Defesa & Geopolítica

Em foco: Embraer

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Embraer mantém produção e vê forte demanda na China Por Carolina Marcondes A crise que está atingindo principalmente os Estados Unidos e a Europa preocupa, mas a fabricante brasileira de jatos Embraer não está vendo sinais de que isso possa afetar a carteira de pedidos da companhia. A Embraer descarta a possibilidade de reduzir a produção em 2012, segundo o vice-presidente de aviação comercial da fabricante, Paulo Cesar de Souza e Silva.

A fabricante deve manter ou elevar o ritmo de entregas de aviões comerciais em 2012, disse o executivo. “Estamos com um nível de produção muito forte, estamos com uma carteira (de pedidos) bastante forte… Não temos necessidade de um plano para reduzir a nossa produção”, disse ele a jornalistas nesta quarta-feira após entrega de um avião Embraer 190 para a Alitalia.

Na terça-feira, a rival mais próxima da Embraer, a canadense Bombardier, anunciou que diminuirá a fabricação de jatos regionais modelo CRJ a partir de janeiro do ano que vem. “A situação da Embraer hoje é diferente da Bombardier. Nossos E-jets (jatos de 70 a 118 assentos) são muito bem aceitos pelo mercado”, afirmou o vice-presidente da Embraer. A Embraer deve entregar cerca de 100 jatos comerciais em 2011. “Para o ano que vem não estamos vendo um número que seja menor que o desse ano.” As ações da Embraer avançavam 6,35 por cento às 15h55, cotadas a 12,05 reais, contra alta de quase 1 por cento do Ibovespa no mesmo horário.

DEMANDA CHINES

A Mais cedo nesta quarta, a Embraer informou que estima uma demanda de 975 novos jatos regionais nos próximos 20 anos na China, um dos mercados de mais rápido crescimento no setor aéreo no mundo. Segundo a companhia, da demanda total prevista para China nas próximas duas décadas, 520 aviões serão para entre 91 e 120 passageiros.

Outros 440 jatos terão capacidade para 61 a 90 assentos e os 15 restantes serão de jatos menores, com entre 30 e 60 lugares. Nas contas da fabricante brasileira, os 975 jatos para o mercado chinês correspondem a 13 por cento da demanda global no período. A Embraer afirmou que o mercado mundial de aviação mostrou sinais de recuperação em 2010, após a crise econômica de 2008, e que a China tem se destacado como região com crescimento mais rápido do mundo no setor.

PROJETO NA AVIAÇÃO COMERCIAL

Até o final deste ano haverá uma definição da Embraer sobre alongar o avião Embraer 195 ou lançar uma nova família de aeronaves de maior porte. “A gente tem uma informação importante… A Boeing finalmente anunciou que vai fazer a remodelação dos aviões dela (modelo 737). Essa é uma informação importantíssima que estava faltando para que a gente possa concluir os estudos e anunciar até o final do ano”, disse o vice-presidente da fabricante.

Fonte: O Globo


Embraer: fábrica na China continua inoperante

Por Silvana Mautone

A Embraer continua negociando com o governo chinês para produzir aviões executivos no País. “A negociação ainda está em curso, ainda faltam detalhes”, afirmou hoje o vice-presidente de aviação comercial da Embraer, Paulo Cesar Souza e Silva. Questionado sobre quando deve ocorrer o início da produção, ele disse acreditar “que no começo do ano que vem já tenha alguma coisa”. O executivo também informou que ainda não há encomendas para os aviões Legacy 600 que devem ser produzidos na fábrica chinesa.

No último mês de abril, durante visita da presidente Dilma Rousseff à China, a Embraer fechou acordo para produzir no País o jato executivo Legacy 600, o que evitaria o fechamento da fábrica que a companhia possui desde 2002 na cidade de Harbin, em parceria com a estatal Aviation Industry Corporation of China (Avic). Anteriormente, a Embraer produzia no local o modelo 145, para o segmento de aviação comercial, mas a China, que está incentivando o desenvolvimento da sua indústria de aviação, não quis que a Embraer continuasse produzindo no País aeronaves comerciais.

De acordo com Silva, a Embraer possui hoje na China mais de 70% do mercado de aviões entre 70 e 120 lugares e, apesar da China estar desenvolvendo aviões para esse mercado, ele acredita que a Embraer deve manter a liderança nesse segmento no País nas próximas décadas. “Já temos uma grande presença nas principais empresas aéreas da China. Por isso acreditamos que será possível manter uma posição de liderança nesse mercado.”

Fonte: Veja


Jato chega ao mercado em 2015

O jato cargueiro militar KC-390 tem previsão de chegar ao mercado em 2015, caso o cronograma inicial do projeto não tenha atraso.

A previsão é que o jato deve começar a ser produzido em 2013 (primeiro protótipo) e o primeiro voo deve ser programado para 2014.

A expectativa da Embraer é que a produção seriada do jato seja iniciada no final de 2015.

A FAB tem a intenção de comprar pelo menos 28 unidades do cargueiro, para substituir a frota de aeronaves.

A Embraer Defesa e Segurança, responsável pelo desenvolvimento do projeto, tem firmado parceria com empresas e outros países para participação conjunta no programa.

A empresa já firmou acordos e eventual compromisso de venda da aeronave para Argentina, Chile, República Checa, Colômbia, entre outros.

Fonte: O VALE

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