Defesa & Geopolítica

Os desafios da UE em 2015: Crise econômica, Ucrânia e euroceticismo

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Investimentos bilionários e um posicionamento claro diante da Rússia serão mais necessários do que nunca. Bloco europeu também terá que lidar com a resistência britânica e com a instabilidade política na Grécia.

“Haverá uma brisa fresca, mas nenhuma tempestade”, respondeu o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, à pergunta da Deutsche Welle sobre as mudanças no ano de 2015.

Segundo ele, a Comissão Europeia pretende dar um novo impulso à União Europeia (UE), se concentrando principalmente na criação de postos de trabalho e em seu programa de investimentos no valor de 315 bilhões de euros.

“Mesmo assim, a recuperação das finanças públicas continuará sendo importante”, disse Juncker, referindo-se a países economicamente abalados como Itália e França.

Os prognósticos econômicos da União Europeia (UE) se resumem a um modesto crescimento de 1,1% para os Estados da zona do euro. E o desenvolvimento nos diferentes países-membros continuará a ser dissonante em 2015. A Alemanha vai razoavelmente bem, enquanto a situação de outras grandes economias na área de moeda única tende a se estagnar.

“A situação da economia e do emprego não se recupera com rapidez suficiente”, reconheceu Jyrki Katainen, comissário europeu responsável pela pasta dos Assuntos Econômicos.

Também no próximo ano, o Banco Central Europeu (BCE) vai continuar lutando contra as consequências da crise de endividamento e do mau crescimento econômico. O BCE está disposto a fazer injeções maciças de capital nos mercados. Ainda não se sabe quando esse passo deverá ser tomado. A Itália faz pressão, enquanto a Alemanha freia e prefere, como de costume, uma política fiscal contida.

Fonte: DW.DE

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