Defesa & Geopolítica

Ataque dos EUA à Síria é repelido pela Rússia no Mediterrâneo

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euaxrussiaSugestão: Lucena

O ataque dos EUA à Síria já começou e já acabou, segundo fonte diplomática ouvida por jornalistas em Beirute e Jerusalém. O diário israelense Haaretz, adiantou: “Tudo aconteceu no instante em que foram disparados aqueles dois mísseis balísticos, que ninguém sabia o que eram, porque Israel negava e a Rússia confirmava. A Rússia neutralizou os dois mísseis: um foi destruído em voo e o segundo foi desviado para o mar”.

Fonte diplomática bem informada decifrou a notícia ao afirmar ao diário de Beirute As-Safir, nesta sexta-feira, que “a guerra dos EUA contra a Síria começou e acabou no instante em que foram disparados aqueles dois mísseis balísticos, que ninguém sabia o que eram, porque Israel negava e a Rússia confirmava, até que surgiu uma declaração oficial dos israelenses, que dizia que teriam sido disparados no contexto de um exercício militar conjunto EUA-Israel, e que os mísseis caíram no mar e que nada tinham a ver com a crise síria.”

A fonte também informou ao diário libanês que “os EUA dispararam os dois mísseis de uma base da OTAN na Espanha. Os mísseis foram instantaneamente detectados pelos radares russos e foram repelidos pelos sistemas russos de defesa: um deles foi destruído em voo e o outro foi desviado em direção ao mar”. Nesse contexto, disse a fonte, “é que surgiu a declaração distribuída pelo Ministério de Defesa russo. A declaração falava sobre a detecção de dois mísseis balísticos disparados na direção do Oriente Médio, mas nada dizia nem sobre de onde os mísseis foram disparados os mísseis, nem que haviam sido abatidos. Por quê?”, pergunta a fonte, e ela mesmo responde:

– Porque no momento em que a operação militar estava sendo lançada, o chefe do Serviço de Inteligência da Rússia telefonou à inteligência dos EUA e disse que “atacar Damasco significa atacar Moscou. Nós omitimos na nossa declaração oficial a expressão “os dois mísseis foram derrubados”, para preservar as relações bilaterais e para impedir qualquer tipo de escalada. Assim sendo, é imperioso que os EUA reconsiderem suas políticas, abordagens, movimentos e intenções sobre a crise síria, porque os EUA já podem ter certeza de que não conseguirão eliminar nossa (dos russos) presença no Mediterrâneo.”

A mesma fonte continuou:

“Essa confrontação direta entre Moscou e Washington, que não foi divulgada, aumentou ainda mais a confusão reinante no governo Obama e a certeza de que o lado russo insistirá no alinhamento ao lado dos sírios. E, também, a evidência de que os EUA já não tinham outra saída, se não pela iniciativa dos russos, que ‘salvaria’ a imagem dos EUA.”

Desse ponto de vista, a mesma fonte diplomática explicou que “para evitar confusão ainda maior nos EUA, e depois que Israel negara saber do disparo dos dois mísseis (o que é verdade), Washington pediu que Telavive assumisse que teria disparado os mísseis, para não ferir a imagem dos EUA ante a comunidade internacional, sobretudo porque aqueles dois mísseis eram o primeiro movimento do ataque dos EUA à Síria e o anúncio do início das operações militares. O plano original previa que, depois do ataque, o presidente Obama viajaria para o encontro do G-20 na Rússia, para negociar o destino do presidente sírio Bashr Al-Assad. De fato, como depois se verificou, Obama teve de ir à Rússia para negociar o fim do impasse em que se viu preso.”

A fonte acrescentou também que “depois desse confronto EUA-Rússia, Moscou já trabalha para aumentar o número de especialistas militares, e já ampliou a presença se unidades de guerra e destróieres no Mediterrâneo. Os russos também decidiram marcar para depois do G-20 o anúncio de sua iniciativa para conter a agressão à Síria, depois de se criar um contexto de contatos às margens daquela reunião, e depois de duas visitas sucessivas dos ministros de Relações Exteriores do Irã e da Síria, nos quais se acertaram detalhes de um acordo com os russos, que incluía o anúncio, pela Síria, de que aceitava pôr suas armas químicas sob supervisão internacional e preparar a Síria para assinar o tratado de não proliferação de armas químicas.”

Aquela fonte diplomática acrescentou que “um dos primeiros resultados do confronto militar EUA-Rússia foi a rejeição, na Câmara dos Comuns britânica, de qualquer envolvimento na guerra contra a Síria. Em seguida vieram as posições europeias, todas na mesma direção, a mais significativa das quais foi a da chanceler alemã Angela Merkel”.

Caminho da paz

Frustrada a opção militar, a Rússia e os EUA concordaram nesta sexta-feira em retomar os esforços pela realização de uma conferência de paz sobre a Síria, ampliando o escopo da atual discussão voltada para a eliminação das armas químicas no país do Oriente Médio. Após uma nova reunião em Genebra para discutir o plano russo de desarmamento, o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, e o chanceler russo, Sergei Lavrov, prometeram atuar conjuntamente para tentar acabar com um conflito que já dura dois anos e meio e causou mais de 100 mil mortes, além de provocar profundas divisões no Oriente Médio e entre as principais potências globais.

Uma nova reunião foi marcada para daqui a duas semanas, durante a sessão anual da Assembleia-Geral da ONU, em Nova York. Eles esperam obter avanços em Genebra na questão do desarmamento químico, para então marcar a data para uma conferência de paz.

– Estamos comprometidos em tentar trabalhar juntos, começando com esta iniciativa sobre as armas químicas, na esperança de que esses esforços possam ser recompensados e trazer a paz e a estabilidade para uma parte do mundo dilacerada pela guerra – disse Kerry numa entrevista coletiva conjunta.

O futuro dessa colaboração, acrescentou ele, “dependerá da capacidade de termos sucesso aqui nas próximas horas e dias a respeito do assunto das armas químicas”. Já Lavrov disse que a discussão sobre as armas químicas ocorrerá paralelamente ao trabalho preparatório para a conferência de paz de Genebra. A Síria aceitou nesta semana a proposta russa que coloca seu arsenal químico sob controle internacional. Em troca, o governo de Bashar al-Assad espera ser poupado de um ataque dos EUA, que desejam puni-lo pelo suposto uso de gás sarin contra civis em 21 de agosto. Assad nega ter cometido esse ataque, que matou cerca de 1.400 pessoas.

Depois de receberem a proposta russa, os EUA suspenderam os preparativos para uma ação militar, mas não dizem que essa hipótese não está afastada definitivamente.

Rússia e EUA já concordaram, meses atrás, em promover uma conferência de paz para a Síria, mas as duas potências divergem sobre quem deverá participar do evento. Moscou resiste aos apelos dos rebeldes sírios e de líderes ocidentais para que Assad dê lugar a um governo transitório.

Fonte: Correio do Brasil

61 Comments

  1. PÉ DE CÃO says:

    por isso que a veja não quer que o brasil compre a bateria anti aérea da russia
    essa editora qu tem como dono de suas ações grupo que financiavam o apartaid na africa do sul ,não são confiáveis
    lei dos médios já
    essa matéria só prova que quanto mais preparada as forças armadas de um pais ,mais esse pais pode andar com suas próprias pernas e decidir seu próprio futuro e de seus aliados
    o japao quer mudar a constituição sobre suas forças armadas ,o brasil tem que mudar a constituição para poder fazer sua defesa nuclear suas armas atômicas
    mas para fazer isso tem que investir mais rápido nas forças armadas e esse ano de 2014 o governo federal tem que agilizar as comprar

    • helveciofilho says:

      por LUCENA
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      Sr.Pé de cão.
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      Não é a primeira vez que os russos derrubem mísseis americano,aqui já foi colocado uma matéria da derrubada de um míssil americano Minuteman e quase por isso os americanófilos tiveram enfarte aqui,ficaram em pavorosos com a notícia e de mediato,procuraram desqualificar a informação;como sempre.

    • William says:

      Nós não precisamos mudar nenhum tratado, temos sim é que ter nosso VLS pronto para uso ‘certo’, mesmo porque detemos o conhecimento de produção deste artefato que pode ser utilizado em VLS modificado.

    • Deagol says:

      “por isso que a veja não quer que o brasil compre a bateria anti aérea da russia”

      Muita gente foi contra as baterias russas pq elas não se encaixam nas especifícações que o exército Brasileiro estabeeceu. Além disso, para se comprar qualquer equipamento ele tem que provar na prática(em vários testes) que é superior à concorrência, Não bastam os dados divulgados na internet.

      Não cabe ao governo decidir arbitrariamente os equipamentos que nossas FAs devem usar. a decisão deve ser tomada por quem entende do assunto de verdade, por especialistas.

      Não sou contra a compra de equipamentos russos, mas antes temos que verificar e provar se eles fazem tudo que prometem.

      • se for usar essa logica de pensamento, tb tem que se verificar se todo equipamentos, seja ele russo, americano, chines, europeu, pois acho q ninguém aqui ja utilizou algum desses, so baseiam-se nos dados da internet para as discussões 😉

      • Deagol says:

        “se for usar essa logica de pensamento, tb tem que se verificar se todo equipamentos, seja ele russo, americano, chines, europeu, pois acho q ninguém aqui ja utilizou algum desses,”

        É óbvio, todo equipamento a ser comprado deve ser estudado e analisado por especialistas, não importa o país de origem.
        Foi assim que os EUA a a Europa venceram quase todas as concorrências na índia.

      • digo isso não pelas concorrências, mais sim pq as vezes vejo nego se matando em discussões afirmando que um é melhor, e na verdade quase ninguém sabe nada, pois não pode ter acesso diretamente, quem dirá ter usado o objeto da discussão. E sobre a Índia podemos dizer que esta mais para empate do que para vitoria de alguém, não sou profundo conhecedor de todos equipamentos utilizados naquele país, mais pelo que vejo estão tentando agradar todo mundo, e não ficar apenas dependente de uma fonte de materiais, um país pode ser seu parceiro, mais não necessariamente sera seu amigo, e já vimos a milênios que o aliado de hj pode ser seu inimigo de amanhã

      • Ilya Ehrenburg says:

        Pois é Deagol…
        Mas, comprar equipamento sueco que promete tudo e sequer existe, de você, critica alguma ganha, não é mesmo?

  2. ARC says:

    Disso muitos já sabiam ou especulavam, não com detalhes, mas só o fato de uma frota de navios de guerra da Rússia ter ido para a Síria, já indicava que eles estavam confrontando a OTAN e os EUA. Mas agora entendo o porque dos russos estarem anunciando tantos investimentos militares, e o corre corre dos EUA em fazer um escudo antimísseis na Polônia…os russos querem fazer frente ao poder norte americano no mundo, neste novo período em que os americanos tentam destruir o crescimento da multipolaridade, fortalecido por China, Rússia, Índia, etc.. e essa vitória significou muito nesse aspecto, foi uma demonstração de capacidade tecnológica poderosa, para dizer como resposta ao possível ataque a Síria…”não tentem, pois estamos preparados.”
    E tenho que ficar de pé e bater palmas, enfrentar a OTAN e os EUA de frente, negar o apoio bilionário da Arábia Saudita em troca do abandono da Síria, foi uma demonstração de política séria entre aliados. Parabéns aos russos, evitaram uma guerra desastrosa…pois se os EUA e a OTAN atacassem, morreriam mais pessoas do que já morreram, e iria deixar um caos na Síria. (E aos céticos quanto poder russo, aí está uma boa resposta pra vcs).

  3. Alexandre says:

    Olha a verdade aparecendo, os EUA botaram o rabo entre as pernas depois que a Russia mostrou seus dentes, é assim, bater em bêbado todo mundo bate, sempre quis ver um confronto dos EUA com um país minimamente capaz,lógico, numa guerra convencional, muitos falam que os EUA ganham facilmente uma guerra contra a Russia ou a China,esta aí a resposta, chega de falarem bobagens, a Russia no seu quintal(oriente médio e europa é imbatível,do mesmo modo a China é tb imbatível no pacífico sul dentro de suas áreas marítimas próprias e reinvindicadas) .

  4. Julio Brasileiro says:

    A Russia não tinha como evitar esse confronto, afinal a cada “ajuda” americana a insurgentes contra o islamismo fanático crescente, a Russia só vê aumentar o numero de fanáticos islâmicos em seu território, que também está cercado em suas fronteiras por adeptos dessa religião.
    Os States curtem criar estratégia geopolítica ao redor do mundo dos outros para seu beneficio, mas também por que esse país está cercado por oceanos e uma vizinhança que muitas vezes, por suas próprias oligarquias capachas e antinacionais, se acostumaram a comer em suas mãos enquanto a deles é molhada de verdinhas. Por enquanto o lastro mundial, que tem permitido serem financiados através do sangue de outras cidadanias.
    Gostaria de ver se como se comportariam se tivessem os vizinhos que a Rússia tem, com bombas atômicas a revelia e religiões fundamentalistas, em muitos casos, certamente pisariam com muito mais cuidado sob os cristais, sendo muito mais comedidos na derrubada de governos sob alegações falsas, ainda que fossem governos por eles apoiados ditatoriais e sanguinários que resolveram se tornar independentes.

  5. helveciofilho says:

    por LUCENA
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    “(…) lastro mundial, que tem permitido serem financiados através do sangue de outras cidadanias. (…)”
    .
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    Sr.Brasileiro,
    .
    Aqui também há os fundamentalista xiitas,como os ufanistas dos americanófilos;estes sempre acham que a sua vaca-sagrada, é eterna e onipotente,sendo assim, com dogma religiosos;acham que as atitudes imbuídas de sentimentos patrióticos ou/e soberano, que vá de encontra as pretensões da presunçosa da vaca-sagrada,é considerando por eles uma heresia e é por isso que, até hoje eles com seus sortilégios,buscam apaixonadamente,desejar o que é pior para o Brasil.

  6. BobSap says:

    A verdade começa aparecer aos poucos. Naquele incidente de mísseis balísticos foi bem estranho o Israel ter negado e depois confirmar. Ainda o estranho naquela época é que Israel não tem histórico de lançar mísseis balísticos , nem em testes. Tudo indicava que eram os EUA, mas ninguém tinha certeza.

    Agora a verdade começa a aparecer. Isso mostra como sistema de alerta dos Russos é eficiente e como eles podem destruir um míssil balísticos no ar. Se os Russos conseguiram destruir mísseis balísticos dos EUA no ar, imagina o que os Russos pode fazer com os mísseis homas hawk lançados contra a Síria? Isso deixaria os EUA envergonhados e a opinião pública pode mudar rapidamente contra o governo. Então, a melhor saída que os EUA encontraram foi a negociação.

    • Deagol says:

      “Isso mostra como sistema de alerta dos Russos é eficiente e como eles podem destruir um míssil balísticos no ar.”

      Esses mísseis balísticos que a Rússia interceptou não existem.
      Os EUA não tem mísseis baísticos de médio alcance, ou foram Tomahawks ou é mentira.

      • castelo says:

        Claro que não é mentira, tanto que deram meia-volta volver! teriam ido adiante sem pena se não fosse esse episódio. lógico, não foram míiseis balísticos, foram tomahawks, se fossem balísticos seriam nucleares e nem as baterias S da vida conseguiriam interceptar, assim como não tem sistema anti mísseis que segure um bulava ou topo-m.

      • Deagol says:

        Eu já li três versõs diferentes dessa estória e a primeira foi divulgada muito antes do americanos se retirarem.

        E o fato dos rusos terem interceptados dois tomhawks não prova que foi por esses motivo que os aericanos desistiram do ataque.

        Mesmo pq as forças americans de superfície e de submarinos são muito maiores e mais poderosas que as russas

        Além disso os tomahawks podeiam ser lançados de outros lugares dos quais os russos não teriam condições de intercepta-los

      • Deagol says:

        “Claro que não é mentira, tanto que deram meia-volta volver!”

        Claro? Onde está claro?
        Não há provas, não há evidências nem nomes.

      • ARC says:

        Caro Deagol
        Ficou muito mau contada esta história de Israel, em diversos cenários probabilísticos, quase nenhum os EUA saem ilesos de sua derrota diante desta situação. Parece que ficou claro algumas colocações…primeiro, foram disparados mísseis e os avançados radares russos captaram eles, e logo os abateram, e a desistência bipolar do UK sem explicações óbvias, deixando os EUA numa saia justa, além da Forbes ter dado tal título ao Putin (o que pra mim foi uma vingança a derrota da política do Obama diante da Rússia, humilhando sua imagem) deixou claro que essa os EUA perderam.
        Mas foi um golpe inteligente da política norte americana, tentar atacar a Síria traria um efeito cascata sobre eles, perder pra Rússia nesta batalha foi uma escolha menos prejudicial.

  7. César Pereira says:

    Foi por isso que Assad ,entregou o arsenal químico, só com um suporte russo,ele poderia abrir mão dessas armas,caso contrário hoje já estaria todo furado exposto em alguma rua de Damasco !

  8. Deagol says:

    “Tudo aconteceu no instante em que foram disparados aqueles dois mísseis balísticos, que ninguém sabia o que eram, porque Israel negava e a Rússia confirmava. A Rússia neutralizou os dois mísseis: um foi destruído em voo e o segundo foi desviado para o mar”.

    “A fonte também informou ao diário libanês que “os EUA dispararam os dois mísseis de uma base da OTAN na Espanha.”

    Pelo menos uma parte da matéria já e prova como mentira, pq os americaos não possuem mísseis balísticos de médio alcance para disparar da espanha contra a síria.

    Também é difícil acreditar que a ofensiva americana começasse com apenas com dois mísseis.

    • HMS_TIRELESS says:

      Bem lembrado amigo Deagol! Os últimos Mísseis balísticos de médio alcance dos EUA foram os Pershings II. Mas estes foram retirados de serviço ainda nos anos 80 na esteira de um acordo de redução de armas celebrado por Reagan e Gorbachov.

  9. HMS_TIRELESS says:

    O texto prima pela desonestidade intelectual. Não bastasse o risível argumento de que seria uma “fonte diplomática”, a confrontação com os fatos joga por terra o suposto heroísmo russo em salvar a pele do seu lacaio Assad senão vejamos:

    Os EUA teriam disparados dois mísseis balísticos: Os únicos mísseis balísticos do arsenal norteamericano sãos os Minuteman, disparados de bases terrestres, e os Trident levados por submarinos. Mas ambos são mísseis nucleares. Estariam os EUA atacando a Síria com armas nucleares? Absolutamente improvável……

    Os mísseis teriam sido disparados de uma base da OTAN na Espanha: Aqui o suposto heroísmo russo adquire tons de comédia pastelão. A única base dos EUA na Espanha é a Base de Rota, que basicamente serve de apoio aos navios da USN no Mediterrâneo. Ademais o referido disparo necessariamente deveria ser autorizado pelo governo Espanhol. E Mariano Rajoy não iria correr esse risco.

    Por fim a constatação mais óbvia: Por que motivo disparar da espanha se mais próximos do litoral sírio se encontravam diversos navios e submarinos americanos equipados com mísseis Tomahawk. Como se vê, russos e aliados são incompetentes até para inventar histórias….

    • teropode says:

      kkkkk, a esquerda sem novidades ,inventa atividades kkk, alias , este CAUSO lembra istoria de pescador , a verdade eque estes misseis foram utilizados para adestrar e testar os sistemas israelenses e ponto final , mas como querem banc

    • Rogério says:

      kkkkkkk rí muito disso, que dizer os EUA iriam atacar a Síria durante um treinamento???

      kkkkkkkkkkkkkkk

  10. GilmarJose says:

    Em uma matéria anterior eu comentei que os EUA botaram o rabo entre as pernas e bateram em retirada das proximidades da Síria devido ao apoio que a Rússia deu a este pais.
    Isto foi o bastante para gerar uma discussão onde tentaram contestar a minha opinião.
    A matéria acima vem confirmar o que eu e todos os demais já sabíamos.
    Alguns sabiam mas devido a uma tendência a aprovar tudo que os EUA fazem, não tiveram coragem para admitir.
    O apoio Russo à Síria foi uma realidade a ponto de o Presidente Putin afirmar que enviaria armas adequadas para a Síria se defender de uma agressão por parte dos Americanos.
    O lançamento daqueles dois mísseis foi um fato estranho e anormal que não deveria ter acontecido em uma região que estava prestes a ver deflagrado um conflito militar.
    As explicações dadas pelos atores centrais, EUA, Rússia e Israel, foram ainda mais estranhas deixando margem para imaginarmos que realmente ocorreu ali uma ação Americana, frustrada pelos sistemas de detecção e defesa dos Russos.
    Diante da vergonhosa possibilidade de ver seus mísseis abatidos pelos sistemas Russos, só restou ao Tio Sam mudar o rumo de suas ações sobre a Síria, e aceitar o que os Russos propunham desde o começo.
    Os EUA nunca aceitariam a proposta Russa se não tivessem sido levados a isto por alguma ação mais contundente. Eles estavam dispostos a riscar Assad do mapa. E esta ação contundente foi o deslocamento de embarcações de guerra da Rússia para as proximidades da Síria, e a destruição dos mísseis.

    • Deagol says:

      Caro GilmarJose

      “As explicações dadas pelos atores centrais, EUA, Rússia e Israel, foram ainda mais estranhas deixando margem para imaginarmos que realmente ocorreu ali uma ação Americana, frustrada pelos sistemas de detecção e defesa dos Russos.”

      “Diante da vergonhosa possibilidade de ver seus mísseis abatidos pelos sistemas Russos, só restou ao Tio Sam mudar o rumo de suas ações sobre a Síria, e aceitar o que os Russos propunham desde o começo”

      Amigo, isso não aconteceu!

      Acredito os russos pudessem abater alguns Tomahawks,mas em um ataque de saturação, como os americanos fazem sempre, os navios russos pouco poderiam fazer para impedir.

      Até posso aceitar que a imposição russa possa ter influenciado as atitudes americanas, mas o texto acima é uma estória muito mal contada, na minha opinião é uma mentira sem prova nenhuma.

      Respeitosamente.

      • GilmarJose says:

        Caro Deagol.

        Temos opiniões divergentes sobre este assunto, mas não posso deixar de te parabenizar pelo seu comentário.
        Não que eu concorde com o mesmo, mas o parabenizo pela maneira respeitosa e inteligente com a qual você se dirigiu a um companheiro do blog.

        Valeu.

        Sds.

      • Deagol says:

        Caro GilmarJose.

        Muito obrigado!

        Espero que possamos discutir sempre assim, um respeitando o outro. É melhor para nós e melhor para o blog.

        Saudações.

  11. GilmarJose says:

    Não acredito que os misseis tenha sido disparados contra o território Sírio, mas acredito que tenham sido disparados para testar os sistemas Russos que estavam de prontidão naquele teatro de operações.
    Caso tivessem sucesso e não fossem detectados e nem abatidos por estes sistemas, o caminho estaria aberto para um ataque contra o território Sírio.
    Como parece que um foi abatido, e outro foi desviado eletronicamente para o mar, os Russos mostraram que cumpririam a promessa de ajudar a Síria a se defender, e que um ataque usando sistemas aéreos seria caro e não surtiria o efeito desejado.
    O fato mostrou também que os sistemas de defesa antiaérea dos Russos são eficientes.
    Sem contar que com a participação das duas grandes potencias em lados opostos teria a chance de o conflito se ampliar.
    Coisa que a opinião pública Americana com certeza não gostaria que acontecesse.

    • Deagol says:

      Colega

      Isso não aconteceu pq esses mísseis não existem.

    • Konner says:

      Salve GilmarJose.
      .
      Perfeito, esta foi à opinião predominante nos fóruns internacionais em que a noticia estava sendo debatida na ocasião.
      .
      O que se comenta, é que estes disparos eram o sinal para o inicio das operações de ataque à Síria e ao mesmo tempo, serviriam para demonstrar as capacidades e disposição da Síria para o combate.
      .
      O que não se imaginava era o grau de comprometimento da Rússia com seu aliado. A reação da Rússia ao inicio do ataque interceptando (o que no meu entender tratava-se de misseis Tomahawk) surpreendeu o comando americano e parou por completo toda a ação, tinham um ator novo no TO e com grades capacidades, ou seja, não foi para isso que eles haviam se preparado, agora tudo havia mudado.
      .
      Saudações,
      .
      konner

      • Deagol says:

        Caro konner

        isso são boatos de internet. Sabemos que os russos não teriam capacidade de intercptar dezenas de Tomahawks ao mesmo tempo.
        Além do mais essa história de míssies balísticos americanos são mentiras, pois sabemos que eles não exsitem.

        Dizer que um míssil foi desviado eletronicamente para o mar é ainda mais especulação pura.

        Essa matéria já se prova mentirosa desde o primeiro parágrafo.

        Saudações.

      • RobertoCR says:

        Caro Deagol

        Não foi um ataque de saturação. Nem era pra ser.

        Acredito que você se lembre da tremenda pressão, na época, exercida pelos EUA sobre a Síria. Até aqui se discutiu se não seria o início da III GM. A chamada “linha vermelha” determinada por Obama já havia sido hipoteticamente transposta, e o governo americano era presionado a agir. Os mísseis seriam o estopim, e pra isso não é necessário um ataque maciço. Algo como o que ocorreu no Golfo de Tonquin e precipitou, definitivamente, os EUA pra dentro do Vietnã.

        A dificuldade em acreditar me parece que é em decorrência da falta de divulgação nas mídias ocidentais, mas a Reuters deu a notícia, mas bem de levezinho.

        Abs

      • teropode says:

        Me parece que ate a voz da russia noticiou o rastreamento dos dois misseis eque os disparos foram utilizados para testar sistemas israelenses , a russia fez duras criticas dizendo que era inoportuno realizar aquela atividade diante de uma situaçao delicada que vivia a regiao, o RESTO eh fake de alguns boiolas querendo vender revistas e jornais !

      • Nascimento says:

        Saudações Koner!

        Concordo em gênero e número o GilmarJose e você.

        Acho na época dessa notícia chegue a fazer alusão ao acontecido aqui no blog.

        Valeu!

      • GilmarJose says:

        Caro amigo Konner

        Obrigado por concordar comigo.

        O disparo daqueles dois misseis foi mesmo muito comentado pelos que se interessam pelo assunto.
        É realmente incompreensível e temerário que um pais resolva disparar misseis naquela área naquele momento.
        No mínimo, esta atitude poderia ser interpretada como uma amaça.
        E mais, EUA e Israel só se manifestaram depois que a Rússia informou ao mundo que havia rastreado os dois artefatos.
        Acredito sim que ouve uma situação em que a Rússia teve que intervir disparando contra artefatos lançados pelos Americanos.
        A matéria acima não contribui para o debate e ajuda a desinformar o leitor leigo ao afirmar que foram disparados misseis balísticos a partir da Espanha.
        É claro que não foram mísseis balísticos, e muito menos disparados do território Espanhol.
        Mas a matéria traz à tona um momento importante da disputa por áreas de influencia entre EUA e Rússia, onde as duas estiveram na iminência de participar de um confronto armado.
        Uma coisa ficou clara: A Rússia estava mesmo disposta a defender seu aliado, e mostrou isto ao informar o mundo dos primeiros lançamentos de mísseis de parte dos EUA. E provavelmente ao abatê-los.
        Outro fato: Os EUA não pareceram estar dispostos a participar de um confronto envolvendo a Rússia.
        Não que não tivessem capacidade para enfrenta-la, mas porque os custos militares e políticos poderiam ser muito altos, e provavelmente a opinião publica Americana não estava disposta a suportar estes custos.

        Valeu amigo

        Sds.

  12. “Essa confrontação direta entre Moscou e Washington, que não foi divulgada, aumentou ainda mais a confusão reinante no governo Obama e a certeza de que o lado russo insistirá no alinhamento ao lado dos sírios. E, também, a evidência de que os EUA já não tinham outra saída, se não pela iniciativa dos russos, que ‘salvaria’ a imagem dos EUA.” ==== Isso nunca aconteceu, é mentira…a mídia q inventaram esse disparos de misseis por parte dos ianksss….Sds.

    • teropode says:

      Realmente os EUA nao tinham outra saida ,a iniciativa de PUTIN livrou os americanos dos compromissos diabolicos que haviam assumidos com os sauditas , esta eh a verdade , outras informaçoes possuem a funçao de criarem confusoes , A outra certeza eque os russos prestaram um favor colossal aos americanos e cristaos sirios !

  13. helveciofilho says:

    por LUCENA
    .
    .
    É impressionante !!!!…meu Deus como eles ficam nervosos…rsrrs

    • Deagol says:

      Ninguém ficou nervoso, só estamos negando mentiras que algumas pessoas, sem discernimento, propagam pela internet.

      Me admiro que você não tenha tido a capacidade de perceber os enormes furos e erros na matéria que sugeriu. Certamente não parou para pensar, isso prova como sua capacidade de analise é fraca.

      Você não está defendendo a verdade e sim querendo desacreditar os americanos e puxar o saco dos russos como de costume.

  14. RobertoCR says:

    No link abaixo há informações mais detalhadas sobre o tema.
    Título da matéria: A guerra que acabou no momento em que começou: sistema antimísseis da Rússia impede início da guerra contra a Síria exatamente em 3/9/13.

    http://dinamicaglobal.wordpress.com/2013/09/22/3913/

  15. teropode says:

    Fakes, mas se noticias boateiras e mentirosas derem ibope , que sejam publicadas abundantemente,kkkkkk ,

  16. teropode says:

    Ate os russos desconhecem esta istoriakkkkkkk, na epoca publicaçoes russas alertavam para os disparos dos misseis , porem nao sabiam qual seria a verdadeira motivaçao para os disparos , li isto na voz da russia ,mais observaçoes para desecretitar esta materia ja foi dito pelos colegas SOBRIOS do blog !

  17. _RR_ says:

    Amigos,

    Houve um agente maior, por assim dizer, que evitou o ataque americano a Síria. E este foi o próprio povo americano ( ! ), já por demais cansado de uma década de intervenções…

    Segundo pesquisa realizada pelo “USA Today”, aproximadamente 60% dos americanos rejeitaram a ideia e um ataque a Síria.

    Quanto aos russos, pouco ou nada poderiam fazer, haja visto que simplesmente não possuem naquela região o poderio convencional para segurar um ataque desses. É verdade que a presença russa seria sim um fator a ser considerado; mas não pela oposição que poderiam gerar em si, e sim pela possibilidade de que um de seus navios ou instalações poderia terminar atingido…

    Não fosse isso, os Ticonderogas e os Aleigh Burkes varreriam a Síria a fogo…

    • Deagol says:

      Bom comentário RR!

      Saudações.

    • Henrique says:

      De acordo _RR_, concordo com seu comentário porém varrer a Síria não sei se seria o termo, ainda mais com o Iran e Hezbollah tomando parte no conflito.
      O fato é que os Russos, com Putin, sabem jogar xadrez, e colocaram uma flotilha no meio do caminho (no meio do caminho havia uma pedra no sapato dos EUA..) que serviria quebra-mola para qualquer operação proveniente do Mediterrâneo e o grande ponto deste tabuleiro é … quem iria querer perder uma de suas belonaves e iniciar um conflito sem precedentes? Não importa se os Russos não tem o poderio dos americanos ou da Otan o que importa é que podem fazer MUITOS estragos em qualquer um ou mesmo fornecer sistemas para a Síria fazer o serviço e o Obama não tinha o apoio político e mesmo popular para entrar nesta arapuca. O bom disso tudo é que a farsa caiu e o mundo pôde ver que os americanos e seus aliados financiam terroristas e mercenários para destruir países sob falsas alegações, .. os mesmos terroristas que seus próprios soldados morreram combatendo no Afeganistão !! Se isso não é crime, crime contra a humanidade, então que se destrua logo o planeta pois nada mais será crime em nosso mundo! E como já mencionei diversas vezes em outros posts, o Brasil que abra o olho e comece a levar a sério estratégia, educação e defesa pois quando o “parquinho” do oriente médio fechar algumas potências “carentes de insumos” vão querer se “divertir” em outras bandas !!
      Abraços,

      • PÉ DE CÃO says:

        RR a porcaria do povo americano nunca jamais evitou nenhuma guerra do seu governo contra qualquer pais do mundo .

      • _RR_ says:

        PÉ DE CÃO,

        Foi justamente a opinião pública americana quem retirou os americanos definitivamente do Vietnam…

        Nenhuma guerra é levada a cabo sem apoio popular. E normalmente é o apoio popular que determina o nível de engajamento de um país em um conflito.

      • PÉ DE CÃO says:

        RR ,depois de cinquenta mil soldados mortos pelo lado dos estados unidos
        foi muito tempo de guerra !!!
        e foi justamente as famílias dos soldados mortos e alejados e b2 dos mais variadas loucuras
        depois disso nunca mais eles foram no sistema de alistamento e sim voluntariado
        o povo americano é um dos mais letárgicos do mundo ,a maioria não acredita nem em dawin e sim na cobra falando para a eva comer o adao rsrsrs e a maça de sobremesa

      • Blue Eyes, Na Resistência says:

        Discutir com energúmenos, caro amigo RR, é contraproducente… vc vai falar com sobriedade e ele vai entoar os cânticos de sereia que ele aprendeu no “manuéu” do esquerdopata mirim… ele aprendeu que “o povo americano” é uno, como se todo o povo norte americano fosse uníssono em seus pensamentos e ideais e não uma verdadeira colcha de retalhos em todos os sentidos… mas, analfabeto e ignorante como é, fica compreensível suas burrices… mas que é deplorável, ah, isso é… horroroso ouvi-lo vomitar pelos dedos em plena hora do jantar… 🙂

  18. Rogério says:

    kkkkkk que texto mentirosoo

  19. BobSap says:

    Alguns estão dizendo que é tudo mentira e tal mas, porque o Israel negou o ataque e depois assumiu que realizou disparo? Não importa se é balístico ou Thomas Hawk, mas mísseis foram disparados. Só há uma hipótese para o ocorrido :

    1- Israel disparou o míssil ( o Israel assumiu que disparou o míssil) e foi interceptado pelos Russos, que pode ser Thomas Hawk, pois Israel possui.

    2- O disparou pode ter sido os EUA para testar uma possível reação da Rússia.Ao perceber que foi interceptado pelos Russos, os EUA mandaram Israel assumir autoria para não criar uma crise diante da opinião pública e internacionalmente.

    3- Os EUA não precisariam um ataque de saturação contra a Síria, pois míssil thomas Hawk é caro , além disso , ataque de saturação só utilizada contra um oponente forte que seja capaz de revidar o ataque sofrido, Síria não era o caso diante dos EUA.

    Depois desse ocorrido , os EUA abaixaram o tom e mudaram de estratégia.

    • Deagol says:

      “Thomas Hawk”

      Acho que é brincadeira, mas se forem tomahawks você tem certeza que Israel os possui? Tem um link que mostre isso.

      E um míssil lançado da Espanha teria trajetória muito diferente de outro lançado de Israel e jamais poderiam ser confundidos. Essa estória de que os americanos pediram para Israel assumir a autoria dos disparos não cola, nem mesmo se os mísseis tivessem sidos disparados por submarinos.

      Outro ponto, Os EUA não possuem lançadores de tomahawks terrestres e portanto não poderiam dispara-los de nenhuma base na Espanha.

      Já li umas três versões diferentes dessa mesma matéria, uma delas até incluia um F-22 derrubado pelos sírios.

      O que acontece é que quanto mais se lê esse texto mais mentiroso ele parece.

    • Deagol says:

      “Os EUA não precisariam um ataque de saturação contra a Síria,”

      sempre que atacam utilizam dezenas de mísseis, esse fato de lançarem apenas dois é mais uma parte mal contada dessa estória.

  20. PÉ DE CÃO says:

    os yankes jogaram duas biriba ,e depois colocou os rabo entre as pernas !!!!
    o resto é torcidinha sionista e das thilider americanizadas

    • Blue Eyes, Na Resistência says:

      Então esquerdalha analfa… qntos mísseis mesmos os russos jogaram ???… ein, ein ???… não tô te ouvindo… ein ???… larga de ser mané e vai estudar para passar no enem, seu burro… e vê se não apela para alguma cota esquerdopata… é sinal de burrice recorrer a elas… é direito, mas é moralmente condenável…

      • Henrique says:

        Calma companheiro, No Stress!! rs … don’t turn from right to wrong .. por conta de discussões ideológicas.
        Vejo alguns esquerdeopatas e direiteopatas emitindo comentários contra tudo e todos… lembrem-se, não existe russos e chineses ou comunistas bonzinhos bem como americanos legais. No mundo da política e geopolítica internacional o que vale são os interesses econômicos, SEMPRE! E cada país deve fazer seu dever de casa e não esperar que o milagre venha do “espaço” ou da “fada do dente”. Não condenem os povos destes países pois são também manipulados como o nosso próprio povo. Admiro nos americanos bem como nos Russos o patriotismo pelas suas pátrias e o mais importante, que ninguém se toca por aqui, é que não precisam importar regime político de ninguém… surgiram na guerra e na guerra permanecerão, está no DNA deles!
        Está na hora do brasileiro parar de achar que Cuba é o regime ideal para o Brasil, que Stalin ou Lenin são nossos ídolos, ou que a democracia americana é a salvação de nosso país! O regime político que o Brasil precisa é Brasileiro, com uma mudança profunda nesta bandalha, omissão, falta de civismo, patriotismo, seriedade e falta de de educação que sofremos aqui !!
        Sejamos unidos e que Cuba, EUA, China, Fidel, Stalin, Bush, Obama, Oriente Médio e Cia Ltda. sejam felizes no raio que os partam..
        Abraços,

      • Blue Eyes, Na Resistência says:

        Essa história que queremos importar o estilo americano de governar não procede, até porque já somos quase americanos culturalmente falando… mas a esquerdopatia não admite que perdeu e estes sim, querem a todo custo importar cuba, aquela “maravilha de regime” para nossa pátria… eles, os esquerdopatas, sim, querem mudar o Brasil, mas pra pior… independência de pensamento não é com eles… por isso os chamo entreguistas… porque querem trazer essa merda de ideologia para cá pensando que isso é contra os interesses americanos… como são burros !!!… é exatamente isso que os yankes querem… que percamos décadas lutando contra essa merda de socialismo enquanto eles comandam tudo no capitalismo que é o que de fato manda no mundo… eles, os americanos, não querem concorrência… mas os esquerdopatas burros não entendem isso… eles são tudo o que os gringos desejam para o resto do mundo… menos para eles…

      • Henrique says:

        Assino embaixo!! Apesar de que não é o sistema americano em si que a extrema direita quer importar e sim suas mordomias porque a justiça (que funciona por lá) … essa nem pensar!..
        Outra coisa que não entendo… se a outra trupe gosta tanto de Cuba … o que diabos ainda estão fazendo aqui?
        Abraço,

  21. andrepoa2002 says:

    Tenho minhas dúvidas.. Se tal ataque tivesse ocorrido certamente teria mais vazamentos na imprensa.. Nunca é demais lembrar que as grandes redes tem contatos em toda a linha de comando americana.. Certamente a AP e outras estariam noticiando isso. Agora que este “teste” balístico foi esquisito isso foi.

  22. Mércio says:

    Meus caríssimos amigos, uma verdade é inconteste: os EUA, França, Inglaterra, Turquia … etc, JAMAIS movimentariam as sua máquinas de guerra ( R$$$$$$$ ), simplesmente para “torrar dinheiro”, isso é claríssimo, pois é sinônimo de prejuízo (enormes). Para mim fica cristalino que algo não saiu conforme fora planejado. A variável “x”, chama-se Rússia. Quanto às informações e desinformações destinadas ao público, isso é de praxe, haja vista o desenrolar dos acontecimentos para a solução no episódio que ficou conhecido como ” A crise dos misseis cubanos”. Nada me estranha. Agora, que os indícios apontam para uma intervenção russa, isso não se pode negar ! Basta que coloquem o dominó dos acontecimentos em forma cadencial: o antes, o durante e a forma como terminou a então, inevitável “ataque dos aliados”. Grato!

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