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Brasil busca mais Black Hawk

Roberto Valadares Caiafa
10/9/2014

O governo dos Estados Unidos da América, através de notificação da Agência de Cooperação em Defesa e Segurança (Defense Security Cooperation Agency ) do Departamento de Defesa, tornou pública a intenção do governo do Brasil em adquirir três helicópteros militares UH-60M Black Hawk, incluindo aí oito motores T-700-GE-701C (dois reservas), 12 metralhadoras M-134 7.62mm, oito EGPS/INS H765GU (Embedded Global Positioning System/Inertial Navigation Systems), partes e peças de reposição, ferramentas e equipamento de apoio, admin/publicações técnicas, equipamento de treinamento e qualificação de pessoal técnico, serviços de engenharia e suporte técnico do fabricante, entre outros componentes e ítens de um pacote logístico. Esse contrato, quando efetivado, terá um custo estimado de US$ 145 milhões.

Um H-60L Black Hawk da Força Aérea Brasileira (Imagens: Roberto Caiafa)

O número de metralhadoras requisitadas (12), indica que mais aeronaves UH-60L/M do inventário da Força Aérea Brasileira receberão esse tipo de armamento, essencial para a proteção das aeronaves durante missões C-SAR de combate, uma das principais tarefas dos Black Hawk da FAB (considerando-se que essa compra visa incrementar a dotação desse tipo de helicóptero na Força Aérea). O Exército Brasileiro também utiliza o modelo na Amazônia, (quatro exemplares) baseados no 4º BAVEx em Manaus (Amazonas), mas de um modelo mais antigo do tipo.

Contratos serão assinados entre o governo brasileiro e a Sikorsky Aircraft (United Technologies), General Electric Engines e Dillon Aero Systems, e estes incluirão três anos de suporte de campo, treinamento de mecânicos e de pessoal técnico de manutenção.

Fonte: Tecnologia&Defesa

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Defesa Mísseis Sistemas de Armas

Vídeo: Rússia realiza com sucesso lançamento de mísseis Bastion na Criméia

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Sugestões: Rustam- Moscou

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Defesa Economia Geopolítica Negócios e serviços

Acordos de defesa com outros países contribuem para desenvolvimento do Brasil

Start_All_Gripen_Nations_JH_1009x362Presidência da República, Blog do Planalto, 05/09/2014

Nos últimos meses, o governo brasileiro fez vários acordos de defesa para garantir a proteção do território nacional. Parcerias com países como China, Rússia, Suécia e França promovem o aumento da inovação tecnológica, capacitação de profissionais, desenvolvimento industrial e geração de empregos.

Para o chefe da coordenação geral de Defesa do Itamaraty, Rodrigo Baena, é preciso associar indústria de defesa ao desenvolvimento nacional. Ele também ressaltou a participação da indústria nacional nos projetos de defesa.

“Pensamos sempre em parcerias com países amigos para que haja transferência de tecnologia, de inovação e de capacitação tecnológica, tudo em função do desenvolvimento. Queremos que o País tenha ganhos efetivos para que o nosso próprio pessoal seja capacitado a desenvolver novos projetos e que o desenvolvimento desses projetos tenha, cada vez mais, a participação de empresas brasileiras. Também é importante o fato da indústria de defesa ser geradora de empregos de alta qualificação.”

Com a China, o Brasil está fazendo intercâmbio desde julho em áreas como Sensoriamento Remoto, Telecomunicações e Tecnologia da Informação. São iniciativas importantes para a proteção da região amazônica com o desenvolvimento de ferramentas como meteorologia, aplicativos e ações da Defesa Civil, além de fortalecer uma parceria antiga de satélites e observação da Terra.

A parceria de defesa com a Rússia é mais tradicional. Além dos helicópteros russos MI-35, utilizados pela Força Aérea Brasileira (FAB), em julho foi acordado desenvolvimento da cooperação bilateral na área de defesa antiaérea. Também foi feito o convite às Forças Armadas do Brasil para participar dos exercícios das Forças Armadas da Rússia.

A cooperação com a Suécia é mais antiga. Em dezembro de 2013, o Brasil comprou (SIC) 36 caças suecos do modelo Gripen, representando um salto tecnológico na frota de aeronaves da FAB. O acordo de defesa com a França é de 2008, que prevê a construção de quatro submarinos convencionais diesel-elétricos e um submarino de propulsão nuclear para patrulhamento da costa brasileira. Durante o projeto, cerca de 200 engenheiros foram à França para intercâmbio profissional. Além disso, há estaleiro sendo construído em Itaguaí, Rio de Janeiro, causando impacto na região com geração de emprego e renda.

Fonte: Blog do Planalto 

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Conflitos Geopolítica

Grupo quer lei islâmica em cidade alemã

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NOTA DO PLANO BRASIL, por Gérsio Mutti: Senhores Comentaristas do Blog Plano Brasil, as autoridades que estão à frente dos seus respectivos países, estou me referindo ao mundo Ocidental, são os mequetrefes dos movimentos de 1968 a começar pela França,  e que se espalhou pelos diversos países do Ocidente. A máxima dessa gente é: “É proibido proibir”, e aqui no Brasil foi proclamado por Caetano Veloso, também um dos filhos de 1968.

O mundo Ocidental esta se desintegrando, e antes que seja dominado por muçulmanos inimigos do “contraditório”, argumentação basilar nos regimes democráticos, pessoalmente, prefiro que o chinês venha a dar às cartas, conforme profetizou Nostradamus em uma de suas estrofes, que diz textualmente, que os amarelos dominarão o mundo.

Se isso vier acontecer, muitíssimas famílias deverão preparar as suas carteiras, pois após cada execução, o custo da bala será enviado a um dos familiares.

Grupo quer lei islâmica em cidade alemã

Um grupo de muçulmanos radicais na cidade de Wuppertal, na Alemanha, se autoproclamou guardião da moral pública e começou a operar como “Polícia da Sharia”, numa tentativa de impor a estrita lei islâmica aos muçulmanos locais.

De acordo como jornal israelense Haaretz, cerca de doze jovens muçulmanos, vestindo coletes de segurança laranjas com as palavras “Polícia da Sharia”, foram vistos na última semana na porta de discotecas, bares e patrulhando as ruas da cidade. Segundo relatos, eles distribuíram panfletos incitando os muçulmanos a observar as restrições islâmicas contra o álcool, as drogas, os jogos de azar, a pornografia e a prostituição. Em vídeos na internet, o grupo afirma que está tentando implementar uma “zona controlada de sharia”.

Um fenômeno parecido foi relatado em Londres, com radicais islâmicos que lutam pela imposição da sharia em diversas áreas da cidade.

O líder do grupo alemão é Sven Lau, de 33 anos, um ex-bombeiro convertido ao islamismo, que também dirige uma organização radical chamada “Convite para o Paraíso”, que se identifica com o movimento salafista, corrente ultraconservadora do Islã com forte apoio no Oriente Médio.

As acusações de reunião ilegal e uso de uniforme em público foram feitas contra onze membros do grupo na semana passada. Recentemente, a polícia alemã também teve de lidar com duas acusações de assédio contra muçulmanos radicais na cidade de Bonn. Em um dos casos, o grupo tentou forçar uma menina muçulmana a usar o véu. A outra acusação foi de terem agredido um jovem que havia ingerido bebida alcoólica.

Membros da extrema direita em Wuppertal responderam ao aparecimento dos salafistas com um grupo chamado “Cidade de Defesa”, dedicado a devolver a segurança e restabelecer a ordem na região.

O ministro do Interior alemão, Thomas de Maizière, prometeu que o governo não tolerará os vigilantes da sharia. “Ninguém terá permissão para manchar o bom nome da polícia alemã”, disse em entrevista ao tabloide Bild, no fim de semana.

Fonte: O Estado de São Paulo (OESP) 

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Economia Geopolítica

Argentina fecha acordo com a China para obter US$ 11 bi

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Acordo foi fechado na Suíça. Reservas argentinas não chegam a US$ 30 bi.

 

NOTA DO PLANO BRASIL: Senhores Comentarista do Blog Plano Brasil, o novo dono do quintal da América Latina já chegou e veio para ficar. Na matéria em questão do jornal O Globo de Segunda-Feira, 08/09/2014, na página 16, Caderno de Economia, a breve notícia abaixo jogará por terra o MERCOSUL e criará tremendas dificuldades às exportações de manufaturados brasileiros, pois não há como competir com os chineses.

O acordo fechado com a China permitirá ao país da Presidente Cristina Kirchner dispor, em caso de necessidade, de cerca de US$ 11 bilhões para suas reservas que estão bastante combalidas, pois a Argentina necessita aumentar suas reservas, que totalizam menos de US$ 30 bilhões, quase a metade do que o país detinha em 2011.

Esse presente chinês não é gratuito. Quem pagará a conta será o Brasil, que não terá mais a quem exportar bens industrializados.

POR AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

BUENOS AIRES – A Argentina fechou um acordo com a China para ativar uma troca de moedas que permitirá ao país da presidente Cristina Kirchner dispor, em caso de necessidade, de cerca de US$ 11 bilhões para suas reservas, informou o Banco Central argentino, em comunicado.

O acordo foi fechado durante um encontro entre o presidente do Banco Central argentino, Juan Carlos Fábrega, e seu colega chinês, Zhou Xiaochuan, na cidade suíça de Basileia, na reunião bimestral do BIS (banco central dos BCs).

Os presidentes de ambos centrais “analisaram os mecanismos para por em marcha a ativação do swap (troca) convertível em moedas e que permitirá o desembolso por parcelas, de acordo com o requerido pelos dois países, de um montante total de até US$ 11 bilhões”.

A Argentina necessita aumentar suas reservas, que totalizam menos de US$ 30 bilhões, quase a metade do que o país detinha em 2011. Um bloqueio judicial para pagar a dívida com fundos em Nova York criou, nas últimas semanas, uma incerteza no mercado financeiro argentino.

“O titular do Banco Popular Chinês transmitiu à Fábrega o apoio de seu país à Argentina na controvérsia ocorrida na Justiça de Nova York com os detentores de título da dívida que não ingressaram nas trocas realizadas em 2005 e em 2010”, acrescentou o comunicado.

Os detentores de bônus não puderam, por decisão judicial, receber os US$ 539 milhões depositados em um banco de Nova York.

Fonte: O Globo, Economia, Página 16, Segunda-Feira, 08/09/2014