Defesa & Geopolítica

Atualizado/ Mais deserções: tropas Ucranianas e forças de segurança da Criméia juntam-se aos Russos desobedecendo as ordens de Kiev

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Pro-Russian men hold Russian flags in front of armed servicemen near Russian army vehicles outside a Ukrainian border guard post in the Crimean town of Balaclava March 1, 2014. Ukraine accused Russia on Saturday of sending thousands of extra troops to Crimea and placed its military in the area on high alert as the Black Sea peninsula appeared to slip beyond Kiev's control. REUTERS/Baz Ratner (UKRAINE - Tags: MILITARY POLITICS CIVIL UNREST) - RTR3FVDV

Manifestações de apoio à Rússia crescem na Criméia onde  a população, exército  e forças de segurança apoiam a intervenção russa.

Tradução e adaptação

E.M.Pinto

Simferopol, 02 de março (RIA Novosti) – militares ucranianos estacionados na Criméia estão saindo em massa de suas unidades militares e entregam sua armas e arsenais às autoridades locais pró-Rússia bem como às milícias, em uma clara manifestação dedesobediência à Kiev, informounese domingo a Ria Novosti um correspondente de Simferopol.

Informações locais dão conta que militares e agentes das forças de segurança estariam desertando e moendo-se para o lado russo, o comboio russo é recebido por aplausos de manifestantes pró-Rússia e  dirige-se para a capital da província, Simferopol sem resistência, o ue endoça a afirmação de que a população local apóia a intervenção russa.

O Ministério da Defesa ucraniano imediatamente negou o relatório, que também foi divulgado por outros meios de comunicação russos, chamando-o de “uma provocação”.

O ministério informou em um comunicado que apesar das tentativas de “homens armados” assumir o controle das unidades militares estacionadas na península da Criméia, o seu pessoal se recusa a se render e se manteve fiel às autoridades de Kiev.

A Crimeia, uma república autônoma dentro da Ucrânia, está agora no centro da crise em curso no país, como os grupos pró-Rússia movendo-se  a distancia-se do parlamento nacional reformado, que depôs o presidente Viktor Yanukovych, há uma semana.

Os acontecimentos atuais seguem ao pronunciamento da câmara alta do Parlamento russo que aprova por unanimidade um pedido do presidente Vladimir Putin no sábado, para o envio de forças militares para a região da crimeia, de população  étnicamente russa.

Putin emitiu seu pedido em resposta ao que ele disse tratar-se de uma ameaça para a vida dos cidadãos russos e as forças militares localizadas em bases navais na Crimeia.

Putin, Comandante Supremo das Forças Armadas russas, ainda não ordenou o envio de um “contingente militar limitado” para a Ucrânia, mas disse que em conversas por telefone com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e o presidente dos EUA, Barack Obama na manhã de domingo que Moscou se reserva o direito de proteger os seus próprios interesses e os dos falantes de russo em caso de violência irrompendo no leste da Ucrânia e da Criméia.

Já existe uma substantial presença militar russa no sul da Ucrânia, como a cortesia da base naval da Frota do Mar Negro alugada na península da Criméia.

Grandes movimentos de tropas russas foram relatados em torno da península, que é em desafio de instruções expressas de autoridades ucranianas que solicitaram esta semana que  os soldados russos permaneçam confinados em seus quartos.

Enquanto isso, milhares de manifestantes pró-Moscou organizaram uma série de manifestações no leste da Ucrânia, no sábado apoiando a postura anti-Kiev da população da Criméia clamando pelo apoio da Rússia para defendê-los também.

Novas autoridades de Kiev já responderam aos planos da Rússia, colocando o exército em estado de alerta e chamando todas as reservas militares.

Vídeo, manifestantes no leste da Ucrânia, fazem manifesto pró-Rússia

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Kiev apelou também à NATO no sábado “com um pedido de consideração de todas as opções possíveis para defender a integridade territorial ea soberania da Ucrânia.”

O Conselho do Atlântico Norte, principal órgão de governo da OTAN, está programado para realizar uma reunião extraordinária no domingo no qual vai discutir os acontecimentos na Ucrânia, o secretário-geral do bloco militar, Anders Fogh Rasmussen, afirmou em seu blog Twitter.

Atualizações com Ministério da Defesa negação do relatório da Ucrânia

Fonte: Ria Novosti

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