Orçamento torna segurança cibernética prioridade maior na Defesa dos EUA

U.S. Cyber Command activated

Divulgado na quarta, orçamento de Obama propõe impulsionar os gastos do Pentágono com esforços cibernéticos para US$ 4,7 bilhões, US$ 800 milhões a mais do que os níveis atuais

Reuters | – Atualizada às

O presidente americano, Barack Obama, propôs na quarta-feira o aumento dos gastos para proteger as redes de computadores dos EUA de ataques com base na internet, em um sinal de que o governo pretende colocar mais recursos na emergente corrida de armas cibernéticas global.

NYT: Aumenta número de ataques cibernéticos contra infraestruturas dos EUA

 A proposta de Obama para o orçamento para o ano fiscal de 2014, que começa em 1° de outubro, reivindica mais “hackers” militares para prevenir as crescentes ameaças cibernéticas da China, Irã, Rússia e outros países. O orçamento também reforçaria as defesas para as redes de computadores do governo e do setor privado.

Autoridades da Inteligência disseram no mês passado que os ataques cibernéticos e espionagem têm superado o terrorismo como a principal ameaça à segurança que os EUA enfrentam, e autoridades militares também soaram o alarme de preocupação.

O Pentágono disse que os gastos seriam usados para reforçar as defesas do país contra os cada vez maiores ataques cibernéticos, bem como para impulsionar suas capacidades ofensivas.

O governo está tornando a segurança cibernética uma prioridade, em um momento em que corta ou segura as rédeas nos gastos em várias áreas do governo.

Internet: Pentágono deve classificar ciberataques como ‘atos de guerra’

O orçamento de Obama, divulgado na quarta-feira, propõe impulsionar os gastos do Departamento de Defesa com esforços cibernéticos para US$ 4,7 bilhões, US$ 800 milhões a mais do que os níveis atuais, ao mesmo tempo em que planeja cortar a despesa global do Pentágono em US$ 3,9 bilhões.

Separadamente, a Comitê de Inteligência da Câmara aprovou um projeto de lei para remover as barreiras legais que impediam o governo e empresas privadas de proteger suas redes contra hackers estrangeiros, incluindo disposições mais rígidas com o objetivo de proteger a privacidade.

O projeto de lei também implementa restrições sobre o uso, retenção e pesquisas de todos os dados compartilhados voluntariamente pelo setor privado com o governo, e permite a indivíduos processar o governo federal por qualquer divulgações desses dados.

Fonte: Último Segundo

1 Comentário

  1. os gringos querem investir em hachers para atacar tambem se já nao atacam ,esse papo furado que é só para se defender é estorinha da carochinha

Comentários não permitidos.