C. DO NORTE USA VELHOS AVIÕES AMERICANOS

O regime da Coréia do Norte comunista linha-dura está usando antigos aviões não tripulados de fabricação norte-americana para desenvolver um projeto de ataque ao seu vizinho Coreia do Sul, foi o que revelaram fontes da inteligencia sulcoreana fontes  neste domingo.
“A Coréia do Norte comprou recentemente várias EUA MQM-107D Streakers de uma nação do Oriente Médio que parece ser a Síria , e está desenvolvendo aviões de ataque não-tripulado foi que informou a Agencia de Noticias Yohap a imprensa. 
 Técnicos do Exército  norte coreano colocaram explosivos nos aviões em uma série de testes, mas ainda tentavam  dominar a tecnologia, disse o relatório.
Tais aviões, fabricados pelos  EUA voam a 40.000 pés numa velocidade máxima de 575 mph, e a Coréia do Sul teme que poderiam ser usados para orientar os seus soldados estacionados nas ilhas perto da fronteira onde existe uma eterna tensão.

Os MQM-107 Streaker  foram desenvolvido no final de 1970.  Quase 700 MQM 107Ds-foram construídos para as forças armadas norte-americanas após a sua introdução em 1987.  Os aviões Streaker foram vendidos para um número de aliados no Oriente Médio e Ásia.

Fonte: DiáriodoNordeste

21 Comentários

  1. noticia fresquinha pra vcs
    .
    Brasil quer se tornar membro de centro europeu que cuida do LHC
    Laboratório é onde ocorre a busca pela ‘partícula de Deus’.
    Ministério estuda como obter verba para pagar cota de participação.
    .
    São Paulo
    .
    Sede do Cern (Centro Europeu de Pesquisas Nucleares), em Genebra, na Suíça , Anja Niedringhaus / Arquivo)Sede do Cern (Centro Europeu de Pesquisas
    Nucleares), em Genebra, na Suíça
    .

    O Brasil está estudando como ter dinheiro para se tornar membro associado do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern, na sigla em francês), que é responsável pelo Grande Colisor de Hádrons (LHC), segundo uma comissão de trabalho convocada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para negociar a entrada do país na organização. A pasta está na fase final da avaliação da melhor forma de obter a verba para a filiação do país ao projeto.

    Em entrevista concedida o ministro da Ciência, Marco Antonio Raupp, recém-empossado, afirmou que o governo trabalha em uma forma de “engenharia financeira” para conseguir a aprovação do investimento necessário para a entrada no Cern.

    “Estamos trabalhando para construir uma ‘engenharia financeira’ para […] a vinculação do Brasil ao Cern. Precisamos reforçar nossa base de conhecimento, visando a ampliação e qualificação da mão de obra científica”, afirmou Raupp.
    saiba mais

    Entenda a relação da maior máquina do mundo com a origem do Universo
    Físicos anunciam ter ‘encurralado’ a ‘partícula de Deus’
    Brasileiros explicam importância da ‘partícula de Deus’

    Após a entrevista, conversou com Ronald Cintra Schellard, pesquisador do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas e presidente da comissão que prepara a documentação necessária — que deve ser entregue ao centro europeu até março.

    Se for aprovado, o país terá que pagar uma cota anual para ser considerado membro do projeto — esse valor ainda precisa ser definido pelo Cern, mas há dois anos era de aproximadamente US$ 15 milhões ao ano.

    O número é obtido a partir de um cálculo já estipulado pelo conselho do Cern, que utiliza o Produto Interno Bruto (PIB) das nações como referência. No caso do Brasil, que será membro associado, será equivalente a 10% do total pago pelos países que já possuem cadeira efetiva no conselho como Alemanha, Reino Unido e Portugal.

    O Cern é uma organização internacional que gerencia o maior laboratório de física de partículas do mundo. A estrela desse laboratório é o acelerador de partículas LHC, o maior projeto de cooperação científica mundial e também a maior ferramenta já construída pelo homem (entenda seu funcionamento). É no LHC que dois grupos de pesquisa independentes estão à procura do bóson de Higgs, apelidado de a “partícula de Deus”.

    De acordo com Schellard, esse relatório terá dados sobre estrutura de pesquisa, número de cientistas e indústrias voltadas ao setor existentes no país. “Nós negociamos os termos com o Cern, mas devido à falta de recursos [do ministério], esse ingresso ficou interrompido por um tempo”, disse Schellard.

    Segundo ele, mesmo sem ser membro efetivo, o Brasil já conta com mais de cem pesquisadores ligados aos experimentos realizados pelo Centro Europeu. “É a maior equipe entre as nações que não são membros permanentes no Conselho Superior”, afirma.

    De acordo com Sérgio Novaes, professor da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) e pesquisador do Cern, o país teria vantagens científicas ao participar efetivamente do projeto. “Abre possibilidades interessantes de retorno do investimento feito pelo Brasil. Não somente em bolsas científicas e posições de pesquisa, mas também em relação à indústria nacional, que passa a ter ‘carta branca’ para participar de licitações para fornecimento de serviços e equipamentos em diversas áreas do Cern [entre elas o LHC]”, disse.
    Uma das instalações do Grande Colisor de Hádrons (LHC), megatúnel para colidir partículas (Foto: Andrew Strickland / cortesia Cern 7-8-2010)Uma das instalações do Grande Colisor de Hádrons (LHC), megatúnel para colidir partículas (Foto: Andrew Strickland / cortesia Cern 7-8-2010)

    Entrevista com o ministro
    Marco Antonio Raupp durante cerimônia de posse Marco Antonio Raupp durante cerimônia de posse,
    em 2 de janeiro

    Há 11 dias no cargo, Marco Antonio Raupp substituiu Aloizio Mercadante, que foi para o Ministério da Educação.

    Além do Cern, Raupp conversou com o G1 sobre outros temas da nova gestão do ministério.

    Segundo ele, as decisões tomadas por seu antecessor serão continuadas “já que o governo é o mesmo”. A meta é cumprir entre 2012 e 2015 o que foi definido na Estratégia Nacional de Ciência e Tecnologia e Inovação. “Vamos nos esforçar para executar essa programação”, disse.

    O físico afirma que vai tentar elevar a quantidade de recursos humanos na área científica do país e estabelecer nova infraestrutura para pesquisa. Isso tendo nos cofres um montante de R$ 8,5 bilhões, que corre risco de sofrer restrições devido à recessão econômica no exterior.

    “Ano passado tivemos cortes. Esse ano já superamos, mas estamos na expectativa se vamos executá-lo [o orçamento] plenamente ou com restrições. Está em jogo a gestão da política econômica, a qual vamos nos adaptando.”, disse o ministro.
    saiba mais

    Em posse, novo ministro da Ciência e Tecnologia diz ser ‘fã’ de Dilma
    Ministro da Ciência e Tecnologia diz que espera ser poupado de cortes
    Raupp defende parceria entre institutos de pesquisa e indústria

    Ex-presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), Raupp afirma que o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) vai se tornar um braço da agência.

    A proposta anterior, de fusão das duas instituições, foi descartada. “Saímos desse modelo porque achamos que não era conveniente. O que será encaminhado não só para o Inpe, mas para todos os institutos do MCTI é uma vinculação com as agências e secretarias. O Inpe ficará vinculado à AEB. […] O Inpe mantém sua identidade como instituição de pesquisa do MCT”, afirmou.

    Um dos principais desafios da agência espacial é a construção de um veículo lançador de satélites nacional. O VLS terá lançamentos não-operacionais até o final de 2012, segundo o ministro, com o apoio de empresas russas. Se tudo der certo, a fabricação do foguete completo deve acontecer a partir de 2018.

    Raupp falou também sobre a produção de iPads no Brasil, pela multinacional Foxconn. Segundo ele, a pasta espera que as questões burocráticas sobre a instalação da fábrica se resolvam até o fim de junho.

    “Este processo corre nos ministérios da Indústria e Comércio e Fazenda. Teve um esforço do ministro Mercadante em atrair a empresa, que tem a intenção de implantar fábricas. Mas agora, na negociação entra os municípios candidatos e os estados que vão oferecer condições para atrair a companhia. O MCT articulou tudo, mas sobre os agentes de financiamento e outras questões, outros ministérios têm que resolver. A nossa expectativa é que até o fim do primeiro semestre tudo se resolva”, afirmou.

  2. Coréia do Norte ta fazendo aquilo que ela acha que vai recompensar o tempo de pobreza que viveu e está vivendo,eu sei que se a Coréia do Norte desenvolver tais armas os EUA vão levar um belo murro pois não podem fazer nada,os EUA acabou por entrar em um jogo de estratégia e formou uma aliança,destruiu o pior inimigo(URSS) mas agora o seus aliados estão fracos(o que não está é a Alemanha,e esse está carregando a Europa nas costas),ele está fraco e não pode atacar todos de uma vez,ele ou ataca o Irã,ou a Venezuela,ou a Coréia do Norte,Coréia do Norte ficou forte demais pra ser atacada,pra atacar o Irã eles precisam derrubar a Síria,mas não tem como fazer isso se não a situação iria ficar complicada,os EUA necessita da Venezuela por causa do petróleo,os EUA está vendo tudo acontecer de mãos atadas,aonde é que está aquela marra toda agora “Terra que defende a liberdade”,que o capitalismo continue,mas nas mãos de outro governante.

  3. Uai, não sabia que os EUA despunham de VANTS no oriente Médio, agora isso é uma vergonha para o Brasil, pois ate a Coréia do Norte que é pobre e não tem dinheiro e nem orçamentos gigantescos na área de defesa consegue desenvolver VANTS de uso militar.

    A Embraer estuda desenvolver um VANT mas com transferência de tecnologia Israelense, a única que esta de parabéns é a AVIBRÁS que mesmo sem dinheiro e recursos desenvolve um VANT 100% nacional com tecnologia e componentes brasileiros, como diziam antigamente no Brasil:

    Pra frente Brasil, devagar…mas sempre kkkkkk

    Guerra & Armas Detecom.

  4. O MQM-107 foi muito usado pelos EUA como “alvo” em testes de mísseis anti-aéreos e mesmo misseis ar-ar. Inclusive o sistema Patriot do qual a Coreia do Sul é usuário. Pelo jeito a Coreia do Norte vai proporcionar aos EUA e CS vai uma bateria de testes dos sistemas de defesa Sul-coreanos. E quiserem ter algum êxito em um ataque vão ter que melhorar e muito esse Vant ou fazer muitos para tentar um ataque de saturação. Afinal ele JA foi feito pra ser derrubado.

  5. Interessante. Quanto custa um míssil de última geração para derrubá-lo? Acho que eles querem oferecer alvos, manobra diversionista para saturar radares, ocupar controladores sul-coreanos, baterias anti-aéreas. Enquanto isso vão cavando túneis.

  6. Humm! Não é bom substimar ninguém e a Coréia do Sul substima a C. do Norte em muito.
    No afundamento daquela fragata o Norte foi totalmente vitorioso e depois no ataque por artilharia o Norte venceu tamben pois nenhum tiro de contra-ataque do Sul acertou as baterias usadas pelo Norte, se tiver mais uma querela em que o Sul perdeu me digam pois deve haver outras em que o Sul ” deu mole”

  7. Quem disse que os EUA destruiram a URSS? a Rússia está ai de vento em polpa junto com seus antigos aliados que compunham a antiga união sovietica, vai lá atacar pra ver o que eu estou falando, a russia está bem economicamente e militarmente e se juntarmos os esforços dos paises da antiga URSS ai é que a porca torce o rabo. Parece até que não viram o episódio da ossétia do sul em 2008 contra a geórgia que quis mostrar musculatura militar com a poio da OTAN e levou uma humilhante derrota da rússia que tomou de volta a região separatista e ainda entrou no território georgiano, saindo quando lhe foi conveniente, a OTAN ficou caladinha, murchinha, só esperneando, por que não entrou no conflito? Não destruiu a URSS? Ai eu fico com o amigo KLM, Disney e holyhood não cabem no mundo real.

  8. A Coréia do Norte deve estar de brincadeira!.. Isso aí é usado mundialmente como alvo aéreo! Pra virar um vant de ataque decente penetrando nas defesas falta muito mingau!
    Eu não entendo. Alguem que saiba me responda.. que diabos estao agora chamando alvo aéreo de vant-de-ataque como se fosse a coisa mais moderna do mundo?!.. As forças armadas nos anos 70 chegou até a projetar e produzir protótipo de vants do tipo, e hoje muitas empresas brasileiras produzem.

  9. Viu Brasil , como se consegue tecnologia sem precisar se torna ” dependente ” de outras nações ?
    Essa é só uma das maneiras ” escusas ” de se conseguir tecnologia , ainda podemos citar , ( ações da ABIN , AGENTES DE INTELIGÊNCIA & ENGENHEIROS EM CAMPO DE BATALHA, ENGENHARIA REVERSA etc..) .
    Com compras de ” prateleiras & montagens ” , não aprenderemos nada , e caso aprenda-mos alguma coisa , essa tecnologia será obsoleta para quem já a domina . É
    o sistema ESPADA / ESCUDO .
    E.U.A & URSS praticaram isso durante toda guerra fria , e antes mesmo disso , durante a SEGUNDA GUERRA MUNDIAL .

  10. Com todo respeito ao fonte do Plano Brasil, mas ela poderia contratar pessoas fluentes em língua inglesa. A tradução da notícia da agência de notícias sul-coreana foi feita porcamente.

Comentários não permitidos.