Defesa & Geopolítica

Estados Unidos e seus parceiros continuam a perseguir a al-Qaida

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Por Cheryl Pellerin/Agencia das Forças Norte-Americanas

O governo dos EUA está empenhado em perseguir a al-Qaida e seus aliados militares em todo o mundo, e trabalha junto aos parceiros internacionais com esse objetivo, disse o Secretário de Imprensa do Pentágono, George Little.

O Secretário de Defesa Leon E. Panetta e outras autoridades disseram que a al-Qaida está enfraquecida mas que ainda é perigosa, informou Little aos repórteres. A organização terrorista “tem afiliados em outras partes do mundo [incluindo] o Iêmen, a Somália e a África do Norte”.

http://i.okezone.com/content/2011/06/16/414/469190/9xSaIEClVF.jpgOs Estados Unidos precisam manter a al-Qaida no Paquistão sob pressão, acrescentou ele.

“Precisamos encontrar meios de impedir que outros grupos da al-Qaida planejem e executem ataques contra os Estados Unidos e nossos aliados”, disse Little.

Muitos países em todo o mundo estão buscando o mesmo objetivo dos Estados Unidos, ou seja, encontrar e neutralizar a al-Qaida e outros grupos terroristas, informou o secretário de imprensa.

“Acreditamos que criar laços de parceria no combate ao terrorismo é parte essencial da guerra contra o terror”, acrescentou Little.

No Afeganistão, disse ele, alcançamos progressos contra o Talibã e os grupos a ele ligados, como a al-Qaida e a rede Haqqani.

“[A Força Internacional de Assistência à Segurança] e o governo afegão expulsaram o Talibã de grande parte de seus mais importantes santuários em Helmand e Kandahar nos últimos meses”, disse Little. Ele disse ainda que a coalizão infligiu graves perdas ao Talibã e tornou mais difícil para o grupo elaborar ofensivas em grande escala.

“Nossos aliados aumentaram sua participação”, disse, “e estamos trabalhando com eles para ajudar a estabilizar partes do país”.

O povo afegão está combatendo e morrendo por seu país, lembrou Little, estabelecendo forças policiais locais, abrindo mercados e escolas e tentando virar a página de décadas de guerras.

“As forças afegãs de segurança tiveram um aumento de mais de 100 mil soldados e … estamos iniciando a transição para passar para o povo do Afeganistão a responsabilidade pela segurança de algumas províncias”, declarou ele.

A coalizão tem como objetivo fazer com que o Afeganistão seja seguro e se torne cada vez mais confiante, livre dos paraísos de segurança da al-Qaida, disse Little, “e o processo de transição nos ajudará a chegar lá”.

Fonte: Diálogo

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