Defesa & Geopolítica

EMBRAER DEFESA E SEGURANÇA APRESENTA PORTFÓLIO NA LIMA

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Companhia promove ampla gama de soluções e serviços integrados de defesa na 11ª Exibição Internacional Marítima e Aeroespacial Langkawi, na Malásia

A Embraer Defesa e Segurança apresentará seu portfólio de produtos na 11ª edição da Exibição Internacional Marítima e Aeroespacial de Langkawi (LIMA – http://www.lima.com.my) que será realizada na Ilha de Langkawi, na Malásia, de 6 a 10 de dezembro. A Embraer estará localizada no estande #A317 no pavilhão de exibição no Mahsuri International Exhibition Centre.

A Companhia oferece uma ampla gama de soluções e serviços integrados de defesa e segurança, incluindo aviões militares, tecnologias de radar de última geração, veículos aéreos não-tripulados (VANT), e avançados sistemas de informação e comunicação, como as aplicações de Comando, Controle, Comunicações, Computação, Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (C4ISR).

Com uma presença crescente no mercado global de defesa e segurança, a Embraer Defesa e Segurança cumpre um papel estratégico no sistema de defesa do Brasil, fornecendo mais de 70% da frota da Força Aérea Brasileira (FAB). Com mais de 40 anos de experiência, os aviões e as soluções militares da Embraer estão presentes em 48 países, servindo a mais de 50 forças armadas. O mercado da Ásia-Pacífico é muito importante para a Embraer Defesa e Segurança, com grande potencial para o desenvolvimento de novos negócios, e por esta razão a Companhia nomeou João Tolesani Diretor de Novos Negócios, totalmente dedicado à região.

Super Tucano – turboélice de treinamento avançado e ataque leve

A linha de produtos da Embraer Defesa e Segurança inclui o Super Tucano – turboélice de treinamento avançado e ataque leve; a família de jatos de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (Intelligence, Surveillance and Reconnaissance – ISR), baseada na bem-sucedida e comprovada plataforma do ERJ 145; jatos comerciais e executivos customizados para o transporte de autoridades governamentais; o jato de transporte militar e reabastecimento KC-390, atualmente em  desenvolvimento; modernização de aviões para a Força Aérea Brasileira; soluções logísticas integradas para clientes; e o TOSS (Training and Operation Support System), avançado sistema de treinamento e suporte à operação.

Fonte: EMBRAR

16 Comments

  1. Adriano says:

    Não devemos deixare de esquecer jamais os grandes patrocionadores de tudo isto: BNDS= brasileirossss.

  2. Mt bom,excelente, agr, pf, apresente ao BRASIL um caça supersônico multi tudo, serve uma cópia do Su 34 ou melhor…e p ontem.

  3. Kaio says:

    Nossa, gente, tem razão o Carlos Argus, mas nem precisaríamos desenvolver…o custo unitário do Su-34 é 36 milhões de dólares…daria pra comprar 100 caças tranquilamente com transferencia de tecnologia para produzir metade dos 100 no país e mais uns 50 pedidos extras…e pra complementar, deveria ter participado do Pak fa T-50 e encomendado uns 200 dele…que pelo menos comece a desenvolver o caça com a TAI agora, mas acho que nunca vai chegar perto do T-50 ):

  4. AJ says:

    Adriano, o grande patrocinador da Embraer é o sucesso da sua linha comercial de E-Jets (170, 175, 190 e 195).
    No exterior, mais de 800 aviões entregues.
    No Brasil, menos de 100. Aí tem BNDES e mais alguns na América Latina (Austral Argentina incluída).
    Embora a Embraer forneça ou tenha fornecido – como diz a matéria – 70% da força aérea, isso ocorreu ao longo de mais de 30 anos.
    Nosso governo não prioriza ou incentiva financeiramente a Embraer, salvo agora no caso do KC-390.
    *****
    O BNDES é realmente o nosso grande alavancador financeiro para vendas de serviços na América Latina, mas não no caso da Embraer.
    O que é uma pena.
    Se a Embraer tivesse maior tranquilidade financeira, talvez pudesse tomar a iniciativa de desenvolver um caça brasileiro.
    Capital tecnológico tem, falta capital financeiro.
    *****

  5. Lucas says:

    A Asia e Africa sao mercados consumidores em tanto…. Devemos vender para eles adoidado… Vender a Rebeldes na Africa uns Astros2020 uns Tucanos…. Bombas…. Assim direcionamos um vencedor a guerra na africa, um vencedor que se apegue a nos…. E que continue comprando…. A somalia por exemplo….

  6. Armando says:

    Carlos Argus está certo.Deveria comprar logo o Su34,pois não podemos mais ficarmos nesse marasmo,pois estamos vendo o que está acontecendo pelo mundo.É o império da força.

  7. Equipamento barato e de terceiro mundo made in brasil

  8. Potencias como alemanha,frança,inglaterra,japão,eua,russia,china
    não compraram entendam bem isso

  9. Rorcharch says:

    Rogerio, na verdade Inglaterra possui 130 unidades do Short Tucano, que vem do EMB-312 Tucano. Os EUA estão pensando em comprar, tanto que é o unico que sobrou da concorrencia, pode ate ser que não compre, mas isso significa que a area tecnica confirmou que ele é o melhor. E França pretende comprar o KC-390. Quanto a area civil, nem precisa dizer nada, ela deixa qualquer concorrente no chinelo na area de jatos de até medio porte.

  10. VaiQueDá says:

    Bom, muito bom. Mas queria saber mais sobre Embraer. Ela tem partcipação da FAB, ou do nosso governo? Ou é mais uma Transnacional com maioria de acionistas estrangeiros? Vale lembrar que ela tem sua origem com investimentos de nossos tributos. Bom que pudessemos ter um planejamento estratégico que garantisse um mínimo para pesquisa e desenvolvimento de um caça nosso.

  11. Tukith says:

    É Rogerio, sua linha de raciocínio é ótima! Países desenvolvidos não compram, então significa que não presta.

    De onde tirou isso amigo?

    E mesmo que seja equipamento barato e de terceiro mundo feito aqui, pelo menos É NOSSO! Melhor isso do que ficar dependendo de outros países.

    Faça-me o favor…

    Abraços,

    // Tukith

  12. matheus says:

    Nota do Departamento de Defesa da Suíça sobre a escolha do Gripen

    O Conselho Federal aprova a compra de 22 jatos Gripen (30/11/2011)

    O Conselho Federal decidiu adquirir 22 caças Gripen da Saab para substituir a frota obsoleta de F-5 Tiger. O projeto de aquisição será proposto ao Parlamento no âmbito do Programa de Armamento 2012.

    Durante a última sessão de outono, o Parlamento aprovou as diretrizes para o desenvolvimento do exército. Para financiar um efetivo de100 000 militares, preencher as lacunas em equipamentos e permitir a reabilitação de imóveis, a Assembleia Federal decidiu aumentar para 5 bilhões de francos por ano o orçamento militare a partir de 2014. Enquanto isso, o Parlamento encarregou o Conselho Federal para começar, até o final de 2011, a compra de novos caças. O Conselho Federal cumpriu essa tarefa na sessão de quarta-feira decidindo pela aquisição de 22 jatos Saab Gripen, em substituição da frota obsoleta de F-5 Tiger.

    Para a seleção do novo caça a jato da Suíça estavam competindo modelos três candidatos: o Rafale da fabricante francesa Dassault, o Eurofighter do consórcio europeu EADS / Cassidian e Gripen da empresa sueca Saab. Os três modelos foram submetidos pelo DDPS a uma avaliação global plurianual, durante a qual todos os candidatos demonstraram preencher os requisitos para a seleção do novo caça da Suíça.

    A aquisição de um novo caça é um componente do desenvolvimento do exército. O DDPS acredita que, como tal, essa compra também deve ser sustentável a médio e longo prazo. Mesmo no caso do aumento do orçamento militar para 5 bilhões de francos anuais, a economia adicional continuará a ser essencial, e não podem ser adiadas as medidas necessárias para corrigir o mais rapidamente possível as lacunas de equipamento e para implementar projetos reabilitação dos imóveis: assim, as considerações financeiras desempenharam um papel decisivo na escolha do novo caça.

    Ao escolher o Gripen, o Conselho Federal optou por umavião de combate que, ao mesmo tempo, atende às necessidades militares e também é financeiramente sustentável a médio e longo prazo para o DDPS e o exército. Em comparação com os outros dois modelos, o caça da Saab apresenta não apenas custos significativamente mais baixos de aquisição, mas também de operação. A escolha do modelo sueco permite a compra de um jato de combate capaz de um potente desempenho e garante que a substituição dos obsoletos F5 Tiger não resultá em perda financeira para outros setores das forças armadas e os equipamentos que eles necessitam. Com esta decisão, o Conselho Federal revela-se disposto a investir na segurança do país, sem se afastar dos imperativos da política financeira e tendo devidamente em conta a sustentabilidade financeira de todo o sistema. O Conselho Federal decidiu conscientemente não posicionar a Suíça, no que se refere ao desempenho de um novo caça a jato, no nível máximo existente na Europa.

    Como os outros candidatos na disputa, a Saab se comprometeu a compensar 100% do valor do contrato, mediante compromissos com a indústria suíça. Tal compensação de negócios no país permitirá à indústria do país ascender a um elevado conhecimento (know how) tecnológico e estabelecer novas relações comerciais a longo prazo. O Conselho Federal confia portanto que a aquisição de novos caças também envolve importantes estímulos importantes para o parque industrial e a pesquisa na Suíça.

    O Conselho Federal determinou ao DDPS que defina, com a Saab e o governo sueco, os detalhes precisos da aquisição prevista de 22 caças Gripen e avaliar a possibilidade de otimizar ainda mais o pacote contratual completo. Em fevereiro de 2012, o DDPS apresentará ao Conselho Federal uma gama de variantes para a aquisição proposta. O projeto será então proposto ao Parlamento no âmbito do Programa de Armamento 2012.

    Implicações financeiras

    Para permitir a compra de caças novos, o financiamento de um exército de 100.000 militares, a eliminação de lacunas de equipamentos e renovação de imóveis, em 29 de Setembro de 2011 o Parlamento incumbiu o Conselho Federal de aumentar para 5 bilhões, a partir de 2014, o limite de gastos para o exército, o que corresponde a um aumento de cerca de 600 milhões em relação ao plano financeiro final da legislatura 2013-2015.

    Para financiar esses recursos adicionais, será necessário criar mais receita no montante de 600 milhões de francos ou decidir uma economia da mesma quantia. Por esta razão, o Conselho Federal instruiu o DFF para enviar, no início do próximo ano, o necessário embasamento para as decisões. Quando for adotado o Programa de Armamento 2012, o Conselho Federal pretende proceder de maneira simultânea com as decisões materiais pelo financiamento do aumento do limite dos gastos militares e enviar o dossiê para processo de consulta.

    A mensagem relacionada, portanto, pode ser submetida à Câmara federal e aprovada pelo Parlamento no final de 2012 ou início de 2013. Um eventual programa de economia, que seria conectado em termos legais com o decreto referente ao crédito para a compra de aviões de combate, será emitido somente na forma de projeto submetido a referendo. Uma ordem juridicamente vinculativa aos caças ocorrerá somente após a conclusão do processo de desisão parlamentar e eventual voto popular.

    FONTE: DDPS (Departamento Federal de Defesa, Proteção Civil e Esporte da Suíça)

    Tradução e adaptação: Poder Aéreo

  13. Fernando Augusto says:

    Senhor Rogerio, desculpa mas você não sabe o que fala em relação a vendas da embraer.

  14. Tukith disse:
    30/11/2011 às 15:07

    É Rogerio, sua linha de raciocínio é ótima! Países desenvolvidos não compram, então significa que não presta.

    De onde tirou isso amigo?

    E mesmo que seja equipamento barato e de terceiro mundo feito aqui, pelo menos É NOSSO! Melhor isso do que ficar dependendo de outros países.

    Faça-me o favor…

    Abraços,

    // Tukith

    Mas melhor seria se o pais andasse mas rapido e dcide-se se continua com fx2 ou parceria com turquia e ao inves de um unico casco ouza-se desnvolver do submarinos nucleares
    e um deles com o lançador de misseis balisticos intercontinentais e ao mesmo tempo de forma sigilosa ja ter em mente uma bmba atomica em sigilo,

  15. Fernando Augusto disse:
    01/12/2011 às 08:24

    Senhor Rogerio, desculpa mas você não sabe o que fala em relação a vendas da embraer.

    De fato mas tem o seguinte ela sempre desejou colocar seus negocios em primeiro lugar deixando de lado a soberania do brasil em optar pelo super hornet

  16. Sim o super hornet que não acrescentara nada ao brasil pois muitos especialistas o consideram ultrapassado em termos de tecnologia ,a embraer leva vantagem com isso para ela e apenas negocio,mais para o pais e ruim sem contar a falta de credibilade dos americanos em embargos exemplo o f5 senhores

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