Coreia do Sul planeja desenvolver míssil interceptor de longo alcance

Sistema norte-americano THAAD (Terminal High Altitude Area Defense) – Projetado para interceptação de mísseis inimigos imediatamente após a reentrada na atmosfera.

A República da Coreia começa a desenvolver um míssil antiaéreo terra-ar de longo alcance (L-SAM), adiantou o jornal Korea Times, citando uma fonte militar.

É previsto que o sistema será desenvolvido durante os próximos sete anos, podendo entrar na tropa em 2023 ou 2024.

Segundo o jornal, a informação sobre o desenvolvimento do míssil sul-coreano foi publicada em resposta à recente declaração do general Curtis Scaparrotti, comandante das Forças Armadas dos EUA na Coreia.

O general havia informado que Washington estava considerando um plano de colocar no território da Coreia do Sul o mais novo sistema de defesa antimíssil para refletir as crescentes ameaças da Coreia do Norte.

De acordo com o general, a implantação do sistema THAAD (Terminal High Altitude Area Defense), destinado a dissuadir as ameaças norte-coreanas, aumentará na Coreia do Sul a sensação de segurança e elevará o nível de interoperabilidade dos sistemas de armas da Coreia do Sul e dos Estados Unidos.

Fonte: Voz da Rússia

10 Comentários

    • Acho que é pq a Coréia do Norte, inimiga deles, tem dezenas de balísticos.
      E nós, além de não termos inimigos, não temos nenhum vizinho que possua mísseis balísticos para serem interceptados.

      Além disso, os únicos países que tem tecnologia para fabricar este tipo de míssil são Estados Unidos e Israel, que provavelmente não venderiam para nós.

    • Concordo plenamente, o Brasil deveria sair fora de acordo que limita a 300 km, permanecendo no entanto no tratado de não ploriferação nuclear, pelo menos por enquanto. Mas antes disso, ele tem que desenvolver as capacidades tecnológicas, senão, será embargo na certa. Aí não teremos nem os de 300km, ficaremos somente com foguetes não guiados.

  1. Coreia do Sul se desenvolvendo na área militar e ultrapassando o Brasil na área. Assim como no seu treinador a jato. Não vejo o porque não se associar a estes projetos internacionais. Falta de visão, empenho, etc, etc…

    • Engraçado, meu caro, é que foi um país “invadido” pelos EUA, assim como Japão e Alemanha e hoje todos são potências tecnológicas… agora, países invadidos pelos russos são o que mesmo ???… não conseguiram proeminência alguma em qualquer ciência humana… russos só tiram, não fornecem NADA… eis a diferença entre o ocidente e os russos que nossos esquerdistas tanto admiram, apesar de hoje a Rússia ser tão capitalista qnto os americanos… é que qualquer um que rosnar para os EUA ganha a simpatia dos lunáticos esquerdistas descerebrados tupiniquins…

  2. Outro era na matéria:
    “Sistema norte-americano THAAD (Terminal High Altitude Area Defense) – Projetado para interceptação de mísseis inimigos imediatamente após a reentrada na atmosfera.”

    Na verdade o THAAD intercepta alvos muito antes da reentrada ( 150 km de altitude) e não ” imediatamente após a reentrada na atmosfera.” como diz o texto.

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