Defesa & Geopolítica

Yigal Palmor, o sub do sub do sub…do sub… do sub… em Israel

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anão diplomático

O Ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, reafirmou que  “O governo brasileiro não usa termos que desqualifiquem governo de países amigos. Posso dizer que o Brasil é um dos 11 países do mundo que têm relações diplomáticas com todos os membros das Nações Unidas. E quando falamos nas Nações Unidas somos ouvidos.”

NOTA DO PLANO BRASIL, por Gérsio Mutti: Caríssimos Senhores Comentaristas do Blog Plano Brasil, está explicado quem falou com ironia em nome do Estado de Israel, foi, nada mais, nada menos, que o sub do sub do sub… em Israel, ou seja, o Porta Voz do Ministério de Relações Exteriores de Israel, Yigal Palmor, que só abriu a boca para condenar a posição do Brasil e por diversas vezes, segundo declaração do próprio ao Jornal Nacional de 24/07/2014. Segue transcrição abaixo.

Atenção, Yigal Palmor desvia o assunto sobre o tema desproporcionalidade tratado pela ONU para fazer a defesa do sistema anti mísseis israelense, quando a matança desproporcional está ocorrendo na Faixa de Gaza e não nos céus de Israel. Sabe-se pela mídia especializada que a eficiência desse sistema anti mísseis israelense varia de 20% à 50% dos mísseis disparados. Pergunta: Qual foi a matança desproporcional provocada pelos foguetes de saturações e de trajetórias parabólicas e sem precisões algumas lançados pelo Hamas sobre a sofrida população israelense em pânico?

Se ao menos esse indivíduo arrogante tivesse tido a humildade de acessar a página oficial do Ministério das Relações Exteriores do Brasil e ler as notas oficiais de números 159 além da nota oficial de número 169 , acerca do Conflito Israel-Palestina, onde a primeira nota oficial é bem mais abrangente, saberia que ambas as notas oficiais do Itamaraty  são conexas. Ambas as notas oficiais do Itamaraty estão em consonância com a ONU.  Mas não, em vez disso o sub do sub do sub…em Israel, Yigal Palmor, trocou os pés pelas mãos fazendo pseudo ilações, em tom sapiencial, ao comparar a desproporcionalidade da matança de seres humanos com futebol (???). Pasmem Senhores, futebol (???).

Esse sujeito mequetrefe em coisas do Brasil, que espero que nunca venha a receber “Concessão de agreement” do Governo Brasileiro para servir os interesses do Estado de Israel, país amigo, no Brasil, teve a empáfia a ponto de confundir “alhos com bugalhos” ao empregar o termo desproporcionalidade sobre a perda de vidas humanas ocorridas na Faixa de Gaza comparando-as com um jogo de futebol onde o Brasil perdeu da Alemanha por 7 X 1, onde, também, diga-se de passagem, “no final do jogo todos saíram vivos”.

Na minha modesta opinião, para dar por encerrado esse assunto, o Brasil deveria retaliar proibindo para todo o sempre (ad finem temporum) a entrada de Yigal Palmor no Brasil em quaisquer circunstâncias como “persona non grata”. Positivamente, esse tresloucado não merece a acolhida do POVO BRASILEIRO.

Que mal pergunte e a bem da verdade, quantas estrelas de campeão Israel tem em copas do mundo. Primeiro é preciso estar entre os competidores de uma copa do mundo, o que, diga-se de passagem, Israel só uma vez, em 1970, ano em que o Brasil sagrou-se Tri-Campeão Mundial, participou de uma copa do mundo sendo eliminado na primeira fase, ficando em 12º lugar na classificação geral. Portanto não é qualquer pessoa, principalmente sendo um estrangeiro que usa de ironia e por mais de uma vez com os telespectadores brasileiros em pleno Jornal Nacional da Rede Globo de Televisão, que tem o cacife de falar do Brasil em matéria de Seleção Brasileira.

Quanto ao fato acerca da desproporcionalidade de ter perdido para a Alemanha por 7 X 1 numa copa do mundo, em matéria de futebol o Brasil é regulado pela CBF e FIFA, já na região do Oriente Médio, o que vigora é a  Lei de Talião, “Olho por Olho e Dente por Dente!”, o que, venhamos e convenhamos, nunca se tratou desse  pressuposto no Mundo Ocidental concebido pelos gregos de Atenas.

O Senhor Yigal Palmor, em vez de se preocupar com a nota oficial de número 169 do Itamaraty, deveria dar mais atenção à contundente afirmação do ex-Secretário de Estado dos EUA do Governo Richard Nixon, Henry Kissinger , judeu alemão, naturalizado americano, que disse com todas as letras que,“Em 10 anos não existirá mais o Estado de Israel” .

Kissinger, figura política e pragmática no exercício da geopolítica americana no mundo e que fez história no Século XX, deve saber muito bem do que está falando. Não devemos nos esquecer, que a China Nacionalista (capital Taiwan), o Estado de Israel (capital Jerusalém) e Cuba dos Irmãos Castro (capital Havana) foram invenções da Guerra Fria para atender aos interesses ideológicos da presença bélica de Washington, Moscou e Pequim nas diversas regiões do mundo. Para quem não sabe, a Guerra Fria acabou com a Queda do Muro de Berlim em 1989. Kissinger, raposa calejada no mundo dos bastidores da geopolítica internacional, está muito ciente desse acontecimento histórico  e das suas consequências que se avizinham numa nova guerra fria, mas dessa vez em torno das riquezas naturais do planeta Terra, a começar pelas fontes de petróleo ainda inexploradas.

Jornal Nacional: Israel reage às críticas e chama Brasil de ‘anão diplomático’

O Brasil votou a favor de uma investigação sobre supostos crimes de guerra por Israel na Faixa de Gaza. O Porta-Voz do Ministério de Relações Exteriores de Israel, (Yigal Palmor) chamou o Brasil de anão diplomático e também de criador de problemas.

‘Desproporcional é perder partida por 7 a 1’, ironiza porta-voz de Israel

Resposta foi em reação à nota do Ministério das Relações Exteriores, que condenou o “uso desproporcional da força pelos israelenses” em Gaza.

Canal aberto de televisão, Jornal Nacional, Edição do dia 24/07/2014

O Brasil votou, na quarta-feira (23/072014), na Comissão de Direitos Humanos da ONU, a favor de uma investigação sobre a ocorrência de supostos crimes de guerra por Israel na Faixa de Gaza.

Em nota, o Ministério Brasileiro das Relações Exteriores condenou o que chamou de “uso desproporcional da força pelos israelenses”. E ainda chamou de volta a Brasília, para consultas, o embaixador brasileiro em Tel-Aviv. O governo israelense reagiu.

Os sites dos principais jornais israelenses deram destaque à decisão brasileira, e estamparam a irritação da diplomacia do país.

“Israel bate no anão diplomático Brasil por chamar seu enviado em protesto contra a operação de Gaza”, diz a matéria do Jerusalem Post.

Quem chamou o Brasil de “anão diplomático” e também de “criador de problemas” foi o Porta-Voz do Ministério de Relações Exteriores de Israel, Yigal Palmor, que ao falar ao Jornal Nacional usou de mais ironia.

“A resposta de Israel é perfeitamente proporcional. Isso não é futebol. No futebol, quando um jogo termina em empate, você acha proporcional, e quando é 7 a 1 é desproporcional. Mas não é assim na vida real e sob a lei internacional”, declarou o porta-voz.

“A única razão por não termos centenas de mortos nas ruas de Israel é termos desenvolvido um sistema antimísseis. E não vamos nos desculpar por isso. Se não tivéssemos esse sistema, haveria centenas de pessoas mortas nas ruas de Israel. Isso seria considerado proporcional?”, afirmou.

Perguntamos ao diplomata israelense se ele vê chance de cessar-fogo com a iniciativa liderada pelos Estados Unidos.

“Há muitos contatos diplomáticos sendo feitos”, ele respondeu e provocou mais uma vez: “Infelizmente o Brasil não faz parte. O Brasil se afastou de todos os movimentos diplomáticos ao convocar seu embaixador, mas há outros países envolvidos. Um dia desses vai haver um cessar-fogo. A questão é saber quantas pessoas vão pagar com suas vidas pela teimosia e extremismo do Hamas”.

No Brasil, o Ministro das Relações Exteriores falou sobre o confronto em Gaza.

Em São Paulo, onde participou de reuniões, o Ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, falou sobre a nota divulgada na quarta-feira, na qual o Brasil critica a atuação de Israel, mas sem mencionar os ataques a cidades israelenses promovidos pelo grupo radical Hamas, que controla Gaza.

“Nós temos plena consciência do direito que Israel tem de se defender. Não é isso que está em jogo. O que está em jogo é a proporcionalidade. Porque ao fazê-lo com a morte de número alto de crianças, mulheres e idosos, isso, sim, nos parece desproporcional”, afirmou o ministro.

O ministro lembrou que, em uma nota anterior, o Itamaraty já mencionava os dois lados do confronto. Na nota, do dia 17, o Itamaraty condenava os bombardeios israelenses a Gaza e também o lançamento de foguetes e morteiros de Gaza contra o território israelense. 

O ministro reafirmou nesta quinta-feira que o Brasil defende um cessar-fogo imediato dos dois lados. Ele também disse que acha natural países amigos, como Brasil e Israel tenham discordâncias, desde que se respeitem. Mas evitou falar sobre a crítica do porta-voz do governo israelense, que chamou o Brasil de “anão diplomático”.

“O governo brasileiro não usa termos que desqualifiquem governo de países amigos. Portanto, eu não tenho como comentar isso. Posso dizer que o Brasil é um dos 11 países do mundo que têm relações diplomáticas com todos os membros das Nações Unidas. E quando falamos nas Nações Unidas somos ouvidos. Portanto, é isso posso dizer”, declarou o ministro.

Fonte: Jornal Nacional, Edição do dia 24/07/2014

 

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