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Geopolítica Opinião

“Putinização” do Leste Europeu preocupa UE

Hungria, Romênia e Bulgária apostam cada vez mais num estilo autoritário de política e geram preocupação para a União Europeia. A inspiração parece vir da Rússia de Putin.

A ONG internacional Freedom House alertou sobre a deterioração contínua dos processos de democratização em alguns novos Estados-membros da União Europeia (UE). Na lista das chamadas “democracias consolidadas” na UE, a Hungria ocupa o último lugar, bem atrás dos Países Bálticos, da Polônia e da República Tcheca. Logo atrás, na categoria “democracias semiconsolidadas”, aparecem a Bulgária e a Romênia.

O relatório da ONG critica o fato de alguns chefes de governo “desmantelarem sistematicamente o sistema dos contrapesos democráticos, sob o pretexto de chamadas reformas”. Há dois anos , a Freedom House já falava de uma “putinização” na Europa Central e no Leste Europeu.

Hungria: de aluno modelo a criança-problema

Durante anos a Hungria foi saudada como um aluno exemplar da integração e democratização europeia. Hoje, o país tornou-se um exemplo de um curso político antidemocrático e autoritário, sob a liderança do primeiro-ministro Viktor Orban. Com uma maioria de dois terços no Parlamento, seu partido de direita e nacionalista, o Fidesz, pode alterar a Constituição sem a necessidade de apoio de outros partidos – e o premiê já se aproveitou disso diversas vezes.

O fato de Orban também não esconder a estreita colaboração com o Jobbik, partido antissemita e de extrema direita, é motivo de críticas permanentes de Bruxelas. Mas isso parece não incomodar o líder húngaro.

Viktor Orban tem Putin como modelo

Orban disse considerar o presidente russo, Vladimir Putin, um exemplo, afirmando que ele cuida “da lei e da ordem” na Rússia. Assim como o líder russo, o premiê identificou os inimigos da Hungria: os “estrangeiros que perseguiam interesses contrários à nação” e recebiam “propinas milionárias de círculos financeiros internacionais”. Ele se referia aos ativistas húngaros da sociedade civil e de organizações não governamentais, que trabalham pelos direitos humanos e de minorias e criticam o desenvolvimento político da Hungria sob Orban.

Os escritórios de algumas ONGs foram invadidos pela polícia. Documentos e computadores foram apreendidos. Em Budapeste, ativistas relatam com cada vez mais frequência uma “putinização” da Hungria, exigindo providências de Bruxelas. Além da Rússia, Orban toma a Turquia e a China como modelos – e já falou sobre isso abertamente mais de uma vez.

Romênia: patriotismo como arma eleitoral

O primeiro-ministro romeno, Victor Ponta, também adota uma abordagem semelhante. Ele está sempre falando de que a Romênia deve tomar um caminho diferente dos demais países-membros ocidentais da União Europeia. Segundo o premiê, “devido à recessão na zona do euro”, a economia de seu país deveria se orientar para o leste.

Victor Ponta adotou discurso religioso-nacionalista

Eleições presidenciais serão realizadas na Romênia no próximo dia 2 de novembro. Como candidato dos social-democratas pós-comunistas, Ponta descobriu para si o caminho nacional-religioso. Em quase todas as aparições na TV – e elas são muitas –, ele afirma ter orgulho de se candidatar como romeno ortodoxo em seu país. Quase todas as noites, o primeiro-ministro romeno participa detalk shows de emissoras simpáticas ao governo.

O discurso nacional-religioso ganhou força, quando ficou claro que o apoio a seu promissor adversário Klaus Johannis vem aumentando nas pesquisas de opinião. Johannis – prefeito da cidade de Sibiu e, desde este ano, líder dos liberais na Romênia – pertence à minoria protestante alemã. Os adversários também não hesitam em usar de declarações xenófobas a insultos nazistas para evitar ascensão de Ponta.

Bulgária: saudades do tutor oriental

A Bulgária também está em meio à campanha eleitoral. Em 5 de outubro, serão realizadas eleições parlamentares antecipadas. E a situação do país é semelhante à dos demais países-membros da UE do leste. Já em 2008 – ou seja, um ano após a entrada do país na UE – pesquisas de opinião apontavam para um entusiasmo minguante em relação ao bloco europeu e para uma atenção crescente em direção a Moscou.

A Alemanha já advertiu sobre a influência da Rússia na política búlgara. Em maio deste ano, um documento interno do governo em Berlim, interceptado pela mídia alemã, aponta que a Rússia transformou a Bulgária numa ponte para a UE. No partido socialista do governo, estariam velhos quadros do partido comunista, funcionários dos serviços de inteligência e oligarcas búlgaros, que fazem negócios com o séquito de Putin. Segundo o documento, as relações são tão próximas que a Rússia tem uma influência direta sobre a legislação do país.

EU: na corda bamba entre credibilidade e “realpolitik”

Apesar de tudo,o conceito da “putinização” permanece controverso. O deputado federal alemão Gunther Krichbaum, presidente da comissão parlamentar de assuntos europeus no Bundestag (câmara baixa do Parlamento alemão) acha esse conceito “infeliz” quando usado para falar da Hungria, Romênia e Bulgária. Krichbaum afirma, no entanto, que os acontecimentos nesses países são um “grande desafio” para a UE.

“É uma questão de credibilidade se pregamos os valores europeus de liberdade, democracia e estado de direito somente para fora – por exemplo, no processo de expansão [da UE] – ou se os vivenciamos e levamos a sério também internamente”, afirma o deputado democrata-cristão.

O cientista político Kai-Olaf Lang, do Instituto Alemão de Relações Internacionais e Segurança (SWP, na sigla em alemão), diz não acreditar que os sinais de erosão das normas democráticas nesses três países remontem principalmente à influência russa. “Eu veria de forma contrária: a supressão observada pontualmente da democracia liberal e a expansão da falta de transparência criam novas oportunidades para uma influência externa do Oriente e da Rússia, entre outros.”

O deputado Krichbaum pede instrumentos de controle

Segundo o pesquisador, a UE deveria tomar consciência de três fatos. Em primeiro lugar, uma possível reversão antidemocrática deveria ser avaliada adequadamente, tendo em vista também as causas. Ou seja: onde há desmantelamento da democracia, onde há governança ruim e corrupta, onde há redes de relações duvidosas?

Em segundo lugar, a UE deveria estabelecer onde vai passar uma “linha vermelha”, ou seja, definir o que ainda é “aceitável” e o que é realmente uma ameaça à democracia. Em terceiro lugar, o bloco europeu não deveria esquecer a discussão sobre instrumentos mais eficazes de sanção.

Krichbaum também pede uma resposta adequada aos desenvolvimentos antidemocráticos nos países-membros. Para tal, ele defende a introdução de um mecanismo de acompanhamento regular da democracia e dos direitos fundamentais em todos os países-membros da UE – semelhante ao que a Comissão Europeia pratica na área da Justiça. Segundo o deputado, é preciso desenvolver um processo mais simples para penalizar violações contra os direitos fundamentais europeus nos países-membros da União Europeia.

“Mas eu não nego o fato de, aqui, sermos obrigados a adotar certo equilíbro, pois os países-membros da União Europeia são Estados soberanos, que possuem um amplo espaço de manobra na concepção de seus assuntos internos”, conclui o político.

Com ou sem a “putinização” ou outra forma “original de democracia”, a Hungria, a Romênia e a Bulgária continuam sendo as crianças-problema da União Europeia.

Fonte: DW.DE

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Conflitos Destaques Geopolítica Negócios e serviços Opinião Tecnologia

“Sanções: É oportunidade de crescimento e buscar fornecedores alternativos no exterior”

Medvedev: “Entre as dificuldades e problemas sempre surgem oportunidades, e é preciso aproveitá-las”

O primeiro-ministro Dmítri Medvedev instruiu os representantes comerciais da Rússia no exterior a buscar novas tecnologias que não sejam dos Estados Unidos ou da União Europeia.

“A situação envolvendo as sanções tem que ser usada ​​para encontrar novas oportunidades de crescimento. É um tipo de protecionismo pelo qual nunca nos decidiríamos se não fossem as condições impostas”, disse o primeiro-ministro russo durante um discurso no Fórum de Investimento de Sôtchi.

Uma das prioridades, segundo Medvedev, deve ser o desenvolvimento de tecnologias próprias, bem como a busca de fornecedores alternativos no exterior. “Oriento nossos representantes comerciais no exterior a encontrar novos fornecedores de equipamentos de alta tecnologia”, afirmou o premiê russo.

Para estimular o desenvolvimento de tecnologias nacionais, será criado o Fundo de Desenvolvimento da Indústria, que dará apoio principalmente às empresas médias interessadas em atrair financiamento bancário antecipado.  O Estado pretender destinar o equivalente a US$ 470 milhões para o projeto. “Entre as dificuldades e problemas sempre surgem oportunidades, e é preciso aproveitá-las”, acrescentou Medvedev.

Contradições

As mais recentes sanções contra a Rússia afetaram não só as petroleiras estatais  Rosneft e Gazprom, como também as privadas Lukoil e Surgutneftegaz. As medidas impostas pelos EUA e UE limitarão o fornecimento e reexportação de bens, serviços e tecnologias para a plataforma continental e reservas de xisto.

De acordo com o Ministério das Finanças dos Estados Unidos, a proibição afeta os projetos de águas profundas do Ártico e de xisto na Rússia ou em águas pertencentes ao país.

“O objetivo principal da última rodada de sanções dos Estados Unidos foi mostrar que qualquer empresa pode ser afetada. Se antes todas as restrições foram introduzidas apenas contra as empresas ligadas ao Estado e contra as instituições de crédito, agora até as privadas têm enfrentado certa pressão”, diz o analista do holding de investimento Finam, Anton Soroko.

Esse fato contraria as declarações do Ocidente de que as sanções estão sendo formuladas para combater a posição política da Rússia. “Se fosse assim, as medidas deveriam exercer pressão sobre o governo, e  não sobre empresas privadas”, completa Soroko.

A Lukoil, por exemplo, é uma empresa privada russa cotada na bolsa de valores, com alta transparência e mínima participação do Estado. Atualmente está desenvolvendo a plataforma do Mar Cáspio, como também uma série de projetos difíceis em parceria com empresas europeias. “Talvez esses projetos tenham de ser abandonados, embora representem parte insignificante da exploração”, diz o analista da UFS IC, Iliá Balakirev.

Impacto limitado

A limitação da exportação de tecnologia afeta principalmente a Rosneft, que controla 44 áreas de exploração na plataforma continental, cuja reserva é de 42 bilhões de toneladas. A empresa já começou a trabalhar em 23 delas.

Em 2011, a Rosneft assinou um acordo com a americana ExxonMobil para a exploração de petróleo nos mares de Kara e Negro. Porém, de acordo com a Bloomberg, a ExxonMobil poderá suspender a exploração no poço Universidade-1, no mar de Kara, obrigando a Rosneft a devolver o dinheiro gasto na exploração – até US$ 3,2 bilhões.

Por outro lado, as sanções se aplicam apenas aos contratos novos, e não aos que foram celebrados antes de as medidas entrarem em vigor. “As empresas de petróleo e gás estão agora um pouco melhor do que as de outras áreas da indústria, principalmente porque a exportação de recursos energéticos russos é muito importante para os nossos parceiros ocidentais”, arremata Soroko.

Fonte: Gazeta Russa

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Destaques Geopolítica Negócios e serviços Tecnologia

Tem início testes do novo Mi-171A “2”

A companhia Vertolioty Rossii (Helicópteros da Rússia) iniciou, juntamente com o consórcio Tecnologias Radioeletrônicas (KRET), os testes do helicóptero Mi-171A2, fabricado com base na Fábrica de Helicópteros Mil de Moscou.

O aparelho está equipado com um novo sistema de navegação, o que lhe permite voar em segurança a qualquer hora do dia ou da noite, inclusive com condições meteorológicas adversas. Os trabalhos para fabricação do novo helicóptero entraram em sua fase final. Essa aeronave deverá dar seguimento ao êxito comercial da família de helicópteros Mi-8/17.

Os largamente conhecidos Mi-8 já são explorados com sucesso há quase meio século, tanto pela aviação civil, como pelas forças armadas de dezenas de países. Eles continuam ocupando posições de liderança do mercado graças à combinação de boas condições de preço com uma eficiência na sua utilização para o transporte, refere o editor principal da revista Vzlet (Decolagem) Andrei Fomin:

“É evidente que o tempo deixa sua marca e num contexto de novos desafios, lançados pela concorrência estrangeira, é necessária uma modernização que tanto abrange as características estruturais, como a unidade propulsora e os equipamentos de bordo. A versão Mi-171A2 representa uma tentativa de dar um novo fôlego ao bom velho Mi-8. Entretanto, essa modernização é feita em várias direções”.

As modificações abrangem a unidade propulsora e o sistema de sustentação. Os motores são novos, são mais econômicos e mais potentes. No novo sistema de sustentação o rotor principal é fabricado de materiais compósitos. Isso aumenta consideravelmente sua fiabilidade e seu tempo de vida útil. O novo conjunto de equipamentos permite facilitar as técnicas de pilotagem e executar uma grande quantidade de novos regimes de navegação e de voo. Entretanto, a tripulação foi reduzida de três para duas pessoas, refere Andrei Fomin:

“Tudo isso em conjunto: a estrutura modernizada, a nova unidade propulsora e o novo sistema de sustentação, permitiu melhorar as características de voo do helicóptero, aumentando sua velocidade máxima e de cruzeiro e melhorando seu desempenho em altitude”.

Assim, apesar de sua grande semelhança aparente com o Mi-8, o Mi-17 e o seu antecessor imediato, o Mi-171A1, este aparelho foi modernizado significativamente. As melhorias introduzidas e as características aprimoradas deverão proporcionar ao helicóptero Mi-171A2 boas perspectivas de mercado, mesmo num contexto de surgimento no Ocidente de aeronaves análogas de projetos mais recentes, refere Andrei Fomin:

“Com base no Mi-171, no Brasil foi certificado o Mi-171A1 depois de cumpridas as exigências das autoridades aeronáuticas brasileiras. No Brasil ele é utilizado pela companhia petrolífera local no cumprimento de um amplo conjunto de tarefas relacionadas com o patrulhamento, o transporte de brigadas de trabalho e de cargas. O A2 será o passo seguinte”.

Este é um helicóptero comercial que responde às exigências atuais mais rigorosas da aviação civil. Na opinião dos peritos, ele irá dispor de capacidades acrescidas para trabalhar em condições de alta montanha e em climas quentes, quando comparado com o Mi-17. A esmagadora maioria dos componentes do novo aparelho serão fabricados por empresas russas, nomeadamente o conjunto de equipamentos de bordo será do consórcio KRET e os motores da companhia Klimov de São Petersburgo. A produção em série do Mi-171A2 está planejada para ser realizada na fábrica de Ulan-Ude, depois de sua certificação em 2015. Até essa altura, provavelmente a companhia Klimov já terá começado a fabricação em série dos motores.

 

Fonte: Voz da Rússia

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Defesa Sistemas de Armas Tecnologia

Irã realiza de forma independente revisão geral dos seus Sukhoi Su-24

Segundo a agência de notícias iraniana Tasnim, a Força Aérea do Irã concluiu a revisão geral de um número não divulgado de jatos de combate Sukhoi Su-24. Esse tipo de serviço, inédito no país, envolveu especialistas da Base Aérea de Shahid Doran. Anteriormente a revisão e manutenção dessas aeronaves era feita fora do país.

Estima-se que 11 exemplares estejam em serviço no país realizando missões de reconhecimento e ataque. Ao todo 24 exemplares foram evacuados do Iraque para o Irã no início da Guerra do Golfo em 1990, sendo colocados em serviço no Irã imediatamente. Acredita-se que outros exemplares foram adquiridos de outras nações posteriormente.

Fonte: C&R

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Defesa Geopolítica Sistemas de Armas

Panavia Tornado: Mais 10 anos na Alemanha, Itália e Arábia Saudita

Num evento realizado nas instalações da Airbus Defense and Space em Manching, ao norte de Munique (Alemanha), operadores do caça-bombardeiro, de interdição, guerra eletrônica, reconhecimento e ataque Panavia Tornado se encontraram para celebrar os 40 anos do primeiro voo do protótipo, realizado em 14 de agosto de 1974.

Alemanha, Itália e Arábia Saudita anunciaram que pretendem manter o Tornado em serviço, em todas as suas variantes (IDS, de supressão de defesas aéreas; ADV, de defesa aérea; e ECR, de guerra eletrônica e reconhecimento) até pelo menos 2025, podendo essa previsão ser estendida até 2030.

Atualmente existem em torno de 360 exemplares em serviço ativo e apenas o Reino Unido deverá desativar a sua frota até 2020.

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O consórcio europeu Panavia declarou que criou novas instalações em Manching para acomodar até 20 exemplares simultaneamente recebendo todas as etapas do processo de reparo e manutenção, além de possuir em andamento outros programas de modernização para a frota existente.

Fonte: C&R

 

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Conflitos Geopolítica Ucrânia

OTAN confirma a retirada de parte das tropas russas na Ucrânia

A OTAN detectou “uma retirada significativa de tropas russas convencionais” que até agora operavam dentro da Ucrânia. O movimento, confirmado por dois porta-vozes da organização, é a primeira retirada significativa – cerca de mil soldados já tinham sido retirados há alguns dias – desde que a Aliança Atlântica alertou, em julho e agosto, que vários milhares de combatentes russos tinham cruzado a fronteira para entrar em território ucraniano.

Apesar deste sinal de distensão, a OTAN rejeita qualquer tipo de triunfalismo e lembra que “muitos milhares [de soldados] ainda estão posicionados nas proximidades da fronteira”. A organização se recusa a fornecer dados, tanto sobre as tropas retiradas, como sobre as que permanecem perto da fronteira. E lembra que forças especiais russas “operam na Ucrânia e são difíceis de detectar”, afirma por e-mail o tenente-coronel Jay Janzen, porta-voz da OTAN.

Outras fontes aliadas relacionam a retirada à pressão sofrida pela Rússia para explicar a presença de tantos soldados russos em solo ucraniano, especialmente quando morrem em combate. O Kremlin tem negado até agora a existência de tropas na Ucrânia e só admitiu a presença ocasional de alguns soldados em período de férias. Contudo, as equipes militares na área e os depoimentos da imprensa ocidental evidenciaram a presença russa e colocaram Moscou numa situação incômoda.

As diferentes fontes consultadas dizem que a retirada não está vinculada ao cessar-fogo vigente – com muitos descumprimentos – no leste da Ucrânia desde 5 de setembro e advertem que ainda é cedo para concluir se está funcionando. Uma dessas fontes considera provável que, em longo prazo, a guerra da Ucrânia se converta num dos chamados conflitos congelados do antigo espaço soviético – como o que vive a região moldava da Transdnístria, russófila e autoproclamada independente nos anos noventa – “e, para isso, a Rússia precisa de muito menos tropas na área”, argumentam.

A Aliança Atlântica constatou a retirada de tropas nos últimos dias, mas manifesta um profundo ceticismo sobre a boa vontade russa. Além dos soldados que aguardam na fronteira, “o recente sequestro de um agente de segurança estoniano, a apreensão de um pesqueiro lituano e várias aproximações do espaço aéreo de aliados e de outros parceiros por parte da força aérea russa demonstram que o ambiente de segurança na Europa mudou e que os aliados da OTAN precisam permanecer vigilantes e adaptar-se à situação”, diz o tenente coronel porta-voz do comando militar da organização.

Além destes movimentos, Moscou continua a apoiar os separatistas russos e semeia confusão com o envio de caminhões supostamente carregados de material de assistência humanitária. No sábado, um novo comboio com 200 veículos chegou à região de Donetsk para oferecer assistência à população afetada pelos conflitos, segundo afirmou Moscou. O Ocidente, entretanto, suspeita do conteúdo transportado pelos caminhões, tanto na entrada como na saída.

“Temos visto uma redução no número de incidentes e no número de tropas regulares russas no interior da Ucrânia, mas algumas forças especiais permanecem no país, além de manter uma notável presença militar russa na fronteira. De modo que, ainda que sejam bem-vindos os esforços genuínos em favor de uma solução pacífica, a Rússia mantém a opção de desestabilizar a Ucrânia”, resume uma porta-voz.

Fonte: El País

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Conflitos Geopolítica Negócios e serviços Ucrânia

Hungria suspende venda de gás à Ucrânia

Suspensão ocorre depois de Rússia pressionar países que repassam gás para ucranianos, alegando que venda é ilegal. Em troca, húngaros têm abastecimento garantido.

A União Europeia (UE) criticou a Hungria nesta sexta-feira (26/09) pela suspensão do abastecimento de gás à Ucrânia, aumentando temores de uma possível disputa, às vésperas do inverno no hemisfério norte, em torno de um combustível usado para a calefação na Europa.

Segundo a operadora de gás húngara FGSZ, o abastecimento para a Ucrânia foi cortado por tempo indeterminado a fim de que sejam feitos ajustes técnicos que garantam o suprimento da demanda interna, que tem prioridade.

A suspensão foi anunciada um dia depois de o primeiro-ministro húngaro, Victor Orban, ter obtido garantias por parte da empresa russa Gazprom de aumento do volume de gás exportado, e depois de o ministro russo da Energia, Alexander Nowak, ter ameaçado com cortes os países que repassarem gás para a Ucrânia. “Os contratos firmados não preveem a re-exportação”, declarou.

A Hungria cobre cerca de 80% de suas necessidade de gás com importações da Rússia. O gás passa por um pipeline que atravessa território ucraniano. Críticos acusam o governo de Orban de se posicionar ao lado da Rússia no conflito com a Ucrânia.

Mais pressão sobre Ucrânia

Além da Hungria, a Polônia e outros países europeus passaram a vender gás para a Ucrânia desde que a Rússia interrompeu o abastecimento para a ex-república soviética, em junho passado, alegando como causa a alta dívida dos ucranianos e o interesse russo em cobrar preços mais altos. A maior motivação para o corte, porém, está relacionada às disputas políticas e territoriais que envolvem os dois países.

Apesar das contestações de Moscou de que os países europeus estariam impedidos, por contrato, de repassar gás russo para a Ucrânia, a UE alega que o chamado fluxo reverso é legal e espera que todos os países-membros ajudem a abastecer os ucranianos.

A suspensão do abastecimento de gás da Hungria para a Ucrânia ocorreu sem aviso prévio, segundo Kiev, nesta quarta-feira – um dia antes da reunião de ministros da Energia da Rússia e da Ucrânia, em Berlim, a fim de buscar uma saída para o problema do abastecimento de gás na Ucrânia. O encontro está sendo mediado pelo comissário europeu da Energia, Günther Oettinger.

A contenda preocupa vários países europeus porque boa parte do gás russo que abastece o continente é transportada por gasodutos que cortam o território ucraniano.

“Os suprimentos de gás e energia europeus e ucranianos estão bem conectados uns com os outros. O inverno está chegando, o tempo está correndo”, disse a chanceler federal alemã, Angela Merkel, nesta semana.

Em 2012, 24% do gás usado pelos países da UE veio da Rússia, segundo a associação do setor Eurogas. Metade deste montante foi transportando por gasodutos ucranianos. Mais da metade de todo o gás que abasteceu a Ucrânia no ano passado foi fornecido pelos russos.

MSB/ap/afp

Fonte: DW.DE

 

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Weekly Inspiration #27

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Cras ac tortor in enim euismod pretium id et justo. Aenean sed pretium purus. Vestibulum dolor libero, tincidunt ut auctor id, tempus vel est. Phasellus semper finibus aliquet. Fusce sollicitudin, arcu at rutrum convallis, elit purus pretium libero, ut feugiat purus augue non mi.

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Stay Stylish on Busy Days

[g1_dropcap]F[/g1_dropcap]ar far away, behind the word mountains, far from the countries Vokalia and Consonantia, there live the blind texts. Separated they live in Bookmarksgrove right at the coast of the Semantics, a large language ocean. A small river named Duden flows by their place and supplies it with the necessary regelialia. It is a paradisematic country, in which roasted parts of sentences fly into your mouth.

Even the all-powerful…

Even the all-powerful Pointing has no control about the blind texts it is an almost unorthographic life One day however a small line of blind text by the name of Lorem Ipsum decided to leave for the far World of Grammar. The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas, wild Question Marks and devious Semikoli, but the Little Blind Text didn’t listen.

So it didn’t take long until a few insidious Copy Writers ambushed her, made her drunk with Longe and Parole and dragged her into their agency.

Harrison Thompson
Chief Executive Officer

She packed her seven versalia, put her initial into the belt and made herself on the way. When she reached the first hills of the Italic Mountains, she had a last view back on the skyline of her hometown Bookmarksgrove, the headline of Alphabet Village and the subline of her own road, the Line Lane. Pityful a rethoric question ran over her cheek, then she continued her way.

On her way she met a copy

The copy warned the Little Blind Text, that where it came from it would have been rewritten a thousand times and everything that was left from its origin would be the word “and” and the Little Blind Text should turn around and return to its own, safe country. But nothing the copy said could convince her and so it didn’t take long until a few insidious Copy Writers ambushed her, made her drunk with Longe and Parole and dragged her into their agency, where they abused her for their projects again and again. And if she hasn’t been rewritten, then they are still using her.

The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas
The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas

Far far away, behind the word mountains

Far from the countries Vokalia and Consonantia, there live the blind texts. Separated they live in Bookmarksgrove right at the coast of the Semantics, a large language ocean. A small river named Duden flows by their place and supplies it with the necessary regelialia.

[g1_progress_icon stop=”16″ max=”21″ size=”m” align=”right” style=”simple” icon_subset=”iconsmind-animals” icon=”wolf” direction=”right”]

The wolf population decreased in 2015

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It is a paradisematic country, in which roasted parts of sentences fly into your mouth. Even the all-powerful Pointing has no control about the blind texts it is an almost unorthographic life One day however a small line of blind text by the name of Lorem Ipsum decided to leave for the far World of Grammar.

The Big Oxmox

The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas, wild Question Marks and devious Semikoli, but the Little Blind Text didn’t listen. She packed her seven versalia, put her initial into the belt and made herself on the way. When she reached the first hills of the Italic Mountains, she had a last view back on the skyline of her hometown Bookmarksgrove, the headline of Alphabet Village and the subline of her own road, the Line Lane.

Pityful a rethoric question ran over her cheek

Pityful a rethoric question ran over her cheek, then she continued her way. On her way she met a copy. The copy warned the Little Blind Text, that where it came from it would have been rewritten a thousand times and everything that was left from its origin would be the word “and” and the Little Blind Text should turn around and return to its own, safe country.

  • But nothing the copy said could convince her
  • So it didn’t take long until a few insidious Copy Writers ambushed her
  • And if she hasn’t been rewritten, then they are still using her

Far far away, behind the word mountains, far from the countries Vokalia and Consonantia, there live the blind texts. Separated they live in Bookmarksgrove right at the coast of the Semantics, a large language ocean.

A small river named Duden flows by their place and supplies it with the necessary regelialia. It is a paradisematic country, in which roasted parts of sentences fly into your mouth.

  1. Even the all-powerful Pointing has no control about the blind texts
  2. The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas
  3. But the Little Blind Text didn’t listen

When she reached the first hills of the Italic Mountains…

She had a last view back on the skyline of her hometown Bookmarksgrove, the headline of Alphabet Village and the subline of her own road, the Line Lane. Pityful a rethoric question ran over her cheek, then she continued her way. On her way she met a copy.

Alt test
Short caption example

The copy warned the Little Blind Text, that where it came from it would have been rewritten a thousand times and everything that was left from its origin would be the word “and” and the Little Blind Text should turn around and return to its own, safe country.

Safe country

But nothing the copy said could convince her and so it didn’t take long until a few insidious Copy Writers ambushed her, made her drunk with Longe and Parole and dragged her into their agency, where they abused her for their projects again and again. And if she hasn’t been rewritten, then they are still using her. Far far away, behind the word mountains, far from the countries Vokalia and Consonantia, there live the blind texts. Separated they live in Bookmarksgrove right at the coast of the Semantics, a large language ocean. A small river named Duden flows by their place and supplies it with the necessary regelialia.

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[g1_dropcap]F[/g1_dropcap]ar far away, behind the word mountains, far from the countries Vokalia and Consonantia, there live the blind texts. Separated they live in Bookmarksgrove right at the coast of the Semantics, a large language ocean. A small river named Duden flows by their place and supplies it with the necessary regelialia. It is a paradisematic country, in which roasted parts of sentences fly into your mouth.

Even the all-powerful…

Even the all-powerful Pointing has no control about the blind texts it is an almost unorthographic life One day however a small line of blind text by the name of Lorem Ipsum decided to leave for the far World of Grammar. The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas, wild Question Marks and devious Semikoli, but the Little Blind Text didn’t listen.

So it didn’t take long until a few insidious Copy Writers ambushed her, made her drunk with Longe and Parole and dragged her into their agency.

Harrison Thompson
Chief Executive Officer

She packed her seven versalia, put her initial into the belt and made herself on the way. When she reached the first hills of the Italic Mountains, she had a last view back on the skyline of her hometown Bookmarksgrove, the headline of Alphabet Village and the subline of her own road, the Line Lane. Pityful a rethoric question ran over her cheek, then she continued her way.

On her way she met a copy

The copy warned the Little Blind Text, that where it came from it would have been rewritten a thousand times and everything that was left from its origin would be the word “and” and the Little Blind Text should turn around and return to its own, safe country. But nothing the copy said could convince her and so it didn’t take long until a few insidious Copy Writers ambushed her, made her drunk with Longe and Parole and dragged her into their agency, where they abused her for their projects again and again. And if she hasn’t been rewritten, then they are still using her.

The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas
The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas

Far far away, behind the word mountains

Far from the countries Vokalia and Consonantia, there live the blind texts. Separated they live in Bookmarksgrove right at the coast of the Semantics, a large language ocean. A small river named Duden flows by their place and supplies it with the necessary regelialia.

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The wolf population decreased in 2015

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It is a paradisematic country, in which roasted parts of sentences fly into your mouth. Even the all-powerful Pointing has no control about the blind texts it is an almost unorthographic life One day however a small line of blind text by the name of Lorem Ipsum decided to leave for the far World of Grammar.

The Big Oxmox

The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas, wild Question Marks and devious Semikoli, but the Little Blind Text didn’t listen. She packed her seven versalia, put her initial into the belt and made herself on the way. When she reached the first hills of the Italic Mountains, she had a last view back on the skyline of her hometown Bookmarksgrove, the headline of Alphabet Village and the subline of her own road, the Line Lane.

Pityful a rethoric question ran over her cheek

Pityful a rethoric question ran over her cheek, then she continued her way. On her way she met a copy. The copy warned the Little Blind Text, that where it came from it would have been rewritten a thousand times and everything that was left from its origin would be the word “and” and the Little Blind Text should turn around and return to its own, safe country.

  • But nothing the copy said could convince her
  • So it didn’t take long until a few insidious Copy Writers ambushed her
  • And if she hasn’t been rewritten, then they are still using her

Far far away, behind the word mountains, far from the countries Vokalia and Consonantia, there live the blind texts. Separated they live in Bookmarksgrove right at the coast of the Semantics, a large language ocean.

A small river named Duden flows by their place and supplies it with the necessary regelialia. It is a paradisematic country, in which roasted parts of sentences fly into your mouth.

  1. Even the all-powerful Pointing has no control about the blind texts
  2. The Big Oxmox advised her not to do so, because there were thousands of bad Commas
  3. But the Little Blind Text didn’t listen

When she reached the first hills of the Italic Mountains…

She had a last view back on the skyline of her hometown Bookmarksgrove, the headline of Alphabet Village and the subline of her own road, the Line Lane. Pityful a rethoric question ran over her cheek, then she continued her way. On her way she met a copy.

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The copy warned the Little Blind Text, that where it came from it would have been rewritten a thousand times and everything that was left from its origin would be the word “and” and the Little Blind Text should turn around and return to its own, safe country.

Safe country

But nothing the copy said could convince her and so it didn’t take long until a few insidious Copy Writers ambushed her, made her drunk with Longe and Parole and dragged her into their agency, where they abused her for their projects again and again. And if she hasn’t been rewritten, then they are still using her. Far far away, behind the word mountains, far from the countries Vokalia and Consonantia, there live the blind texts. Separated they live in Bookmarksgrove right at the coast of the Semantics, a large language ocean. A small river named Duden flows by their place and supplies it with the necessary regelialia.

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