Defesa & Geopolítica

Desfile de 7 de Setembro no RJ mostrou novidades

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Os novos fuzis de assalto Imbel IA2, vistos pelo público carioca pela primeira fez, já começam a equipar a Brigada de Infantaria Paraquedista. (Imagem: Ronaldo Olive)

Ronaldo Olive

Embora numa escala menor do que foi apresentado em Brasília, a parada militar de sete de setembro no Rio de Janeiro também mostrou ao público algumas novidades. Em termos de armamento portátil, por exemplo, foi à primeira vez em que o fuzil de assalto nacional Imbel IA2, calibre 5,56x45mm, pode ser visto nas mãos de vários integrantes da Brigada de Infantaria Paraquedista, muito embora a maioria da tropa ainda esteja usando o veterano M964 A1 Para-FAL, calibre 7,62x51mm.

Algumas submetralhadoras Taurus SMT9, calibre 9x19mm, cujo contrato de aquisição pelo Exército Brasileiro foi assinado em 12 de dezembro de 2013, igualmente foram exibidas por pessoal embarcado num caminhão.

Nas mãos de um integrante da Cia Prec Pqdt (Companhia de Precursores Paraquedista), identificado pelo gorro vermelho com a tocha alada, uma submetralhadora Taurus SMT9 sem as miras mecânicas, mas, equipada com mira de ponto vermelho, além de uma empunhadura vertical de apoio com lanterna tática integral. Os acessórios estão acoplados  aos trilhos Picatinny da arma. (Imagem: Ronaldo Olive)

Uma das duas unidades do míssil antiaéreo RBS 70 Mk recentemente entregues à EsACosAAe desfilou sobre uma viatura  4×4 Marruá de ¾ ton. (Imagem: Ronaldo Olive)

Outra novidade observada no desfile realizado na Avenida Presidente Vargas foi um lançador de mísseis RBS 70 Mk 2, fabricado na Suécia pela Saab Bofors Dynamics, montado na traseira de uma viatura Agrale Marruá AM21,  pertencente à EsACosAAe – Escola de Artilharia de Costa e Antiaérea, cuja sede é na Vila Militar, no Rio de Janeiro.

Pouco antes do desfile oficial, a VBC AAe Gepard 1A2 da EsACosAAe. (Imagem: Ronaldo Olive)

Da mesma unidade do EB, desfilou sobre uma prancha rebocada um blindado KMW Gepard 1A2 recentemente entregues para uso na instrução da tropa. Ambos os sistemas fazem parte da modernização dos meios de defesa antiaérea de baixa altura (até 3.000 metros) do EB.

Duas viaturas do Sistema ASTROS CFN 2020, pertencentes ao BtlArtFuzNav, desfilando em público pela primeira vez no Rio de Janeiro. (Imagem: Ronaldo Olive)

Mais uma apresentação inédita foram duas viaturas do Sistema de Lançadores Múltiplos de Foguetes ASTROS CFN 2020, fabricadas no Brasil pela Avibrás, parte do lote inicial de seis unidades entregues em março último ao Batalhão de Artilharia de Fuzileiros Navais, com sede na Ilha do Governador, no Rio.

A encomenda total do CFN é de treze unidades, sendo seis Viaturas Lançadoras, três Remuniciadoras, uma Posto de Comando e Controle,  uma Meteorológica e uma Oficina Veicular e Eletrônica.

Fonte: Tecnologia & Defesa

 

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