Defesa & Geopolítica

Argentina fecha acordo com a China para obter US$ 11 bi

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Acordo foi fechado na Suíça. Reservas argentinas não chegam a US$ 30 bi.

 

NOTA DO PLANO BRASIL: Senhores Comentarista do Blog Plano Brasil, o novo dono do quintal da América Latina já chegou e veio para ficar. Na matéria em questão do jornal O Globo de Segunda-Feira, 08/09/2014, na página 16, Caderno de Economia, a breve notícia abaixo jogará por terra o MERCOSUL e criará tremendas dificuldades às exportações de manufaturados brasileiros, pois não há como competir com os chineses.

O acordo fechado com a China permitirá ao país da Presidente Cristina Kirchner dispor, em caso de necessidade, de cerca de US$ 11 bilhões para suas reservas que estão bastante combalidas, pois a Argentina necessita aumentar suas reservas, que totalizam menos de US$ 30 bilhões, quase a metade do que o país detinha em 2011.

Esse presente chinês não é gratuito. Quem pagará a conta será o Brasil, que não terá mais a quem exportar bens industrializados.

POR AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

BUENOS AIRES – A Argentina fechou um acordo com a China para ativar uma troca de moedas que permitirá ao país da presidente Cristina Kirchner dispor, em caso de necessidade, de cerca de US$ 11 bilhões para suas reservas, informou o Banco Central argentino, em comunicado.

O acordo foi fechado durante um encontro entre o presidente do Banco Central argentino, Juan Carlos Fábrega, e seu colega chinês, Zhou Xiaochuan, na cidade suíça de Basileia, na reunião bimestral do BIS (banco central dos BCs).

Os presidentes de ambos centrais “analisaram os mecanismos para por em marcha a ativação do swap (troca) convertível em moedas e que permitirá o desembolso por parcelas, de acordo com o requerido pelos dois países, de um montante total de até US$ 11 bilhões”.

A Argentina necessita aumentar suas reservas, que totalizam menos de US$ 30 bilhões, quase a metade do que o país detinha em 2011. Um bloqueio judicial para pagar a dívida com fundos em Nova York criou, nas últimas semanas, uma incerteza no mercado financeiro argentino.

“O titular do Banco Popular Chinês transmitiu à Fábrega o apoio de seu país à Argentina na controvérsia ocorrida na Justiça de Nova York com os detentores de título da dívida que não ingressaram nas trocas realizadas em 2005 e em 2010”, acrescentou o comunicado.

Os detentores de bônus não puderam, por decisão judicial, receber os US$ 539 milhões depositados em um banco de Nova York.

Fonte: O Globo, Economia, Página 16, Segunda-Feira, 08/09/2014

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