de corrupção que impedem a oferta de um mundo melhor à sua população, e isso leva ao êxodo para o inferno que vivem os ilegais nos Estados Unidos.

Os incidentes de Baltimore servem também para a região latino-americana porque se não houver uma solução e com o nascimento, a cada dia, de mais filhos de latinos ilegais nos Estados Unidos, só vai aumentar um conflito que pode chegar a ser dez vezes maior ao criado hoje por policiais que não levam em conta os direitos humanos, disparando primeiro e perguntando depois.

Talvez a explicação de tanta violência esteja em que as forças policiais dos EUA hoje são formadas, de forma considerável, por ex-militares das guerras perdidas do Iraque e do Afeganistão, dois territórios onde não é aplicada a Lei Miranda que garante os direitos das pessoas detidas no gigante do Norte.

Os Estados Unidos estão instáveis porque escolheram o caminho da força; a força para impor sua lei. Estão assim pois voltaram ao cenário latino-americano com todo seu poder, mas também com todas suas fraquezas, sendo que a principal delas é que o próximo a ocupar o Salão Oval pode ser escolhido com os votos de quem fala espanhol. Isso exige uma certa coerência em relação ao discurso e às políticas. Hoje, os Estados Unidos são incoerentes na busca de um modelo próprio.

Washington criou as leis mais selvagens e as prisões mais inexpugnáveis, mas hoje a preocupação pela segurança na maior potência do mundo reflete em uma frase de Trevor Noah, o novo apresentador do The Daily Show: “Nunca pensei que me sentiria mais inseguro nas ruas de Nova York que nas de Soweto”. Os velhos dias da África do Sul dão saudades.

Quando alguém é afro-americano ou latino deve saber que encontrar sua identidade será uma convulsão dramática. Também deve ser consciente de que os Governos latino-americanos não vão apenas ter um problema de omissão e instabilidade em seus próprios países, mas que terão a impossibilidade de fixar políticas claras para defender os interesses deles em uma campanha eleitoral que —já se verá— será a sangue e fogo.

Antonio Navalón

Fonte: El País

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Turca FNSS apresenta seu novo veículo Kaplan (Tiger) na IDEF 15

kaplan20-02

 

E.M.Pinto

A Turca FNSS Defense Systems Inc. orgulhosamente apresenta o seu mais novo veículo de combate, batizado de KAPLAN-20 (Tigre), designado AFVNG, Armoured Figh Vehicle of New Generation(veículo de combate blindado de Nova Geração).

O veículo foi projetado para atender as exigências tácticas e técnicas das forças armadas da Turquia e para tal o Kaplan- 20 reúne várias inovações e revoluções tecnológicas para os veículos de sua classe. O veículo está sendo exibido pela primeira vez na 12ª Internacional de Defence Industry Fair, IDEF’15.

A arquitetura do veículo  contém os sistemas de proteção contra minas, foguetes e munições perfurantes. Além disso, possui modernos sistemas eletrônicos também integrados, ​suspensão moderna e motor compatível com os mais modernos sistemas hoje empregados nos veículos mais modernos em desenvolvimento mundo afora. O veículo pode por exemplo empregar uma arma de cano de 105 mm.
O sistema de visão 360º é acionado por um sistema de câmeras dispersas pelo casco que permite aos tripulantes uma visão 360 do exterior do veículo. isto tudo sem a necessidade de se expor ao fogo inimigo, bastando para isso olhar na direção desejada fazendo uso de um óculos especial, que lhe confere a visão panorâmica pelo acionamento autônomo dos visores.
O KAPLAN-20 é uma nova geração blindado  que tem a capacidade de mover-se com carros de combate pesados e possi uma razão massa-potência de 22-25 cv por tonelada e conta com um sistema  automático transmissão.
O veículo possui uma silhueta baixa e assim como o seu irmão gêmeo de 6×6 rodas faixas, possui a capacidade  de operar em condições de tempo quente / frio em alta velocidade, não só no asfalto mas também em solo  não preparado.
A suspensão foi projetada para reduzir a vibração e aumentar a aderência à estrada. O acesso ao veículo é obtido através de uma porta de pessoal na rampa ou a rampa hidráulico localizada na parte de trás do veículo. Na parte superior, há uma grande escotilha de pessoal e outra escotilha que foi especificamente projetada para maximizar o campo de visão do condutor. A manutenção e reparação do motor são realizadas através da escotilha de acesso a cabine e escotilhas que estão na frente do veículo. Os dois tanques de combustível estão localizados na parte traseira e são completamente blindados e isolados para garantir a segurança das tripulações.

O KAPLAN-20 é um dos muito poucos veículos que possuem características anfíbias e está equipado com dois sistemas de propulsão de água, situados na parte traseira do veículo, ele pode ficar plenamente submerso e realizar pivotamento dentro da água  e até mesmo mover para trás.

https://www.youtube.com/watch?v=Mp2cUNijYs0