20 Comentários

  1. Uma 6 duzia não vai resolver nada, mais já é alguma coisa. Deviamos usar nossa experiência com esse helicoptero pra desolvolver um semelhante.

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    Ele é muito grande não pousa em nossas fragatas, patrulheiros, etc… so no SP!
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    Poderiam ter usado os Linch com sistemas anti-Sub, no mais ja operamos esses veiculos nas Fragatas e navios varios:
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    http://www.eliteukforces.info/images/gallery/helicopters/royal-navy-lynx-helicopter.jpg
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    mas… se fosse produzido aqui seria melhor… ja que usa-se um Helis que não pode pousar nas Fragatas devido as suas dimensões, melhor seria ter usado um modelo que girasse algum dinheiro por aqui, como esse abaixo da Helibras, mesmo que seja apertar parafuso ja gira algum $$ por aqui pois contrata-se pessoal, gera receita, despesa em supermercado, impostos, INSS, etc…
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    http://www.helibras.com.br/img/produtos/MILITAR_FINAL/NH90NFH/foto5.jpg
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    Infelizmente preferiram uma prateleira com coleira Yankee… tem muita gente que defende esse tipo de coisa, desprezando a nossa economia interna… quando se é entreguista se é mesmo né, pois preferem que não ganhemos nada enquanto que os USA deveriam ganhar tudo!!
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    Se um único funcionário registrado da Helibras estiver trabalhando e ganhando $$ apertando parafuso ja existe uma vantagem para o Brasil em relação à prateleira americana!
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    Valeu!!

  3. Andei pensando. Por que não um esquadrão de vant’s nestes navios da marinha, quer dizer. Teríamos um super-radar no navio central, em seguida despejaríamos centenas de repetidoras envolta do navio. Melhorando a eficiência da captação de possível navio ou torpedo. Em seguida centenas de vants são despachados para o local chave já que são pequenos caberiam centenas deles em um navio. E Armados com pequenos torpedos de curto alcance, porém cm em um ataque de muitos ao mesmo tempo, neutralizaria o agressor.
    Parece viagem isto? Ou é possível?..

  4. nelore disse:
    05/11/2011 às 09:05
    Alguen sabe informar quantos o Brasil ou quantos vai receber.

    A MB comprou 06 e pretende receber todos até o final de 2012.

  5. diarum, seria plenamente possivel, o unico problema é que um VANT de ataque é extremamente caro para poder ser disperdiçado num ataque massivo suicida, por isso eles são usados com moderação. E na verdade num super NAe caberiam milhares de VANTs portateis e uns 250 do “grande” com o predator.

  6. Rorcharch. Bem colocado! Custos engloba tudo mesmo. Reflete na eficiência do todo.
    Seria um super-arma do caramba.. neh não!.. heheh =b É o que vejo em minha visão leiga. Custos!.. Tomara que diminua com o tempo.

  7. A melhor aeronave da sua categoria.
    tenho apenas um ponto negativo a destacar, o míssil, não que o penquin seja ruim, mas a logísitica da Marinha vai virar um samba do criolo doido.
    Penquin
    Exocet (em todas as versões).
    MAN 1
    destaco ainda aos colegas que até a desativação das niteroi e Greenhalgh, a Marinha operará os LINX, a Marinha almeja uma escolta maior, de 6mil ton, e será este navio a plataforma para os SH, ou seja O NAE, os LHD e as escoltas.
    Sds
    E.M.Pinto

  8. Comparação:
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    Missil Penguin tem menor alcance entre 34-55 Km com ogiva de 120 kgs operado no S-70.
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    O AM39 Exocet tem alcance entre 70-180 Km (dependendo da versão) com ogiva de 180 kgs operado pelo EC725.
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    O Exocet vai mais longe e é mais letal !!!
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    Peso do EC-725
    Empty weight: 11,750 lb (5,330 kg)
    Loaded weight: 24,250 lb (11,000 kg)
    Max takeoff weight: 24,700 lb (11,200 kg)
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    Peso do S-70
    Empty weight: 15,200 lb (6,895 kg)
    Loaded weight: 17,758 lb (8,055 kg)
    Max takeoff weight: 21,884 lb (9,927 kg)
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    EC725 é mais leve que o S70 e tem maior capacidade de carga !!

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    “””desativação das niteroi e Greenhalgh, a Marinha operará os LINX, a Marinha almeja uma escolta maior, de 6mil ton”””
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    Bem lembrado, tinha esquecido que as novas escoltas terão capacidade para tal… quando saírem por volta de 2018-2020 a primeira e 2030-35 a ultima, se tudo der certo… até os sistemas dos helis terão mudado muito, e estes ai poderiam ficar sem ver um “Porto Seguro” na nossas naves… mas não fico triste com a compra em si, mas com o fato de não trazer nada para a nossa economia interna, sendo tudo de prateleira!
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    Valeu!!

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    O Irã ja começou a produção em massa dos misseis anti-navio, tem matéria aqui no PB mesmo, que não achei… mas eles devem por força maior buscar fazer em casa, não podem sair por ai comprando o melhor equipamento do gênero, existem outra variáveis… ter misseis anti-navio não quer dizer nada se não forem produzidos por aqui, os importados uma hora acabam e ai acaba a nossa guerra naval, serve produção nacional… e realmente os EXOCET seriam a nossa base para isso… e obviamente todos os meios da marinha deveriam ser capazes de opera-los.
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    Se a PAEMB entrar de vez como deve ser, a logística da MB deverá subir grandes modificações, não tem outra estrada, e a principal delas é a produção nacional, seja de misseis que de plataformas, e isso mesmo que comecemos apertando parafusos, pois em caso de guerra real, com tropas invadindo ou tentando, as patentes seriam quebradas ou compradas, como foi com os remédios da AIDS, e as armas realizadas dentro do possível de nossa industrial!
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    VALEU!

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