Defesa & Geopolítica

SOBRE O PAC DA DEFESA:

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Dilma-com-a-maquete-do-SBr“O MAIS IMPORTANTE É A GARANTIA DE FLUXO FINANCEIRO”, DIZ O PRESIDENTE DA COMISSÃO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS E DEFESA NACIONAL DA CÂMARA, DEPUTADO FEDERAL NELSON PELLEGRINO (PT-BA)
“A luta para inclusão no PAC é um pouco como sair do inferno para o céu orçamentário sem escala no purgatório: uma vez incluídos entre as prioridades, os projetos ganham proteção contra cortes e contingenciamentos e inclusão automática nos orçamentos anuais.
“O mais importante é a garantia de fluxo financeiro”, diz o Presidente da Comissão de Relações Internacionais e Defesa Nacional da Câmara, Deputado Federal Nelson Pellegrino (PT-BA).
O Ministério da Defesa foi uma das maiores vítimas dos cortes em 2013: dos R$ 18,7 bilhões previstos para este ano, 22,4% (R$ 4,1 bilhões) foram contingenciados.”
O PAC da Defesa
Gilberto Nascimento  
O Presidente da Comissão de Relações Internacionais e Defesa Nacional da Câmara, deputado Nelson Pellegrino (PT-BA), está empenhado, junto com o Ministério da Defesa, em incluir pelo menos quatro projetos da área no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
A luta para inclusão no PAC é um pouco como sair do inferno para o céu orçamentário sem escala no purgatório: uma vez incluídos entre as prioridades, os projetos ganham proteção contra cortes e contingenciamentos e inclusão automática nos orçamentos anuais. “O mais importante é a garantia de fluxo financeiro”, diz o deputado. O Ministério da Defesa foi uma das maiores vítimas dos cortes em 2013: dos R$ 18,7 bilhões previstos para este ano, 22,4% (R$ 4,1 bilhões) foram contingenciados.

O mais recente deles, realizado em julho, chegou a R$ 900 milhões. Outro muito afetado em julho foi o próprio Ministério da Fazenda: como principal patrocinador dos contingenciamentos, teve que dar o exemplo.

Os projetos eleitos por Pellegrino são: a retomada do programa de lançadores de satélite em Alcântara, escanteado desde a explosão que atingiu parte da base, há 10 anos; o desenvolvimento de veículos aéreos não tripulados (VANT); o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), que tem a fiscalização das fronteiras da região amazônica entre seus alvos principais, e o Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul, destinado a fiscalizar o território marítimo brasileiro ao longo de toda acosta – com prioridade para as áreas de exploração do pré-sal.

Os dois últimos projetos demandariam pelo menos R$ 20 bilhões nos próximos 10 anos.

Fonte: Brasil Econômico  

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