Defesa & Geopolítica

As mulheres ninja de Ahmadinejad

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Veja vídeo: O Presidente do Irão, Mahmud Ahmadinejad, tem um grupo de elite de 3.500 mulheres ninja.

Enquanto as relações entre o Irão e o Ocidente oscilam entre as agressões verbais e as ameaças mais ferozes, no país islâmico há uma força religiosa que progride na sombra, sem fazer alarido e alheia à política internacional. Trata-se de um grupo de 3.500 mulheres iranaianas que formam um corpo de elite muito particular: as ninjas do Presidente do Irão, Mahmud Ahmadinejad.

Segundo avança o jornal espanhol “El Mundo”, embora a instrutora do grupo assegure que a atividade física que praticam (o ninjitsu), num ginásio em Karaj, a cerca de 40 quilómetros de Teerão, se destina apenas a manter o corpo e a mente equilibrados, os analistas não consideram que esta seja uma atividade típica de “tempos livres”, mas uma preparação especial própria de um corpo de elite.

O exército do Irão pode rectrutar homens, desde que sejam maiores de idade, mas o seu período de serviço nas forças armadas dura apenas 18 meses, pelo que esta “reserva” de mulheres guerreiras pode ser útil em caso de necessidade. Um dado que faz duvidar de que se trate, como os iranianos querem fazer crer, de apenas uma atividade física é o fato de nos treinos serem usados vários tipos de armas como espadas, facas ou outros artefactos utilizados no ninjitsu.

O introdutor desta modalidade no Irão, em 1989, foi Akbar Faraji, afirma que “ser ninja é ser paciente e tolerante. Literalmente, significa a arte de se tornar invisível”. Para o mestre de ninjitsu, a arte pode funcionar “como uma medicina ou como um veneno de serpente, que pode ser muito perigosa ou uma boa cura”.

Apesar do êxito da modalidade no Irão e no resto do mundo, o ninjitsu é considerado como uma das artes marciais mais mortíferas, estando associado a agentes secretos e a mercenários de guerra, no Japão, desde o século XII.

Fonte: DN Globo

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