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EUA intensificam renovação do arsenal de armas nucleares

Obama expandiu instalações para produção de armas nucleares, como o Complexo Y-12, no Tennessee (Foto: National Nuclear Security Administration/The New York Times)

Uma nova e ampla fábrica em Kansas City, no Missouri, produz as entranhas mecânicas das ogivas atômicas dos Estados Unidos. Maior que o Pentágono, cheia de equipamentos futuristas e milhares de trabalhadores, a fábrica, inaugurada em agosto, moderniza as armas envelhecidas que o país pode disparar de mísseis, bombardeiros e submarinos.

Ela faz parte de uma onda nacional de revitalização atômica que inclui planos de uma nova geração de veículos para transporte de armamentos. Um recente estudo federal calculou o preço total em US$ 1 trilhão (R$ 2,4 trilhões) nas próximas três décadas. Essa expansão ocorre sob um presidente que fez do desarmamento um dos principais objetivos da política de defesa americana.

A ideia era que uma reconstrução modesta do complexo nuclear decadente do país acelerasse a reposição de armas, aumentando a confiabilidade do arsenal e abrindo caminho para tratados que reduziriam de maneira significativa o número de ogivas nucleares. Em vez disso, por causa de acordos políticos e de crises geopolíticas, o governo Obama está se envolvendo em uma extensa reconstrução atômica, enquanto consegue apenas uma modesta redução de armamentos.

Com a Rússia no rumo bélico, a China pressionando com suas reivindicações territoriais e o Paquistão expandindo seu arsenal, as chances gerais para o legado de desarmamento do presidente Obama parecem cada vez mais tênues, segundo analistas.

O Congresso manifestou menos interesse nas reduções atômicas do que em parecer firme no confronto crescente entre os governos de Washington e Moscou. “O modificador de jogo mais fundamental é a invasão da Ucrânia por Putin”, disse Gary Samore, principal assessor nuclear de Obama em seu primeiro mandato e hoje professor em Harvard. “Ela tornou politicamente impossível qualquer medida para uma redução unilateral do arsenal. “Isso é ótimo para os “falcões”. Eles creem que os investimentos colocam os EUA em posição mais forte em caso de uma nova corrida armamentista. Na verdade, as fábricas que Obama aprovou para uma força menor de armas mais precisas e confiáveis poderia, sob outro presidente, permitir a rápida expansão do arsenal.

No final, porém, a realidade orçamentária pode ter mais força que as filosofias nucleares para conter a escalada atômica. “Não há dinheiro suficiente”, disse Jeffrey Lewis, do Instituto de Estudos Internacionais em Monterey, especialista no esforço de modernização. “Será um fracasso.”

Em relatórios abertos e secretos para o Congresso, Obama expôs seus planos de renovação atômica, cujo custo o Departamento de Orçamento do Congresso estimou em US$ 355 bilhões (R$ 852 bilhões) nos próximos dez anos. Mas esse é apenas o início. O preço vai disparar depois de dez anos, quando mísseis, bombardeiros e submarinos feitos no século passado chegarem ao fim de suas vidas úteis e forem construídos substitutos.

O principal trabalho na fábrica de Kansas City, que substitui uma instalação mais antiga que era constantemente inundada, é prolongar a vida de uma ogiva de submarino chamada W-76, que já tem 40 anos. Aproveitando milhares de peças, os trabalhadores tentam fazê-la durar 60 anos -o triplo do planejado originalmente. Mas, se a fábrica de Kansas City é a joia da coroa no esforço de modernização, outros projetos são o lembrete de que muitos bilhões ainda deverão ser gastos.

No Laboratório Nacional Los Alamos, no Novo México, berço da bomba atômica, planos de um novo complexo para produzir combustível de plutônio surgiram há uma década, com orçamento de US$ 660 milhões (R$ 1,58 bilhão). Mas grupos antinucleares divulgaram detalhes embaraçosos, como a descoberta de uma falha geológica no local. O custo estimado disparou para US$ 5,8 bilhões (R$ 13,9 bilhões), e em 2012 o Obama suspendeu o projeto.

E o custo de um projeto de atualização do Complexo de Segurança Nacional Y-12 em Oak Ridge, no Tennessee, subiu de US$ 6,5 bilhões (R$ 15,6 bilhões) para US$ 19 bilhões (R$ 45,6 bilhões). O governo Obama suspendeu o projeto, e o laboratório está lutando para modificá-lo.

A diferença gritante entre planos de trilhões de dólares e orçamentos apertados começa a chamar a atenção de Washington. Uma nova geração de mísseis, bombardeiros e submarinos “é impraticável”, declarou em julho um painel independente bipartidário encomendado pelo Congresso e o Departamento da Defesa.

O investimento total, segundo o painel, “provavelmente sairia às custas de melhoramentos necessários nas forças convencionais”.

Em agosto, a Casa Branca anunciou que revisaria os planos de gastos atômicos, preparando-se para o pedido de orçamento do ano que vem ao Congresso, que definirá os gastos federais para o ano fiscal de 2016.

“Este é o orçamento do legado de Obama”, disse uma autoridade graduada, sob a condição do anonimato por causa da delicadeza política do tema. “É sua última chance de fazer as opções difíceis e definir prioridades.”

Fonte: New York Times via, Folha

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Programa T-Xc: NOVAER em Brasília

A Novaer planeja versões de treinamento primário básico e avançado, dotadas de motores convencionais e turboélice, respectivamente, bem como variantes customizadas para transporte aeromédico, de pequenas cargas e de pessoal. (Imagem: Novaer)

Ivan Plavetz

O ministro da Defesa do Brasil, Celso Amorim, recebeu executivos da Novaer Craft e representantes do estado de Santa Catarina. Na ocasião, foi informado sobre o status do programa T-Xc, que conta com apoio do Governo Federal.

A Novaer informou sobre os excelentes resultados obtidos na corrente campanha de ensaios em voo que estão sendo realizados junto ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) em São José dos Campos (SP), e sobre o contrato firmado com FINEP– Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), onde serão realizados os ensaios estruturais durante a campanha de certificação.

A empresa demonstrou também a variedade de configurações oriundas da mesma plataforma T-Xc, como a de transporte aeromédico para resgate em regiões hostis, captação de órgãos para transplante, versão de transporte para pequenas cargas, ligação específica para forças armadas e uma versão de treinamento militar atualmente denominada T-Xc MTP que a Novaer pretende oferecer à FAB.

Durante a reunião foram apresentados os resultados nos ensaios do protótipo. (Imagem: Novaer)

Estiveram presentes na reunião o titular da Secretaria de Produtos de Defesa do MD, Murilo Marques Barboza, o diretor do Departamento de Produtos de Defesa do MD, major brigadeiro do ar José Euclides da Silva Gonçalves, a secretária de Articulação Nacional do Estado de Santa Catarina, Lourdes Martini, o presidente do Conselho de Administração da Novaer, Paulo Junqueira, o diretor-presidente da empresa, Graciliano Campos, e o diretor para o Setor de Defesa, Geraldo Ferreira da Silva.

Fonte: Tecnologia & Defesa

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“Brasil precisa se associar ao Cern”

Detector de partículas ATLAS, no Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern)

Participante da descoberta do bóson de Higgs, físico brasileiro Sérgio Novaes defende que o país conclua o processo de admissão ao centro europeu de pesquisas nucleares. Medida ainda precisa de aval do Congresso.

Um dos poucos brasileiros a participar da descoberta do bóson de Higgs, o professor Sérgio Novaes, do Instituto de Física Teórica da Unesp em São Paulo, continua a busca por partículas que expliquem do que é feito o Universo e como ele funciona.

O físico é um dos cerca de três mil pesquisadores do Cern, o centro europeu de pesquisas nucleares, que se dedicam a fazer experimentos com o maior acelerador de partículas do mundo – o Grande Colisor de Hádrons (LHC), instalado em Genebra, na Suíça.

Além de Novaes, outros 115 pesquisadores brasileiros atuam em quatro diferentes experimentos com o LHC. Em São Paulo, o físico coordena o Sprace (Centro Regional de Análises de São Paulo), projeto de computação de alto desempenho que faz o processamento e a simulação dos dados gerados pelo detector de partículas CMS (Solenoide de Múon Compacto), instalado no acelerador.

Em entrevista à DW, ele ressalta a importância de o governo concluir o processo de admissão do Brasil ao Cern, para se tornar o primeiro país latino-americano membro do centro internacional de pesquisas, que completou 60 anos na segunda-feira (29/09).

A entrada no Cern, que não é unanimidade entre a comunidade científica brasileira, ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional.

Deutsche Welle: Desde a descoberta do bóson de Higgs, em 2012, quais pesquisas sua equipe tem desenvolvido?

Sérgio Novaes :Nosso pessoal trabalha em duas áreas, principalmente. Chamamos de “pesquisa além do modelo padrão”. Tentamos verificar se há indícios de alguma física além daquela que já é conhecida. Outra área em que temos trabalhado é na colisão de heavy ions para reproduzir o que seriam as partículas do início do Universo.

Qual é o nível de complexidade desses experimentos?

O físico Sérgio Novaes estudou o bóson de Higgs por cerca de 30 anos

Lidamos com eventos muito raros num mar de coisas que não nos interessa. Extrair um sinal desse fundo é algo muito complicado. A quantidade de dados é enorme, e as técnicas de análise dos dados são muito complexas. Para lidar com eles é necessário montar uma estrutura computacional que abarca cerca de 200 centros em todo o mundo. Operamos um desses centros em São Paulo [Centro Regional de Análise de São Paulo, Sprace]. Para se ter ideia, a cada um trilhão de eventos que realizávamos aparecia um bóson de Higgs em meio a todas as outras partículas. E na parte de instrumentação, trabalhamos num, digamos, estado da arte, com alta tecnologia de pixels.

E qual é a importância do bóson de Higgs para as pesquisas que estão sendo desenvolvidas no momento?

De alguma forma, ele fecha um ciclo muito importante, que era o do modelo padrão. O bóson de Higgs foi colocado como uma proposta teórica aventada na década de 1960. Durante 40 anos, tentou-se buscar um mecanismo distinto para dar massa às partículas, mas com a descoberta do bóson de Higgs esse modelo se fecha. O fato de homem ter sido capaz de aventar matematicamente um mecanismo para dar massa às partículas é um grande exemplo da capacidade humana de interpretar a natureza com teoria e cálculo. No início, não havia nenhuma evidência da existência dessa partícula e, hoje, temos uma teoria bastante consistente. Continuamos a buscar evidências de que exista algo além da Física tradicional.

E de que forma isso ajudaria a explicar a origem do Universo?

O pessoal vende “um pouco demais” essa ideia. Passar da realidade para a ficção é muito fácil.

Que outras partículas são analisadas?

Temos trabalhado na investigação de possíveis partículas pesadas que se manifestam no acelerador. Também é necessário mostrar como o bóson de Higgs se acopla às outras partículas. Isso ainda vai durar muito tempo. No ano que vem, a energia do acelerador será dobrada, o que irá ampliar a possibilidade de explorar a produção de partículas mais pesadas, que até agora não foram descobertas.

Qual a relevância desse trabalho no momento em que o Cern comemora 60 anos de atividades?

O Brasil colabora com o Cern há muitos anos. Um dos primeiros professores efetivamente contratados foi o físico exilado Roberto Salmeron, que liderou o grupo da Escola Politécnica de Paris no Cern. Houve interações entre teóricos, e o Brasil participou dos experimentos com o LEP [Grande Colisor de Elétrons e Prótons], o acelerador que antecedeu o LHC. A associação do Brasil com o Cern é duradoura e esperamos que ela se intensifique ainda mais. Discute-se há algum tempo a possibilidade de o Brasil se tornar um membro associado do Cern, o que pode revigorar essa interação. Depende do Brasil dar o próximo passo e encaminhar essa proposta ao Congresso Nacional.

Fonte: DW.DE

Pesquisa da matéria escura aproxima cientistas europeus do nascimento do cosmos

O universo é ainda um grande mistério. Mas cientistas europeus, que comprovaram a existência da “partícula de Deus”, trabalham para descobrir a composição de 25% do cosmos no Grande Colisor de Hádrons do centro Cern.

Munidos de telescópios, os astrônomos observam estrelas, névoas luminosas, nuvens de poeira. Mas esses elementos visíveis só correspondem a 5% do universo. A grande parcela restante é invisível, e detectada apenas devido à ação de seu campo gravitacional – como no caso da energia e da matéria escuras.

Nos próximos anos, pesquisadores do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern) de Genebra, onde está localizado o Grande Colisor de Hádrons (LHC), o maior acelerador de partículas do mundo, pretendem descobrir a composição da matéria escura e desvendar seus mistérios.

Uma recente medição do satélite europeu Planck revelou que praticamente 70% do universo é composto por energia escura. Ela parece estar distribuída uniformemente e age de forma repulsora, fazendo com que o cosmo se expanda com velocidade crescente.

O restante, ou seja, cerca de 25% do cosmos, é composto por matéria escura, cujo efeito atrativo mantém coesas as galáxias e os aglomerados galácticos. Assim como a espuma na superfície da água, a matéria luminosa se concentra onde a matéria escura é mais densa.

Esses componentes misteriosos foram descobertos por pesquisadores já na década de 1930. O físico e astrônomo suíço Fritz Zwicky descobriu que a matéria visível do aglomerado de Coma não bastava, nem de longe, para manter coesas as mais de mil galáxias individuas que compõem esse sistema.

Mapeamentos abrangentes do universo, como o levantamento Sloan Digital Sky Survey (SDSS), analisaram as estruturas cósmicas resultantes da disposição das galáxias e aglomerados galácticos, registrando mais indícios da existência da matéria escura.

Experiência no Cern quer produzir matéria escura

Cosmo virtual

Com programas especiais, como o Millennium Simulation, os astrofísicos simulam virtualmente o crescimento de estruturas cósmicas e o desenvolvimento do universo. O computador se torna uma máquina do tempo, reduzindo a “eternidade” – processos que na natureza duram milhões ou até mesmo bilhões de anos – a segundos. Os simuladores possibilitam, por exemplo, observar a dinâmica do surgimento dos chamados filamentos galácticos – amplas estruturas cósmicas compostas por galáxias e aglomerados.

Em seus experimentos cosmológicos de criação, os pesquisadores podem alterar a combinação de elementos em seus universos. E ficou comprovado que, somente mantendo-se a porcentagem de matéria escura descrita na teoria, formam-se no cosmo virtual estruturas semelhantes às encontradas hoje na natureza.

Físicos de partículas já desenvolveram teorias diversas sobre a composição dessa matéria misteriosa. Uma variante promissora seriam as “partículas massivas de interação fraca” (weakly interacting massive particlesou WIMPs). Ainda não observadas na prática, elas estariam sujeitas apenas à gravidade e à interação fraca.

Candidatos possíveis resultam de teorias baseadas na supersimetria hipotética, as quais preveem uma ampliação da diversidade das partículas descrita no modelo-padrão teórico. Este constitui uma espécie de sistema de blocos de construção do universo, com as 12 partículas elementares que compõem todos os átomos da matéria conhecida.

Com a descoberta em 2012, no LHC, do bóson de Higgs, conhecido como “partícula de Deus”, ficou comprovada a existência da partícula que faltava no modelo-padrão, e a teoria foi experimentalmente confirmada. Ou seja: as características descritas no modelo-padrão de componentes da matéria correspondem de forma ideal às encontradas na natureza.

“Portal para a matéria escura”

Nos próximos anos, os físicos encarregados do LHC querem explorar dimensões energéticas jamais produzidas na Terra. Para tal, vão acelerar mais pacotes de prótons maiores, fazendo-os colidir com maior frequência. Assim, no centro do colisor se formará uma bola de fogo ainda mais quente, a partir da qual se criarão partículas minúsculas: os “blocos de construção” da matéria. Quanto maior a produção de energia, mais pesadas as novas partículas.

Os pesquisadores esperam poder ver a partícula mais leve, dentre as previstas na teoria da supersimetria. Ela poderia ser o tão procurado componente da matéria escura, pois, segundo a teoria, essa partícula surge da decomposição da matéria escura.

A partir de modelos virtuais, os pesquisadores do Instituto Max Planck de Física, sediado em Munique, já ensaiam a maneira de “farejar” partículas de matéria escura nos detectores do LHC. “Essa simulação nos ajuda a descobrir o que devemos procurar depois, no imenso fluxo de dados”, expõe Hubert Kroha, pesquisador do instituto.

Além da supersimetria, o bóson de Higgs, recém-descoberto no Cern, também tem um papel importante. Ele poderia ser a “alça” pela qual os físicos conseguirão “segurar” também a matéria escura, já que essa partícula é o que dá massa a toda matéria – e é sobretudo pela gravidade que a matéria escura se manifesta. “O bóson de Higgs poderia interagir com a matéria escura” e fornecer aos pesquisadores informações sobre suas propriedades, especula Kroha. Por isso, o mundo científico fala de um “portal de Higgs para a matéria escura”.

Existência da partícula de Deus foi comprovada em 2012

Presença invisível

Contudo, os cientistas não verão nos detectores a matéria escura, em si. Eles a reconhecerão apenas pela ausência de energia, uma vez que ela não deixa vestígios, como os demais elementos da matéria surgidos da colisão de prótons.

Os cientistas sabem exatamente quanta energia se produz na colisão de dois prótons, pois ela pode ser medida precisamente, assim como a energia dos componentes de matéria resultantes do choque, e também seu caminho através das diferentes camadas do gigantesco Detector Atlas do LHC.

Na maioria das colisões, os componentes da matéria se espalham em todas as direções, quase uniformemente. Somados, eles acusam uma quantidade de energia igual à decorrente da colisão dos prótons.

Se após um choque ocorre um desequilíbrio na distribuição da energia medida, e as partículas visíveis possuem muito menos energia do que a resultante da colisão dos prótons, esse poderia ser um indício da presença de matéria escura. Com base nos modelos que descrevem todas as possíveis reações das partículas, os físicos podem descobrir de que se compõe a matéria escura.

Se os pesquisadores do LHC conseguirem provar que a matéria escura é composta por partículas e desvendar sua natureza, eles estarão um pouco mais próximos de um antigo sonho: a teoria unificada. Esta reuniria todas as quatro forças fundamentais da natureza: a gravidade; a força nuclear forte, que mantém unidos os núcleos atômicos; a força nuclear fraca, pré-requisito para a radioatividade; e o eletromagnetismo.

Albert Einstein já procurava por ela, mas em vão: essa “teoria de tudo”, que abrange o microcosmos, o macrocosmos, o mundo quântico e a teoria da relatividade, poderia fornecer novos insights sobre as fases iniciais do nascimento do universo – a origem de toda a existência.

Fonte: DW.DE

 

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Conflitos Geopolítica

Turquia cogita se juntar à ofensiva ao “Estado Islâmico” na Síria

Com conflito cada vez mais próximo a seu território, governo turco acena com mudança de posição e debate aderir à coalizão internacional. Desafio é conciliar combate a extremistas com seus interesses no país vizinho.

A cúpula do Exército turco se reuniu nesta terça-feira (30/09) com o governo para analisar o avanço do “Estado Islâmico” na Síria e os intensos combates cada vez mais próximos a sua fronteira. Em pauta, está como participar da coalizão sob a liderança americana, sem perder de vista seus próprios objetivos em território sírio.

Apesar do perigo representado pelos combates entre o “Estado Islâmico” (EI) e os curdos sírios na fronteira turca , e mesmo com a ameaça de atentados na Turquia, Ancara vinha se recusando, há semanas, a participar da aliança internacional.

“Para a Turquia, o regime de Bashar al-Assad continua sendo o maior problema na Síria”, afirma Okay Gönensin, articulista do jornal Vatan.

Ele acredita que, possivelmente, Washington assegurou à Turquia um maior engajamento na luta contra Assad. Em contrapartida, o presidente Recep Tayyip Erdogan teria prometido participar da aliança. Foi apenas depois de uma visita à Assembleia Geral da ONU, em Nova York, que o chefe de Estado anunciou a mudança de posição.

“As condições mudaram”, disse então Erdogan. Segundo ele, após a libertação dos quase 50 reféns turcos, que passaram três meses nas mãos do EI, a Turquia passou a ter mais capacidade de ação.

Além dos bombardeios

Erdogan exige uma ampliação dos ataques contra o EI. Outras exigências turcas são uma zona de exclusão aérea sobre partes da Síria e a criação de uma área de proteção no país vizinho. O presidente afirmou no último fim de semana que já teria falado sobre o assunto com Barack Obama.

Após o retorno do recesso de verão, nesta quinta-feira, o Parlamento turco deverá discutir uma lei relativa a uma missão do Exército na Síria. O conteúdo exato da lei ainda não é conhecido. Ao mesmo tempo, também deverá ser criada uma base jurídica para uma possível missão no Iraque.

Para Oytun Orhan, especialista em Oriente Médio do centro de estudos turco Orsam, Erdogan quer que os EUA não se limitem aos bombardeios aéreos a postos do EI. “O problema são as causas sociais e políticas de longa data que contribuíram para o surgimento do EI”, opina.

O governo turco enfatiza que a brutalidade do regime Assad na Síria, como também a discriminação sofrida pelos muçulmanos sunitas no Iraque governado pela maioria xiita, teriam contribuído nos últimos anos para a radicalização.

Um passo importante nessa direção para enfrentar o problema seria o fortalecimento das forças não jihadistas dentro da oposição síria. Unidades do Exército Livre da Síria (ELS), que foi fundado originalmente em solo turco, poderiam ser treinadas e equipadas com armas na zona de proteção exigida por Erdogan, escreveu o jornal turco Evrensel.

Além disso, cidadãos sírios em situação vulnerável poderiam ser recebidos nessa zona de segurança, sem que tivessem de fugir para a Turquia. Ancara já acolheu cerca de 1,5 milhão de refugiados sírios.

Suspeitas curdas

Os apelos por uma zona de segurança são vistos com desconfiança por curdos de ambos os lados da fronteira.

Eles suspeitam que Ancara queira proceder contra as aspirações de autonomia dos curdos sírios. Hasip Kaplan, do partido curdo turco HDP, acusou o governo de querer combater a região autônoma de Rojava com a instalação de uma zona de proteção.

Segundo o jornal Evrensel, Enver Müslüm, líder do governo autônomo curdo em Kobane, teria afirmado que já há uma semana Ancara está repassando, intencionalmente, números muito elevados de refugiados, para legitimar o projeto de criação de uma zona de proteção na Síria.

Ainda não se sabe como tal zona de proteção seria criada. Também continua sem resposta a questão sobre que países, além da Turquia, poderiam assumir a segurança militar da zona. Erdogan, no entanto, não quer ser dissuadido de seu projeto.

“O EI não pode ser combatido unicamente a partir do ar”, disse o presidente turco. “Sem operação terrestre, nenhum lugar poderá ter garantia duradoura de segurança.”

Fonte: DW.DE

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Conflitos Destaques Geopolítica

Afeganistão e EUA assinam acordo de segurança

James Cunningham (esq.) e Hanif Atmar na cerimônia de assinatura do acordo

Pacto bilateral permite permanência de tropas americanas no país para treinar forças de segurança após fim da missão da Otan. Assinatura sinaliza mudança fundamental nas relações afegãs com o mundo, diz presidente Ghani.

Um dia após a posse do novo presidente Ashraf Ghani, o governo do Afeganistão assinou nesta terça-feira (30/09) um aguardado acordo bilateral de segurança com os Estados Unidos, que permite a permanência de tropas americanas no país após o fim deste ano. O acordo, que já havia sido negociado no final de 2013, era uma das promessas de campanha de Ghani.

O documento foi assinado pelo conselheiro de segurança nacional do Afeganistão, Hanif Atmar, e pelo embaixador americano, James Cunningham, em cerimônia realizada no palácio presidencial em Cabul e transmitida pela televisão.

Sob os termos do acordo, cerca de 10 mil soldados americanos devem permanecer no país para treinar e auxiliar as forças de segurança afegãs depois do encerramento, no final deste ano, da missão militar da Otan no país, liderada pelos EUA.

O antecessor de Ghani, Hamid Karzai, havia se recusado a assinar o acordo, o que havia abalado as relações entre Afeganistão e Estados Unidos. O governo americano havia ameaçado retirar completamente as tropas do Afeganistão, caso as forças americanas não dispusessem de proteção legal.

Ghani disse que o acordo sinaliza uma mudança fundamental nas relações do país com o mundo. “Este acordo é apenas para a segurança e a estabilidade do Afeganistão. Acordos assim são do nosso interesse nacional. O Acordo Bilateral de Segurança [BSA, em inglês] vai preparar o terreno para o Afeganistão assumir o controle”, disse depois da assinatura do documento.

“Até hoje, a presença de tropas estrangeiras no país era baseada na resolução do Conselho de Segurança da ONU, mas agora há uma igualdade entre o Afeganistão e seus parceiros estrangeiros”, completou Ghani.

O chefe de governo, Abdullah Abdullah, também saudou o acordo e concordou que ele é benéfico ao país. “Ele foi assinado após muitas considerações cuidadosas”, garantiu, acrescentando que o “BSA não é uma ameaça para os países vizinhos”.

Durante a mesma cerimônia, o governo afegão assinou outro acordo de segurança com a Otan, que permite que os membros europeus da organização também contribuam com as forças estrangeiras que devem permanecer no país.

PV/rtr/dpa/afp

Fonte: DW.DE

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Defesa

Força Aérea Brasileira (FAB) em Ação: “Exercício Operacional Sabre (Operação Sabre)”

FAB - Operação Sabre

NOTA DO PLANO BRASIL: “Do Plano Brasil (PB) para a III Força Aérea da FAB: BRAVO ZULU (WELL DONE)!”

O Exercício Operacional Sabre (Operação Sabre), realizado entre os meses de agosto e setembro de 2014, reuniu mais de 60 aeronaves e 500 militares de 15 esquadrões da III Força Aérea da FAB.

Aeronaves F-5M, A-1, A-29, E-99, KC-130 e o Primeiro Grupo de Defesa Antiaérea (1° GDAAE) operando em conjunto, dentro das técnicas mais modernas de combate “Além do Alcance Visual” (BVR – Beyond Visual Range) e também do emprego da tecnologia “Shot Validation” de  GPS (Global Positioning System) nas aeronaves.

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O RQ-450 Hermes atuou pela primeira vez em combate aéreo simulado.

O link abaixo levará você para dentro da “Operação Sabre”, realizada pela Força Aérea Brasileira (FAB) em Anápolis (GO).

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Iraque recebe Helicópteros e sistemas de defesa Anti-Aérea

Mi 35

Na foto um soldado xiita do Iraque lutador pró-governol (supostamente, de milícia da organização Asaib Akhl Al-Haque apoiado pelo Irã) fotografa a frente da aeronave Mi-35M e de aviões do exército do Iraque. 2014/09/27 (c)

Rustam- Moscou

E.M.Pinto

O Ministério da Defesa do Iraque informou oficialmente no dia 27 de setembro de 2014, o recebimento d0  terceiro lote aeronave Mi-35M. A quantidade de helicópteros recebidos não foi declarada mas provavelmente se refiram ao lote de quatro aeronaves.

Os helicópteros foram construídos pela JSC Rostvertol  e são oriundos do contrato assinado com a Rosoboronexport em 2012-2013, a venda ao Iraque de 28 helicópteros de ataque Mi-35M e 15 helicópteros Mi-28NE prevê a entrega das aeronaves, treinamento e armamentos. Os quatro primeiros Mi-35M da produção foram entregues em 8 de novembro de 2013, o segundo lote de quatro Mi-35M e os três primeiros helicópteros Mi-28NE foram entregues ao Iraque no final de agosto, 2014.

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No vídeo, a cerimônia de entrega de sistemas de defesa de ponto Pansir S1 que agora integrarão as unidades de defesa antiaérea do Iraq, os primeiros modelos foram entregues assim como mísseis do tipo Igla, entre outras armas.

Pantsyr S1

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Conflitos Defesa Geopolítica Opinião

Um gás para Amorinha

OPI-002.eps

Por Ronaldo Fontes

O ministro da defesa do Brasil, disse claramente na última semana em reunião em Santos, que o Brasil deve preocupar-se com as fronteiras da América Latina  e que as Adesgs(Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra) assim como a própria Escola Superior de Guerra deverão mudar seus conceitos de defesa e soberania em benefício da América do Sul.

O que isto representa?

Representa, que o ministro, assim como o governo, está  trilhando o caminho da traição contra o país e contra o povo. O globalismo, que teve início na segunda década do século XX, nada mais é que a forma moderna do colonialismo, onde os países desenvolvidos extraem bens e recursos  primários dos menos desenvolvidos porém ricos em matérias-primas.

Para esse fim utilizam atualmente duas estratégias: a filosofia Gramscista e a tática Fabianista, ambas com características de não violência para tomar o poder

Fazem crer a população que nosso grande inimigo é os estados Unidos da América do Norte, quando em realidade é nosso grande parceiro.

Os EUA poderão um dia tornar-se uma ameaça? Claro que sim, porém não é da forma com que estão projetando nossa defesa que conseguirão isso.

Conceitualmente, a Defesa Nacional é um conjunto de atitudes , medidas e ações de Estado, para defesa do território , da soberania e dos interesses nacionais contra ameaças preponderantemente externas, potenciais e manifestas.

Para isto, as Forças Armadas dever possuir condições de dissuasão a QUALQUER TIPO DE AGRESSÃO.

O ministro referiu-se em seu discurso, me parece que sem conhecimento de causa e assim contemplo meus pensamentos evitando uma análise mais cruel de sua figura, a um capítulo da defesa Nacional denominado SEGURANÇA E DEFESA COLETIVAS.

Segurança coletiva é proporcionada por ações de um Sistema de Defesa integrado por diferentes nações e deve possuir três condições básicas:

1-     Os membros devem ter condições de reunião a qualquer momento força suficiente para enfrentar com vantagem o agressor.

2-     Devem ter as mesmas concepções de defesa

3-     Devem colocar interesses regionais conflitantes abaixo do interesse coletivo, para colocar em prática as medidas de defesa comuns.

Não é isso que esses governos fazem. São lacaios do Foro de São Paulo e do Diálogo Interamericano que lhes dão as ordens a ser cumpridas. São planos de governo e não de Estado, porque são ideológicos e não visam o Bem Comum da Nação Brasileira.

Deveriam estar preocupados com as condições de nossa defesa, através de consecução de políticas de Estado que premiem nossas Forças Armadas com recursos materiais , humanos e valorizando nossos soldados.

Ao contrário , tudo fazem para desacreditar nossas Forças Armadas e reduzir sua capacidade de defesa da nação.

O Amorinha é doce ao foro de são Paulo e ácido aos brasileiros.

Ronaldo Fontes é Médico e presidente do Instituto Foro do Brasil.

Fonte: Alertatotal.net

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Pan-Seared Tuna with Avocado

[g1_dropcap]F[/g1_dropcap]ar far away, behind the word mountains, far from the countries Vokalia and Consonantia, there live the blind texts. Separated they live in Bookmarksgrove right at the coast of the Semantics, a large language ocean. A small river named Duden flows by their place and supplies it with the necessary regelialia. It is a paradisematic country, in which roasted parts of sentences fly into your mouth.

Even the all-powerful…

Even the all-powerful Pointing has no control about the blind texts it is an almost unorthographic life One day however a small line of blind text by the name of Lorem Ipsum decided to leave for the far World of Grammar. The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas, wild Question Marks and devious Semikoli, but the Little Blind Text didn’t listen.

So it didn’t take long until a few insidious Copy Writers ambushed her, made her drunk with Longe and Parole and dragged her into their agency.

Harrison Thompson
Chief Executive Officer

She packed her seven versalia, put her initial into the belt and made herself on the way. When she reached the first hills of the Italic Mountains, she had a last view back on the skyline of her hometown Bookmarksgrove, the headline of Alphabet Village and the subline of her own road, the Line Lane. Pityful a rethoric question ran over her cheek, then she continued her way.

On her way she met a copy

The copy warned the Little Blind Text, that where it came from it would have been rewritten a thousand times and everything that was left from its origin would be the word “and” and the Little Blind Text should turn around and return to its own, safe country. But nothing the copy said could convince her and so it didn’t take long until a few insidious Copy Writers ambushed her, made her drunk with Longe and Parole and dragged her into their agency, where they abused her for their projects again and again. And if she hasn’t been rewritten, then they are still using her.

The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas
The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas

Far far away, behind the word mountains

Far from the countries Vokalia and Consonantia, there live the blind texts. Separated they live in Bookmarksgrove right at the coast of the Semantics, a large language ocean. A small river named Duden flows by their place and supplies it with the necessary regelialia.

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The wolf population decreased in 2015

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It is a paradisematic country, in which roasted parts of sentences fly into your mouth. Even the all-powerful Pointing has no control about the blind texts it is an almost unorthographic life One day however a small line of blind text by the name of Lorem Ipsum decided to leave for the far World of Grammar.

The Big Oxmox

The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas, wild Question Marks and devious Semikoli, but the Little Blind Text didn’t listen. She packed her seven versalia, put her initial into the belt and made herself on the way. When she reached the first hills of the Italic Mountains, she had a last view back on the skyline of her hometown Bookmarksgrove, the headline of Alphabet Village and the subline of her own road, the Line Lane.

Pityful a rethoric question ran over her cheek

Pityful a rethoric question ran over her cheek, then she continued her way. On her way she met a copy. The copy warned the Little Blind Text, that where it came from it would have been rewritten a thousand times and everything that was left from its origin would be the word “and” and the Little Blind Text should turn around and return to its own, safe country.

  • But nothing the copy said could convince her
  • So it didn’t take long until a few insidious Copy Writers ambushed her
  • And if she hasn’t been rewritten, then they are still using her

Far far away, behind the word mountains, far from the countries Vokalia and Consonantia, there live the blind texts. Separated they live in Bookmarksgrove right at the coast of the Semantics, a large language ocean.

A small river named Duden flows by their place and supplies it with the necessary regelialia. It is a paradisematic country, in which roasted parts of sentences fly into your mouth.

  1. Even the all-powerful Pointing has no control about the blind texts
  2. The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas
  3. But the Little Blind Text didn’t listen

When she reached the first hills of the Italic Mountains…

She had a last view back on the skyline of her hometown Bookmarksgrove, the headline of Alphabet Village and the subline of her own road, the Line Lane. Pityful a rethoric question ran over her cheek, then she continued her way. On her way she met a copy.

Alt test
Short caption example

The copy warned the Little Blind Text, that where it came from it would have been rewritten a thousand times and everything that was left from its origin would be the word “and” and the Little Blind Text should turn around and return to its own, safe country.

Safe country

But nothing the copy said could convince her and so it didn’t take long until a few insidious Copy Writers ambushed her, made her drunk with Longe and Parole and dragged her into their agency, where they abused her for their projects again and again. And if she hasn’t been rewritten, then they are still using her. Far far away, behind the word mountains, far from the countries Vokalia and Consonantia, there live the blind texts. Separated they live in Bookmarksgrove right at the coast of the Semantics, a large language ocean. A small river named Duden flows by their place and supplies it with the necessary regelialia.

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[g1_dropcap]F[/g1_dropcap]ar far away, behind the word mountains, far from the countries Vokalia and Consonantia, there live the blind texts. Separated they live in Bookmarksgrove right at the coast of the Semantics, a large language ocean. A small river named Duden flows by their place and supplies it with the necessary regelialia. It is a paradisematic country, in which roasted parts of sentences fly into your mouth.

Even the all-powerful…

Even the all-powerful Pointing has no control about the blind texts it is an almost unorthographic life One day however a small line of blind text by the name of Lorem Ipsum decided to leave for the far World of Grammar. The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas, wild Question Marks and devious Semikoli, but the Little Blind Text didn’t listen.

So it didn’t take long until a few insidious Copy Writers ambushed her, made her drunk with Longe and Parole and dragged her into their agency.

Harrison Thompson
Chief Executive Officer

She packed her seven versalia, put her initial into the belt and made herself on the way. When she reached the first hills of the Italic Mountains, she had a last view back on the skyline of her hometown Bookmarksgrove, the headline of Alphabet Village and the subline of her own road, the Line Lane. Pityful a rethoric question ran over her cheek, then she continued her way.

On her way she met a copy

The copy warned the Little Blind Text, that where it came from it would have been rewritten a thousand times and everything that was left from its origin would be the word “and” and the Little Blind Text should turn around and return to its own, safe country. But nothing the copy said could convince her and so it didn’t take long until a few insidious Copy Writers ambushed her, made her drunk with Longe and Parole and dragged her into their agency, where they abused her for their projects again and again. And if she hasn’t been rewritten, then they are still using her.

The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas
The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas

Far far away, behind the word mountains

Far from the countries Vokalia and Consonantia, there live the blind texts. Separated they live in Bookmarksgrove right at the coast of the Semantics, a large language ocean. A small river named Duden flows by their place and supplies it with the necessary regelialia.

[g1_progress_icon stop=”16″ max=”21″ size=”m” align=”right” style=”simple” icon_subset=”iconsmind-animals” icon=”wolf” direction=”right”]

The wolf population decreased in 2015

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It is a paradisematic country, in which roasted parts of sentences fly into your mouth. Even the all-powerful Pointing has no control about the blind texts it is an almost unorthographic life One day however a small line of blind text by the name of Lorem Ipsum decided to leave for the far World of Grammar.

The Big Oxmox

The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas, wild Question Marks and devious Semikoli, but the Little Blind Text didn’t listen. She packed her seven versalia, put her initial into the belt and made herself on the way. When she reached the first hills of the Italic Mountains, she had a last view back on the skyline of her hometown Bookmarksgrove, the headline of Alphabet Village and the subline of her own road, the Line Lane.

Pityful a rethoric question ran over her cheek

Pityful a rethoric question ran over her cheek, then she continued her way. On her way she met a copy. The copy warned the Little Blind Text, that where it came from it would have been rewritten a thousand times and everything that was left from its origin would be the word “and” and the Little Blind Text should turn around and return to its own, safe country.

  • But nothing the copy said could convince her
  • So it didn’t take long until a few insidious Copy Writers ambushed her
  • And if she hasn’t been rewritten, then they are still using her

Far far away, behind the word mountains, far from the countries Vokalia and Consonantia, there live the blind texts. Separated they live in Bookmarksgrove right at the coast of the Semantics, a large language ocean.

A small river named Duden flows by their place and supplies it with the necessary regelialia. It is a paradisematic country, in which roasted parts of sentences fly into your mouth.

  1. Even the all-powerful Pointing has no control about the blind texts
  2. The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas
  3. But the Little Blind Text didn’t listen

When she reached the first hills of the Italic Mountains…

She had a last view back on the skyline of her hometown Bookmarksgrove, the headline of Alphabet Village and the subline of her own road, the Line Lane. Pityful a rethoric question ran over her cheek, then she continued her way. On her way she met a copy.

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The copy warned the Little Blind Text, that where it came from it would have been rewritten a thousand times and everything that was left from its origin would be the word “and” and the Little Blind Text should turn around and return to its own, safe country.

Safe country

But nothing the copy said could convince her and so it didn’t take long until a few insidious Copy Writers ambushed her, made her drunk with Longe and Parole and dragged her into their agency, where they abused her for their projects again and again. And if she hasn’t been rewritten, then they are still using her. Far far away, behind the word mountains, far from the countries Vokalia and Consonantia, there live the blind texts. Separated they live in Bookmarksgrove right at the coast of the Semantics, a large language ocean. A small river named Duden flows by their place and supplies it with the necessary regelialia.

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Vídeo: Chegada do Super Tucano à Moody Air Force Base

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