Defesa & Geopolítica

Rapidinhas: Manobras Navais

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Um esquadrão da Frota do Báltico chegou no Atlântico

Um esquadrão da Frota do Báltico se juntou hoje ao grupo de navios de guerra e de porta-aviões da Frota do Norte no Atlântico, comunicou um representante da Frota do Norte, capitão da primeira categoria, Vadim Serga.

Agora, as tripulações da Frota do Báltico, do navio patrulha Iaroslav, o Sábio, do petroleiro Lena, junto com os marinheiros Frota do Norte, vão levar a cabo uma missão de longo curso até ao Mar Mediterrâneo. A organização da interação inter-marinha é uma das características das missões de navegação de longo curso, – ressaltou Serga.

De acordo com ele, o plano de navegação dos navios russos prevê a solução de problemas comuns nas  zonas marítimas designadas, com a participação de navios das Frotas do Norte, do Báltico e do Mar Negro.

Irã fará manobras para mostrar controle sobre estreito de Ormuz

O Irã planeja fechar o estreito de Ormuz, entrada do Golfo Pérsico e ponto de saída de boa parte do petróleo mundial, durante as próximas manobras navais que seus navios de combate vão realizar em águas internacionais, informou nesta terça-feira a agência iraniana de notícias Isna.

Faremos manobras para fechar o estreito de Ormuz em pouco tempo. Se o mundo quer tornar esta região insegura, nós tornaremos o mundo inseguro, disse Parviz Soruri, deputado membro da Comissão de Segurança Nacional e Política Externa do Parlamento e um dos mais radicais da Câmara.

Recentemente, a Marinha iraniana anunciou a realização de amplas manobras, denominadas Velayat 90, em águas internacionais, entre o Golfo Pérsico e o Mar de Omã, para testar suas unidades de superfície e submarinos mais modernos, além dos mísseis e outras armas e equipamentos militares.

Cerca de um terço do petróleo do mundo passa em navios pelo estreito de Ormuz, um dos pontos estratégicos de maior importância no planeta.

O Irã está envolvido em uma polêmica devido ao seu programa de enriquecimento de urânio. Parte da comunidade internacional, liderada pelos Estados Unidos, afirma que o intuito das pesquisas é a fabricação de bombas atômicas, o que Teerã nega, alegando fins civis e pacíficos.

O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, disse que o relatório, elaborado pela AIEA (Agência Internacional de Energia) tem caráter político.

É um relatório muito político, sem prova ou indício, afirmou. Estão sempre nos acusando e já dissemos várias vezes que não necessitamos de bombas atômicas. Eles mesmos [Estados Unidos] têm bombas atômicas e as utilizaram várias vezes contra o resto da humanidade.

Fonte: Voz da Rússia

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