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Força-Tarefa da Operação “TROPICALEX” se despede da Fragata “União”

Fragata “União” (E) durante a Operação “TROPICALEX”

A Força-Tarefa 710 da Operação “TROPICALEX” se despediu, no dia 12 de outubro, da Fragata “União”, que irá participar, como Capitânia, da Maritime Task Force (MTF) da Missão de paz da ONU no Líbano – UNIFIL.

Os navios, que suspenderam da Base Naval do Rio de Janeiro, em 6 de outubro, encontravam-se navegando a Leste do estado da Paraíba quando, ao final da tarde do dia 12 de outubro, realizaram uma formatura em coluna, sob o Comando do Comandante-em-Chefe da Esquadra, Vice-Almirante Wilson Barbosa Guerra, a bordo da Fragata “Niterói”, Capitânia da Operação, para se despedir da Fragata “União”, sendo içado o sinal de “Boa Viagem” e prestadas as continências devidas por ocasião de sua passagem a boreste de cada meio da formatura.

Durante a Operação “TROPICALEX”, a Fragata “União” realizou diversos exercícios, destacando-se o tiro com canhão de 4.5”; aproximação e transferência de carga leve; abastecimento no mar, com apoio do Navio-Tanque “Almirante Gastão Motta”; manobras táticas; desembarque rápido, por aeronave, de mergulhadores de combate; guerra anti-submarino; guerra eletrônica; exercícios de interrogação, visita e inspeção de navios mercantes, empregando o Grupo de Visita e Inspeção (GVI), por meio da embarcação de casco semi-rígido do navio, além de exercícios de controle de avarias.

Os exercícios visaram aprimorar o nível de adestramento da tripulação, deixando-a pronta para os novos desafios que enfrentará em sua nova missão, que terá a duração de aproximadamente oito meses, operando em águas estrangeiras.

A Operação “TROPICALEX” tem a tarefa de realizar exercícios visando o adestramento dos meios da Esquadra e ação de presença em nossa última fronteira – a Amazônia Azul.

Fonte: NOMAR

Esquadra retoma capacidade de realizar reabastecimento simultâneo

O Navio-Tanque “Almirante Gastão Motta” realizou, no dia 11 de outubro, reabastecimentos simultâneos de óleo diesel especial dos navios escolta da Força-Tarefa 710, integrantes da Operação “TROPICALEX”, que se encontravam navegando a 95 milhas a leste da costa de Sergipe.

Os reabastecimentos foram realizados com um escolta em cada bordo do Navio-Tanque, utilizando, por bombordo, o método “Close-in”, onde a sustentação da linha de mangotes de combustível é feita por um guindaste ou lança, não havendo cabo de sustentação, com os navios a uma distância de 60 a 80 pés, e, por boreste, o método “Stream”, onde é empregado um cabo de sustentação de aço, mantido tensionado pelo navio-tanque, por meio de um tensor automático, com os navios a uma distância de 80 a 180 pés. Durante a atividade foram reabastecidas as Fragatas “União”, “Bosísio”, “Greenhalgh” e “Niterói” e a Corveta “Barroso”.

Os cinco escoltas receberam um total de 650 mil litros em apenas quatro horas, demonstrando o excelente nível de adestramento e profissionalismo das tripulações dos meios envolvidos, além da constante preocupação com a segurança.

Seguindo a programação da Operação, no dia 12 de outubro, foi realizado um exercício do tipo “SURFEX” com o propósito de adestrar os meios da Força-Tarefa, em sua primeira fase, nas técnicas básicas de interrogação, abordagem, visita e inspeção de navios mercantes, controle e vigilância da tripulação e, na segunda fase, na verificação da documentação e na localização, identificação, interrogação, abordagem e inspeção de navio mercante com suspeita de estar violando alguma sanção imposta, bem como nos procedimentos para escalar o emprego da força e para a condução de tiros de advertência (simulados).

No exercício, três navios da Força-Tarefa simularam serem navios mercantes, sendo interrogados pelos demais navios da Operação, na tentativa de identificar, a partir das informações obtidas, a necessidade de efetuar a visita e inspeção. Logo após ter sido caracterizada essa situação, foi determinada a abordagem, por meio de um Grupo de Verificação e Inspeção, utilizando embarcação de casco semi-rígido, orgânica das Fragatas “União” e “Greenhalgh” e da Corveta “Barroso”.

Com o propósito de aumentar o realismo do exercício, foram formulados dados sobre o navio mercante, tais como: tripulação, carga que está sendo transportada e as suas características, além de serem preparados 10 militares, usando trajes civis, para simularem a tripulação do navio inspecionado.

Foram avaliados o tempo de preparação, tempo de embarque, se o navio mercante foi apresado ou liberado, além das discrepâncias observadas na parte documental, de carga e de pessoal.

Os meios participantes da Força-Tarefa 710, que tem como Comandante o Vice-Almirante Wilson Barbosa Guerra, Comandante-em-Chefe da Esquadra, suspenderam da Base Naval do Rio de Janeiro em 6 de outubro, com a tarefa de realizar exercícios visando o adestramento dos meios da Esquadra e ação de presença em nossa última fronteira – a “Amazônia Azul”.

A Operação “TROPICALEX” está envolvendo cerca de 1600 militares. A Força-Tarefa, atualmente, é composta pelas Fragatas “Niterói” (F40), “União” (F45), “Greenhalgh” (F46) e “Bosísio” (F48), pela Corveta “Barroso” (V34), pelo Navio-Tanque “Almirante Gastão Motta” (G23), além de 2 aeronaves UH-12/13 “Esquilo” e 2 aeronaves AH-11A “Super Lynx”.

Durante a Operação, alguns meios navais atuam em apoio aos exercícios, são eles os Submarinos “Tikuna” (S34) e “Tamoio” (S31), o Navio de Socorro Submarino “Felinto Perry” (K11), a Corveta “Caboclo”, o Navio-Patrulha “Gurupá” e Navios-Patrulha do Comando do 2º e 3° Distritos Navais, além de uma aeronave P-95 e duas aeronaves A-1 da Força Aérea Brasileira.

Os meios da Força-Tarefa atracaram nos portos de Natal (RN), Recife (PE) e Cabedelo (PB) no dia 13 de outubro.

Fonte: NomarOnline

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