Defesa & Geopolítica

Turquia começa a desenvolver novo caça

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Turkish FighterA Turquia já está estudando desenvolver um caça com a Coreia do Sul com o programa KF-X.

O Ministério da Defesa da Turquia assinou um contrato com a Turkish Aerospace Industries (TAI) em agosto, para completar um estudo de viabilidade de 18 meses para produção de um novo caça e treinador chamado TFX após 2023.

Nos eventos corridos do Dubai Airshow, Stephen Trimble do site The DEW Line conseguiu marcar uma entrevista cerca de 5 minutos de duração sobre o estudo TFX com Ali Guldogan Yilmaz, que é vice-presidente de estratégia e programas de cooperação na TAI.

O estudo precisa responder um monte de perguntas. Estas incluem: Será que o caça terá um motor ou dois? Caudas inclinada ou uma vertical? A TAI ainda não sabe, mas o estudo vai determinar, disse Guldogan. O estudo também está enfrentando problemas industriais. A Turquia vai liderar o desenvolvimento por si só, ou participar de um programa de desenvolvimento com a Coreia do Sul, o Brasil ou outro país? No início de 2013, a TAI vai apresentar um relatório com as recomendações ao Ministério da Defesa, que tomará as decisões finais, disse Guldogan.

Não houve tempo, infelizmente, para fazer perguntas mais amplas a Guldogan. Entre elas: Por que a Turquia acha que precisa construir seu próprio caça?

A existência do TFX significa que a Turquia se juntou a uma interessante tendência global. É importante entre várias nações, com crescente influência econômica e política, não ser forçadas a depender de aviões de combate dos EUA, Rússia e Europa Ocidental. A China, Índia e Japão já desenvolveram suas próprias aeronaves militares e comerciais. Agora, a Coreia do Sul, Brasil e Turquia parecem querer entrar para o clube.

Já mostramos aqui algumas notícias sobre o KF-X da Coréia do Sul. O Brasil, por sua vez, anunciou em 2009 os planos para desenvolver uma “caça de quinta geração”, em 2025, usando tecnologias transferidas do contrato de caça F-X2 que agora está atrasado.

Curiosamente, a Turquia tem sido associada como uma possível parceira de desenvolvimento da Coréia do Sul e Brasil. A Administração do Programa de Aquisição de Defesa (DAPA) da Coreia do Sul anunciou que a Turquia provavelmente vai aderir ao programa KF-X no próximo ano. O Eurofighter, enquanto isso, previu, numa análise de mercado de caças divulgado no Salão Aéreo de Seul que a Turquia poderá ser o parceiro com o Brasil em seu lugar.

Seja o que for que a Turquia decida fazer, o programa TFX representa uma notável tendência para os gigantes da indústria mundial de aviões de combate – e talvez preocupante. Alguns desses gigantes pode ser perdoados, então, por pensarem que alguns de seus clientes mais confiáveis estão tomando algumas más decisões.

“Acho que há um monte de lugares que são excessivamente ambiciosos”, disse Jeff Kohler, vice-presidente de desenvolvimento de negócios da Boeing e ex-chefe da Agência de Cooperação de Segurança e Defesa (DSCA) dos EUA. “Eu não quero dizer num sentido negativo que eles não podem fazê-lo. Quantas entradas de caça no mercado são possíveis? Este mercado está ficando menor e não maior.”

A Coreia do Sul tem orçamento de US$ 5 bilhões para desenvolver um caça de próxima geração em cerca de 10 anos – uma projeção de custos que alguns membros da indústria ocidental dizem ser terrivelmente irreal. “Este não é um jogo para os fracos de coração”, disse Kohler. “A indústria dos EUA precisou de 10 anos e bilhões de dólares simplesmente para desenvolver um radar com antena de varredura eletrônica ativa (AESA)”, acrescentou.

Paul Oliver, vice-presidente de desenvolvimento de negócios para o Oriente Médio e África na Boeing, disse que acredita que tais programas são realmente tentativas das indústrias nacionais para se colocar na cadeia de valor do mercado aeroespacial global. Os países não tem uma boa chance de fazer um caça competitivo, disse ele.

Fonte: The DEW Line – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

65 Comments

  1. capa preta says:

    lucena disse:
    18/11/2011 às 07:15
    tem toda razão camarada, muitos criticam que o brasil entre em parcerias caracu, mas as do f35 são o que então ?
    vão pagar caro, receber atrassados, e ficar na coleira, na dependencia dos humores geopoliticos estadunidences,se fisesem parceiria co a russia seria diferente ? logico que não ! as puuutencias são todas iguais,so iriam trocar de senhores, so tem um remedio para não depender de ninguem, ESTUDO, CAPACITAÇAO,devemos forma tecnicos, engenheiros, fisicos, e ter uma mentalidade parecida com a que tem a suecia, que apeser dec ser um pais minusculo pode se considerar sim indempendente !!!

  2. 1maluquinho says:

    Estão estudando fazer hummmm e estudarão por algumas decadasa depois virão projetismos e desenvolvimentos para quando tiverem grana começarem a fazer.Da produção aos ensaios la se vai outros anos a chegar-se a um prototipo e la se vão mais tantos anos para aperfeiçoamentos para enfim quem sabe um dia ser provado e atestado e quando esse dia chegar sera obsoleto mas poderão sorrirem e dizerem ‘FEITO AQUI” rsrs rsrs Paises fora EUA,Russia e China pensarem em tentar fazerem algo de ponta tipo 5.0 e 6.0 mais vale a iniciativa pois aeronautica avançada de caça esta extritamente ligada a area aeroespacial e a propulsão de foguetes e misseis.Mas para paises fora desses tres icones no segmento é mais vantajoso comprar-lhes a tecnologia do vetor que se quer e encima disso trabalhar unicamente no intuito de equipar suas forças aereas e quem sabe se tenha sorte e consiga fazer um bom vetor e torna-lo comercial.Para aqueles que desdenham do Brasil,o segmento aereoespacial,de propulsão de foguetes e de aviação de caça reconhecem a alta capacidade de criação dos cientistas e pessoal tecnico Brasileiro,lhes garanto que Americanos tem insonia ao pensarem na possibilidade de virmos a termos SU35BM/S,SU34,J15,J16 e encima destas tecnologia exercermosa nossas capacidades de criação e inovações.A propria Israel que não recebe tudo o que quer dos EUA e sofrem tambem negativas de sensiveis e que tem sido a muito tempo parceira do Brasil se beneficiaria e muito se adiquirissemos ate mesmo Gripens NGs.Imaginem nossos Gripens NGs com tecnologia embarcada Israelense e os beneficios que poderiam serem gerados para o Brasil,Israel e Africa do Sul que tambem é parceira e as inovações que a Saab implementa em seu projeto 5.0 que não ira a frente sem sociedades.Eu adiquiriria consecionado SUs 34 e 35 e investiria no projeto NG formando um consorcio Suecia,Brasil,Israel,Africa do Sul e teriamos um excelente vetor modernissimo e altamente versatilizado e ultra moderno.Mas a abundante criatividade para Brasileiro é sonhar acordado.

  3. 1maluquinho says:

    BLUE EYES to vendo que esse ALERTA TOTAL ta mesmo te robotizando heim rsrs e dai que Portugal quando colonizou o Brasil era a “POTENCIA NAVAL” da epoca e isso não é totalmente verdade pois Espanha a meu ver tinha mais força e a Inglaterra não ficava pra traz.Então pra voce o status que eles tinham militarmente quer dizer alguma coisa mas pelo visto voce não tem consciencia e nem conhecimento no tipo de colonização ALTAMENTE EXTRATIVISTA que implantaram e que não nos trouxe beneficio e desenvolvimento nenhum e sim muito atraso.Continue se poluindo com materias golpistas reacionarias e em breve iras para um manicomio ou seras preso por terrorismo rsrs rsrs

  4. lucena says:

    Sr.1maluquinho,
    .
    .
    DISSESTE MUITO BEM!
    .
    E tenho a convicção é o aloprado Blue Eyes, Na Resistência,pulou o muro do manicômio,e pelas as exposições das idéias estapafúrdia que a mula-sem-cabeça vomita aqui,o alienado pulava também o muro da escola para gazear na rua-Hahahah….
    .
    Se procurem algum louco foragido é esse o demente fujão_Hahahah…..

  5. Novo Brazuk says:

    Se o Brasil entrar nesse projeto turco vai ser um cego guiando outo rumo ao precipício.
    Como foi dito acima é preciso que nosso eventual parceiro nesta empreitada tenha Know-how.Os EUA tem mas não liberam,os Russos tem mas alguns expertinhos de Brasília vetaram a parceria, agora tem os suecos que tem um Know-how muito respeitável mas sempre tiveram pouca força política para fechar negócio.
    O Brasil precisa saber o que quer para o futuro e a FAB precisa decidir que tipo de caça quer e pra que quer um caça.
    Analizando o projeto FX-1 e Fx-2 vemos que os concorrentes são muito distindos entre si.

  6. xtreme says:



    R22-

    País algum do mundo vende tecnologia de ponta..01 dos motivos dos EUA nao venderem o F-22.

    caça de 5ª geração usa avionicos ..compositos.. softwares.. estado de arte.. que não se compra em prateleira.

    o KC-390 em termos tecnologicos é mais um com “roupagem nova”… atualizada..

    ate o projeto aerodinamico de tal caça (5ª geração) demanda um conhecimento tecnico absurdo.. oriundo sem duvida de uma forte industria aero-espacial…somando-se ao quesito FURTIVIDADE = beco sem saída para os novatos no game… Fato!!!

  7. Blue Eyes, Na Resistência says:

    Sr.1maluquinho, rsrsrsrs… então sairemos de braços dados a cantarolar pelas ruelas: “Dizem que sou louco, por pensar assim (…)”… rsrsrsrs… qnto ao lucenatico, ele tenta desclassificar os fatos e distorce-los como costuma fazer o blogueiro que frequenta essa elucidantes paginas… mas conseque se mais patetico que o mesmo… coisas de lunaticos obsessivos-compulsivos… deve roer as unhas de ansiedade para rechaçar o obvio… mas, qnto ao fato de Portugal ter usado do extrativismo no Brasil, nada mais conhecido e estudado… nenhuma novidade… qnto a que site vizitar, o que vc sugere?… o vermelho.com?… o conversa afiada do anão do R7?… ora, 1maluquinho, vai plantar alface de cabeça para baixo… to falando… to falando… essa aproximação sua com essas cumadres vermelhuxas ta te deixando doidão… se é possivel mais loucura que a sua…

  8. Blue Eyes, Na Resistência says:

    capa preta disse: 18/11/2011 às 10:27… ainda bem que temos pessoas bem intencionadas que sabem o que é certo para o futuro do pais… parabéns capa preta… não se deixe amedrontar pelas falsas ideias dessa gentalha mentirosa… o que o pais precisa nos, os brasileiros que amamos essa terra, sabemos… e não é uma politica fisiologista e porca como a que ai esta… ainda bem que ladrão e comunista um dia morre… aos poucos vamos depurando o sangue politico do pais… DIAS MELHORES VIRÃO… sem essa gentalha esquerdista corrupta…

  9. RL says:

    É o que eu sempre tenho dito por aqui.

    Demorou pra esta parceria sair.

    Há ainda que se levar em conta produtos da área de defesa a serem considerados como possíveis compras, como o KC-390, o Super Tucano, misseis MAR-1, A-DArter, Radares SABER M60, veiculos Guarani, Marruá, Guará, Gladiador, biombas Britanite, enfim, uma boa quantidade de itens que poderiamos comercializar.
    Em contra partida, poderiamos fechar o acordo das KDX-III com a Coreia e termos o KT-50 para a FAB na função de treinador avançado.

    Enfim, da pra fazer, só depende de visão política e principalmente vontade, muuuuuuuuuuuuuita vontade.

  10. antonio says:

    NAS RELAÇÃES ENTRE PAÍSES, NÃO EXISTEM: CAMARADAS, MANOS, CHAPAS, BROTHERS, AMIGOS, PARSEIROS ESTRATEGICOS, VEIOS. O QUE EXISTE É UM JOGO DE INTERESSES ECONÔMICOS.
    Quem quer ter tecnológia, tem que investir decadas de pesquisa e dezenas de bilhões de dolares. Ou adiquir tecnológia sobe licença e ficar atrelado as clausulas restritivas dos contratos de concessão tecnológica.
    Se o Governo brasileiro investir pesado em educação, desde a pré-escola ate a faculdade e doutorado. Seriam necessarios no minimo 40 anos para o país ter capacidade de absorver e criar tecnológia de eletrônica, radares, materiais e etc. compativel com os caças de quarta e quinta geração. Não vejo essa independência tecnológica na compra de caças do FX2 e seus constantes atrasos, nem na falta de investimento na educação.

  11. R22 says:

    Over,
    No caso de sistemas importados sim, é necessário o aval dos paises fabricantes. Mas vejamos pelo ST, que é operado por cerca de 10 países e só teve sua venda vetada para a Venezuela.
    Xtreme,
    Tbm acho que não poderemos “comprar de prateleira” sistemas de ultima geração como os usados no F-22 ou F-35. Mas se os Turcos e Sul-coreanos já começaram a desenvolver seus projetos é porque sabem pelo menos por onde começar e também já devem ter em mente outros sistemas “alternativos” que poderiam ser usados nesses caças. Mesmo não sendo do mesmo “nível” dos caças americanos, acredito que o intuito dessa empreitada seja para impulsionar suas indústrias aeronáuticas já que dependem muito da compra de caças estrangeiros, principalmente dos EUA, e não fazer frente a outros do segmento. Também não espero que seja um projeto tão barato nem saia do papel tão rápido mas seria uma ótima oportunidade para o Brasil, afinal seria praticamente impossivel para nós desenvolvermos sozinhos um caça desse nivel. Mesmo os próprios americanos e russos que detem tecnologia de ponta procuraram por parcerias para tornar seus projetos mais viaveis.

  12. 1maluquinho says:

    O que eu acho engraçado é que nós os Brasileiros criamos e nutrimos uma empresa estatal disponibilizando a mesma todo incentivo e tudo o que adiquirimos.A finalidade da criação desta estatal aeronautica foi essa SUPRIR A FAB e supriu a FAB em que e ainda tornou-se praticamente independente ao ser de capital aberto voltada quase que em sua totalidade para a aviação civil e vendas de serviços na area civil e militar.Ninguem encherga isto e quase todos ficam euforicos com qualquer noticia relacionada a mesma que diga-se de passagem são sempre de conteudo para angariar verba publica e facilidades.Desenvolver um caça 4.5 nacional completando-o com o que não dominamos ja era para ter sido feito a muito tempo.Assim ela faz na area civil.Estariamos aprendendo e nos aperfeiçoando.Investimento em pesquisas é fundamental mas são teorias que não se desenvolvem se não se tem a pratica.A tecnologia Chinesa embora seja uma incognita é de origem reversa e creio que não haveria tanta dificuldade de acordarmos com eles logicamente que deveriam haver compensações pois Chineses nunca deixam escapar a oportunidade de agarrarem um centavinho que seja.O problema é que precisamos pularmos etapas pois o segmento é altamente renovado e aperfeiçoado a todo o instante.Reclamarmos de tudo o que ja sabemos que temos deficiencias so nos faz perdermos tempo e reconhecermos nossas proprias mediocridades.Fazer o dever de casa sim e em tudo por sinal mas tomar e ter um posicionamento soberano e inicia-lo.Para equiparmos nossa Foraça Aerea temos algumas opções e a opção consecionada a meu ver é a melhor mas precisamos tambem buscarmos uma boa associação e vejo uma associação com Suecos e Sulafricanos uma forma independente das demais existentes encima de uma doutrina ocidentalizada que sempre foi a nossa base.Paises como Suecia e ate mesmo a Russia tem a ideia mas tem dificuldade na parte de investimento.Assim a India se associou a Russia.Acho que o melhor para nós seria uma associação com os Russos.Sei que existe uma tendencia militar e politica para com a China mas ai é que se tem de estar atento AS ENTRELINHAS porque os caras são altamente VORAZES e não teem dó nem do proprio povo.Os EUA seriam a parceria mais adequada em muitos sentidos mas como faze-la se eles sempre foram contra nossos desenvolvimentos atomicos,aeroespacial e de aviação de caça de ponta?Voces acreditam neles?Voces confiam neles?Para mim um avanço tecnologico significativo sem sair da origem ocidentalizada é Suecia ou Japão e porque não Suecia e Japão.O mundo todo hoje tem interesse em extreitar intercambiações conosco e porque não aproveitamos isso deixando de lado tendencias aficcionadas,ganancias privadas e mercenarismo politico?Para quem não sabe a Kawasaki fabricava caças para a força aerea Japonesa e navios e motores dos mesmos tambem vindo a fabricar utilitarios apos a segunda guerra.O Japão tem know How e sempre foi um pais muito bem relacionado conosco mas afetaria nosso namorico com a China né BALATINHU BALATINHU.

  13. Adriano says:

    O planejamento aqui é cavar grandes foças coletivas para nois depois que perdermos uma guerra, o GF já deve estar calculando em que parte vai sobrar de nosso territorio para poder fazer isto, mas acho que vão pelo gento mais fácil que é jogar agente no mar.

  14. R22 says:

    1Maluquinho
    A Embraer poderia de arriscar num projeto de um caça de 4 geração? Talvez sim. Suprir a FAB? Ela faz com os ST, fez com os AMX ( junto com a Itália ). Mas os projetos devem ser desenvolvidos de acordo com a possível demanda. A Embraer teria condições de bancar um projeto de bilhões de dólares para vender 36 caças para a FAB? Nem que se fossem os 120 de que falam do FX-2. Que adiantaria fazer da Embraer outra Engesa com seu Osório ? Sua atuação na área civil e o que fez dela uma das maiores Empresas do setor e o fato de podermos contar com ela para continuar suprindo as necessidades da FAB (requisitadas por ela claro) como no caso do KC-390 se deve justamente a isso.
    Precisamos sim de parcerias na área militar para desenvolver projetos que sejam VIÁVEIS e também concordo que Suecos (Gripen) ou russos seriam sim uma ótima opção. Mas talvez Nao saiba, mas no caso do Japao seria impossível já que a Constituição japonesa Nao permite esse tipo de associação (talvez os EUA sejam exceção pois no caso fabricam alguns modelos americanos sob licença) ou exportação de material belico ou tecnologia militar. Por isso vc Nao ouve falar de Nenhum pais que opera qualquer tipo de arma japonesa. Eles só fazem para abastecer sua própria forca de defesa.

  15. 1maluquinho says:

    R22 e voce acredita nisso?A Embraer importasse unicamente com contratos e serviços e nada mais,não desenvolve na area militar por propria conta sempre espera para MAMAR NA CABRITINHA.Um caça nacional alem de suprir a FAB com a espertiase da Embraer se tornaria comercial e rentavel.Ozires Silva que foi quem fundou a mesma afirmava desde o começo que a incumbencia do FX deveria ter sido dada a FAB e a Embraer que licitariam CONSORCIO e se tivessem lhes dado ouvidos ja teriamos nosso caça voando.A Embraer hoje importasse unicamente com ela mesma e no que pode se nutrir da propria FAB e do contribuinte Brasileiro.A Embraer não é mais uma estatal ja a tempos na pratica e sim UMA EMPRESA DE CAPITAL ABERTO e digasse de passagem com 49% de acionistas em maioria extrangeiros.Então meu amiguinho não pense que ela supri o Brasil de alguma coisa porque não supre.Ela sim se beneficia de tudo o que o Brasil adiquire e nos vende serviços.Ate a Embraer defesa e Segurança nutriu-se do contribuinte Brasileiro ao ser previlegiada com a tecnologia adiquirida pelo Brasil do SIMPAM-SIVAM e de tudo que por nós foi criado encima disso surgindo outras tecnologias Made In Brasil.Muito pouca gente conhece a totalidade da TT que adiquirimos nesse sistema de monitoramento que hoje nos da muitos frutos e que vem impulsionando outras areas.So para voce ter uma ideia encima do que adiquirimos e foi a tecnologia completissima e na epoca ate mais avançada que os Americanos dispunham na fronteira com o Mexico e domesticamente.Os codigos fontes foram modificados por nós pois o fornecedor com muito suborno nos repassou ate as microfibras das calcinhas das secretarias.Nem tudo é realmente como disponibilizam nos meios de informações tenha certesa disso meu amigo as coisas vão bem mais alem.

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