Defesa & Geopolítica

Rebeldes sírios usaram armas químicas, afirma inspetora da ONU

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Grupos rebeldes sírios usaram armas químicas durante o atual conflito contra as tropas do regime do ditador Bashar Assad, afirmou a magistrada suíça Carla del Ponte, membro da comissão especial criada pela ONU (Organização das Nações Unidas) para investigar as violações de direitos humanos cometidas na Síria.

“Dispomos de testemunhos sobre a utilização de armas químicas, em particular do gás sarin. Não por parte do regime sírio, mas dos opositores”, disse Del Ponte em entrevista a uma rádio suíça, na madrugada desta segunda-feira.

A ex-procuradora-geral da Suíça, que atuou no Tribunal Penal Internacional para a antiga Iugoslávia, disse, no entanto, que “as investigações ainda estão longe de serem concluídas”, e que ainda será esclarecido se o regime de Assad também utilizou ou não armas químicas.

A acusação foi negada por um grupo rebelde, o Exército Livre Sírio, uma das maiores forças contrárias ao regime de Assad. O porta-voz da entidade, Qasem Saadedin, disse que os comentários são meras especulações.

O representante rebelde afirmou que ela não tem provas e disse que a ONU não pode comprovar o uso por não ter conseguido entrar na Síria. Os inspetores da organização ainda não conseguiram permissão do governo para entrar no país.

Para ele, os únicos capazes de controlar as armas são o regime sírio e milícias do grupo radical libanês Hizbollah. A declaração, no entanto, não contempla outros grupos rebeldes sírios, incluindo a Frente al Nusra, vinculada à Al Qaeda.

O sarin é um potente gás neurotóxico, considerado uma arma de destruição em massa desde 1991 pela ONU. Absorvido pela respiração ou em contato com pele e mucosas, ele entra na corrente sanguínea causando desmaios, convulsões e o bloqueio da transmissão de impulsos nervosos, levando à morte por parada cardiorrespiratória.

ARMAS QUÍMICAS

O embaixador da Síria na ONU, Bashar Jaafari, disse na última terça-feira (30) que o regime de Assad é vítima de uma “estratégia internacional coordenada” para acusar o país de usar armas químicas para reprimir os rebeldes.

Nas últimas semanas, Estados Unidos, Israel e Reino Unido disseram ter provas da probabilidade do uso de gás sarin em pequenas quantidades nos combates por parte do regime. O uso das armas foi a condição imposta pelo presidente americano, Barack Obama, para fazer uma intervenção militar.

O representante sírio havia afirmado que terroristas lançaram um pó contra civis na cidade de Salaqeb, no norte do país. As vítimas do suposto ataque foram tratadas na Turquia o que, segundo ele, “faz parte de um cenário para incriminar o Exército sírio”.

“Essa estratégia busca envolver o governo sírio sobre uma base falsa e desviar a atenção das acusações de Damasco contra a oposição”, disse Jaafari.

No mesmo dia, o presidente dos EUA, Barack Obama, afirmou que ainda tem dúvidas sobre o uso de armas químicas na Síria. Para ele, as provas apresentadas pela inteligência americana ainda são insuficientes para optar por uma intervenção militar.

Em entrevista coletiva, ele afirmou que as informações divulgadas pelo o secretário de Defesa, Chuck Hagel, ainda são preliminares e que ainda faltam dados sobre em que circunstâncias as armas foram aplicadas.

Obama diz que é preciso de informações precisas e comprovadas sobre o ataque para definir qualquer ação contra o regime sírio, principalmente em caso de intervenção militar, e voltou a dizer que as armas químicas mudaria o cenário da guerra civil.

Fonte: FSP

11 Comments

  1. X-tudo says:

    E o suposto video do piloto americano? Foi mostrado na reunião??

    • NovoBrazuk says:

      Também estou esperando este suposto vídeo,eu meio que quero que seja verdade e algumas vezes quero que seja mentira. rsrsrsrsrs

      • X-tudo says:

        Kkkkkkkkkk … Também estou nesta encruzilhada

        De um lado quero que a defesa antiaerea russa funcione, do outro que a tecnologia stealth americana funcione…

        Pra reconhecimento nao foi!.. eu fico imaginando um F-22 dotado de 2 mini-bombas nucleares… e ciente de alvos estratégicos de elevadíssima importância.

  2. helveciofilho says:

    É…..esse filme já vimos antes !
    .
    Quando os inspetores da ONU afirmaram que Hussein não tinha armas nuclear,o império do crime e da maldade com os seus escudeiros mercenários,não levaram à sério e invadiram o Iraque.
    .
    A única arma ou resquício de arma atômica que encontraram por lá,foi depois da invasão da horda do mal,os inúmeros projéteis de urânio empobrecido que ficou pelo chão junto dos mortos.
    .
    Esse massacre que só se vê nos seriados americanos como a “serra-elétrica”,aqueles enlatados americano para construir psicopatas que irão levar para o Oriente,a liberdade e a democracia ocidental.

  3. Se verdadeiro, qual a razão , então, do atake dos ianglesess/judeuss aos Sirios?!?!

    • 1maluquinho says:

      A razão foi que eles repassaram armas quimicas para os rebeldes que estão perdendo a guerra parta os safados Americanos culparem o Frango Asado.

      • Melkor says:

        Faço aqui novamente a mesma pergunta:
        E agora François Hollande? Comprovado o uso de armas químicas pelos rebeldes, você vai apoiar o Assad e atacar os terroristas?

      • 1maluquinho says:

        Hollande tem fortes pesadelos pois a França a mais segregacional nação Europeia a cada instante se torna mais e mais Islamica.
        De uma forma ou de outra o camelo beber agua no Sena é questão de tempo.

  4. Ilya Ehrenburg says:

    Fato é que a Al-Qaeda e os EUA estão sempre unidos nas ações pelo mundo…
    Começam pela operação contra a presença soviética no Afeganistão, depois, no fornecimento de jihadistas para desestabilizar o Kosovo, então parte integrante da Sérvia, em seguida, como força mercenária na “revolução” Líbia…

    Agora vamos nos perguntar: quem ganha com essas intervenções? O povo certamente que não! Basta ver a Líbia atual, que tinha o maior IDH da África… Tinha.

  5. Charles Dal says:

    assim como na ditadura militar no brasil:

    “Operação Brother Sam, na qual os EUA além de bancarem candidatos conspiracionistas do governo Jango, também ofereceram amplo apoio bélico ao golpe militar de 1964.

    A Operação Brother Sam foi desencadeada pelo governo dos Estados Unidos, sob a ordem de apoiar o golpe de 1964 caso houvesse algum imprevisto ou reação por parte dos militares que apoiavam Jango, consistindo de toda a força militar da Frota do Caribe, liderada por um porta-aviões da classe Forrestal da Marinha dos Estados Unidos e outro de menor porte, além de todas as belonaves de apoio requeridas a uma invasão rápida do Brasil pelas forças armadas americanas.A Operação Brother Sam foi iniciada quando João Goulart chegou em Porto Alegre em 2 de Abril de 1964, e foi informado de que o governo dos Estados Unidos já havia reconhecido o novo governo brasileiro. Jango, em Porto Alegre, foi aconselhado pelo general Argemiro de Assis Brasil para se exilar no Uruguai.O então embaixador Lincoln Gordon havia pedido a Washington apoio logístico aos militares brasileiros. Os Estados Unidos tinham forte influência em toda a América (com exceção de Cuba).A Operação Popeye (Movimentação das tropas em Minas Gerais) estava sendo apoiada pela frota americana.

    A influência sobre Brasil era muito grande, as empresas de capital multinacional que aqui estavam tinham o domínio de grande parte da infraestrutura que sustentava o país; a geração elétrica, o fornecimento de água, de gás, de combustíveis, a indústria de alimentos, de roupas e toda a base da produção nacional.Em 31 de Março de 1964 foi deflagrada a Operação Brother Sam, que, segundo a imprensa e documentos já em domínio público liberados pelo governo americano, consistia no envio de 100 toneladas de armas leves e munições, navios petroleiros com capacidade para 130 mil barris de combustível, uma esquadrilha de aviões de caça, um navio de transporte de helicópteros com a carga de 50 helicópteros com tripulação e armamento completo, um porta-aviões classe Forrestal, seis destróieres, um encouraçado, além de um navio de transporte de tropas, e 25 aviões C-135 para transporte de material bélico.Gordon queria a intervenção rapidamente, se o golpe não tivesse vingado, o Brasil seria invadido, a poderosa Frota do Caribe estava entre 50 e 12 milhas náuticas ao sul do Espírito Santo, nas águas próximas à cidade do Rio de Janeiro.Documento do Congresso estadunidense comprova a ação intervencionista, sem meias palavras: …

    (sic) The role of the United States in these events was complex and at times contradictory. An anti-Goulart press campaign was conducted throughout 1963, and in 1964 the Johnson administration gave moral support to the campaign. Ambassador Lincoln Gordon later admitted that the embassy had given money to anti-Goulart candidates in the 1962 municipal elections and had encouraged the plotters; that many extra United States military and intelligence personnel were operating in Brazil; and that four United States Navy oil tankers and the carrier Forrestal, in an operation code-named Brother Sam, had stood off the coast in case of need during the 1964 coup. Washington immediately recognized the new government in 1964 and joined the chorus chanting that the coup d’état of the “democratic forces” had staved off the hand of international communism. In retrospect, it appears that the only foreign hand involved was Washington’s, although the United States was not the principal actor in these events. Indeed, the hard-liners in the Brazilian military pressured Costa e Silva into promulgating the Fifth Institutional Act on December 13, 1968. This act gave the president dictatorial powers, dissolved Congress and state legislatures, suspended the constitution, and imposed censorship.Ou traduzido: O papel dos Estados Unidos nestes eventos era complexo e às vezes contraditório. Uma campanha de imprensa anti-Goulart foi realizada ao longo de 1963, e em 1964 apoiada por Johnson. O embaixador Lincoln Gordon admitiu mais tarde que a embaixada tinha dado dinheiro a candidatos anti-Goulart nas eleições municipais de 1962 e encorajado os conspiradores; que muitos agentes das Forças Armadas dos Estados Unidos e pessoal extra da Agência de inteligência estavam operando no Brasil; e que havia quatro navios tanques e o porta-aviões USS Forrestal da Marinha dos Estados Unidos, numa operação de codinome Brother Sam. As forças estavam ao largo da costa e, em caso de necessidade durante o golpe 1964, agiriam rapidamente. Washington reconheceu o novo governo imediatamente após o golpe em 1964 e uniu-se ao coro que cantava que o golpe de estado das “forças democráticas” barrou o comunismo internacional. Em retrospecto, parece que a única mão estrangeira envolvida era a de Washington, embora os Estados Unidos não fossem o ator principal nestes eventos. Na verdade, a linha dura do exército brasileiro, pressionou Costa e Silva a promulgar o Quinto Ato Institucional(AI-5) no dia 13 de dezembro de 1968. Este ato deu para o presidente poderes ditatoriais, o Congresso e assembleias legislativas foram dissolvidos, foi suspensa a constituição, e imposta a censura .

    Como Jango foi avisado por Kruel que se resistisse haveria a invasão pela Frota do Caribe, resolveu acatar aos acontecimentos e exilou-se no Uruguai, os estadunidenses tiveram que explicar ao Congresso o porquê de tantas despesas.Hoje, os documentos originais da operação estão arquivados na biblioteca Lyndon Johnson, no Texas.Devido à Guerra Fria, qualquer linha de pensamento que não se alinhasse com a dos Estados Unidos era má vista, por isso os Estados Unidos não viam o governo de João Goulart, mais progressista, com bons olhos; havia três anos estavam preparando e incentivando civis e militares brasileiros estrategicamente para um golpe de Estado, para eliminar a influência das esquerdas no País.

    O general Golbery já estava ‘armando’ para que fosse uma transição pouco traumática para o país. Inicialmente, Kennedy mesmo sendo um ferrenho anti-comunista era contra o golpe no Brasil pois não enxergava ameaça de que o país se tornasse comunista. Mas sua morte levou ao poder nos Estados Unidos seu vice, Lyndon Johnson que ansioso por calar os críticos internos reacionários Republicanos começou a operar uma política externa mais agressiva. Após o Golpe de 64 no Brasil, ele também envolveu os Estados Unidos na Guerra do Vietnã, atitude que Kennedy também era contrário.

    Quando em 1946 os presidentes Dutra e Truman se reuniram, Dutra promoveu, por ideia do presidente americano, a fundação da Escola Superior de Guerra, criada em 1949. A ESG foi inspirada nos “War Colleges” americanos, onde estudavam militares brasileiros.

    A Escola Superior de Guerra apesar do nome, não se trata de uma escola voltada aos assuntos clássicos da Estratégia e da Tática. Seus estudos são voltados para a política, sendo que seu principal curso, o Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia, tem em seu corpo doscente desde a sua fundação mais da metade de alunos civis.

    Devido ao alinhamento à direita, é claro que o país deveria seguir uma escola de guerra. O presidente Castello Branco optou pela escola americana: conheceu a francesa, que durante a Segunda Grande Guerra fora derrotada pelos alemães por utilizar estratégias consideradas obsoletas e atrasadas.

    Os americanos aprenderam com os alemães que a guerra deve ser rápida. A Blitzkrieg é o exemplo clássico de guerra moderna, onde a supremacia da mobilidade terrestre e aérea ultrapassa o peso da defesa tradicional. A escola de guerra francesa perdeu por ser lenta e burocrática na tomada de decisões.

    Em 1955, Juscelino Kubitschek de Oliveira começou a incentivar a independência ideológica do Brasil em relação à política externa; os estado-unidenses começaram a se sentir ameaçados, pois denotou um desalinhamento da política brasileira em relação à dos Estados Unidos.

    Com a construção do Muro de Berlim e a Revolução Cubana, Jânio Quadros homenageou Che Guevara e Fidel Castro. Isto chamou a atenção dos Estados Unidos para o Brasil, que, até então, estavam interessados com a Guerra Fria na Europa.

    Os americanos ficarem atentos ao teatro de guerra nas Américas: jamais aceitariam um país de dimensões gigantescas e subdesenvolvido como o Brasil era à época perseguir uma política externa independente e não alinhada aos interesses norte americanos.

    Com a posse de Jango, e o Brasil implementando políticas progressistas, reações conservadoras partiram de Washington e da direita brasileira insinuando que a política externa independente que Jango perseguia, de aproximar-se da posição independente do grupo de países não alinhados da Guerra Fria levaria eventualmente ao alinhamento do Brasil, e logo da América Latina, ao bloco de países comunistas uma vez que o movimento dos não alinhados continha países que resistiam à influência político, militar e econômica norte-americana como a Iugoslávia. Por uma questão estratégica norte-americana, e com a Guerra Fria em pleno andamento, os Estados Unidos não queriam aceitar que um país de dimensões continentais, subdesenvolvido como o Brasil era á época, mantivesse relações comerciais com a China e demais países considerados inimigos dos Estados Unidos. Para os Americanos da administração de Lyndon Johnson isso poderia acarretar em perda do mercado consumidor e que o Brasil se tornasse também fornecedor de matérias-prima para aqueles hostis aos Estados Unidos do bloco comunista e assim um déficit geopolítico-estratégico para os Estados Unidos na Guerra Fria.

    Conforme noticiado na imprensa na época, os americanos em 1962 sugeriram que o Brasil adotasse sanções contra Cuba. O Brasil junto à outros países se negou a votar a favor da suspensão de Cuba da OEA, alegando que não havia clausula diplomática na carta fundadora da OEA. Por outro lado, com João Goulart tendo sido o transmissor das ameaças de invasão americanas à Cuba, o Brasil optou por votar a favor do bloqueio naval de Cuba pelos EUA quando da Crise dos mísseis, opção que a diplomacia brasileira julgava que manteria a paz entre EUA e URSS.

    O Brasil de João Goulart flertava comercialmente com a África, a Índia, A China Comunista, o Leste Europeu Comunista e com uma gama de países do grupo de países aliados à URSS. O Brasil seguia perseguindo uma política externa contraventora com diversos atores não tipicamente aliados dos países americanos, em uma demonstração de que o Brasil almejava manter relações com todos os lados do conflito e não uma diplomacia comercial e diplomática alinhadas às posições norte-americanas. No âmbito da diplomacia econômica bi-lateral com os EUA, o Brasil seguia negando a ajuda americana para que pagasse indenização à empresas americanas estatizadas por governos estaduais. Com o discurso na Central do Brasil, se deu a impressão de que Jango usaria as camadas populares para pressionar por suas reformas agrária e bananeiras, o que os Estados Unidos não estavam preparados para aceitar, ou seja, perder aliados incondicionais na América Latina que servissem ao seu interesse nacional político, econômico e militar. Assim, o governo Americano deu autorização para que fosse posto em prático ação de apoio aos militares que tomaram o país. Muitos destes formados segundo teoria originalmente americana da segurança nacional anti-comunista, e mais ideologicamente alinhados aos interesses norte-americanos em ajudar os países latino-americanos na época.

    Em fevereiro de 1962, Leonel Brizola estatizou a ITT, empresa de telefonia norte-americana no Rio Grande do Sul, transformando-a na Cia. Rio-grandense de Telecomunicações (CRT).

    Empresas americanas possuíam 31 das 55 maiores empresas do Brasil. Brizola foi intimidado de forma inconstitucional por militares para não realizar as estatizações. Militares conservadores que apoiavam Brizola julgaram sua atitude temerária.

    Em Setembro de 1962 o Congresso Nacional aprovou a Lei de Remessa de Lucros, que ocasionou bilhões de dólares de prejuízos; essa foi outra provocação considerada pelos Estados Unidos como inadmissível, que desencadeou uma remessa de dinheiro para financiar os preparativos para o golpe. Gordon, em comunicado ao presidente americano, demonstrou muita preocupação.

    Lincoln Gordon, que foi enviado ao Brasil em setembro de 1961, era do Partido Democrata e ligado à CIA.O coronel Vernon Walters era amigo de Castello Branco, haviam trabalhado lado a lado na Itália e era adido militar da embaixada americana no Brasil.Segundo historiadores, Walters convocou Dan Mitrione a pedido de Magalhães Pinto para treinar 10.000 homens da Polícia Militar de Minas Gerais. Magalhães, dono do Banco Nacional, financiou do próprio bolso o treinamento.A lei de remessas de lucros foi a proibição de empresas multinacionais de mandarem todos os lucros para suas sedes no exterior.

    John Kennedy, amigo pessoal de João Goulart, ordenou que Lincoln Gordon agisse com cautela para evitar uma revolução no Brasil. Gordon no entanto teve agir conforme ordenado por Lyndon B. Johnson, vice presidente de Kennedy que assumiu após seu assassinato e apoiou o golpe de estado oferecendo apoio militar e de suprimetos às tropas golpistas.

    Com a morte de Kennedy, a posse em Novembro de 1963 de Lyndon Johnson e, em Janeiro de 1964, Jango sancionando a Lei de Remessa de Lucros, as relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos ficaram mais complicadas pois o Brasil passava a pleitear posição mais equalitária na relação. As empresas americanas ameaçaram fechar suas filiais no Brasil. Internamente, Lyndon Johnson não tinha o mesmo apoio que Kennedy tinha e como todo presidente democrata sem amplo respaldo e aprovação ele era acusado pelos opositores do Partido Republicano de conduzir uma política externa muito suave, uma vez que a bandeira deles era sempre a anti-comunista e de política externa agressiva contra países esquerdistas e que não aceitassem os termos norte-americanos nas relações bilaterais. Tentando fazer um governo de coalizão, Johnson então mostrou-se mais agressivo que Kennedy, ordenando que seus serviços diplomáticos, de inteligência e militar fizessem “tudo ao seu alcance” para sacar do poder João Goulart.

    Em 3 de Março de 1964, o jornal The New York Times deu a seguinte notícia: Os Estados Unidos não mais punirão as juntas militares por derrubarem governos democráticos na América Latina. Esta notícia fez eclodir em série de conflitos em toda a região.

    Em entrevista na rede ABC, em junho de 1979, Gordon confessou sentir-se chocado com os rumos da ditadura brasileira, ele não esperava que todo o capital injetado na região fosse literalmente para o ralo, e o Brasil estava mergulhando numa grande recessão, pois a política econômica se mostrou desastrosa, apesar da modernização do parque industrial.Jimmy Carter, em 1979, concedeu asilo político a Leonel Brizola, que sempre lhe foi grato e futuramente o homenagearia por diversas vezes..

    o golpe de 1964 foi articulado em três frentes –a militar, a empresarial e a política. A primeira foi montada pelo adido militar da embaixada dos EUA, general Vernon Walters, especialista em golpes mandado ao Brasil para mais um. A segunda foi executada pelo próprio embaixador Lincoln Gordon, junto ao grande empresariado e a meios de comunicação. E a terceira ficou a cargo de uma entidade da CIA chamada Ibad, montada e dirigida por um tal Ivan Hasslocher, deslocado para a Suíça logo depois do golpe. Antes disso, outro embaixador americano, Adolf Berle Jr., orientou, com sua equipe, uma conspiração militar para derrubada de Getúlio. Repórteres americanos como John Gerassi e ex-agentes da CIA como Phillip Agee, entre muitos outros, publicaram artigos, reportagens e livros sobre a atividade de agentes na América Latina e, em particular, no Brasil. Foram muito pouco publicados aqui. Não se esperariam atitudes, contra essa liberdade de invasão da CIA, por parte dos seus aliados-beneficiários brasileiros, fossem ainda conspiradores ou já governo. Mesmo os alvos da ação, porém, jamais usaram dos seus poderes legais para contê-la. Todo o governo Jango sabia das atividades de Gordon e de Walters. Em Pernambuco e em Goiás foram identificados agentes insuflando lavradores. O governo nada fez. Desde sempre consta da legislação brasileira que os militares são responsáveis pela soberania nacional. Nenhum dos seus chefes se moveu contra as violações praticadas pelos americanos. Mais recentemente, a criação do Sivam (Sistema de Vigilância da Amazônia) foi entregue à Raytheon, empresa que presta serviços ao Departamento de Defesa (nome do departamento que superintende o planejamento e a execução dos ataques militares e invasões de países pelos EUA). A concorrência foi tão limpa, que a precedeu até a invasão dos escritórios da então Thomson no Rio, multinacional francesa que era a mais provável vencedora e teve todos os seus estudos e projetos roubados. Declarada “vencedora” a Raytheon, Fernando Henrique telefonou ao presidente Bill Clinton para informá-lo a respeito. Depois explicaria o resultado e o telefonema: “O Clinton pediu pela Raytheon…”. Desde então, todos os dados sobre espaço aéreo, solo e subsolo da Amazônia são transmitidos, em rede e equipamentos criados pela Raytheon, para a central do Sivam. ”

    os USA estão financiando mercenários para derrubar o presidente da síria como não esta funcionando ele mesmo inventou/forjou uma mentira para achar uma brecha para atacar o pais…..

    o plano em derrubar a síria para depois atacar o IRAN são verdadeiros…plano para desestabilizar o oriente médio maior fornecedor de petróleo do mundo…

    Uma equipe de peritos da ONU vai levar aproximadamente 2 semanas para analisar as evidências coletadas em campo… Levaram 4 dias lá coletando…A inteligência americana arranjou uma “prova definitiva” (que ninguém sabe qual é) em menos de uma semana…Ou a inteligência americana é muito mais competente que uma equipe científica da ONU, ou então….

    Vários especialistas (inclusive militares americanos) consultados pela CNN,BBC e BLOOMBERG não afirmam quem foi que teria jogado armas químicas…Se a guerra é civil,tanto um lado como outro podem ter usado armas químicas….Os EUA querem desestabilizar o oriente médio por tanto tempo quanto for possível…Os EUA querem desestabilizar Rússia e China atuando “na sua franja” e em países que lhes possam fornecer petróleo e recursos naturais.Os rebeldes sírios são apoiados pelos USA,que tem tradição de uso de armas letais(Nagasaki,Hiroshima,Vietnã,Iraque,Libia etc.)…ANTIGAMENTE, ESCONDIAM AS TRETAS E ARMAÇÕES AGORA É NA CARA DE PAU MESMO!

    vão derrubar um regime ditatorial para colocar radicais islâmicos no poder e implementar a charia ( lei islâmica) para governar a síria eu não sei o que é pior para esse povo….

    Não dá para entender…. A Coréia do Norte ameaçou, encarou, peitou na maior e lá não tiveram a coragem de jogar uma bombinha…. Porque será né ?…QUEM PODE…PODE….QUEM NÃO PODE SE SACODE!!!!!!!!!!!

    • 1maluquinho says:

      Ja pensou meu caro se voce tivesse a qualquer instante suas redes avançadas de defesa e satelites simplesmente inoperantes,destruidos ou jameados !
      O maior pavor Americano é a China que apesar de belicamente inferior esta anos luz a frente em cyberwar.
      Então junte a capacidade cibernetica Chinesa e seu desconhecido inventario balistico e então compreenderas quando Panetta com olhos esbugalhados e muito assustado disse temer um novo Pearl Harbor.
      Então vamos mais alem.Junte-se a capacidade Chinesa e Russa em face de um mundo Europeu decadente onde se uma guerra curta pudesse ser o trunfo Ocidental o prolongamento da mesma é a morte certa Ocidental.
      Eu so conheço no mundo um unico governo que de tão enlouquecido se sucumbir poderia vir a arrastar toda a humanidade junto,Israel.Eu desconheço qualquer um unico pais que pudesse vir a ter a tolice de iniciar um conflito nuclear.A Coreia do Norte é so blefe e basta bombardea-la com comida que ela se rende.
      Resumindo,a retorica é a mesma de antes.Ao primeiro sinal de queda hegemonica e falencia economica decidem atirarem o mundo em uma guerra achando que assim recuperarão vendendo armas e subjugando fontes.
      O mundo mudou mas os dominantes estacionaram-se no tempo e tocam sempre o mesmo disco arranhado.
      Uma coisa é certa.A nossa geração presencia a queda da mais avançada e mais curta dominação da humanidade e o que sera depois disso é uma interrogação.
      Veremos se o povo Americano muito patriota resistira ver seu povo mendigando e implorando ajude simplesmente para aquecerem-se nos rigorosos invernos.
      Os EUA tem capacidade de sobreviverem por si mesmo enquanto a Europa Ocidental necessita dos generos Americanos.
      Guerra é tréva e farinha pouca meu pirão primeiro.
      Os EUA perderam a oportunidade de negociarem de forma correta e insistiram na velha implantação de mentiras e discordias assimilados da Grã Bretanha.
      A profecia de Nostradamus se cumprira : “Uma importante cidade do velho mundo e uma importante cidade do novo mundo serão atacadas e destruidas e os dois irmãos gemeos sucumbirão”.
      O Camelo ja bebe agua no Sena.

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